Dr. Paulo Campelo

Dr. Paulo Campelo Paulo Eduardo Nunes Campelo é médico cirurgião geral e especialista em cirurgia bariátrica. Form

01/02/2026

O estômago diminui. A fome muda.

Na cirurgia bariátrica, não é só o tamanho do estômago que importa.
O principal efeito está na regulação da fome e da saciedade, por meio de mudanças hormonais.

Menor estômago ajuda na quantidade.
Mudança hormonal ajuda no controle da fome.

Lembrar que existe fome, além da fome por falta de alimentos. As emoções podem alterar a nossa fome.

Por isso, não é correto dizer que o estômago “cresce” ou “dilata”.
O que pode mudar ao longo do tempo é o comportamento alimentar relacionado a sua fome, não o tamanho real do estômago.

Bariátrica não é milagre.
É tratamento para uma doença crônica, que precisa de acompanhamento contínuo.

👉 Compartilha com alguém que precisa saber disso.

31/01/2026

Emagrecer não deveria te deixar com cara de doente — e não deixa quando o processo é bem feito.

Se essa frase já passou pela sua cabeça, você não é o único.

Esse medo não é sobre estética.
É sobre identidade.
É sobre olhar no espelho e não se reconhecer.

A verdade é que não é a cirurgia que deixa alguém com aparência abatida.
O que causa isso é:
• falta de acompanhamento
• alimentação inadequada
• suplementação feita de qualquer jeito
• abandono do processo

Quando a bariátrica é bem indicada e bem acompanhada, o objetivo é exatamente o oposto:
✔ aparência saudável
✔ mais disposição
✔ mais energia
✔ mais vida no olhar

Aqui a gente fala de bariátrica como tratamento de saúde, não como sofrimento.
Sem promessa falsa, sem medo desnecessário.

Se esse é um receio seu, me segue aqui.

O corpo com obesidade nem sempre evita o exercício. Ele evita o julgamento.E isso muda tudo no tratamento.Durante anos, ...
30/01/2026

O corpo com obesidade nem sempre evita o exercício. Ele evita o julgamento.

E isso muda tudo no tratamento.

Durante anos, a pessoa com obesidade ouviu a mesma frase:
“É só fechar a boca e se exercitar.”

Essa narrativa simplifica uma doença complexa e transforma sofrimento em culpa.

📚 Ciência não sustenta essa frase. Obesidade é uma doença crônica, multifatorial, que envolve:
• regulação do apetite no cérebro
• hormônios intestinais
• metabolismo adaptativo
• fatores genéticos
• ambiente social e psicológico

Quando alguém cresce ouvindo que o problema é “falta de força de vontade”,
essa ideia se internaliza.

🧠 O cérebro aprende:
“Se eu não consigo, a culpa é minha.”

E o que acontece quando essa pessoa entra em um ambiente onde muitos ainda acreditam nessa mesma frase?

➡️ Ansiedade
➡️ Vergonha
➡️ Medo de errar
➡️ Sensação de estar sendo observado e julgado

Isso ativa mecanismos de defesa no cérebro. E um cérebro em modo de ameaça evita o ambiente.

O corpo não evita o exercício.
Ele evita o julgamento.

⚠️ A consequência é física:
• menos movimento
• perda de massa muscular
• metabolismo mais lento
• maior risco de reganho de peso

Ou seja: o estigma vira efeito metabólico.

Por isso, no tratamento da obesidade com ou sem cirurgia ambiente também é tratamento.

Movimento só funciona quando o corpo se sente seguro.
Disciplina só existe onde há acolhimento.
Constância nasce do respeito, não da cobrança.

Se fosse “só fechar a boca”,
a obesidade não seria uma das doenças mais estudadas do mundo e que aumenta sua prevalência mundialmente.

Se isso fez sentido pra você, compartilhe.

Porque mudar o corpo começa, muitas vezes, mudando a forma como ele foi tratado.

29/01/2026

Se você tem obesidade, provavelmente já ouviu isso aqui 👇

“Vai operar e vai trocar um problema por outro.”

Deixa eu te falar a informação correta, científica e ética sobre o tratamento da obesidade:
👉🏻bariátrica não é sobre depender de remédio, é sobre recuperar saúde.

