Florescer - Apoio à Gestação, Parto e Maternagem

Florescer - Apoio à Gestação, Parto e Maternagem Espaço de apoio a Gestação, Parto e Maternagem.

𝑴𝒐𝒏𝒕𝒆𝒔𝒔𝒐𝒓𝒊 𝒆𝒎 𝒄𝒂𝒔𝒂 ➤ Porque não forçamos as crianças a dizer “desculpe”? Por Christina Clemer, Guia Montessori AMS dos 3...
31/10/2019

𝑴𝒐𝒏𝒕𝒆𝒔𝒔𝒐𝒓𝒊 𝒆𝒎 𝒄𝒂𝒔𝒂

➤ Porque não forçamos as crianças a dizer “desculpe”?
Por Christina Clemer, Guia Montessori AMS dos 3-6 anos

Já viu uma criança empurrar alguém, olhar para cima para ver se um adulto viu, então gritar "Desculpe!”, tipo uma canção, qualquer coisa, mas um desculpe, e fugir?

É bastante claro que isso não ajuda em nada a criança ferida ou transmite qualquer tipo de lição ao agressor. Mas o que mais pode fazer? Como ensina as crianças a realmente fazer as pazes, ver o que elas fizeram de errado e ter empatia pelos outros?

Existe outra maneira e é surpreendentemente simples.

Se quiser ensinar as crianças a resolver conflitos além do vazio "Sinto muito", tente este processo simples que os professores de Montessori usam.

O papel de um adulto na resolução de conflitos de Montessori é ser um mediador neutro, fazer perguntas para orientar as crianças a classif**ar seus sentimentos e conversar entre si. Com a prática, as crianças fazem o máximo possível da resolução por conta própria.

🌸 Primeiro, separe as crianças

Se o conflito for violento, o primeiro passo é separar as crianças para que ninguém se machuque. Isso é feito com firmeza, mas sem raiva. Manter suas próprias emoções fora disso pode ser difícil, mas permanecer o mais neutro possível mantém o foco nas crianças e ajuda-as a se sentirem seguras, em falar sobre seus sentimentos e a serem sinceras sobre o que aconteceu.

Quando as crianças estão relativamente calmas e no controle, elas estão prontas para conversar.

🌸 Depois, faça perguntas: “ O que aconteceu? Como você está se sentindo?”

Comece perguntando a cada criança o que aconteceu. Depois pergunte como ela se sente.

Repita o que ela disse para ter certeza de que entende e que f**a claro para a outra criança. "Você se sente triste porque Johnny disse que não brincaria com você e depois empurrou você."

Em seguida, dê à outra criança uma chance: "Johnny, você se sente irritado porque Timmy estava seguindo você pelo playground e cutucando você".

🌸 O que você poderia ter feito de diferente?

Em vez de aplicar uma punição, pergunte às crianças o que elas poderiam ter feito para lidar com a situação de maneira mais apropriada. Pode ser que precise de ajuda para encontrar respostas, especialmente no início. Talvez seja necessário fornecer algumas alternativas de como elas poderiam ter respondido.

Por exemplo, você poderia dizer: “Johnny, empurrar nunca é bom. Você poderia ter pedido ao Timmy para parar de segui-lo ou me pedido ajuda quando ele estava cutucando você. Timmy, você poderia ter pedido a Johnny para brincar com você em vez de persegui-lo.”

Com o tempo, as crianças serão cada vez mais capazes de fazer isso sozinhas.

🌸 O que você precisa para se sentir melhor?

Muitas vezes, as crianças f**am calmas após essa conversa. Às vezes, porém, alguém ainda f**ará magoado ou chateado . Você pode perguntar a elas: "O que você precisa para se sentir melhor?"

As crianças costumam pedir um abraço ou, às vezes, um copo de água ou um bloco de gelo se se machucam. Ajuda ambas as partes a se sentirem melhor se as crianças se ajudarem com o que precisam.

Eu me sinto ... quando você ... e quero ... É uma fórmula simples, mas ajuda as crianças a se concentrarem em se expressar e em como se sentem, em vez de apenas lançar acusações.

🌸 Mas e o castigo?

Pode notar que não houve menção de punição nesta resolução. Montessori se concentra mais nas consequências naturais do que no castigo. Frequentemente, não haverá necessidade de consequências fora da resolução de conflitos, mas se alguém estiver agindo de maneira insegura ou violando as regras repetidamente, pode haver necessidade de consequências adicionais.

Por exemplo, “Johnny, é a segunda vez que você machuca alguém no parquinho hoje. Não posso confiar que você esteja seguro agora. Você precisa f**ar comigo até estar em segurança.”

🌸 Que tal pedir desculpas?

Embora os professores de Montessori geralmente não forçe desculpas, estar disposto e capaz de se desculpar quando realmente sente muito ainda é uma grande habilidade de vida que as crianças podem praticar. Em vez de fazer o seu filho pedir desculpas, tente ser modelo para ele.

