Clínica do Povo Fortaleza

Clínica do Povo Fortaleza A Clínica do Povo é uma homenagem ao Dr. Geraldo Madeira Sobrinho. Chamado carinhosamente – O Homem do Povo, pelos colegas da turma de Medicina de 1967.

É importante informar as crianças utilizando uma linguagem simples, de acordo com sua idade e nível de compreensão. Elas...
14/05/2020

É importante informar as crianças utilizando uma linguagem simples, de acordo com sua idade e nível de compreensão. Elas precisam entender o cenário atual para conseguir lidar melhor com o fato de não poderem sair de casa e ver seus amigos e avós, por exemplo.

Se tiverem preocupações ou questionamentos, deixem que expressem seus sentimentos, isso pode ajudar a diminuir a ansiedade. É importante que os pais mantenham uma rotina para as crianças em que consigam organizar melhor seu tempo entre estudar, ajudar nas demandas da casa e brincar.

A pandemia e isolamento social deixa as pessoas mais ansiosas, mas também pode ser uma oportunidade de maior convivência entre pais e filhos, podendo resgatar relações que no dia a dia se perdem pela correria e pelas demandas eletrônicas.

Confira outras dicas:

Converse sobre o que está acontecendo

Explique e tire dúvidas sobre a Covid-19 de forma honesta e apropriada à idade delas, sem causar alarme. Incentive-as a expressar medos e preocupações, seja através de palavras, desenhos ou jogos. Isso ajuda a aliviar a ansiedade das crianças.

Limite a exposição à cobertura de notícias da mídia

As crianças podem ficar mais angustiadas com o bombardeio de informações sobre a pandemia.

Procure ser um exemplo para as crianças

As crianças reagem, em parte, ao que percebem dos adultos ao redor. Para tranquilizar os pequenos é importante gerenciar seu próprio estresse – a prática de exercícios físicos e outros hábitos saudáveis ajudam nisso.

Ensine e reforce ações preventivas diárias

Ensine as crianças a lavar as mãos e explique que o hábito ajuda a impedir o contágio do Coronavírus e outros germes. Seja um bom exemplo e lave as mãos com frequência.

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O conteúdo deste post é um serviço de informação pública e não substitui uma consulta médica.

Quando nos tornamos idosos, temos menos equilíbrio e força muscular, nossos reflexos estão alterados e os tombos se torn...
13/05/2020

Quando nos tornamos idosos, temos menos equilíbrio e força muscular, nossos reflexos estão alterados e os tombos se tornam mais comuns. Se esta já era uma grande preocupação entre os idosos e seus cuidadores antes da pandemia de coronavírus, hoje exige maior atenção ainda.

Cair não é uma consequência inevitável da idade. A maioria das quedas entre os idosos pode ser prevenida caso saibamos os motivos e tomemos atitudes para minimizar o risco para nós e para parentes e amigos cuja idade e/ou estado de saúde os deixem vulneráveis.

Existem algumas medidas que, uma vez instituídas, reduzem efetivamente o risco de quedas e favorecem um envelhecimento com maior independência e qualidade de vida. Listamos algumas das principais:

- Avalie a segurança do piso, inclusive os tapetes (extremamente contraindicados), carpetes soltos e pequenos desníveis entre os cômodos.

- Levante-se, da cama ou mesmo do sofá, em etapas. E tenha cuidado ao movimentar o corpo na hora de se sentar, levantar ou trocar de lugar. Se necessário, use um apoio para ter mais firmeza e segurança.

- Instale barras laterais em banheiros e em outros locais estratégicos do domicílio, como corredores. O ambiente pode e deve ser modificado para diminuir o risco de quedas.

- Redobre esses cuidados caso esteja em tratamento médico e fazendo uso de remédios. Alguns medicamentos têm efeitos colaterais que deixam a pessoa mais sujeita a tombos — entram aqui comprimidos para depressão, pressão alta e problemas de sono.

- Evite usar roupas e calçados folgados e os modelos abertos na parte de trás do pé.

- Em casa, não deixe objetos (tapetes, brinquedos etc) pelo chão nem móveis pelo caminho. E priorize pisos antiderrapantes.

Essas são apenas algumas precauções que, se adotadas, poderão diminuir o risco de quedas de idosos.

