Talita Lima - Psicóloga On-line

Talita Lima - Psicóloga On-line Psicóloga

Há dias que não pedem explicações.Pedem apenas silêncio, horizonte e memória.Os domingos fazem isso com a gente: retiram...
01/02/2026

Há dias que não pedem explicações.
Pedem apenas silêncio, horizonte e memória.

Os domingos fazem isso com a gente: retiram o excesso, desaceleram o mundo e deixam a saudade falar do jeito dela sem pressa, sem defesa.

O tempo passa, a vida segue, mas algumas ausências continuam sentando ao nosso lado quando tudo f**a quieto.

E talvez amar também seja isso: seguir vivendo
sabendo que certos dias sempre nos levarão
a quem permanece dentro.

Com carinho, Talita Lima
Sobre o luto e os domingos

Atendimentos On-line
E-books sobre o Luto

31/01/2026

E talvez seja isso que ninguém ensina:
o recolhimento também é um gesto de coragem.

Nem todo afastamento é fuga.
Às vezes, é escuta.

Escuta do corpo cansado, da mente sobrecarregada,
do coração que ainda está aprendendo a existir com uma ausência que não cabe.

Há quem confunda solitude com fraqueza, mas quem vive sabe: f**ar consigo mesmo, quando tudo dói,
exige uma força silenciosa que não aparece em fotos nem explicações.

Respeitar esse tempo é um ato de cuidado profundo.

Porque só quem se permite parar, sentir e atravessar
consegue, um dia, voltar ao mundo não igual ao que era
mas mais verdadeiro do que nunca.

Com carinho, Talita Lima
Psicóloga especialista em luto, trauma e dores emocionais

E quando isso é integrado, algo se organiza por dentro.Você para de confundir amor com concessão excessiva.Para de negoc...
31/01/2026

E quando isso é integrado, algo se organiza por dentro.

Você para de confundir amor com concessão excessiva.
Para de negociar a própria verdade para evitar conflitos.
E entende que dizer “não” também é uma forma de cuidado,
consigo e com o outro.

Frustrar faz parte de qualquer relação real.
O problema não é a frustração, é a incapacidade de lidar com ela.

Quando você sustenta seus limites, aprende também a tolerar quando o mundo não te entrega tudo.
Isso é maturidade emocional.

Liberdade não é ausência de desconforto.
É a capacidade de atravessá-lo sem se trair no processo.

E quanto mais você aceita isso, menos culpa carrega
e mais inteiro consegue viver.

Que este post te faça refletir 🧠
Talita Lima - Psicóloga

A gente aprendeu a validar sentimentos por datas.Como se a dor precisasse de permissão para existir.Como se a saudade ti...
31/01/2026

A gente aprendeu a validar sentimentos por datas.

Como se a dor precisasse de permissão para existir.
Como se a saudade tivesse hora, dia e lugar certos para aparecer.

Mas quem vive a ausência sabe: ela atravessa a rotina, se infiltra nos detalhes, aparece quando ninguém está olhando.

Não espere o calendário autorizar o que o seu corpo já sente.
O luto não segue convenções.

A saudade não se organiza em efemérides.

Reconhecer o que se sente todos os dias
é mais honesto do que tentar caber em datas prontas.

Sentir não precisa de legenda oficial.
Precisa de escuta, respeito e verdade.

Todos os dias são de saudade ❤️‍🩹
Por Talita Lima

Atendimentos on-line, e-books sobre o luto (Bio)

Eu vivo com profundidade.Não por escolha estética, mas por natureza.Observo o mundo de dentro para fora.Não me contento ...
30/01/2026

Eu vivo com profundidade.
Não por escolha estética, mas por natureza.

Observo o mundo de dentro para fora.
Não me contento com respostas prontas, nem com emoções rasas.

Tenho necessidade de sentir, compreender e nomear aquilo que atravessa a experiência humana, mesmo quando dói.

Carrego força, mas não a força barulhenta.
A minha é silenciosa, construída no atravessar.

Sigo mesmo quando o chão falta, mesmo ferida, mesmo com medo, sem romantizar o processo.

Aprendi a não negar a dor, nem apressá-la.
Olho para ela, sento ao lado, tento entender e, com o tempo, aprendo a caminhar com ela.

