Gabriela Schroeder Innocêncio - Psicologia

Gabriela Schroeder Innocêncio - Psicologia Meu trabalho é ajudar as pessoas a trilharem seus caminhos e a buscar o sentido da própria existência

Eu tentando fazer uma fotinho “profissional” pedindo pra minha sobrinha me ajudarComo é difícil tirar foto, vocês não ac...
03/05/2026

Eu tentando fazer uma fotinho “profissional” pedindo pra minha sobrinha me ajudar

Como é difícil tirar foto, vocês não acham? 🫠

27/04/2026

Se a gente não desacelera, tudo começa a acontecer no automático.

A gente acorda, trabalha, resolve coisas, mexe no celular, se distrai… e quando vê, o dia acabou.

Descansar não é só “desligar” rolando o feed. Às vezes descansar é parar um pouco pra pensar. Pra perceber o que a gente realmente quer. Pra se perguntar se o jeito que estamos vivendo ainda faz sentido.

A gente tem a possibilidade de refletir, de questionar, de tomar consciência. Quando a gente não usa isso, só vai repetindo.

Desacelerar não é perder tempo. É aprender a se reconectar com ele. E também pode ser exatamente o faz a gente voltar para um lugar que é só nosso 💐

11/04/2026

Inquietações também dizem alguma coisa.
Às vezes, são elas que chamam a gente de volta pra si.

Aquela sensação de que algo não encaixa,
mesmo quando, por fora, está tudo aparentemente bem.

Nem sempre é um problema claro. Às vezes é só um incômodo silencioso, difícil de explicar,
mas insistente o suficiente pra pedir atenção.

Isso também pode ser um ponto de partida para a terapia.

Um espaço para se escutar com mais cuidado,
se aproximar de si e, aos poucos, construir uma vida com mais sentido.

Registro de estudo.Participei de um grupo com proposta teórico-prática voltada a tensionar os fundamentos da identidade ...
08/04/2026

Registro de estudo.

Participei de um grupo com proposta teórico-prática voltada a tensionar os fundamentos da identidade e experimentar outros modos de pensamento. A ideia não foi tratar teorias como algo fixo, mas produzir deslocamentos, questionar evidências e abrir novas travessias.

Uma das provocações que ficou foi pensar o “eu” como uma configuração provisória — algo em processo, sem um núcleo estável e definitivo.

Parar de estudar e de participar dessas atividades não é uma opção para mim.

Acredito que ampliar as formas de compreender a subjetividade também amplia as possibilidades de escuta, movimento e transformação.

02/04/2026
Vivemos cercados de ideias sobre o que deveríamos querer para sermos felizes.Mas será que tudo isso realmente faz sentid...
22/03/2026

Vivemos cercados de ideias sobre o que deveríamos querer para sermos felizes.

Mas será que tudo isso realmente faz sentido para nós?

Às vezes, algumas perguntas simples já começam a mudar nossa forma de olhar.

Registro de estudo.Participei de três encontros para falar e pensar a vida por meio da esquizoanálise, que pensa a vida ...
10/03/2026

Registro de estudo.

Participei de três encontros para falar e pensar a vida por meio da esquizoanálise, que pensa a vida a partir de movimento.

Tenho tentado pensar e trabalhar muito isso na minha prática. É possível perceber como a gente tem uma tendência a pensar a existência atual como um resultado de tudo que passamos até o momento, mas não como uma possibilidade diferente para o futuro.

Uma das provocações que ficou foi: Que formas antigas ainda organizam a maneira como vivemos — e onde, na vida, ainda existe espaço para criar outras possibilidades de ser?

Sigo estudando porque realmente acredito que sempre há uma nova forma de pensar disponível nas relações que mantemos com o mundo de maneira geral.

Estudar também é uma forma de cuidar melhor das pessoas que confiam em mim.

Comecei a Ler O Mito de Sísifo de Albert Camus achando que encontraria novas informações sobre o sentido da vida.Encontr...
04/03/2026

Comecei a Ler O Mito de Sísifo de Albert Camus achando que encontraria novas informações sobre o sentido da vida.

Encontrei apenas o absurdo.

Tenho lido ele bem devagar (até demais, para o meu gosto, o que aumenta minha angústia). Nem que eu quisesse poderia ser diferente. O livro me obriga a isso.

Camus parte de algo bastante desconfortável: a vida não tem sentido pré-estabelecido. Talvez o mundo não responda às nossas perguntas. Ainda assim, ele não propõe que a gente desista dela. Propõe que o absurdo, a falta de sentido, seja o ponto de partida.

Esta obra é angustiante e libertadora ao mesmo tempo porque não pergunta “qual é o sentido da vida”, mas “o que eu posso fazer com ela, já que seu sentido não vem pronto”.

Quanto mais eu leio, mais percebo como isso atravessa meus atendimentos. Muitas pessoas dividem comigo sentirem-se presas na lógica da falta de sentido, como se a ausência de uma resposta definitiva tornasse impossível continuar. E talvez o movimento não seja encontrar um grande porquê, mas construir um modo de estar aqui.

Sustentar o vazio. Criar uma postura diante dele.

Por muito tempo questionei com tanto afinco o sentido de tudo e sentia que eu não conseguia me movimentar. Me sentia como um carro preso no barro. O motor funcionava, eu acelerava, mas quanto mais eu forçava a saída, mais as rodas giravam no mesmo lugar.

Hoje eu, particularmente, não me vejo mais presa à ideia de que a falta de sentido é um impedimento. Preciso deixar claro aqui que não sou modelo para nada nem ninguém, estou apenas compartilhando minha forma particular de enxergar a vida. Por outro lado, é a partir desta minha experiência que eu consigo enxergar possibilidade.

Se não fosse por isso eu não insistiria com tanto afinco, também no meu trabalho, que mesmo que não haja nada pré-estabelecido, ainda existe a possibilidade de criação de algo a partir de nós mesmos.

Quadro pra eu (e todos que passam aqui) lembrar que o sentido está no experiência 💖
27/02/2026

Quadro pra eu (e todos que passam aqui) lembrar que o sentido está no experiência 💖

24/02/2026

A linguagem organiza quem *estamos sendo*

Quando algo nos atravessa, tudo se mistura:
o fato, a interpretação, o sentimento, a história.

Tudo vira um bloco único e a pessoa conclui: “eu sou o problema”.

Na terapia, aos poucos, vamos separando as camadas.

O que parecia uma coisa só começa a ganhar contorno e abrimos espaço para outras possibilidades.

Deixa de ser “eu sou assim” e passa a ser “eu estou vivendo isso”.

A nossa experiência fala muito sobre como chegamos onde estamos, mas também nos lembra que podemos mudar a qualquer minuto.

18/02/2026

Tem decisões que a gente supera.
Outras, a gente só aprende a conviver.

Às vezes o incômodo que aparece do nada
não é ingratidão pela vida que você tem: é “só” comparação com uma vida que você imaginou.

Tem sonhos que deixam de fazer sentido enquanto outros continuam doendo baixinho.

Nem toda escolha precisa ser revisitada mas algumas merecem, pelo menos, ser reconhecidas.

Há despedidas que não percebemos mas que moldam quem vamos no tornando ✨

Endereço

Rua Octaviano Teixeira Dos Santos, N° 1561/7° Andar, Sala 704
Francisco Beltrão, PR
85601-030

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