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Trabalhar em casa é uma questão que divide opiniões. Há quem ame e quem odeie. Porém, por conta do surto de coronavírus,...
12/05/2020

Trabalhar em casa é uma questão que divide opiniões. Há quem ame e quem odeie. Porém, por conta do surto de coronavírus, essa se tornou uma realidade para grande parte da população que consegue trabalhar remotamente.

Pensando em te ajudar a adequar o seu lar a um ambiente de trabalho, separamos algumas dicas que, possivelmente, te auxiliarão nessa experiência. Confira:

1. Arrume a casa para liberar espaço para a montagem do escritório

Jogar fora coisas que não se usa mais costuma liberar de 15% a 20% de espaço. O escritório doméstico deve ser funcional, mas acima de tudo agradável e confortável, com a virtude de ocupar uma área reduzida. O fundamental é que não lembre nem um pouco os escritórios convencionais.

2. Verifique o mobiliário disponível

Um mobiliário adequado, atendendo aos princípios de ergonomia previne doenças ocupacionais, como a LER – Lesão por Esforços Repetitivos. A altura ideal da bancada varia entre 70 e 75 cm, enquanto mouse e teclado devem estar posicionados de forma que o usuário apoio completamente o antebraço.

3. Ajuste a iluminação

Trabalhar em casa requer uma iluminação apropriada. É possível economizar energia, contando com uma janela ampla, mas deve-se evitar instalar a bancada do computador contra a abertura, pois o reflexo da luz no monitor é prejudicial. O ambiente deve contar com uma luz artificial geral e homogênea somada a uma iluminação pontual na mesa.

4. Tenha à sua disposição apenas o essencial

Além da própria mesa e computador, só devem ser inseridos no escritório doméstico objetos realmente necessários. Uma opção é instalar um painel magnético acima da bancada para lembretes e recados importantes. Aliados da organização, eles também podem inserir um toque divertido ao escritório.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o surto do novo coronavírus (SARS-CoV-2) como pandemia. O vírus, causad...
09/05/2020

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o surto do novo coronavírus (SARS-CoV-2) como pandemia. O vírus, causador da doença COVID-19, colocou em estado de atenção a população brasileira, que agora busca orientações sobre como se prevenir e se comportar.

Neste momento, o Conselho Federal de Nutricionistas (CFN) recorda o alerta do Guia Alimentar para a População Brasileira, de que “há muitas informações sobre alimentação e saúde, mas poucas são de fontes confiáveis” (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2014).

Neste sentido, também é motivo de preocupação informações que circulam nas redes sociais (cards, áudios e vídeos) com orientações sobre supostas terapias milagrosas no campo da nutrição.

Alimentos, superalimentos, shots, sucos e até soroterapias por infusão endovenosa de nutrientes (vitaminas, minerais, aminoácidos, antioxidantes e outros nutrientes e compostos) estão sendo alardeadas como capazes de prevenir ou combater o coronavírus por meio do fortalecimento do sistema imunológico.

Entretanto, o CFN informa que não existem protocolos técnicos nem evidências científicas que sustentam alegações milagrosas.

Certamente, uma alimentação rica em micronutrientes (minerais e vitaminas) associada a substâncias bioativas (não nutrientes) presentes em alimentos que possuem atividade de redução do risco de doenças, se utilizados de forma habitual, podem condicionar um sistema imunológico mais eficiente, com menor risco de doenças.

Entretanto, é importante ter consciência que tais hábitos não nos livram da responsabilidade de adotar as medidas preventivas recomendadas.A alimentação saudável depende de uma diversidade alimentar, não de supostos superalimentos isolados, e deve ser adequada a cada indivíduo conforme assistência prestada pelo nutricionista.

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Em muitas regiões do país, o outono é uma estação de diminuição da chuva. Porém, para muitas áreas da Região Nordeste, o...
08/05/2020

Em muitas regiões do país, o outono é uma estação de diminuição da chuva. Porém, para muitas áreas da Região Nordeste, os meses de outono são os mais chuvosos do ano. Na costa norte e no leste do Nordeste, a chuva é mais frequente e volumosa justamente no outono.

Com a chegada do Outono, o ar tende a ficar mais seco, ocasionando sintomas como espirros, coriza, obstrução nasal, coceiras no nariz, ouvido, garganta, tosse e falta de ar. Por isso, é muito importante estar atento e não confundir esses sintomas com os do Coronavírus, já que este pode provocar febre alta também.

