27/01/2026
“É justo que muito custe o
que muito vale.”
E, às vezes, custa muito mesmo. Custa abrir mão de coisas muito boas, com as quais sonhamos por muito tempo e batalhamos muito para conquistar.
Não foi uma decisao fácil. Foi exaustivo, desgastante, torturante, demorado. Por muitas vezes recuei na decisão, mas, finalmente precisei executar.
Toda mudança, por melhor que seja, causa um luto do que se abriu mão. Porém, escutei duas pregações que me tocaram bastante sobre “renúncia”: sobre renunciar sem sofrer e renunciar com maturidade. Com elas, aprendi que renunciar não é abrir mão de algo, mas sim escolher uma coisa muito melhor, tão melhor que exige abdicar de coisas muito boas, que também nos fazem bem. E assim foi.
Então, preciso me despedir dessa fase, dessa grande oportunidade, dessa baita experiência.
Estive numa posição em que muitos almejam estar, tive oportunidade de trabalhar ao lado de grandes referências para mim desde a graduação e pude crescer como profissional e pessoa através do meus colegas e alunos.
Agradeço a todos: alunos, colegas, funcionários e, em especial, meu coordenador , que confiou no meu trabalho e permitiu que eu fosse professora da UNIFOR (com letras maiúsculas não só pela sigla, mas pelo o que ela representa para mim e para todos do meio acadêmico).
Agora é tempo de novo foco, novos projetos, e novos desafios!
Muito obrigada!