Dra. Mariana Lino

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A creatina é amplamente conhecida pelo seu papel no desempenho muscular, mas sua função vai além disso. Do ponto de vist...
02/03/2026

A creatina é amplamente conhecida pelo seu papel no desempenho muscular, mas sua função vai além disso. Do ponto de vista biológico, ela participa diretamente do metabolismo energético celular, inclusive no sistema nervoso central.

A creatina atua aumentando a disponibilidade de ATP, a principal fonte de energia das células. No cérebro, esse mecanismo está relacionado à manutenção da função cognitiva, maior eficiência no processamento de informações e maior tolerância das células nervosas a situações de estresse metabólico, como privação de sono, envelhecimento e doenças neurológicas.

Alguns estudos sugerem que determinados grupos podem se beneficiar mais desse suporte energético, especialmente pessoas com baixa ingestão alimentar de creatina, como mulheres e indivíduos que consomem pouca carne. Além disso, fases de maior demanda metabólica cerebral, como envelhecimento e alterações hormonais, podem aumentar a necessidade desse substrato energético.

Apesar disso, a creatina não deve ser encarada como suplemento universal ou isolado. A indicação depende de avaliação individual, considerando função renal, exames laboratoriais, estado hormonal, nível de atividade física, sono, alimentação e objetivos clínicos.

Na neurologia integrativa, a creatina pode ser considerada como parte de uma estratégia personalizada, baseada em ciência e contexto individual, seja com foco em saúde cerebral, energia, desempenho cognitivo ou qualidade de vida ao longo do tempo.

Suplementação segura começa com avaliação adequada, não com tendências.

🧠 Mais de 55 milhões de pessoas no mundo vivem com algum tipo de demência, segundo a Organização Mundial da Saúde.Estudo...
27/02/2026

🧠 Mais de 55 milhões de pessoas no mundo vivem com algum tipo de demência, segundo a Organização Mundial da Saúde.

Estudos de grandes centros de pesquisa, como Harvard, mostram que a saúde do cérebro é influenciada diretamente pelos hábitos que você mantém ao longo da vida.

Entre os principais fatores de proteção, destacam-se:
✔️ sono regular e reparador
✔️ controle do estresse
✔️ atividade física frequente
✔️ aprendizado de novas habilidades
✔️ alimentação equilibrada
✔️ convivência social ativa

Pesquisadores da área de neurologia defendem que o cérebro é moldado pela rotina e que pequenas escolhas diárias têm impacto real no risco de declínio cognitivo.

💡 Cuidar do cérebro não é sobre uma solução isolada.

E vale a reflexão:
o que você tem feito hoje que o seu cérebro vai agradecer no futuro?

25/02/2026

Você sabe quais são os tratamentos disponíveis hoje para o Alzheimer?

📌 Salve e compartilhe com quem precisa dessa informação.

O caso do macaquinho Punch emocionou o mundo, não é?Mas ele também nos deixou uma importante aula sobre desenvolvimento ...
23/02/2026

O caso do macaquinho Punch emocionou o mundo, não é?

Mas ele também nos deixou uma importante aula sobre desenvolvimento humano.

O cérebro de uma criança não nasce pronto.
Ele é moldado pelas experiências e, principalmente, pelos vínculos.

Estudos em neurociência mostram que vínculos seguros ajudam a regular o eixo do estresse, reduzem os níveis de cortisol e fortalecem conexões importantes em áreas como o sistema límbico, responsável pelas emoções e pela sensação de segurança.

Afeto não é excesso. É necessidade biológica.

Quando há abandono, rejeição ou ausência de vínculo, o cérebro ativa circuitos de dor social, os mesmos envolvidos na dor física.
O organismo entra em estado de alerta e sobrevivência.

Isso pode impactar o desenvolvimento emocional, a aprendizagem, a atenção e a forma como essa pessoa se relaciona ao longo da vida.

Mas existe algo muito importante: o cérebro é plástico, o que significa que ele tem a capacidade de se adaptar e se reorganizar ao longo do desenvolvimento.

Isso significa que experiências de cuidado, previsibilidade e afeto podem reorganizar essas conexões e restaurar a sensação de segurança.

A ciência é clara: o vínculo não é um detalhe.
Ele é parte essencial da construção de um cérebro saudável.

Dra. Mariana Lino
Neurologista 🧠

Baseado em evidências do Center on the Developing Child – Harvard University e estudos sobre estresse tóxico e neurodesenvolvimento.

Informação também é cuidado.Se esse conteúdo fez sentido para você, salve e compartilhe. ✨🧠❤️
20/02/2026

Informação também é cuidado.
Se esse conteúdo fez sentido para você, salve e compartilhe. ✨🧠❤️

Fevereiro Roxo é um convite à conscientização sobre três doenças crônicas que exigem atenção contínua: fibromialgia, lúp...
18/02/2026

Fevereiro Roxo é um convite à conscientização sobre três doenças crônicas que exigem atenção contínua: fibromialgia, lúpus e Alzheimer.
O primeiro passo é sempre reconhecer os sinais.
Muitas dessas condições evoluem de forma silenciosa ou são subestimadas no início. Quando o diagnóstico acontece no momento certo, é possível estabelecer estratégias que preservam qualidade de vida, autonomia e bem-estar.
Informação não é apenas conhecimento.
É ferramenta de cuidado.
Se há sintomas persistentes, dor recorrente ou alterações cognitivas, a investigação adequada faz diferença. 💜

Dra. Mariana Lino
Neurologia
CRM SP 162091
RQE 74877

Ressaca não é “frescura”.Também não é apenas um desconforto passageiro.Ela é um conjunto de reações fisiológicas provoca...
14/02/2026

Ressaca não é “frescura”.
Também não é apenas um desconforto passageiro.

