30/01/2026
Carinho não se obriga. Consentimento se ensina.
Insistir com a fala: “dá um abraço!” é forçar demonstrações de afeto que podem ensinar algo perigoso: que o corpo da criança não é dela.
Na prática, isso enfraquece uma habilidade essencial para a vida:
autonomia corporal e consentimento.
E isso vale para todas as crianças e f**a ainda mais sensível quando falamos de crianças autistas, que podem viver o toque com intensidade maior por questões sensoriais.
Afeto de verdade não exige performance. Ele cresce onde existe segurança.
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