06/06/2020
Qual é a diferença fertilização in vitro e inseminação artificial? Um é melhor, mais caro ou mais eficiência que o outro? Qual preciso fazer?
O que indica a preferência do médico por um método ou outro é a complexidade da dificuldade do casal em engravidar. Nos casos mais simples, geralmente é utilizada a inseminação artificial, enquanto para os mais complexos, é necessário partir para a fertilização in vitro.
INSEMINAÇÃO INTRAUTERINA (IIU)
A paciente usa medicamentos para induzir a ovulação, formando, no máximo, três folículos (que contêm os óvulos). No momento da ovulação, o sêmen é coletado, preparado e transferido para o interior do útero, onde os espermatozoides terão que chegar até as tubas uterinas, encontrar os óvulos e fertilizá-los, formando assim um embrião.
No geral, a inseminação é indicada para casais com alterações leves no sêmen e distúrbios de ovulação, como no caso da síndrome dos ovários policísticos. Casais homoafetivos femininos e mulheres que querem engravidar por produção independente também buscam bastante a técnica, utilizando sêmen de doador.
FERTILIZAÇÃO IN VITRO (FIV)
Esse método é indicado quando as tubas são obstruídas ou pouco competentes, em casos de endometriose profunda, baixa reserva ovariana, idade mais avançada da mulher, homens com alteração no sêmen, como baixa concentração ou mobilidade, além de alteração genética que possa ser passada para o bebê. Neste último caso, deve ser feito um diagnóstico pré-implantacional.
O sucesso de um procedimento de reprodução assistida depende de diversas variáveis, porém, a média é de 45% na FIV e de 25% a 30% na inseminação. Na gravidez natural, as chances de sucesso variam de 15% a 17%.
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