Consultório particular de Psicologia

Consultório particular de Psicologia atendimento psicoterapeutico. Estudo Psicanálise em grupos. Grupo Literatura. Mediadora de leituras

07/03/2026

Ela entrou num circo cheio de n***s e pediu o impossível.

Irene Danner tinha apenas 18 anos quando viu o seu mundo desmoronar. Depois da Kristallnacht, em 1938, tudo lhe foi arrancado: a escola, as aulas de violino, o ballet, o futuro. A dinastia circense da sua avó foi esmagada pelas leis antissemitas. A sua mãe era judia — e, sob o regime n**i, isso bastava para transformar Irene numa condenada em espera.

Em 1941, na Alemanha, ser judia não era apenas uma identidade. Era uma sentença.

Numa noite de desespero, Irene entrou no Circo Adolf Althoff depois de um espetáculo. O grande chapéu ainda brilhava, artistas riam, o cheiro a serragem e luz quente lembrava um mundo que já não existia para ela.

Nos bastidores, encontrou Adolf Althoff.

“Por favor… deixe-me trabalhar aqui. Faço qualquer coisa.”

Ele percebeu imediatamente. Não era um pedido de emprego. Era um pedido de sobrevivência.

E ele também percebeu o risco. O circo empregava noventa pessoas. Famílias inteiras viajavam juntas. Se a Gestapo descobrisse que ele escondia uma jovem judia, todos morreriam. Não apenas Irene. Não apenas Adolf. Todos.

Mesmo assim, ele respondeu sem hesitar:
“Vamos encontrar um lugar para ti. Mas vais precisar de um novo nome.”

Irene tornou-se acrobata sob documentos falsos. Escondeu-se à vista de todos. Apaixonou-se por Peter, um palhaço belga que via além da identidade inventada. Não podiam casar legalmente, mas construíram uma vida numa carroça de circo. O primeiro filho nasceu ali, entre risos encenados e medo real.

Então veio 1942 — e com ele, a escalada das deportações. Comboios de gado partiam cheios de famílias judias rumo aos campos de morte. Irene assistia, impotente, enquanto o mundo que conhecia desaparecia nos carris.

Uma noite, a sua mãe Alice apareceu em lágrimas.
“A nossa casa foi tomada. A tua avó morreu. Não temos mais para onde ir.”

Com ela veio Gerda, a irmã de Irene. Depois chegou Hans, o pai — um soldado alemão que desertou ao recusar-se a abandonar a esposa judia.

Agora, Adolf Althoff não escondia apenas uma jovem. Escondia uma família inteira. Um bebé. Um desertor. Um segredo que podia destruir noventa vidas.

A Gestapo inspecionava circos regularmente. Uniformes negros. Olhos frios. Nenhum detalhe passava despercebido.

Adolf criou então um sistema tão simples quanto brilhante. Franz, o representante n**i local, avisava discretamente antes das inspeções. Assim que sabiam, a família Danner desaparecia: “pescarias” em lagos remotos, “piqueniques” em florestas densas, esconderijos nos vagões mais profundos.

Enquanto isso, Adolf transformava-se no anfitrião perfeito.

“Bem-vindos, cavalheiros!” — dizia com entusiasmo. “Maria, o bom café!”

A sua esposa surgia com bandejas reluzentes. Mas a verdadeira estratégia vinha depois: bebidas generosas e histórias irresistíveis. Ursos treinados em Kiev. Elefantes pintores. Multidões inesquecíveis em Praga.

Os agentes relaxavam, riam, bebiam. Maria perguntava sobre as famílias deles, oferecia bilhetes gratuitos para os filhos.

A hospitalidade tornou-se a máscara da resistência.

Enquanto os oficiais se sentiam honrados e confortáveis, crianças judias brincavam silenciosamente a poucos metros dali. A mãe costurava fantasias com nomes falsos. O pai alimentava cavalos. Invisíveis diante dos próprios perseguidores.

Durante quatro anos, essa dança mortal continuou. Inspeções, desaparecimentos, histórias, copos erguidos — e vidas salvas entre lonas e serragem.

Noventa trabalhadores sabiam o segredo. Noventa pessoas que poderiam ter escolhido a recompensa, o medo ou a autopreservação. Nenhum traiu.