Alergia não provoca febre! É o alerta a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI). Rinite e asma são as doenças mais comuns nessa época do ano. Isso porque o ar seco e frio age nas vias respiratórias como um irritante e, no caso das alergias, as vias aéreas que já estão inflamadas, ao entrar em contato com o ar seco e frio, manifestam sintomas respiratórios.

O tratamento é individual, orientado pelo médico especialista e, geralmente, baseado em anti-histamínicos com ou sem descongestionantes, broncodilatadores e corticoides. A ASBAI alerta que todos esses medicamentos têm efeitos colaterais em potencial, de forma que é desaconselhado a automedicação.

Assim como recomendando para frear o coronavírus, para prevenir as alergias do Outono, orienta-se evitar locais fechados, lavar as mãos com frequência, usar álcool gel, vacinar-se contra a gripe e fazer o controle ambiental.

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Nesses tempos de isolamento social percebe-se a importância que alguns hobbies podem ter na tentativa de manter a saúde ...
07/05/2020

Nesses tempos de isolamento social percebe-se a importância que alguns hobbies podem ter na tentativa de manter a saúde mental em dia. A música já há muito tempo vem sendo uma ótima alternativa para relaxar e alterar o estado de humor das pessoas. Música faz bem para alma, agora sabemos que ela beneficia o coração e artérias também.

Pesquisadores da Universidade de Maryland, em Baltimore estudaram o efeito da música sobre a dilatação das artérias. O estudo científico avaliou o impacto da música sobre o endotélio, parte mais interna da parede das artérias. O endotélio mais do que o revestimento das artérias faz parte da regulação do diâmetro dos vasos.

Os especialistas queriam determinar o efeito das emoções positivas sobre as artérias. Uma dezena de participantes saudáveis e não-fumantes, com uma média de idade de 36 anos, puderam selecionar 30 minutos de música que gostavam e os deixavam relaxados.

Para que o resultado fosse o melhor possível todos ficaram duas semanas sem escutar as músicas da seleção. Para comparação, também foram indicadas quais músicas os deixavam ansiosos.

Um teste mediu a dilatação da artéria braquial por meio de ultra-som em repouso após 30 minutos de estímulos - músicas relaxantes, mais agitadas e um videoclipe divertido.

As artérias se dilatavam com as músicas agradáveis e com as risadas do vídeo. Por outro lado, as músicas mais agitadas geravam ansiedade e o estreitamento das paredes das artérias.

Pesquisas como essas demonstram o que era observado. O cérebro, por meio das emoções, participa da regulação da pressão arterial e o estresse não pode ser negligenciado no tratamento dessas doenças.

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O isolamento social, necessário para enfrentamento da Covid-19, tem feito cada vez mais as pessoas recorrerem aos aparel...
06/05/2020

O isolamento social, necessário para enfrentamento da Covid-19, tem feito cada vez mais as pessoas recorrerem aos aparelhos digitais móveis. Seja para acessar redes sociais, manter contato virtual com outros indivíduos ou ouvir músicas para distrair a mente e relaxar.

Os fones de ouvido já eram um acessório incorporado ao nosso cotidiano, mesmo antes do período de quarentena. Diante de sua utilidade, se torna até contraditório recomendar que eles não devem ser usados.

Por outro lado, eles podem ser muito prejudiciais à audição, causando perda auditiva. A música, ou qualquer outro ruído, em alto volume lesa as células receptoras do som e impede a pessoa de ouvir. É uma perda irreversível.

A seguir você confere algumas dicas de como evitar o problema sem abrir mão da comodidade dos fones de ouvido.

- Prefira fones de ouvido que ficam externos à orelha. Os modelos intra-auriculares, menores e muito comuns hoje em dia, são mais prejudiciais. Quanto mais longe do conduto auditivo está a fonte de som, melhor.

- Cuidado com o volume. Use o volume sempre na metade da graduação máxima do aparelho. O ideal é conseguir ouvir a música e os sons externos também. Se a música impede de ouvir os sons externos significa que está alta demais.

- Dê um descanso aos seus ouvidos. A cada hora de música ouvida no fone, recomenda-se dez minutos de pausa. O “repouso auditivo” também serve quando vamos a um show ou ficamos expostos a um som muito alto em um determinado dia. .

- Não espere “perceber” a diminuição de sua capacidade auditiva. Sinais como zumbido ou sensação de ouvido tampado já podem ser sinais de perda auditiva; nesses casos, procure um especialista.

