07/01/2026
Hoje é dia do astrólogo e eu me sinto grata. Grata por estar exatamente onde estou.
A astrologia me acompanha desde muito cedo. Eu tinha 13 anos quando me encantei por esse saber. Pelos mitos, pelos símbolos, pela sensação de que o céu se move em diálogo com algo que também se move dentro da gente.
Por muito tempo, eu pensei na astrologia como um lugar do “o que eu preciso ser”. Hoje, eu a sinto de outro jeito. Mais silenciosa. Mais profunda. Mais íntima.
Para mim, a astrologia fala pouco da vida de fora
e muito da nossa vida de dentro. Ela não impõe caminhos. Ela revela possibilidades.
O que mais me toca nesse conhecimento é como ele nos reconecta aos ritmos da natureza. Às estações. À Lua. Aos eclipses. A um tempo que não corre — pulsa.
A astrologia me lembra, sempre, que fazemos parte de algo maior. Mais vasto. Mais sábio.
O mapa — esse céu do nosso nascimento — não veio para nos limitar. Veio para nos lembrar da nossa força. E de algo essencial: a forma como expressamos esse mapa é uma escolha que se faz todos os dias.
Para mim, a astrologia é um espelho. E, de alguma forma, um espelho sagrado. Ela mostra potenciais, desafios e aquilo que a gente se comprometeu a transformar nesta vida.
Sou profundamente grata a quem confia em mim o próprio caminhar na astrologia. A quem se permite olhar para si através do meu olhar.
Sinto que ainda há muito para viver, aprender e aprofundar juntas.
A astrologia é imensa. E, curiosamente, quanto mais eu estudo, mais eu me encanto.
Talvez eu caminhe por esse tema a vida inteira e ainda assim não veja tudo. E está tudo bem.
Hoje, celebro o Dia do Astrólogo com o coração aberto.
Feliz por fazer parte desse caminho.
Feliz por colocar esse saber a serviço da vida.
Feliz. 🌙✨