Bem… quase nenhum. Um artista tentou denunciar. Adolf despediu-o e recebeu os investigadores com o mesmo sorriso caloroso e a melhor garrafa. Enquanto eles bebiam, a família Danner desapareceu tão completamente que parecia nunca ter existido. A investigação terminou sem respostas.

Durante aqueles anos escondidos, três crianças nasceram. Três vidas que a ideologia n**i declarava impossíveis. Três histórias de esperança crescendo no santuário mais improvável — um circo itinerante onde o valor humano não era medido por sangue, mas por coragem.

Na primavera de 1945, tanques aliados entraram na cidade. A guerra terminou. A família Danner sobreviveu inteira. Irene e Peter. Alice, Gerda e Hans. Três crianças nascidas em segredo.

Seis pessoas vivas porque um dono de circo serviu bebidas e contou histórias enquanto a morte rondava do lado de fora.

Décadas depois, quando Adolf Althoff foi reconhecido como Justo Entre as Nações, disse apenas:
“Nós, pessoas do circo, não vemos diferença entre raças ou religiões.”

Nove palavras. Seis vidas salvas. Um legado de humanidade no meio da barbárie.

O circo desapareceu. As carroças tornaram-se memória. Mas algures hoje, descendentes dessas crianças vivem, amam, sonham — porque pessoas comuns escolheram coragem extraordinária.

Porque noventa trabalhadores guardaram um segredo por quatro anos.
Porque um homem decidiu que proteger estranhos valia mais do que proteger a si próprio.

Os maiores atos de heroísmo raramente acontecem nos campos de batalha.
Às vezes nascem em gestos silenciosos.
Às vezes parecem hospitalidade.
Às vezes parecem bondade.

E, por vezes, o circo — improvável, frágil, itinerante — torna-se um refúgio contra a escuridão.

ACESSE AO NOSSO GRUPO SOCIEDADE LITERÁRIA EXCLUSIVA PARA MAIS CONTEÚDOS LITERÁRIOS PREENCHENDO ESTE FORMULÁRIO:

https://forms.gle/vhQSNDBzTvFpJPFr7

A leveza de apenas…ser…sem títulos, sem evidências de posses, apenas existir…sendo.
24/02/2026

A leveza de apenas…ser…sem títulos, sem evidências de posses, apenas existir…sendo.

Ele perguntou à Rainha se ela alguma vez tinha conhecido a Rainha.
E ela não perdeu um segundo.

Por volta de 2005, numa tarde tranquila perto do Castelo Balmoral, na Escócia, Rainha Isabel II saiu para uma simples caminhada.

Sem coroa.
Sem cortejo.
Sem qualquer sinal de realeza.

Apenas uma senhora de lenço na cabeça e o seu fiel oficial de proteção, Dick Griffin, a percorrer as colinas silenciosas das Highlands.

Dois turistas americanos vinham na direção oposta. Mochilas às costas, entusiasmo nos olhos, conversa fácil de quem está a viver a viagem dos sonhos.

Como sempre fazia, ela parou para cumprimentar.

Eles não faziam ideia de quem estava diante deles.
E ela — com aquele humor discreto que a acompanhou durante décadas — decidiu entrar no jogo.

O homem explicou de onde vinham, por onde tinham passado e para onde seguiriam. Depois perguntou, casualmente:

“E a senhora, onde mora?”

Ela respondeu com serenidade:
“Bem… moro em Londres. Mas tenho uma casa de férias ali do outro lado das colinas.”

Era verdade. Apenas não toda a verdade.

“Há quanto tempo vem aqui?”

“Oh, desde menina… então, há mais de 80 anos.”

O turista parou por um instante, intrigado. Oitenta anos naquele lugar remoto?
Algo ali parecia especial.

Então veio a pergunta que ele acreditava ser brilhante:

“Se vem aqui há tanto tempo… já deve ter conhecido a Rainha.”

Ela sorriu. Um sorriso leve, quase conspiratório.

“Eu não… mas o Dick aqui encontra-a com frequência.”

Dick percebeu imediatamente a deixa. Entrou no teatro com perfeição:

“Ah sim… ela pode ser um pouco temperamental às vezes, mas tem um maravilhoso senso de humor.”

Os olhos do turista brilharam. História exclusiva. Um encontro indireto com a Rainha!

