Acolher Infantil

Acolher Infantil Acolher infantil é uma rede de profissionais de saúde que oferece atendimento psicológico, fonoaudiol

10/05/2026

Neste Dia das Mães, celebramos o amor que acolhe, protege, ensina e fortalece todos os dias. Ser mãe é estar presente nos gestos mais simples, nas noites sem dormir, na força silenciosa e no cuidado que transforma vidas.

A Rede Acolher deseja um dia cheio de carinho e reconhecimento para todas as mães, especialmente aquelas que fazem do amor a sua maior forma de cuidado. 🌷

Saber não é o mesmo que conseguir executar. Muitas crianças entendem a tarefa, mas travam na hora de começar. Isso pode ...
08/05/2026

Saber não é o mesmo que conseguir executar. Muitas crianças entendem a tarefa, mas travam na hora de começar. Isso pode estar ligado à dificuldade de organização, excesso de estímulos, cansaço ou até insegurança. Quando o adulto repete várias vezes, a criança passa a depender desse comando externo para agir.

No dia a dia, isso vira um padrão: só faz depois de muita insistência. Funciona melhor quando a tarefa é quebrada em etapas menores e existe um ponto claro de início. Em vez de “arruma seu quarto”, algo mais específico como “começa guardando os brinquedos”. Quando a ação f**a mais concreta, a chance de execução aumenta.

Se a dificuldade se repete em várias áreas, não é resistência. É funcionamento que precisa ser ajustado.

Muitos pais interpretam como descuido ou “relaxamento”, mas a falta de higiene na adolescência pode ter outras camadas. ...
07/05/2026

Muitos pais interpretam como descuido ou “relaxamento”, mas a falta de higiene na adolescência pode ter outras camadas. Nessa fase, há mudança de rotina, sono desregulado, desorganização e, em alguns casos, desmotivação ou queda de energia. Quando isso vem junto com isolamento, irritação ou apatia, vale observar com mais atenção.

Também existe um ponto de autonomia: quanto mais o assunto vira briga ou cobrança repetitiva, mais o adolescente tende a evitar. Funciona melhor quando a higiene é tratada como parte da rotina básica, com combinados claros e sem negociação diária.

Se mesmo assim não há adesão, é sinal de que pode existir algo além do comportamento visível, por isso é tão importante investir em psicoterapia infantil.

Orientações da psicóloga Ana Karine Lima Moreira Mesquita - CRP 11-3124 - .psi.

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Inteligência não garante desempenho escolar. Para aprender, a criança precisa de outras habilidades: atenção sustentada,...
06/05/2026

Inteligência não garante desempenho escolar. Para aprender, a criança precisa de outras habilidades: atenção sustentada, organização, memória de trabalho e capacidade de lidar com frustração. Muitas vezes, o que aparece como “falta de esforço” é dificuldade em iniciar tarefas, manter foco ou entender por onde começar.

Outro ponto comum é a desmotivação. Quando a criança acumula experiências de erro, ela passa a evitar o processo. Antes de aumentar a cobrança, vale observar como ela estuda, quanto tempo sustenta atenção e como reage diante da dificuldade.

O problema raramente está na capacidade. Está no funcionamento.

Quando a criança só responde ao grito, não é porque ela “funciona melhor assim”. É porque ela aprendeu que só precisa ag...
04/05/2026

Quando a criança só responde ao grito, não é porque ela “funciona melhor assim”. É porque ela aprendeu que só precisa agir quando o tom sobe. O cérebro passa a ignorar instruções em tom normal e só reage ao pico de intensidade.

Isso cria um ciclo: você fala → não responde → você grita → ele obedece → o padrão se reforça.

No dia a dia, isso aumenta o desgaste e piora a relação. Um ajuste importante é reduzir repetições e tornar a instrução mais objetiva, com consequência clara e previsível. Menos avisos, mais consistência. Se toda orientação depende de grito, o problema não está só no comportamento da criança, mas no padrão de comunicação que foi se formando.

Quando a criança não quer ir para a escola, o foco geralmente f**a no comportamento: resistência, choro, birra. Porém a ...
01/05/2026

Quando a criança não quer ir para a escola, o foco geralmente f**a no comportamento: resistência, choro, birra. Porém a pergunta mais importante é: por quê?

Pode ser dificuldade de aprendizagem, insegurança social, medo de errar, ansiedade de separação, conflitos com colegas ou até sobrecarga emocional. Nem sempre a criança consegue explicar, mas ela mostra. Insistir sem investigar pode transformar a escola em um lugar de sofrimento.

Olhar além do “não quero ir” é essencial para entender o que está acontecendo de verdade. Porque, muitas vezes, a recusa é só a ponta de algo que precisa ser cuidado.

