Acolher Psicoterapia

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No Encontro do Dia das Mulheres da rede acolher, vivemos um momento de troca, escuta e reflexão. 🌷Na roda de conversa co...
14/03/2026

No Encontro do Dia das Mulheres da rede acolher, vivemos um momento de troca, escuta e reflexão. 🌷
Na roda de conversa com , conversamos sobre “Atrás das cortinas: o equilíbrio entre cuidar e ser cuidada” — um convite sensível para olhar para as mulheres que sustentam tantos papéis, mas que também precisam de espaço para serem acolhidas.
Entre histórias, partilhas e escutas, lembramos que o cuidado também precisa alcançar quem cuida.
✨ Um encontro marcado por presença, afeto e reflexão.

Existe uma confusão muito comum entre perdão e reconciliação. Muitas pessoas acreditam que, para superar uma dor, precis...
13/03/2026

Existe uma confusão muito comum entre perdão e reconciliação. Muitas pessoas acreditam que, para superar uma dor, precisam restabelecer o vínculo exatamente como era antes. Mas perdoar é um processo interno. É elaborar a mágoa, compreender o impacto do que aconteceu e decidir não carregar aquele ressentimento como parte da própria identidade. Isso diz respeito a você.

Reaproximar-se, por outro lado, é uma decisão relacional. Envolve confiança, mudança de comportamento e segurança emocional. Nem toda relação oferece essas condições depois de uma ruptura. É possível perdoar e, ainda assim, escolher manter distância. Isso não é frieza. É limite. Às vezes, maturidade emocional é entender que paz interna não exige convivência obrigatória.

Ao longo da vida, acumulamos papéis: profissional, parceiro, pai, mãe, filho, líder, cuidador. Esses papéis organizam a ...
12/03/2026

Ao longo da vida, acumulamos papéis: profissional, parceiro, pai, mãe, filho, líder, cuidador. Esses papéis organizam a convivência social, mas podem, aos poucos, se tornar a única referência de identidade. Algumas pessoas só se sentem valiosas quando estão sendo úteis. Quando param, surge um vazio difícil de explicar. Isso acontece porque a identidade ficou condicionada ao desempenho.

A pergunta “quem sou eu além do que faço?” pode causar desconforto, mas é fundamental para a saúde mental. Ter identidade própria envolve reconhecer preferências, limites, valores e desejos que não dependam da expectativa externa. Não somos apenas o papel que desempenhamos. Somos também aquilo que sentimos, escolhemos e construímos internamente, mesmo quando ninguém está olhando.

Orientações da Neuropsicóloga Germana Lima Sousa de Alencar (CRP 11/03886)

“Você é muito sensível.”“Isso é drama.”“Pare de exagerar.”Essas frases podem parecer pequenas, mas têm um efeito profund...
11/03/2026

“Você é muito sensível.”
“Isso é drama.”
“Pare de exagerar.”

Essas frases podem parecer pequenas, mas têm um efeito profundo quando repetidas ao longo da infância e adolescência. Elas ensinam a criança a desconfiar da própria percepção emocional. A mensagem implícita é: o que você sente é errado ou excessivo.

Com o tempo, isso pode gerar adultos que minimizam as próprias dores, que pedem desculpas por se posicionar ou que sentem culpa por sentir. A pessoa aprende a se regular não pela compreensão das emoções, mas pela repressão delas.

Na psicoterapia, muitas vezes o trabalho é justamente resgatar essa confiança interna: aprender a validar o que sente sem precisar da autorização constante do outro. Porque emoções não são exagero. São informação.

Orientações da .liliabarreiraasfor | Lilia Barreira Asfor Psicóloga / Neuropsicóloga (CRP 11/02292)

Ser chamado de “maduro”, “equilibrado” ou “o responsável da casa” pode soar como elogio. Mas, em muitos casos, isso reve...
10/03/2026

Ser chamado de “maduro”, “equilibrado” ou “o responsável da casa” pode soar como elogio. Mas, em muitos casos, isso revela uma infância ou adolescência em que a pessoa precisou crescer antes do tempo. Quando alguém assume o papel de mediador de conflitos, conselheiro dos pais ou suporte emocional da família, ela aprende a organizar o caos externo, mas muitas vezes abandona o próprio mundo interno. Suas emoções f**am em segundo plano. Suas fragilidades não encontram espaço.

Na vida adulta, isso se transforma em competência, autonomia e força. Mas também pode virar dificuldade de pedir ajuda, sensação de solidão e a crença de que precisa dar conta de tudo sozinho. Ser maduro não deveria signif**ar não poder falhar. Não deveria signif**ar não poder chorar. Às vezes, o maior desafio dessas pessoas é aprender que também podem ser cuidadas.

Existe um padrão muito comum que quase ninguém percebe: pessoas que só conseguem descansar quando estão completamente es...
09/03/2026

Existe um padrão muito comum que quase ninguém percebe: pessoas que só conseguem descansar quando estão completamente esgotadas. Elas não param porque querem. Param porque o corpo obriga.

Isso geralmente não tem relação com produtividade, mas com aprendizado emocional. Muitas vezes, essa pessoa cresceu ouvindo que precisava ser forte, responsável, eficiente. Que descanso era preguiça. Que parar era perder tempo. Então ela internaliza a ideia de que só merece relaxar depois de “pagar o preço” com esforço extremo.

O problema é que viver nesse ritmo mantém o sistema nervoso em estado constante de alerta. O corpo funciona como se estivesse sempre resolvendo uma emergência. A longo prazo, isso gera ansiedade, irritabilidade, dificuldade para dormir e sensação permanente de insuficiência.