Ele aproximou-se de Dick, colocou o braço sobre o ombro dele e, entusiasmado, entregou a câmara… à própria Rainha.

E ali estava ela — chefe de Estado, símbolo de uma nação, uma das figuras mais reconhecidas do planeta — a tirar a fotografia de dois desconhecidos que jamais suspeitaram.

Depois inverteram os papéis.
Dick fotografou o casal… ao lado da Rainha.

Ainda sem saber.

Agradeceram calorosamente, despediram-se com acenos e continuaram a caminhada, carregando consigo uma história que ainda não sabiam que possuíam.

Quando já estavam longe, ela virou-se para Dick, divertida:

“Gostava de ser uma mosca na parede quando ele mostrar estas fotos aos amigos na América… e alguém lhe disser quem eu sou.”

Essa era a essência dela.

Setenta anos no trono, mas uma leveza rara no coração.
Não corrigiu. Não anunciou. Não exigiu reconhecimento.

Apenas viveu o momento.
Apenas saboreou a piada.

Algumas pessoas precisam da coroa para se sentirem importantes.
Ela podia escondê-la sob um simples lenço — e ainda assim permanecer inconfundivelmente real.

ACESSE AO NOSSO GRUPO SOCIEDADE LITERÁRIA EXCLUSIVA PARA MAIS CONTEÚDOS LITERÁRIOS PREENCHENDO ESTE FORMULÁRIO:

https://forms.gle/vhQSNDBzTvFpJPFr7

07/01/2026
Que história linda! Que vida!
14/12/2025

Que história linda! Que vida!

Em 1975, uma jovem cientista polaca tomou uma decisão que ninguém conseguiu compreender.
O nome dela era Simona Kossak.

Tinha um doutoramento brilhante, reconhecimento académico e pertencia a uma das famílias artísticas mais ilustres da Polónia — neta de Wojciech Kossak, o pintor lendário.
Poderia ter escolhido um apartamento confortável em Varsóvia, uma carreira universitária estável ou uma vida previsível.

Mas Simona escolheu o contrário de tudo isso.

Ela enfiou algumas roupas numa mala, virou as costas ao mundo civilizado e caminhou para a Floresta de Białowieża, o último fragmento do deserto primitivo que um dia cobriu a Europa.
Um lugar onde lobos ainda uivam à noite, bisontes caminham como sombras antigas e árvores milenares parecem sustentar o céu com as próprias mãos.

Ali, encontrou uma cabana de madeira sem eletricidade, sem água corrente, sem conforto — apenas silêncio, vento e vida selvagem.
O que para qualquer pessoa seria uma semana de desconforto, para ela tornou-se trinta anos de existência.

E ela não viveu sozinha.

Partilhou a cama com um lince órfão chamado Żabka, cujo ronronar soava como um trovão preguiçoso.
Resgatou um javali que a seguia como um cão devoto.
E dividiu o dia com Korasek, um corvo ladrão que roubava objetos brilhantes dos turistas e os entregava a ela como se fossem tesouros.

Os locais chamavam-na bruxa.
Como explicar uma mulher que caminhava entre veados sem que eles fugissem, que tinha pássaros pousando na mão, que conversava com lobos sem medo?

Mas Simona não conjurava feitiços.
Ela ouvia.
E ao ouvir, compreendeu o que a maioria dos cientistas tentava estudar de longe.

Enquanto outros escreviam relatórios atrás de mesas, ela vivia entre os animais.
Documentou comportamentos nunca antes observados, mostrou que criaturas selvagens tinham personalidade, emoções, vínculos e sociedades próprias.
A sua investigação virou de cabeça para baixo a forma como a ciência entendia a vida selvagem na Europa.

Mas o que mais marcou não foi o que publicou — foi o que defendeu.

Simona enfrentou madeireiras, políticos, burocratas e máquinas que rugiam como monstros de ferro.
Escreveu cartas inflamadas, moveu processos, deu entrevistas, chamou a atenção da imprensa.
Ergueu-se sozinha como um muro entre a floresta e quem queria destruí-la.

“Esta floresta sobreviveu dez mil anos.
Quem somos nós para decidir que deve morrer sob a nossa guarda?”, dizia ela.

E graças à sua luta incansável, a UNESCO interveio.
Novas proteções foram concedidas.
A floresta que ela amava — esse último reduto de pureza — foi salva.

