12/01/2026
No estado de Utah, nos Estados Unidos, a inteligência artificial passou a atuar na renovação de receitas médicas para pacientes crônicos. A primeira prescrição continua sendo feita por um médico humano. Depois disso, o paciente responde a um questionário detalhado sobre sintomas, efeitos colaterais, mudanças recentes e outros medicamentos em uso.
Com base nessas informações, o sistema decide: renova a receita automaticamente ou encaminha o caso para avaliação médica.
O ponto central não é a tecnologia em si — é o que ela revela sobre o futuro do trabalho na saúde.
Quando decisões repetitivas, previsíveis e burocráticas passam a ser resolvidas por algoritmos, o papel do profissional muda. O médico deixa de ser a porta de entrada obrigatória e passa a atuar principalmente nos casos que fogem do padrão, exigem julgamento clínico, experiência e responsabilidade.
Isso não significa o fim da medicina.
Significa uma reorganização do cuidado.
Tecnologia ganha espaço onde há padrão.
O humano permanece onde há complexidade.
E você, o que acha dessa mudança?
📲 Clique no link da Bio e saiba mais!
✨ Qorpo - Saúde em Movimento
📍 Avenida Senador Virgílio Távora, 195, Fortaleza
#2026