Há ternura no meu jeito de existir.
Respeito os tempos, os silêncios, as travessias que não se explicam.

Cuido do vínculo.
Cuido da verdade.

Não busco perfeição.
Busco coerência.

Tenho compromisso com a forma como sinto e com a forma como toco quem me escuta. Por isso minhas palavras acolhem, mas não anestesiam.

Transformo experiência em linguagem.
E linguagem em cuidado.

E talvez o que mais me defina seja isso: mesmo depois de tudo, não perdi a capacidade de sentir nem a coragem de seguir vivendo com dignidade emocional.

Texto: Talita Lima 🫀

Isso que você acabou de ler é psicoeducação.É o processo de ajudar a pessoa a compreender o que está acontecendo emocion...
30/01/2026

Isso que você acabou de ler é psicoeducação.

É o processo de ajudar a pessoa a compreender o que está acontecendo emocionalmente, a nomear padrões,
a diferenciar responsabilidade de culpa
e a sair de ciclos de confusão emocional.

Quando alguém inverte a situação e coloca a sua reação como o problema, muitas pessoas começam a duvidar de si mesmas.
Sentem culpa por sentir.
Vergonha por reagir.
E acabam silenciando para manter relações que adoecem.

Na terapia, trabalhamos exatamente isso:
✔ identif**ar manipulações emocionais sutis
✔ resgatar a confiança na própria percepção
✔ aprender a sustentar limites sem se violentar
✔ diferenciar autocontrole de autoanulação

Psicoeducar não é ensinar “o que fazer”.
É devolver clareza para que você possa escolher com consciência.

Se você se reconheceu aqui, se sente que vive repetidamente esse tipo de dinâmica ou percebe que está sempre se explicando, se defendendo ou se culpando demais,
a terapia pode ser um espaço seguro para reorganizar isso.

Estou disponível para te acompanhar nesse processo.
Cuidar da sua saúde emocional não é exagero, é responsabilidade consigo.

Com carinho, Talita Lima
Atendimentos On-line

Talvez seja por isso que hoje eu sustento menos certezas e mais cuidado.Aprendi que o luto não se encaixa em cronogramas...
30/01/2026

Talvez seja por isso que hoje eu sustento menos certezas e mais cuidado.

Aprendi que o luto não se encaixa em cronogramas, não responde bem a interpretações apressadas e não se resolve com frases corretas.

Aprendi, na pele, que o sofrimento precisa de espaço para existir sem ser consertado.

Como psicóloga, continuo estudando, escutando, me aprofundando.

Como mãe enlutada, sei que há dores que não querem análise, querem testemunho.

É nesse lugar que meu trabalho acontece agora:
entre o saber e o sentir, entre a teoria que organiza
e a humanidade que sustenta.

Porque tocar uma alma humana, especialmente em luto,
é lembrar que antes de qualquer papel profissional
somos pessoas diante de pessoas.

E quando isso é honrado, o cuidado deixa de ser técnico
e passa a ser verdadeiro.

Minha maior dor se tornou meu propósito de vida, e com todo meu coração hoje eu acolho enlutados: sou psicóloga SIM, mais antes de tudo sou tão humana quanto cada um de vocês.

Este texto é um testemunho ❤️‍🩹
Talita Lima

E, muitas vezes, nem é o outro que nos cobra.É a consciência.Os espinhos lançados não somem.Eles f**am ali, silenciosos,...
29/01/2026

E, muitas vezes, nem é o outro que nos cobra.
É a consciência.

Os espinhos lançados não somem.
Eles f**am ali, silenciosos, esperando o momento em que a pressa acaba e a sensibilidade retorna.

Há fases em que caminhamos calçados pela defesa,
pela arrogância, pela distração.
Mas há outras em que a vida nos pede pés no chão.
E aí, tudo o que deixamos pelo caminho se revela.

Cuidar de como tratamos o outro é também cuidar de quem nos tornaremos depois.

Porque ninguém volta igual.
E quanto mais leve for o caminho, menos dor haverá no retorno.

Texto: Talita Lima
Atendimentos On-line

A psicologia entende o luto como aquilo que acontece quando um vínculo se rompe, não apenas fora, mas dentro.Não é doenç...
29/01/2026

A psicologia entende o luto como aquilo que acontece quando um vínculo se rompe, não apenas fora, mas dentro.