Simona viveu na sua cabana até 2007, quando a doença finalmente a obrigou a deixar a floresta.
Morreu naquele mesmo ano, aos 71 anos, longe dos animais que ela chamava de vizinhos, amigos e mestres.

Mas o seu legado permanece.

Hoje, a Floresta de Białowieża continua sendo um dos últimos desertos verdadeiros da Europa.
Turistas caminham pelos trilhos onde ela andava com Żabka.
Bisontes pastam nos prados que ela protegeu.
E talvez, em algum galho alto, um descendente de Korasek ainda roube algo brilhante de um viajante distraído.

Chamaram-na de bruxa porque falava com os animais.
Ela chamou-se de cientista porque escutava.
E porque escutou, uma floresta inteira ainda está de pé.

Este conteúdo é informativo e educacional. A narração se baseia em fatos históricos documentados sobre Simona Kossak, apresentados aqui em estilo narrativo para fins de divulgação.

Sigam o nosso canal no tik tok: tiktok.com/sobre.literatura_

12/12/2025

》Em 1962, seus vizinhos queixavam-se de encher o jardim com "essas crianças".
Em 1968, já tinha mudado o mundo.

10 de julho de 1921, Brookline, Massachusetts.
Eunice Kennedy nasceu na família mais famosa dos EUA: a quinta de nove filhos, irmã de um futuro presidente, criada entre privilégios e expectativas impossíveis.

Mas a história de Eunice não é sobre o que ela recebeu, mas sobre o que ela se recusou a aceitar.

Sua irmã mais velha, Rosemary, era diferente. Aprendia mais devagar, falava menos. Nos anos 20 e 30, crianças como ela eram escondidas, enviadas para instituições, fingiam que não existiam.

Os Kennedy tentaram ajudá-la: professores particulares, inclusão familiar, apoio constante. Mas ao chegar aos 23 anos, quando Rosemary começou a ter períodos de instabilidade, o pai dela tomou uma decisão devastadora.

Em 1941, sem avisar Eunice nem sua esposa, Joseph Kennedy autorizou uma lobotomia experimental.
O que prometia ser uma solução “terapêutica” deixou Rosemary com uma deficiência grave para o resto da sua vida.

Foi enviada para um centro especializado em Wisconsin.
A família quase não a visitava. Durante décadas, mal se falava dela.

Eunice, em vez disso, recusou-se a esquecê-la.

Estudou assistência social em Stanford. Trabalhou no Departamento de Justiça. Criou cinco filhos com seu marido, Sargent Shriver.
E em todos esses anos, levou consigo Rosemary — sua ausência, seu silêncio, sua injustiça.

Eunice via como a sociedade tratava as pessoas com deficiência intelectual: ocultas, institucionalizadas, privadas de educação, de comunidade, de dignidade.

Decidiu fazer algo radical:
provar que todos estavam errados.

Verão de 1962, Maryland.
Eunice abriu o Acampamento Shriver no seu próprio jardim.
Convidou crianças com deficiência intelectual para nadar, correr, brincar, competir.

Os vizinhos protestaram.
Eles não queriam "aquelas crianças" no bairro.
Eles temiam que baixasse o valor das suas casas.
Eles não queriam ver a deficiência.

Eunice não lhes deu a menor atenção.

Assistia aquelas crianças correrem, pularem, rir, esforçando-se com uma determinação que ninguém até então queria reconhecer.
Ela via o que o mundo insistia em ignorar: potencial.

Ele fez algo ainda mais ousado nesse ano.
Escreveu um artigo para o The Saturday Evening Post, "Hope for Re****ed Children", no qual revelou publicamente o que sua família escondeu durante décadas: a deficiência de Rosemary e sua lobotomia.

A família Kennedy ficou furiosa.
Ninguém falava dessas coisas.
Não em público.
Não numa das revistas mais lidas do país.

Mas Eunice sabia: o verdadeiro problema não era a deficiência.
Era o silêncio.

Revelar a história da irmã libertou milhões de famílias da vergonha e do segredo.

Em 1961, seu irmão John F. Kennedy assumiu a presidência.
Eunice pressionou-o para criar um painel presidencial sobre deficiência intelectual.
Ele conseguiu.

Em 1963, JFK assinou a primeira grande lei federal para apoiar pessoas com deficiência intelectual e suas famílias.

