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Quando ignoramos nossas mágoas passadas, seja uma traição, um abandono ou uma infância negligenciada, transformamos essa...
29/01/2026

Quando ignoramos nossas mágoas passadas, seja uma traição, um abandono ou uma infância negligenciada, transformamos essa dor em mecanismos de defesa automáticos, como ciúme excessivo, agressividade ou distanciamento frio. O resultado trágico é que acabamos punindo quem nos ama hoje pelos erros cometidos por quem nos feriu ontem; cobramos do parceiro atual a “fatura” deixada pelo ex, ou descontamos nos filhos a angústia causada pelos nossos pais. Curar-se, portanto, deixa de ser apenas um ato de amor-próprio e torna-se um ato supremo de responsabilidade afetiva: é preciso limpar o próprio caos para não torná-lo uma tempestade na vida de quem só se aproximou para te oferecer abrigo.

Será que você precisa realizar algum procedimento nos lábios? Ou você aprendeu a enxergar “defeitos” depois que o algori...
28/01/2026

Será que você precisa realizar algum procedimento nos lábios? Ou você aprendeu a enxergar “defeitos” depois que o algoritmo te mostrou, repetidas vezes, qual seria a “boca ideal”? Durante muito tempo, um sorriso era só um sorriso. Não havia cálculo de volume, simetria ou comparação constante. Mas, aos poucos, um mesmo rosto passou a se repetir no feed, e o artificial virou referência. Quando todo mundo parece igual, o que é natural começa a parecer errado.

A lógica é simples e cruel: primeiro se cria a falta, depois se vende a solução. Não se trata apenas de estética, mas de pertencimento. A promessa silenciosa é que, se você tiver aquele rosto, também terá aquela vida. O problema não é escolher fazer um procedimento. O problema é perder a própria referência e apagar o que é único para caber numa tendência passageira. Traços carregam história, herança e identidade, e isso não é defeito.

Antes de decidir mudar algo, vale silenciar o ruído. Olhar menos para filtros e mais para pessoas reais. Você pode até escolher mudar. Mas que seja por desejo próprio, não porque o mundo digital te convenceu de que você precisava consertar algo que nunca esteve quebrado.

Existe uma crença silenciosa de que a paixão intensa pertence apenas à juventude — como se o frio na barriga, a entrega ...
27/01/2026

Existe uma crença silenciosa de que a paixão intensa pertence apenas à juventude — como se o frio na barriga, a entrega e o encantamento fossem privilégios de quem ainda não foi ferido pela vida. Mas adultos também se apaixonam. Só que de outro jeito.

Não pela fantasia, e sim pelo reconhecimento. O adulto enxerga as qualidades, as manias, as cicatrizes… e, ainda assim, escolhe f**ar. Não porque está cego, mas porque está consciente. A paixão madura não é ausência de sentimento; é presença de critério. O medo existe, a cautela também, e isso não diminui a profundidade — diminui o caos. O sentimento deixa de ser um acidente e passa a ser uma escolha.

Talvez essa seja a forma mais potente de amar: quando você já tem sua vida construída, sua rotina e sua autonomia e, mesmo assim, decide abrir espaço para alguém. Isso não é menos paixão. É paixão com maturidade, consciência e verdade.

Orientações da psicóloga e neuropsicóloga Cristiane Francisca Sobreira Capibaribe
CRP 11/1830 –

Se você sente que está “dando murro em ponta de faca” em alguma área da sua vida, tente aplicar estes três passos:📌 Dê n...
26/01/2026

Se você sente que está “dando murro em ponta de faca” em alguma área da sua vida, tente aplicar estes três passos:

📌 Dê nome aos bois (Reconhecimento)
Saia da negação. Se você está triste, admita para si mesmo: “Estou triste”. Estudos de neurociência mostram que o simples ato de nomear uma emoção diminui a atividade na amígdala (o centro do medo no cérebro). Você tira o monstro do armário e vê que ele não é tão grande assim.

📌 Sinta no corpo (Permissão)
Em vez de fugir para o celular ou para a comida quando uma sensação ruim aparecer, tente f**ar com ela por 90 segundos. Onde você sente a tensão? No peito? No estômago? Respire fundo e imagine que está abrindo espaço para essa sensação existir. Quando paramos de lutar contra a dor, ela flui.

📌 Pergunte “O que isso ensina?” (Investigação)

A resistência cega; a aceitação ilumina. Aquilo que persiste geralmente traz uma lição que nos recusamos a aprender. Se um padrão se repete na sua vida, pergunte-se: “O que preciso mudar em mim para que isso pare de se repetir?”