Não é doença.
Não é fraqueza.
Não é falta de fé.

É amor sem lugar para pousar.

O luto desorganiza porque não perdemos só alguém.
Perdemos uma versão de nós.
Um futuro imaginado.
Uma rotina silenciosa que sustentava quem éramos.

Por isso a sensação de estar fragmentado é tão comum.
A mente tenta reorganizar o mundo enquanto o corpo sente antes de entender.

Na psicologia, não se fala mais em esquecer, mas em reaprender a se vincular.
Não com ausência, mas com memória, signif**ado e continuidade.

O luto não é linear.
Vai e volta.
Avança e recua.
E isso não é falha, é processo.

Elaborar o luto não é deixar de amar, é permitir que o amor encontre um novo lugar dentro de nós, sem nos impedir de continuar vivendo.

Não existe tempo certo.
Existe escuta.
Presença.
Cuidado.

Porque onde houve vínculo verdadeiro, a dor é legítima.
E onde a dor é acolhida, a vida, mesmo diferente, ainda encontra caminho.

Talita Lima
Psicóloga Clínica e mãe enlutada ❤️‍🩹

Sentir é uma forma profunda de orientação.Quando você se guia pela sensação que deseja habitar, f**a mais fácil dizer nã...
28/01/2026

Sentir é uma forma profunda de orientação.

Quando você se guia pela sensação que deseja habitar, f**a mais fácil dizer não ao que contradiz isso, mesmo que pareça lógico aos olhos dos outros.

Nem tudo que faz sentido na teoria faz bem na prática.

O corpo não mente.
Ele sinaliza antes da exaustão virar doença, antes da tristeza virar rotina, antes do vazio se instalar.

Escolher a partir de como você quer se sentir é escolher com verdade.

E a verdade, mesmo quando exige ajustes, sempre conduz para lugares mais inteiros.

Você não precisa ter todas as respostas.

Precisa apenas não trair aquilo que já reconhece em si.

Com carinho, Talita Lima
Atendimentos On-line

E talvez o que mais doa nesse tipo de perda seja perceber que o afeto também pode ser ferido em público.Quando algo assi...
28/01/2026

E talvez o que mais doa nesse tipo de perda seja perceber que o afeto também pode ser ferido em público.

Quando algo assim acontece, não é só o Orelha que falta.
Falta a rotina que ele atravessava, o sorriso automático de quem o encontrava, a sensação de que, apesar de tudo, ainda existiam vínculos simples sustentando o dia.

O luto coletivo também é isso:
um silêncio estranho onde antes havia vida,
uma ausência que ninguém sabe exatamente onde guardar,
mas que todo mundo sente.

Que possamos transformar essa dor em cuidado.
Que a memória dele não seja só tristeza, mas um lembrete incômodo e necessário de que empatia não é opcional,
e que a forma como tratamos o que é indefeso
diz muito sobre quem somos como sociedade.

Sentir junto também é uma forma de resistir.

Com carinho, Talita Lima

27/01/2026

Esse vídeo não é sobre força exibida.
É sobre permanência.

Sobre continuar falando mesmo quando a voz treme.
Sobre narrar a própria história sem apagar a dor
e sem permitir que ela seja o único capítulo.

Quando eu digo que posso te fazer acreditar que você pode qualquer coisa, não falo de invencibilidade.
Falo de atravessar o impossível e ainda assim escolher existir.

Este vídeo é um convite silencioso: para quem está cansado,
para quem se sente quebrado, para quem acha que não vai dar conta.

Não é inspiração vazia.
É testemunho.

De uma mãe que perdeu, mas não se perdeu.
Que navega um mar profundo e aprendeu a ler o vento,
mesmo sem mapa.

Se algo em você se reconheceu aqui, saiba: ressignif**ar não é esquecer.

É aprender a viver com verdade depois do trauma.

E seguir, mesmo aos poucos, já é um ato imenso de coragem.

Com todo meu coração, Talita Lima
Psicóloga e mãe enlutada ❤️‍🩹

Endereço

Centro
Foz Do Iguaçu, PR

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