Muitos pacientes chegam tomando:
💊 remédio pra pressão
💊 remédio pra diabetes
💊 remédio pra colesterol
💊 remédio pra dor

E com o tratamento certo, acompanhamento e responsabilidade, muitos conseguem reduzir ou até suspender vários deles.

Agora presta atenção numa coisa importante:
👉 suplemento não é castigo
👉 suplemento não é exagero
👉 suplemento é parte do tratamento

O erro não é operar.
O erro é achar que dá pra fazer isso sem acompanhamento.

Se você quer entender o que pode mudar no SEU caso, sem promessa vazia e sem terrorismo,
👉 segue esse perfil.

Aqui é conversa real de quem opera e acompanha pacientes.

28/01/2026

Depois da bariátrica, os comprimidos mudam só no começo. 💊

Nos primeiros dias, pode ser necessário triturar o comprimido, usar versão líquida ou abrir cápsulas, sempre com orientação.

Também vale atenção ao ritmo da água: nada de engolir o remédio “afogado”, é ir com calma.

Passada essa fase inicial, com liberação médica, a rotina volta ao normal.
É ajuste temporário, não é pra sempre.

👥 Marca quem tá no pós da bariátrica.
➡️ Segue o perfil pra aprender o que ninguém te conta

Se o seu plano negou (ou pode negar) a sua bariátrica, o problema quase nunca é o peso.Na maioria das vezes, é desinform...
27/01/2026

Se o seu plano negou (ou pode negar) a sua bariátrica, o problema quase nunca é o peso.
Na maioria das vezes, é desinformação.

Muita gente convive com obesidade e não procura a bariátrica, acreditando que:

-"tenho que pesar 100kg"
-“meu plano não cobre”
- “meu plano é novo”
- “a bariátrica é estética”

📌 Nada disso é regra.

A cirurgia bariátrica é um procedimento regulamentado e previsto no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desde 1999.

Isso significa que os planos de saúde podem autorizar a cirurgia, desde que os critérios sejam respeitados.

O plano não decide por vontade.
Ele decide por regras claras:

✔️ diagnóstico correto da obesidade como doença
✔️ grau de obesidade dentro dos critérios
✔️ tentativas prévias de tratamento clínico
✔️ exames e relatórios bem organizados
✔️ respeito ao tempo de carência do plano

Quando o processo começa do jeito certo, a chance de autorização é total.

A maioria das negativas não acontece porque o plano “não cobre bariátrica”, acontece porque ninguém explicou o caminho correto antes.

📢 Compartilhe este post com alguém que tem OBESIDADE e PLANO DE SAÚDE, mas acha que não tem direito a bariátrica.

26/01/2026

“Doutor… e a relação sexual, quando pode voltar?”

Essa é uma das perguntas mais frequentes no pós-operatório. E quase sempre vem meio baixinha, meio sem graça… como se fosse proibido perguntar.

E deixa eu te tranquilizar: é normal ter essa dúvida.

A resposta não é uma data exata no calendário.

Depende de como está sua recuperação, se ainda sente dor, se os pontos estão ok e, principalmente, se você se sente seguro(a).

Para muita gente, em cerca de 8 dias já dá pra retomar. Para outras pessoas, demora um pouco mais. E tá tudo certo. Cada corpo tem seu tempo.

O mais importante é respeitar os sinais do corpo e conversar abertamente com seu médico. Bariátrica também é sobre qualidade de vida, inclusive nesse aspecto.

Se essa dúvida já passou pela sua cabeça, segue o perfil.

Aqui a conversa é clara, sem tabu e sem terrorismo.

Conhece alguém em recuperação e cheio de dúvidas?

📩 Manda esse post pra ele(a).

25/01/2026

O medo da cirurgia bariátrica costuma ser maior do que o risco real.

E sabe por quê? Porque muita gente ainda enxerga a bariátrica com informações do início do século e já estamos em 2026.

Vamos falar de forma clara e sem terrorismo:

Toda cirurgia tem riscos.
Mas a cirurgia bariátrica de hoje evoluiu muito e tem menos riscos que uma cirurgia de vesícula ou um parto cesareano.

📌 O que mudou na prática?