Pratique pedir desculpas ao seu filho ou ao seu companheiro na frente dele. Dar a eles esse modelo vai muito mais longe do que fazê-los dizer "me desculpe".

Também pode tentar perguntar às suas crianças se elas desejam se desculpar, se você conseguir perceber que elas estão chateadas com algo que elas fizeram. Ajude-os a trabalhar com as palavras que elas poderiam usar e como isso pode ajudá-los, e a outra pessoa, a se sentir melhor. Algumas crianças podem f**ar mais confortáveis ​​escrevendo um bilhete de desculpas.

🍀 Certamente há um lugar para desculpas, mas os conflitos das crianças oferecem uma oportunidade para muito mais. Vamos desacelerar e dar a elas as ferramentas necessárias para conversar em desacordos, expressar seus sentimentos e ser pessoas pacíf**as em um mundo que precisa desesperadamente disso.

Tradução livre sem revisão.

Fonte: Montessori para famílias - Grupo

"A nossa sociedade custa muito a reconhecer que os bebês precisam de colo, contato, afeto; que precisam da mãe. É prefer...
22/10/2019

"A nossa sociedade custa muito a reconhecer que os bebês precisam de colo, contato, afeto; que precisam da mãe. É preferível qualquer outra explicação: a imaturidade do intestino, o sistema nervoso... Prefere-se pensar que o bebê está doente, que precisa de remédios. Há algumas décadas, as farmácias espanholas vendiam medicamentos para cólicas que continham barbitúricos (se fazia efeito, claro, o bebê caía duro). Outros preferem as ervas e chás, os remédios homeopáticos, as massagens. Todos os tratamentos de que tenho notícia têm algo em comum: tem de tocar no bebê para dá-lo. O bebê está no berço chorando; a mãe o pega no colo, dá camomila e o bebê se cala. Teria se acalmado mesmo sem camomila, com o peito, ou somente com o colo. Se, ao contrário, inventassem um aparelho eletrônico para administrar camomila, ativado pelo som do choro do bebê, uma microcâmera que filmasse o berço, um administrador que identif**asse a boca aberta e controlasse uma seringa que lançasse um jato de camomila direto na boca... Acredita que o bebê se acalmaria desse modo? Não é a camomila, não é o remédio homeopático! É o colo da mãe que cura a cólica."

Os gases

Não se deixe calar. É importante pra quem fala e importante pra quem ouve.Abraço apertado em todas as mães de anjo."A pe...
07/10/2019

Não se deixe calar. É importante pra quem fala e importante pra quem ouve.
Abraço apertado em todas as mães de anjo.

"A perda gestacional e Neonatal existe e não podemos nos calar diante da sociedade egoísta que quer calar o choro de uma mãe órfã. Elas continuam amando e precisam falar, mesmo em meio a lágrimas. As pessoas nos julgam pensam que estamos loucas que não temos direito de sofrer nem chorar. Ouvimos: “Seu filho nem nasceu, deixa de bobagem isso passa”; “ah, eram umas coisinhas, não eram nada”. A minha dor existe e não a diminua ou desvalorize. Porque a dor é exatamente como o amor “não tem como esconder”, é preciso viver! Não ignore a vida de meu filho, não deixe sua passagem aqui na terra cair no esquecimento."

https://temosquefalarsobreisso.wordpress.com/2017/10/15/conscientizacao-sobre-a-perda-gestacional-e-neonatal/

"Questões como ab**to, depressão pós-parto e abandono são dramas vividos também pela maternidade, e agora esses dramas s...
09/09/2019

"Questões como ab**to, depressão pós-parto e abandono são dramas vividos também pela maternidade, e agora esses dramas são aprofundados na mostra Ma***to Seja o Fruto, que o Cinema da USP Paulo Emílio (Cinusp) exibe até 29 de setembro, em sessões gratuitas de segunda a sexta-feira, na Cidade Universitária, e aos sábados e domingos, no Centro Universitário Maria Antonia, na Vila Buarque, região central da capital. São filmes e seriados que a**lisam os conflitos das mães através de narrativas que usam desde o extremo realismo à fantasia sobrenatural, incluindo dois debates. Segundo os curadores Davi Morales e Isabel Francesca de Almeida Blitler, a mostra traz diferentes problemáticas da maternidade. “É um novo olhar sobre a maternidade, sempre do ponto de vista da mãe, mas sem pré-julgamentos”, explica Morales."

Até 29 de setembro, "Ma***to Seja o Fruto" reúne filmes e séries que desconstroem a imagem da mãe perfeita

06/09/2019

Dicas práticas e eficientes com embasamento.

Laceração x Episiotomia.
24/08/2019

Laceração x Episiotomia.

“Será que vai lacerar?” – esse é um dos medos mais comuns das mulheres que optam pelo parto normal. Mas o que realmente influencia na ocorrência ou não da laceração do períneo no parto?

⇨ O que é a laceração?