Fique atento aos sinais, consulte o seu otorrinolaringologista sempre que precisar.

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O atual surto de doença viral causada pelo SARS-CoV-2(COVID-19) tem gerado preocupação e dúvidas nos portadores de asma,...
05/05/2020

O atual surto de doença viral causada pelo SARS-CoV-2(COVID-19) tem gerado preocupação e dúvidas nos portadores de asma, especialmente em relação à continuidade ou não do tratamento. O tratamento da asma deve ser mantido na vigência de infecções virais, considerando que essas infecções são causas frequentes de crise de asma.

A asma é doença inflamatória crônica e deve ser tratada com o uso de medicamentos preventivos, como os corticoides inalatórios, isolados ou associados a broncodilatadores, conforme recomendação recentemente publicada pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) e sociedades internacionais.

É recomendado o uso dos inaladores dosimetrados (“bombinha”) para a administração de medicamentos na crise de asma, principalmente nos serviços de pronto atendimento. O uso dos nebulizadores convencionais deve ser evitado já que gera micropartículas que podem carrear o vírus para o pulmão e para o ambiente.

Os portadores de asma, particularmente os classificados como formas graves, estão incluídos no grupo de risco para complicações, e devem seguir as orientações recomendadas aos portadores de doenças crônicas, tais como restringir o convívio social e, quando possível, desenvolver atividades na forma de home office. Parentes saudáveis devem ser incumbidos de buscar receitas, evitando a necessidade de os pacientes comparecerem à consulta médica.

O paciente asmático deve seguir todas as recomendações determinadas pelo Ministério da Saúde em caso de febre e sintomas respiratórios, além de ajustar o tratamento da asma, se necessário, conforme recomendações feitas pelo seu médico. Nos casos graves com febre alta e falta de ar, o paciente deve procurar serviço médico.

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Segundo todas as normas divulgadas pelo governo e pelo ministério da saúde, para  combater o coronavírus é imprescindíve...
02/05/2020

Segundo todas as normas divulgadas pelo governo e pelo ministério da saúde, para combater o coronavírus é imprescindível que as pessoas fiquem isoladas em suas casas. Muitas empresas estão funcionando através de home office, tudo para que ninguém precise ficar se deslocando pelas cidades.

Mas, até o momento, nem sempre é possível e muitas vezes ainda há a necessidade de deixar nossos lares para realizar alguma coisa fora. Se você se encontra nessa situação, saiba o que fazer ao sair e voltar para casa para tentar ao máximo evitar a contaminação.

PROTOCOLOS AO SAIR DE CASA

1. Em caso de sintomas respiratórios - como tosse e coriza - o ideal é não sair de casa

2. Prenda os cabelos e evite usar brincos, anéis, correntinhas

3. Leve lencinhos descartáveis e use-os para tocar as superfícies

4. Lave ou higienize suas mãos após tocar em qualquer objeto e superfície

5. Não toque seu rosto antes de higienizar suas mãos

6. Mantenha distância das pessoas.

PROTOCOLOS DE ENTRADA EM CASA

1. Ao voltar para casa, não toque em nada antes de se higienizar

2. Tire os sapatos

3. Tire as roupas e coloque-as em uma sacola plástica no cesto de roupas

4. Deixe bolsa, carteira, chaves, etc, em uma caixa na entrada

5. Tome banho! Se não puder, lave bem as áreas expostas

6. Limpe as embalagens que trouxe de fora antes de jogar.

Devido ao isolamento social, a maioria das pessoas, em suas casas, estão dispondo de maior tempo para o repouso. Você po...
01/05/2020

Devido ao isolamento social, a maioria das pessoas, em suas casas, estão dispondo de maior tempo para o repouso. Você pode até não perceber, mas a posição ao deitar interfere, significativamente, na origem de dores em sua coluna vertebral.

Principalmente ao dormir, devemos dedicar uma atenção especial à coluna. Para uma boa noite de sono é necessário que o corpo esteja na postura correta e a coluna deve ser mantida com um bom alinhamento.

Os cuidados posturais ajudam a afastar os riscos de dores na coluna que prejudicam o rendimento pessoal e profissional ao longo do dia. Veja algumas dicas para dormir corretamente:

– Deitar-se de lado: esta é a posição mais indicada e devem ser utilizados dois travesseiros – um para a cabeça, na altura ideal que forme um ângulo de 90º no pescoço, e o outro entre os joelhos que devem estar semiflexionados.