Orientações da .liliabarreiraasfor | Lilia Barreira Asfor Psicóloga / Neuropsicóloga (CRP 11/02292)

Você já tentou segurar uma bola inflável debaixo d’água? Quanto mais força faz, mais a água se agita e, quando você rela...
23/01/2026

Você já tentou segurar uma bola inflável debaixo d’água? Quanto mais força faz, mais a água se agita e, quando você relaxa, a bola explode para fora. Essa é a imagem perfeita para a frase de Carl Jung: “O que você resiste, persiste.”

Muitas vezes achamos que o caminho é lutar contra a ansiedade, o medo ou a dor. Mas o cérebro funciona diferente: tudo aquilo que você tenta evitar vira ameaça, e ameaça f**a em alerta constante.

Resistir cria dois efeitos perigosos:

📌 Gasta energia tentando brigar com a realidade.
📌 Aumenta a pressão, fazendo a emoção sair depois em crises, explosões ou adoecimento.

E aqui está o ponto-chave: Aceitar não é concordar, gostar ou se conformar. Aceitar é reconhecer o que já está acontecendo para, então, agir. Aceitar é o primeiro passo para a mudança.

❌ Resistência: “Não posso f**ar ansioso. Que ódio de ser assim.”
✅ Aceitação: “Estou ansioso agora. Essa é a realidade. O que posso fazer para me regular?”

Parar de resistir não piora a dor. Parar de resistir abre espaço para o cuidado, a estratégia e a mudança.

Orientação do psicólogo Márcio Acselrad - CRP 11-936 -

Existe uma diferença pequena na gramática, mas enorme na saúde mental: verbo não é substantivo.Quando algo dá errado, é ...
22/01/2026

Existe uma diferença pequena na gramática, mas enorme na saúde mental: verbo não é substantivo.

Quando algo dá errado, é possível duas formas de compreensão:

📌 Evento (verbo): “Eu falhei nesse projeto.”
📌 Identidade (substantivo): “Eu sou um fracasso.”

Muitas pessoas transformam um acontecimento pontual na definição de quem são. Um erro vira rótulo. Uma queda vira identidade. Fracasso é evento, não pessoa. Assim como no laboratório: quando algo não funciona, o cientista não se chama de inútil, ele ajusta a estratégia e tenta de novo.

O casamento acabou? É um fato, não um atestado de incapacidade de amar. O negócio não deu certo? É um resultado, não a sua essência. Quando dizemos “eu sou um fracasso”, ativamos a vergonha que paralisa e diz que não há saída. Quando dizemos “eu falhei nisso”, ativamos responsabilidade, e responsabilidade abre caminho para mudança.

Separe quem você é do que aconteceu. Um erro não deve definir uma vida inteira. O fracasso é só uma vírgula. Você é o autor do texto completo.

Orientações: Jamille Fernandes Severo
Psicóloga Clínica e Educacional
(CRP 11/01938)

Informações e agendamento pelo WhatsApp: (85) 9.9104-2828

Imagine acordar todos os dias e precisar vestir uma fantasia pesada, decorar um roteiro difícil e atuar o tempo inteiro ...
21/01/2026

Imagine acordar todos os dias e precisar vestir uma fantasia pesada, decorar um roteiro difícil e atuar o tempo inteiro para não ser julgado. Para muitas pessoas autistas, isso é a rotina. Isso se chama Masking, que é suprimir traços autistas para “parecer normal” em um mundo que não foi pensado para a diversidade neurológica. É forçar contato visual mesmo doendo, conter movimentos que regulam a ansiedade, ensaiar falas simples, rir do que não entendeu, ajustar cada gesto para não chamar atenção.

Por fora, parece adaptação. Por dentro, é exaustão. O preço dessa performance é alto: cansaço extremo, crises, desligamentos, explosões emocionais e, muitas vezes, o autistic burnout. Além disso, o masking rouba algo ainda mais profundo: a identidade. Depois de tanto fingir, surge a pergunta dolorosa: quem eu sou de verdade?

Autistas não precisam se esforçar para parecer neurotípicos. A sociedade é que precisa se esforçar para ser mais segura, acessível e humana. Aceitação não é favor, é cuidado. E parecer “normal” nunca deveria custar a saúde mental de ninguém.

Orientações do médico psiquiatra .psiquiatra.

Agende um horário com o profissional pelo WhatsApp: (85) 9.8808.3445

No início do ano, a gente fala muito sobre o que quer ganhar: dinheiro, amor, saúde, conquistas. Mas quase nunca fala so...
20/01/2026

No início do ano, a gente fala muito sobre o que quer ganhar: dinheiro, amor, saúde, conquistas. Mas quase nunca fala sobre o que precisa soltar. E a vida é simples nesse ponto: não entra nada novo onde já está cheio.