🔹 Cirurgia
Hoje, a maioria dos procedimentos é feita por videolaparoscopia.
Isso significa:
• cortes menores
• menos dor
• menor risco de complicações
• recuperação mais rápida
• retorno mais cedo à rotina

🔹 Anestesia
A anestesia atual é mais segura e personalizada.
O paciente é monitorado o tempo todo, com cuidados específicos para quem tem obesidade, reduzindo riscos respiratórios e para o coração.

🔹 Avaliação antes da cirurgia
Ninguém “entra direto no centro cirúrgico”.
Existe uma avaliação completa da saúde, para indicar o melhor momento e a melhor técnica para cada paciente.

Enquanto a cirurgia e a anestesia evoluíram o medo ficou parado no tempo.

E aqui está o ponto mais importante: muitas vezes, o maior risco não é operar.
É não tratar a obesidade.

A obesidade é uma doença crônica e progressiva, ligada a diabetes, hipertensão, problemas cardíacos, apneia do sono e redução da qualidade de vida.

Adiar o tratamento também é uma decisão e ela tem consequências, muitas vezes graves.

Cirurgia bariátrica não é atalho.
É tratamento sério, baseado em ciência, quando bem indicada.

Se você ainda tem medo, está tudo bem.
O que não pode é viver sem entender.

Me siga aqui. Eu explico bariátrica com responsabilidade e sem terrorismo.

📤 Compartilhe com quem precisa ouvir isso hoje.

Nunca deixe suas vitaminas na gaveta. Depois da bariátrica, o corpo não tolera falhas de reposição.Após a cirurgia bariá...
24/01/2026

Nunca deixe suas vitaminas na gaveta. Depois da bariátrica, o corpo não tolera falhas de reposição.

Após a cirurgia bariátrica, a suplementação vitamínica não é opcional.

Ela é parte essencial do tratamento metabólico, porque a cirurgia altera ingestão, digestão e absorção de nutrientes.

Quando a reposição não é feita corretamente, as deficiências não são uma possibilidade são previsíveis.

🔬 Micronutrientes essenciais no pós-bariátrica (referências gerais)

✔️ Ferro
📌 Geralmente 45–60 mg/dia de ferro elementar
Especial atenção para mulheres.
Déficit → anemia, fadiga, queda de cabelo.

✔️ Vitamina B12
📌 350–500 mcg/dia via oral
conforme absorção
Déficit → anemia, formigamentos, alterações neurológicas.

✔️ Ácido fólico (Vitamina B9)
📌 400–800 mcg/dia
Importante para formação celular e prevenção de anemia.

✔️ Zinco
📌 8–15 mg/dia
Déficit comum no pós-operatório e fortemente associado à queda capilar.

✔️ Vitamina D
📌 Vitamina D: 2.000 UI/dia ou mais, conforme exames
Déficit → osteopenia, osteoporose, fraqueza muscular.

⚠️ Pontos fundamentais que todo bariátrico precisa entender:
• Multivitamínicos comuns não substituem protocolos bariátricos
• As doses devem ser individualizadas
• Exames periódicos são obrigatórios
• Regularidade vale mais do que “tomar de vez em quando”

Vitamina esquecida hoje vira problema clínico amanhã.

🧠 Mensagem final

Queda de cabelo, cansaço e alterações laboratoriais
não são “fase normal”.
São sinais de que o metabolismo precisa de ajuste.

A cirurgia inicia a transformação.
O acompanhamento sustenta o resultado.

📌 Salve este post para consultar
📤 Compartilhe com quem fez bariátrica

* As doses podem variar conforme tipo de cirurgia, exames laboratoriais e orientação médica individual.

23/01/2026

Nem todo emagrecimento é seguro.

O uso indiscriminado de "canetas emagrecedoras" pode trazer riscos reais à saúde quando não há indicação, acompanhamento e estratégia de longo prazo.

Estamos falando de medicamentos antiobesidade que interferem em hormônios, apetite e metabolismo e não de soluções inofensivas.

Já a cirurgia bariátrica, quando bem indicada, é um tratamento estruturado, estudado há décadas, com protocolos claros, equipe multidisciplinar e acompanhamento contínuo.

📌 Obesidade é doença crônica.
📌 O tratamento precisa ser individualizado, seguro e sustentável.

Não é sobre modismo ou estética.
É sobre saúde.

