Clair Azzolini Filho

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Clair Azzolini Filho Médico do esporte
Pós-graduado em Nutrologia

- Prevenção, diagnóstico e tratamento de lesões esportivas.- Avaliação médica para início da prática de exercícios físic...
26/10/2022

- Prevenção, diagnóstico e tratamento de lesões esportivas.
- Avaliação médica para início da prática de exercícios físicos.
- Performance esportiva.
- Análise de composição corporal.
- Emagrecimento.
- Hipertrofia muscular.
- Suplementação esportiva.

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Quem nunca ouviu alguém dizer que sentiu uma “fisgada” na coxa, panturrilha ou nas costas durante a atividade física?A...
03/08/2022

Quem nunca ouviu alguém dizer que sentiu uma “fisgada” na coxa, panturrilha ou nas costas durante a atividade física?

A palavra “fisgada” que, segundo nosso dicionário significa dor violenta, intermitente ou pontada em determinada região, trata-se da manifestação clínica de uma lesão muscular. Como quadro clínico, o paciente apresenta uma dor, que pode ser desde muito discreta até de forte intensidade, causando pouca ou bastante limitação.

Para o nosso corpo movimentar-se são necessárias duas ações do músculo: a ação de contração e a de relaxamento. Quando uma solicitação da contração do músculo vai além da sua capacidade fisiológica ocorre a chamada lesão de sobrecarga e, com isso, o músculo se machuca. O estado em que ele se encontra neste momento da sobrecarga (contraído ou relaxado) é que vai definir o tipo da lesão: contratura, estiramento ou distensão muscular.

A contratura muscular se dá quando um músculo se contrai de forma muito mais forte que a normal e permanece contraído sem passar para a fase do relaxamento, gerando um processo inflamatório intenso, com muita dor e incapacidade funcional, podendo até lesar as fibras musculares.

Quando o músculo sofre uma situação de sobrecarga na sua fase “relaxada”, a lesão é definida como estiramento (ruptura das fibras em menor grau) ou distensão (lesões das fibras em maior grau com possibilidade até de ruptura de vasos sanguíneos), dependendo do tamanho. Estiramentos são mais comuns que distensões.

Nem sempre é possível diferenciar clinicamente uma contratura de um estiramento ou distensão (exceto as de maior grau), apesar dos exames de imagem sofisticados, pois independente da causa (músculo contraído ou relaxado) o processo inflamatório que se instala após a lesão é muito semelhante em qualquer uma das três situações, bem como o tratamento, que também são parecidos, variando apenas no tempo de recuperação, de acordo com a gravidade.

Lesões musculares necessitam de um diagnóstico e tratamento corretos para diminuir o tempo de cicatrização e evitar novas lesões.

Carboidratos x exercício físico Macronutriente muito importante para atletas e praticantes de exercício físico, e assunt...
20/08/2021

Carboidratos x exercício físico

Macronutriente muito importante para atletas e praticantes de exercício físico, e assunto que procuro estudar bastante, tendo sido inclusive, em 2013, o tema da minha monografia de conclusão do curso de Pós-graduação em Nutrologia pela Santa Casa de São Paulo e Associação Brasileira de Nutrologia.

O metabolismo de carboidratos tem papel crucial no suprimento de energia para atividade física e para o exercício físico.

Nos exercícios de moderada e alta intensidade a maioria da demanda energética é suprida pela energia da degradação dos carboidratos.

Tornam-se disponíveis para o organismo através da dieta, são armazenados em forma de glicogênio, muscular e hepático e sua falta leva a fadiga.

A fadiga que ocorre em exercícios físicos prolongados e de alta intensidade está associada, em boa parte, com baixos estoques e depleção de glicogênio, hipoglicemia e desidratação. Como os estoques de carboidratos são limitados no organismo, a manipulação da dieta com alimentação rica em carboidratos é fundamental para a reposição muscular e hepática, bem como para a resposta imune.

Entretanto, vários fatores como o estado nutricional e de treinamento; o tipo, a quantidade, o horário e a freqüência de ingestão de carboidratos, afetam a restauração desse glicogênio usado como energia durante a prática de exercício físico.