Orientações da psicomotricista titular e psicóloga Michelle Sales Belchior Andrade (CRP 11/12090)

Agende um horário com a profissional pelo WhatsApp: (85) 9.8802.7890

Você tem 16, 17 anos… e já sente que precisa decidir o resto da sua vida. Profissão, Faculdade, Futuro… Tudo parece urge...
29/04/2026

Você tem 16, 17 anos… e já sente que precisa decidir o resto da sua vida. Profissão, Faculdade, Futuro… Tudo parece urgente! Mas aqui vai uma coisa importante: você não está escolhendo “sua vida inteira”. Você está escolhendo um próximo passo.

O problema é que tratam o ENEM como se fosse um veredito final. E isso gera ansiedade, medo e até paralisia. Entenda que nenhuma escolha aos 17 define quem você vai ser pra sempre, mudar de caminho faz parte (e é mais comum do que parece) e clareza vem com experiência, não só com pressão

E se você, pai, mãe, é do time que ajuda nessa “pressão”, é hora de repensar.

Essa frase é muito comum e, na maioria das vezes, está sendo mal interpretada. Quando uma criança ou adolescente consegu...
28/04/2026

Essa frase é muito comum e, na maioria das vezes, está sendo mal interpretada. Quando uma criança ou adolescente consegue f**ar horas focado em algo que gosta, mas “não consegue” prestar atenção em outras tarefas, isso não é falta de capacidade. É dificuldade de regular a atenção.

No TDAH, por exemplo, a atenção não funciona como um botão de “ligar e desligar”. Ela funciona mais como um sistema que depende de interesse, estímulo e recompensa. Por isso acontece o chamado hiperfoco, quando algo engaja, o cérebro prende ali com muita intensidade. Mas, quando não engaja, manter a atenção exige um esforço muito maior, e muitas vezes, não acontece. O que ajuda é dividir tarefas em partes menores, reduzir distrações externas, usar pausas e estímulos para manter o engajamento e, principalmente, investigar com um profissional

Orientações da Médica Psiquiatra (CRM 10347 RQE 4825)
Agende um horário pelos números: 85 9.9972.1405 ou 3535.7373

Muitos pais fazem tudo por amor… mas sem perceber, acabam ocupando o espaço da fala da criança. Quando você antecipa “qu...
27/04/2026

Muitos pais fazem tudo por amor… mas sem perceber, acabam ocupando o espaço da fala da criança. Quando você antecipa “quer água?”, “quer isso?”, “é isso aqui, né?” ou entrega tudo antes dela tentar… você reduz a necessidade de comunicação.

E a fala se desenvolve justamente disso: da necessidade + da tentativa + da resposta. Se a criança não precisa falar, ela não pratica. Sabe o que ajuda de verdade? Esperar alguns segundos antes de responder, criar pequenas “oportunidades” (dar escolhas, não tudo pronto), valorizar qualquer tentativa de comunicação (mesmo que não seja perfeita) e evitar falar por ela o tempo todo

Observe. Ajuste. Estimule.

Orientações da . Agende um horário com a profissional pelo WhatsApp: (85) 9.9995.5946

Na maioria das vezes, está relacionado a algo que ele ainda não sabe lidar. Crianças não nascem sabendo regular emoções....
24/04/2026

Na maioria das vezes, está relacionado a algo que ele ainda não sabe lidar. Crianças não nascem sabendo regular emoções. Quando algo frustra, por menor que pareça, o cérebro reage como se fosse grande, porque ainda não tem recursos para organizar aquilo. Por isso, o que você vê como “exagero” pode ser, na verdade, transbordamento emocional.

Nesse momento, é importante nomear o que a criança está sentindo, manter calma (mesmo quando ela perde a dela), ensinar aos poucos como lidar com a frustração e lembrar: ela precisa de orientação, não só de correção. E isso se constrói, dia após dia.

Para o adulto, pode parecer pequeno. Para a criança, é grande. Quando ela escuta “isso não é nada”, “deixa disso” ou “é ...
23/04/2026

Para o adulto, pode parecer pequeno. Para a criança, é grande. Quando ela escuta “isso não é nada”, “deixa disso” ou “é besteira”, aprende algo que pode ser prejudicial no futuro: que o que sente não importa.

Com o tempo, ela pode parar de expressar, ou pode intensif**ar ainda mais, na tentativa de ser ouvida. Validar não é concordar com tudo, é reconhecer que aquele sentimento existe e faz sentido dentro da experiência da criança. É assim que ela aprende a nomear emoções, a se regular e a confiar.

Quando o sentimento é ignorado, o comportamento tende a falar mais alto. E, muitas vezes, o que parece “exagero” é só falta de escuta.

Orientações da psicóloga Lílian Maria Alves (CRP 11-03566) -

Para maiores informações e agendamento com a profissional, entre em contato pelo WhatsApp: (85) 9.98725.1354

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