Antes de escolher o caminho mais rápido, busque o caminho mais seguro.

Você colocaria sua vida em risco com um tratamento sem acompanhamento e "medicamento" que não sabe a procedência?

O medo de comer após a bariátrica não nasce no estômago.Nasce na história com o peso.Depois da cirurgia, o estômago muda...
21/01/2026

O medo de comer após a bariátrica não nasce no estômago.
Nasce na história com o peso.

Depois da cirurgia, o estômago muda, mas a relação com a comida foi construída ao longo de anos ou décadas.

Muitas vezes marcados por culpa, efeito sanfona, cobranças e medo de voltar ao ponto de partida.

Do ponto de vista da psicologia, esse medo está ligado à memória emocional do corpo: o cérebro continua em alerta, mesmo quando o tratamento está funcionando.

Já na nutrição, sabemos que restringir demais, pular refeições ou comer sempre com medo pode:
• aumentar a ansiedade
• bagunçar sinais de fome e saciedade
• prejudicar a massa muscular
• dificultar a manutenção do resultado

Por isso, o pós-operatório não é um caminho solitário.

A cirurgia trata o estômago.
Mas quem sustenta o resultado é a equipe:
1️⃣ o cirurgião, ajustando expectativas e monitorando os exames;
2️⃣ a nutrição, reorganizando a relação com a comida;
3️⃣ a psicologia, ajudando a ressignificar o medo.

Buscar ajuda não é sinal de fraqueza. É sinal de maturidade no processo.

Bariátrica não é só emagrecer. É reconstruir confiança no corpo, na comida e em você.

➡️ Compartilhe com quem fez bariátrica e pode estar vivendo isso em silêncio.

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DR. PAULO CAMPELO

Paulo Eduardo Nunes Campelo é médico formado pela Universidade Federal do Ceará em 1999 e inscrito no Conselho Regional de Medicina sob o número 7534. Concluiu em 2003 a residência médica em Cirurgia Geral na Santa Casa da Misericórdia de Fortaleza e permaneceu durante mais um ano estagiando nos serviços de Oncologia desta renomada instituição. De 2004 a 2006 foi preceptor da Residência de Cirurgia Geral nesse hospital. Em 2011 foi aceito como fellowship no Institut de Chirurgie Laparoscopique de Bordeaux, na França. Neste centro de laparoscopia, que é referência internacional em cirurgia minimamente invasiva, concluiu especialização no programa avançado de cirurgia laparoscópica (colo-retal, digestiva, hepato-biliar, pancreática e bariátrica). As atividades foram realizadas no Hospital Bagatelle, na Policlínica Bordeaux Norte e na Clínica San Martin em Bordeaux e no Hospital Americano em Paris. Ao terminar sua formação na Santa Casa da Misericórdia de Fortaleza permaneceu como preceptor da residência de Cirurgia Geral e, ainda no último ano da especialização, assumiu a direção do Centro de Estudos da Santa Casa, onde coordenou jornadas, estágios e participou efetivamente do Conselho Editorial da Revista da Santa Casa. Trabalhou durante três anos como cirurgião do Hospital Geral do Exército em Fortaleza e, desde 2003, é membro da Unimed Fortaleza e da Cooperativa dos Cirurgiões Gerais do Estado do Ceará (Coocirurge), entidade da qual é diretor administrativo (2015-2017). É também vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Minimamente Invasiva e Robótica (2015-2017). Atua como cirurgião geral e bariátrico e é diretor técnico do Instituto de Assistência Multidisciplinar da Obesidade (Instituto AMO).

Foi professor substituto do departamento de cirurgia da Universidade Federal do Ceará (UFC) de 2004 a 2006. É membro associado do Colégio Brasileiro de Cirurgiões e fez parte de sua diretoria até 2009. É membro associado da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva e da Société Française de Chirurgie Endoscopique.

Durante dois anos, em duas gestões diferentes, atuou como membro do Conselho Fiscal da Unimed Fortaleza e, foi eleito, em 2010, para um mandato de quatro anos, Representante dos Médicos Cooperados no Hospital Regional da Unimed (HRU). É pós-graduado em Gestão Hospitalar e de Organizações de Saúde, pela UFC.

Possui proficiência em língua francesa (DELF B2) e em língua espanhola (DELE Superior).