Ela é um conjunto de reações fisiológicas provocadas pelo estresse químico que o álcool causa no cérebro.
Quando você bebe, acontecem alterações neurológicas importantes: desidratação, aumento de substâncias inflamatórias, fragmentação do sono e alterações nas vias de comunicação entre neurônios. Esses efeitos estão ligados aos sintomas que sentimos no dia seguinte: dor de cabeça, lentidão mental, irritabilidade, dificuldade de concentração, cansaço e até mais ansiedade. É o seu cérebro tentando voltar ao equilíbrio.

Para quem tem enxaqueca, o cuidado precisa ser ainda maior. O álcool age como um gatilho para crises em muitas pessoas, especialmente quando combinado com desidratação, noites mal dormidas e longos períodos em jejum.

👉 Dicas cientificamente embasadas para reduzir o impacto e curtir o Carnaval com menos risco de dor de cabeça e enxaqueca:

* Coma antes de beber: alimentos com carboidratos, proteínas e gorduras saudáveis retardam a absorção do álcool e ajudam a manter o açúcar no sangue estável.
* Hidrate com água e eletrólitos: água ajuda a retomar o equilíbrio de fluidos; bebidas com eletrólitos (água de coco, isotônicos) podem repor sais essenciais perdidos pela diurese do álcool.
* Consuma frutas e alimentos ricos em antioxidantes: antioxidantes e potássio (como banana e melancia) podem reduzir inflamação e ajudar na recuperação.
* Durma bem: descanso adequado é essencial para recuperação neurológica e redução de sintomas pós-festa.
* Evite bebidas com altos congêneres: bebidas escuras (whisky, conhaque) tendem a provocar piores sintomas em algumas pessoas.
* Modere o consumo: a única forma efetiva de evitar ressaca e crises é limitar a quantidade de álcool ou optar por não beber.

O Carnaval passa rápido, mas a saúde do seu cérebro merece atenção o ano inteiro.
Se dor de cabeça ou enxaqueca forem frequentes ou intensas, agende uma consulta.

Dra. Mariana Lino | Neurologista
CRM SP 162091 RQE 74877

A saúde do cérebro é fortemente influenciada por hábitos cotidianos. Algumas atitudes comuns, quando mantidas ao longo d...
11/02/2026

A saúde do cérebro é fortemente influenciada por hábitos cotidianos. Algumas atitudes comuns, quando mantidas ao longo do tempo, podem comprometer a função cognitiva e acelerar o envelhecimento cerebral.

• Dormir pouco ou mal
A privação de sono interfere nos processos de reparo neuronal e na eliminação de resíduos tóxicos do cérebro, aumentando o risco de falhas de memória e doenças neurodegenerativas.

• Comer em excesso, especialmente açúcar
O excesso alimentar favorece inflamação e resistência à insulina, mecanismos associados ao declínio cognitivo e à piora da memória.

• Fumar
O tabagismo reduz o fluxo sanguíneo cerebral, prejudica a oxigenação dos neurônios e aumenta o risco de AVC, demência e Alzheimer.

• Estresse crônico
Níveis elevados e persistentes de cortisol afetam áreas cerebrais ligadas à memória e ao aprendizado, além de aumentar o risco de transtornos emocionais.

• Isolamento social e falar pouco
A interação social estimula o cérebro. O isolamento está fortemente associado ao declínio cognitivo ao longo da vida.

• Pouco estímulo intelectual
A ausência de novos aprendizados enfraquece conexões neurais. O cérebro precisa ser desafiado para se manter saudável.

• Forçar o desempenho durante doenças
Exigir produtividade quando o organismo está doente aumenta a inflamação e pode atrasar a recuperação física e mental.

• Sedentarismo
A falta de atividade física reduz o fluxo sanguíneo cerebral e a liberação de substâncias neuroprotetoras.

• Música em volume excessivamente alto
A exposição frequente a sons intensos pode comprometer o processamento auditivo cerebral, causar fadiga mental e dificuldade de concentração.

Cuidar do cérebro é resultado de escolhas diárias. Sono, alimentação, movimento, estímulo cognitivo e vínculos sociais são pilares reais de prevenção. ✨🧠

🧠Gostaria que lembrassem que antes do esquecimento existiu uma história inteira.Que fui alguém com desejos, escolhas e a...
10/02/2026

🧠Gostaria que lembrassem que antes do esquecimento existiu uma história inteira.Que fui alguém com desejos, escolhas e autonomia.
:
Que amei dividir a vida com meus pais,
construir laços, viver momentos simples em família,
e encontrar ali meu lugar mais seguro.
Que amei profundamente cuidar dos meus filhos,
compartilhar a rotina, os abraços e as pequenas alegrias como ouvir meu marido tocar violão e
ir à igreja para viver minha fé!
:
Que encontrei sentido no que escolhi fazer:
cuidar dos meus pacientes com dedicação e respeito, aprender todos os dias,
frequentar congressos, fazer pós-graduação e cursos e nunca deixar de sonhar.
:
Se um dia eu me perder nas palavras ou nas lembranças, que não me resumam ao diagnóstico,
nem às limitações que ele possa trazer.
Que continuem me enxergando como pessoa —
não apenas como paciente.
Que minhas vontades sejam consideradas,
que minha dignidade seja preservada
e que o cuidado venha sempre acompanhado de empatia.
:
Porque memória pode falhar,
mas identidade, amor e história não desaparecem.
Envelhecer com saúde também é poder confiar
que serei tratado com humanidade quando eu mais precisar.
— E você, já pensou no que gostaria que respeitassem em você se um dia sua memória não fosse mais a mesma?
Compartilhe sua reflexão nos comentários.

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