- Deitar-se de barriga para cima: o ideal é usar um travesseiro – baixo ou médio – para apoiar a cabeça e que deve preencher o espaço entre a cervical e a nuca. Um outro travesseiro também deve ser colocado entre os joelhos semiflexionados, descansando-os.

- Deitar-se de bruços: esta é a posição menos indicada para dormir, mas se, ainda sim, você tem preferência por ela, então, utilize dois travesseiros baixos – um para a cabeça e outro embaixo de abdômen, na altura da curvatura da cintura.

Discas de como dormir melhor:

- Coloque seu travesseiro sob sua cabeça, não sob seus ombros

- Evite travesseiros com muito enchimento, eles não deixam sua cabeça descansar em uma posição neutra

- Durma de lado, com seus joelhos levemente dobrados e com um travesseiro entre seus joelhos.

Essa é a melhor maneira de manter uma postura corporal adequada enquanto permanecer deitado. É muito importante adquirir bons hábitos nessa quarentena para preservar a saúde de nosso corpo e passar por esse período de isolamento sem maiores danos.

Devido ao estado atual de pandemia do novo coronavírus, muitas empresas aderiram ao modelo de trabalho home office. Aind...
30/04/2020

Devido ao estado atual de pandemia do novo coronavírus, muitas empresas aderiram ao modelo de trabalho home office. Ainda assim, é indicado que as empresas continuem a cuidar da saúde dos seus funcionários, dando dicas, orientando e sugerindo soluções que se adequem melhor a nova rotina de trabalho de cada colaborador em seus lares.

As Lesões por Esforço Repetitivo (LER) podem ser responsáveis pela incapacidade de trabalhar, dor excessiva e muitos outros problemas. Apesar de parecer difícil de aparecerem, elas são comuns, principalmente nas pessoas que passam boa parte do expediente digitando.

Conheça alguns alongamentos para prevenir LER:

- Flexão das pontas dos dedos

Estique um braço, estenda a mão e junte os dedos com a palma da mão, incluindo o polegar. Force os dedos contra o antebraço, mantendo-os na posição por alguns segundos, depois solte-os. Repita na outra mão.

- Flexão do punho

Mantenha o braço esticado e dobre o punho para baixo com o auxílio do outro braço.

- Rotação do punho

Com os braços esticados, feche os punhos segurando o polegar e gire-os vagarosamente durante 5 segundos no sentido horário e depois no anti-horário.

- Pescoço

Relaxe os ombros e puxe levemente a cabeça para um dos lados com a ajuda do braço. Repita do outro lado.

Além do LER, os alongamentos também podem prevenir dores crônicas nas costas e evitar que diversos problemas apareçam.

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Dois novos estudos, um realizado na França e outro nos Estados Unidos, revelam que a obesidade é a condição crônica que ...
29/04/2020

Dois novos estudos, um realizado na França e outro nos Estados Unidos, revelam que a obesidade é a condição crônica que mais leva pessoas a serem hospitalizadas pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2). A inflamação gerada pelo excesso de peso seria a grande responsável pelas complicações nesses indivíduos.

Até agora, ninguém havia investigado a fundo a relação entre obesidade e Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. Conhecia-se apenas casos de boa parte de diabéticos e hipertensos infectados – turma que é considerada grupo de risco.

Foi então que pesquisadores franceses, do Instituto Lille Pasteur, decidiram dar o primeiro passo. Eles examinaram 124 pessoas internadas por conta do Sars-Cov-2 de 27 de fevereiro a 5 de abril de 2020.

Os resultados mostraram que 47,6% eram obesas (ou seja, apresentavam índice de massa corporal, o IMC, maior que 30) e 28,2% tinham obesidade grave (IMC maior que 35). Os cientistas notaram ainda que 85 pacientes (68,6% do total) utilizaram ventilação mecânica, sendo que a proporção foi maior entre os obesos graves (85,7%).

De olho nos dados, os cientistas concluíram que a seriedade da infecção aumenta à medida que o IMC cresce. No entanto, eles não se debruçaram sobre os motivos por trás dessa relação.

Os americanos finalizam o documento sugerindo que os médicos deveriam considerar a testagem de marcadores inflamatórios durante a hospitalização por Covid-19. Assim, poderiam prever melhor quais pacientes correm mais risco de complicações.

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