Descanso saudável não é recompensa por sofrimento. É parte da regulação emocional. Se você só relaxa quando está exausto, talvez o que precise não seja de mais disciplina, mas de permissão para existir sem estar performando o tempo todo.

Orientação da psicóloga Ivanda Séfora de Magalhães Medina (CRP-114873) .
Agende um horário com o profissional pelo WhatsApp: (85) 9.8893.7888

Existe uma expectativa silenciosa de que a mulher dê conta de tudo: trabalho, casa, filhos, emoções, conflitos… como se ...
08/03/2026

Existe uma expectativa silenciosa de que a mulher dê conta de tudo: trabalho, casa, filhos, emoções, conflitos… como se força fosse obrigação permanente. Mas força constante não é virtude, muitas vezes é sobrevivência. Respeito é o que realmente sustenta uma sociedade justa. Respeito nas relações, no ambiente de trabalho, nas políticas públicas, nas escolhas e nos limites. Respeito ao tempo, à voz e à autonomia de cada mulher.

Neste Dia da Mulher, mais do que exaltar resistência, reafirmamos o compromisso com dignidade, proteção e igualdade todos os dias. Porque nenhuma mulher deveria precisar ser forte para garantir aquilo que já é seu por direito.

A ideia de que precisamos estar felizes o tempo todo é uma das maiores fontes de frustração emocional. Sem que a gente s...
06/03/2026

A ideia de que precisamos estar felizes o tempo todo é uma das maiores fontes de frustração emocional. Sem que a gente se dê conta, é uma “atitude” narcisista que vai nos levar ao sofrimento. A vida saudável inclui também lutos, tristezas, dúvidas e cansaço. Mas emoções negativas não são falhas, são informações que precisam ser elaboradas. Buscar felicidade constante pode gerar negação de vivências que precisam ser incorporadas ao que somos de verdade.

Ao invés de perguntar “como eu fico feliz agora?”, experimente perguntar “o que eu estou sentindo e o que isso quer me mostrar?” Saúde emocional não é ausência de dor. É capacidade de atravessá-la com consciência e de lidar com nossos limites.

Orientações do psicólogo | Osterne Nonato Maia Filho | CRP-11/0966

📲 Agendamento de consultas: 85 9.8859.2301

Elas são as que sabem priorizar. Trabalhar demais pode ser ansiedade disfarçada de eficiência. Produzir muito não signif...
05/03/2026

Elas são as que sabem priorizar. Trabalhar demais pode ser ansiedade disfarçada de eficiência. Produzir muito não signif**a produzir com qualidade. Produtividade emocionalmente saudável envolve pausa, clareza e limites.

Antes de começar o dia, defina apenas 3 tarefas essenciais. Se tudo é prioridade, nada é prioridade.

Se você percebe que as histórias mudam, mas o final é sempre parecido, talvez não seja coincidência, pode ser padrão. Pe...
04/03/2026

Se você percebe que as histórias mudam, mas o final é sempre parecido, talvez não seja coincidência, pode ser padrão. Pergunte-se:

🤔 Que tipo de pessoa eu costumo escolher?
🤔 Em que momento começo a me sentir inseguro(a) ou desvalorizado(a)?
🤔 O que eu tolero no outro que me machuca?

Padrões repetitivos geralmente estão ligados a crenças antigas sobre amor, merecimento e abandono. Eles não são fraqueza, são aprendizados emocionais que precisam ser revistos. Que tal escrever os três últimos relacionamentos (amorosos ou não) e identif**ar o que havia de semelhante entre eles? A consciência é o primeiro passo para mudar a escolha.

Orientações da psicóloga Mariana de Melo Vilar Fortes de Siqueira (CRP 11-02873) |

Agende um horário pelo telefone: 85 9.9204.104

Isso pode parecer generosidade, mas muitas vezes é dificuldade de pedir ajuda ou medo de ser visto(a) como fraco(a). Que...
03/03/2026

Isso pode parecer generosidade, mas muitas vezes é dificuldade de pedir ajuda ou medo de ser visto(a) como fraco(a). Quem assume tudo costuma ter aprendido cedo que precisava ser forte. Mas força constante também cansa.

Relacionamentos saudáveis são trocas. Se você sempre dá e raramente recebe, algo precisa ser ajustado. Experimente pedir algo simples esta semana. Observe sua sensação ao depender de alguém. O desconforto pode revelar muito.

📌 Trabalhar o tempo todo para não entrar em contato com sentimentos difíceis.📌 Estar sempre ocupado(a) para não lidar co...
02/03/2026

📌 Trabalhar o tempo todo para não entrar em contato com sentimentos difíceis.
📌 Estar sempre ocupado(a) para não lidar com conflitos pessoais.
📌 Fazer mil tarefas, mas evitar a que realmente importa.

Pergunte-se: Por que você se sente tão indispensável? O que te faz acreditar que tudo depende de você? O que realmente aconteceria se você diminuísse o ritmo? Quem você seria ou deixaria de ser se não estivesse produzindo o tempo inteiro? Não separe vida profissional, vida emocional, vida relacional.

Tudo acontece no mesmo corpo. Na mesma mente. No mesmo sistema vivo que é você. Mesmo que você continue trabalhando muito, perceba o que acontece dentro de você enquanto trabalha. E quando para também. Como você f**a? É disso que estou falando. O que eu quero mesmo é que você consiga perceber o quanto pode estar distante da abundância que é a vida. Da intimidade nas relações. Do silêncio que nutre. E do preço que você paga por estar sempre tão ocupado. Só olhe.

Orientações da psicóloga Márcia Cipriano Herculano | CRP 02/29902
📲 Agendamento de consulta: 85 9.9638.0213

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