O que não manter:

📌 Culpa pelo que não foi. Culpa não ensina, só pesa. Aprenda e siga.
📌 A necessidade de agradar todo mundo. Isso esgota e não garante amor.
📌 A comparação. Cada vida tem um tempo, um custo e um caminho diferente.

E, sim, às vezes o peso maior são pessoas. Gente que só drena, critica ou aparece quando convém. Amor não deveria adoecer, confundir ou diminuir. Soltar não é maldade, é higiene emocional, é maturidade, é respeito com quem você está se tornando.

2026 merece uma versão sua mais leve. Faça a faxina. Deixe o excesso. Voar é muito mais fácil quando a mala não está cheia de pedras.

Orientações da psicóloga Maria Marleide de Oliveira (CRP 11- 06156) .psi.neuropsi

Agendamento de consultas: 85 9.8859.2301

Agradar aos outros a qualquer custo é um ato silencioso de autoabandono. O tempo e a energia são recursos finitos; porta...
19/01/2026

Agradar aos outros a qualquer custo é um ato silencioso de autoabandono. O tempo e a energia são recursos finitos; portanto, ao conceder um “sim” movido pela culpa, pela necessidade de validação ou pelo medo da rejeição, você está inevitavelmente roubando esse espaço da sua própria agenda, do seu descanso e da sua integridade emocional. Essa dinâmica envia uma mensagem perigosa ao seu inconsciente: a de que as necessidades alheias são mais urgentes e valiosas do que as suas. O preço desse “sim” falso é pago com a moeda do ressentimento e da exaustão, pois estabelecer limites não é um ato de agressão contra o outro, mas sim um ato de suprema lealdade e respeito pela sua própria existência.

O autoengano funciona como um analgésico emocional sedutor; ele nos protege da dor imediata de encarar a realidade, mas ...
16/01/2026

O autoengano funciona como um analgésico emocional sedutor; ele nos protege da dor imediata de encarar a realidade, mas cobra juros altíssimos a longo prazo. Quando repetimos narrativas internas como “não é o momento certo”, “é só uma fase ruim” ou “eu não tenho escolha”, estamos, na verdade, racionalizando nossa inércia para evitar o abismo desconhecido e trabalhoso da mudança. Essa mentira é considerada a mais letal de todas porque ela desativa o único motor real do crescimento: o desconforto. Ao amortecer a percepção de que algo está errado, você perde a urgência necessária para agir e condena a si mesmo a uma estagnação confortável, onde a vida não acontece, apenas se repete, transformando o medo da evolução em uma gaiola dourada construída pelas suas próprias justif**ativas.

15/01/2026

Vocês fazem tudo como um casal: dormem juntos, viajam, compartilham segredos, conhecem a rotina um do outro. Mas quando alguém pergunta “o que vocês são?”, a resposta nunca vem clara: “Estamos nos conhecendo”, “Não gostamos de rótulos”, “Deixa fluir”... Bem-vindo ao limbo do “quase”.

Confira o vídeo da psicóloga Mariana de Melo Vilar Fortes de Siqueira (CRP 11-02873) | Agende um horário pelo telefone: 85 9.9204.1046

Implorar pelo básico — resposta, atenção, presença — não é amor.É uma verdade dura, mas libertadora.Amor não gera incert...
14/01/2026

Implorar pelo básico — resposta, atenção, presença — não é amor.
É uma verdade dura, mas libertadora.
Amor não gera incerteza, amor é certeza.

Quem quer, f**a.
Quem sente falta, procura.
Quem se importa, demonstra.

Não é confusão, não é momento errado, não é complexidade.
Quando alguém quer, faz.
Quando não quer, justif**a.

Nenhum relacionamento deve custar a sua dignidade.
Se custa a sua paz e o seu amor-próprio, ficou caro demais.

Pare de romantizar o desprezo.
Amar por dois não faz ninguém te valorizar.

Recolha o amor que você está deixando em uma mesa vazia
e devolva para quem mais precisa agora: você.

Orientações da psicóloga Danielle Rocha Gadelha Menescal (CRP 11- 02156) - .rocha.menescal

Endereço

Avenida Washington Soares, 3663. WSTC, Torre 1, Sala 514
Fortaleza, CE
60811341

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A Acolher Psicoterapia é uma rede de psicólogos que tem como objetivo oferecer atendimento clínico a pessoas com dificuldades emocionais, comportamentais e cognitivas.

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