Mas ela queria algo maior.
Queria uma comemoração.

20 de julho de 1968, Soldier Field, Chicago.
Mil atletas com deficiência intelectual se reuniram para os primeiros Jogos Olímpicos Especiais Internacionais.

Eles competiram em atletismo, natação, hóquei de chão.
Muitos nunca tinham sido admitidos em uma escola comum.
Alguns tinham vivido a vida inteira em instituições.
Outros tinham ouvido até seus próprios pais dizerem que “nunca conseguiriam nada”.

E no entanto, lá estavam eles.
Competindo.
Sorrindo.
Existindo à vista do mundo.

Eunice pegou no microfone e disse:

«Na Roma antiga, os gladiadores entravam na arena dizendo:
“Deixa-me ganhar. Mas se eu não posso ganhar, deixe-me ser corajoso a tentar. ”
Hoje, vocês também estão na arena. »

A multidão explodiu.
Aqueles atletas — rejeitados, ignorados, subestimados — eram os gladiadores de Eunice.

Ela sonhava em alcançar um milhão de atletas.
Foi pouco.

Hoje, o Special Olympics conta com mais de 5,5 milhões de atletas em 193 países.
É a maior organização esportiva do mundo para pessoas com deficiência intelectual.

Mas os números não contam a revolução.

Eunice não fundou apenas uma competição.
Transformou a forma como o mundo vê a deficiência.

Transformou pena em orgulho.
Exclusão em comemoração.
Vergonha na dignidade.

Provou que deficiência não significa incapacidade.
Que diferente não significa "menos".
Que todos merecem jogar, competir, pertencer.

Eunice nunca esqueceu Rosemary.

Após a morte do pai, ela reintegrou-a à vida familiar.
Visitava-a muitas vezes.
Estava a zelar pelo seu bem-estar.
E em 1995, Rosemary assistiu aos Jogos Especiais Olympics.
Milhares de atletas — vivendo a vida que Rosemary nunca pôde ter — competiram diante dos seus olhos.

Foi lindo e doloroso ao mesmo tempo.
Uma vida inteira de trabalho, nascida do silêncio imposto a uma irmã.

Eunice Kennedy Shriver morreu em 11 de agosto de 2009, aos 88 anos.

Recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade.
Está no Hall Nacional da Fama das Mulheres.
Mudei políticas, atitudes e gerações inteiras.

Mas o seu verdadeiro legado vive em cada criança com síndrome de Down que joga futebol.
Em cada jovem autista que participa de uma carreira.
Em cada atleta ovacionado em uma pista que antes lhes era proibida.
Em todas as famílias que não se esconde mais.

Eunice dizia:

«O direito de jogar em qualquer campo: eles ganharam.
O direito de estudar em qualquer escola: eles ganharam.
O direito de ter um emprego: eles ganharam.
O direito de ser vizinho de qualquer um: eles ganharam. »

Em 1962, seus vizinhos criticavam-na por encher o jardim com "essas crianças".
Hoje, 5,5 milhões de atletas carregam seu sonho em cada passo, em cada medalha, em cada esforço.

Eunice Kennedy Shriver não começou apenas um movimento.
Ensinou o mundo a olhar de novo.

Eunice Kennedy Shriver
10 de julho de 1921 – 11 de agosto de 2009
Irmã. Defensora. Revolucionária.
Transformou a tragédia de uma irmã em milhões de razões para comemorar.

17/11/2025

por Carlos Drummond de Andrade

Arquivo Carlos Drummond de Andrade | Arquivo-Museu de Literatura da Fundação Casa de Rui Barbosa.

51. Edição do meu trabalho voluntário: Degustação Literária, na Biblioteca Municipal de França, com Clemencia de Andrade...
16/11/2025

51. Edição do meu trabalho voluntário: Degustação Literária, na Biblioteca Municipal de França, com Clemencia de Andrade. Autor: Machado de Assis, com os contos - Pai contra Mãe, e a Igreja do Diabo. Sexta, 14/11/25, parte da Feira Literária de Franca. 10 anos de parceria com a presença de aposentados, professores, gentes de muitas profissões variadas. Muito bom!

Endereço

R. José Ribeiro Conrado, 575
Franca, SP
14401-300

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Consultório particular de Psicologia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Categoria