É quando os tecidos do períneo se rompem durante o parto, em diferentes graus (de 1 a 4), de acordo com sua gravidade:

1 - Apenas mucosa vaginal
2 - Mucosa vaginal + musculatura perineal
3 - Mucosa vaginal + musculatura perineal + esfíncter a**l
4 - Mucosa vaginal + musculatura perineal + esfíncter a**l + parede do reto
Lacerações de grau 3 e 4 são extremamente raras e estão muito relacionadas a partos conduzidos (com intervenções).

⇨ Todos os períneos laceram?

O corpo das mulheres está pronto para ter o bebê sem lacerações, desde que a fisiologia do parto seja respeitada. Parir deitada (em litotomia), receber ordens para empurrar (puxo dirigido), ter a barriga empurrada (manobra de Kristeller) e partos operatórios (com uso de fórceps ou vácuo extrator) aumentam consideravelmente as chances de laceração.
A regra é clara: quanto mais intervenções, maior a chance de um períneo se romper, nos diferentes graus.
Em geral, períneos de primíparas (mulheres que terão filho pela primeira vez) tendem a ser mais suscetíveis a lacerações, porém isso não quer dizer que, caso ocorram, serão lacerações graves.

⇨ Como prevenir?

A melhor maneira de se prevenirem lacerações perineais é JUSTAMENTE respeitar a fisiologia do parto e não intervir de maneira desnecessária, com manobras de aceleração do período expulsivo (ocitocina para "botar pra nascer", puxos dirigidos, Kristeller).

⇨ Episiotomia previne laceração?

A episiotomia é o corte no períneo, feita supostamente para facilitar o parto normal. Essa intervenção em si já é uma laceração de segundo grau (e não é pequena não!). Sendo assim, não tem sentido falar em produzir uma laceração para evitar outra, que em partos naturais pode sequer não acontecer, e se acontecerem, provavelmente serão bem menores e menos profundas.

Lembrando que a episiotomia, à luz da ciência, NÃO mostrou benefício algum para as mulheres e não é mais indicada para nenhum caso há alguns anos, ok?

⇨ O que fazer caso a laceração aconteça?

No caso de lacerações superficiais, é possível que não se faça nada – isso porque os tecidos da região são anatomicamente “juntinhos”, o que favorece a recuperação sem que seja a sutura seja necessária.

Já em casos de lacerações que necessitem de sutura (que seriam apenas as de bordos irregulares e/ou persistentemente sangrativas - igualmente raras em partos fisiológicos), procede-se anestesia local com lidocaína e a devida rafia, em geral contínua, com fios absorvíveis. A recuperação se dá entre 20 e 60 dias e a região volta totalmente ao normal em poucos meses.

Para casos mais dolorosos e lacerações de pequenos lábios (principalmente), a laserterapia pode ser uma boa aliada para uma cicatrização mais rápida, maior a**lgesia e modulação da dor.

Precisamos falar sobre isso.Se você conhece alguma mãe que esteja precisando de ajuda, não feche os olhos. Depressão pós...
22/08/2019

Precisamos falar sobre isso.
Se você conhece alguma mãe que esteja precisando de ajuda, não feche os olhos. Depressão pós parto é muito sério.

Reposted from .cuidadomaterno () - O nascimento de um bebê pode desencadear uma mistura de emoções que vão desde a alegria ao medo e ansiedade. Muitas vezes, esse medo pode resultar em uma tristeza não esperada. Essa tristeza pode ser caracterizada como baby blues ou depressão pós-parto.
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O baby blues ou tristeza materna normalmente começa nos primeiros dois a três dias após o nascimento do bebê e pode durar até duas semanas.
Porém, algumas mães podem sentir uma forma mais severa e duradoura, conhecida como depressão pós-parto. A depressão pós-parto não é “frescura” ou fraqueza.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Caso você ou alguém que você conheça esteja passando por isso, procure ajuda profissional.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Nenhuma mãe/família precisa passar por isso sozinha!⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀



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08/08/2019
Leitura necessária!
01/08/2019

Leitura necessária!

Quantas vezes ouvimos das mais variadas pessoas e até profissionais que não conseguiremos parir por causa de nossos corpos? ⁣

Sejam eles magros, gordos, altos ou baixos, quadril pequeno... há sempre uma desculpa muito convincente para nos fazer acreditar que nossos corpos são defeituosos, principalmente por causa de nosso peso.⁣

Na grande maioria dos casos os corpos são capazes de parir, alguns com um pouco mais ou menos de dificuldade ou cuidado. Ou seja, características físicas não são indicações de cesáreas. ⁣

Com isso, vale a pena lembrar que: em casos de DCP (Desproporção Cefálo-Pélvica) só pode ser indicado a cesárea durante o trabalho de parto, mais especif**amente no período expulsivo, é impossível prever se o bebê vai ou não passar na pelve da mãe em uma consulta pré-natal, por exemplo.⁣



18/07/2019

A convidada de honra do quadro "O Especialista" foi nossa querida Fadynha Doula, a primeira Doula do Brasil.

Endereço

Fortaleza, CE

Telefone

85 98714-2858

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