Desta maneira, uma disponibilidade adequada de carboidratos é imprescindível para o treinamento e o sucesso do desempenho atlético. Como o gasto energético durante o exercício aumenta em 2 a 3 vezes, a distribuição de macronutrientes da dieta se modifica nos indivíduos ativos e nos atletas.

Os atletas devem consumir mais glicídios do que o recomendado para pessoas menos ativas, o que corresponde a 60 a 70% do valor calórico total. A ingestão recomendada de carboidratos depende do tipo e duração do exercício físico escolhido e das características específicas do indivíduo; como a hereditariedade, o gênero, a idade, o peso e a composição corporal, o condicionamento físico e a fase de treinamento.

A Fascite Plantar ocorre quando o tecido fibroso (fáscia plantar) ao longo do pé está inflamado, devido a um estresse ex...
19/07/2021

A Fascite Plantar ocorre quando o tecido fibroso (fáscia plantar) ao longo do pé está inflamado, devido a um estresse excessivo dessa região. A fáscia plantar é um tecido conjuntivo que se estende da base do osso calcâneo (calcanhar) por toda planta do pé. É uma banda fibrosa e firme que sustenta e mantém o arco plantar de pé. A inflamação é causada pelo estiramento excessivo da fáscia plantar.

Geralmente, quem sofre dessa patologia, sente fortes dores no pé logo pela manhã, ao dar os primeiros passos. A dor piora pela manhã ao iniciar a marcha e melhora depois. Também pode ocorrer inchaço no local. Frequentemente é causada pela lesão de um esforço repetitivo da fáscia plantar e um mau amortecimento de impacto, sobrecarregando a estrutura.

A dor pode ser intensificada com exercícios físicos intensos, peso ou idade. Geralmente a fascite plantar está associada à obesidade, ficar em pé por longos períodos, pés planos ou cavos, falta de atividade física, corrida excessiva, distúrbio de pisada durante a prática esportiva, diferença de comprimento das pernas, esporão de calcâneo, encurtamento do tendão de Aquiles e ainda o uso de calçados impróprios. Mulheres estão mais sujeitas a desenvolver a fascite, devido o uso de sapatos inadequados.

Indivíduos com fascite plantar frequentemente apresentam dificuldade para realizar a dorsiflexão do pé, o movimento de elevar o pé em direção à canela. Essa dificuldade geralmente se deve ao tensionamento do músculo da panturrilha ou do tendão de Aquiles, que é conectado à fáscia plantar. O diagnóstico pode ser feito através do exame físico e exames como ultrassom e ressonância magnética..

A fascite plantar é muito discutida pelos profissionais da área de saúde e esportistas e pode ser confundida com esporão de calcâneo, pois a fáscia se estende pela mesma região do calcanhar e, após longos períodos de sobrecarga, pode causar o esporão. Mas não são a mesma coisa. Aproximadamente 10% das pessoas desenvolvem fascite plantar em algum momento da vida. Muitas vezes o raio-x do pé ou tornozelo irá mostrar um esporão do calcâneo, que não necessariamente é doloroso.

TERMOGÊNICOSSão substâncias que supostamente causariam uma melhora na execução do treino ou um aumento de temperatura no...
19/07/2021

TERMOGÊNICOS

São substâncias que supostamente causariam uma melhora na execução do treino ou um aumento de temperatura no organismo humano ajudando na “queima de calorias”.

Só que na prática devemos ter cautela com o uso dos termogênicos pois eles aumentam o “arrasto metabólico” do treino que estamos fazendo. Se já estamos fazendo um exercício intenso, eles aumentam a fase de lesão e não a fase de ganho. Apesar de poderem aumentar a nossa capacidade de colocarmos intensidade no treino, não necessariamente aumentam a nossa resposta a esse treino.

A maioria dos termogênicos apresentam em suas fórmulas xantinas e/ou estimulantes. Algumas pessoas não toleram muito bem o uso dessas xantinas (cafeína por exemplo), tendo então um aumento da aceleração psíquica e de outros sintomas mas que não necessariamente causaram uma melhora da capacidade física. Muitas vezes a capacidade física pode melhorar mas somente instantaneamente, sendo então perdida durante o treino.

Pessoas que não fazem exercícios e usam termogênicos para emagrecer têm a tendência a piorar a sua situação metabólica já inadequada, por haver interferência na resistência a catecolaminas (dificuldade do organismo responder a adrenalina e noradrenalina), resistência essa que é um dos motivos do desenvolvimento da obesidade.

Por esse motivo vemos muitas vezes pessoas usando termogênicos, cheias de efeitos colaterais, perdendo qualidade de vida e sem conseguir resolver o problema da obesidade, que geralmente é na verdade causada por uma alimentação inadequada.

Existem indicações específicas para o uso dos termogênicos de acordo com a individualidade de cada um e não devem ser usados nunca para tentar melhorar ou substituir um treino ou uma dieta ruins e que não são adequados para aquela pessoa. Não recomenda-se também o uso de doses exageradas buscando-se benefícios pois quanto maior a dose usada maiores também serão os efeitos colaterais.

É preciso sempre procurar orientação profissional para determinar se o termogênico é útil ou não a cada pessoa, e não ficar consumindo essas substâncias sem orientação como se eles fossem pílulas mágicas na melhora da composição física.

Se você tem com frequência dores no joelho, então presta atenção neste texto. Você pode ter Síndrome Femoropatelar. “Qua...
19/07/2021

Se você tem com frequência dores no joelho, então presta atenção neste texto. Você pode ter Síndrome Femoropatelar.

“Quando fico muito tempo sentado com o joelho flexionado, sinto necessidade de esticá-lo.” “Preciso colocar uma almofada entre os joelhos para dormir bem.” “Parece que tem areia no joelho, toda vez que eu o movimento.” “Meu joelho dói quando eu desço escada, mas para subir não.” Alguma dessas frases é familiar pra você? Elas são típicas de pessoas com Síndrome Femoropatelar (SFP).

Ela acomete cerca de 25% dos corredores, com mais frequência entre as mulheres. Essa condição que envolve a articulação formada entre o fêmur e a patela, apesar de muito comum, é de difícil diagnóstico e tratamento, principalmente pela complexidade das estruturas que a compõe e pela grande variedade de causas. Aliás, o próprio nome “síndrome” – um conjunto de sinais e sintomas que define as manifestações clínicas – ajuda a definir a dificuldade do assunto.

Embora não tenha uma etiologia exata, as principais causas da SFP estão relacionadas aos fatores anatômicos e biomecânicos de cada indivíduo, com destaque para os seguintes fatores anatômicos: os que apresentam alterações no eixo da patela com desvios excessivos, tanto para a região lateral ou medial; quando estão posicionadas de forma muito alta ou baixa (também chamadas de patela alta ou baixa); os desvios angulares do joelho (geno varo ou valgo) e quando existe desvio rotacional, interno ou externo. Mesmo com essas características, não significa que o corredor apresentará dor, mas é o grupo mais sujeito a desenvolver a SFP.

Já os fatores biomecânicos são mais conhecidos: tipo de piso, tipo de pisada, pista inclinada, calçado inadequado, treinos excessivos com pouco tempo de repouso, mudança brusca de treino com grande aumento de volume, fraqueza muscular e perda de flexibilidade, principalmente do músculo quadríceps, entre outros.

Fatores isolados, tanto anatômicos como biomecânicos, não são tão prejudiciais. O problema ocorre quando existe a associação entre eles, que pode potencializar a origem da SFP. Como a flexão do joelho aumenta a pressão entre a patela e seus vários pontos de contato com o fêmur, se essa “engrenagem” não estiver no perfeito funcionamento, gera um desgaste excessivo do joelho, podendo estar aí a grande explicação da origem do desequilíbrio entre o fêmur e a patela, desencadeando o efeito.

Se o simples ato de ficar sentado por muito tempo se tornar doloroso e você sentir a necessidade de ter que levantar para esticar o joelho para aliviar esse sintoma, conhecido como o “sinal do cinema” (devido à pressão extra sobre o fêmur durante a flexão do joelho), pode ser que você já esteja com o inicio da SFP. Geralmente, é uma dor que começa de forma lenta, porém progressiva. Caso isso ocorra, o tratamento deve ser iniciado o quanto antes, que por felicidade, se realizado de maneira precoce, apresenta boa taxa de sucesso.

O tratamento deverá ser individual, com base no exame físico, na busca do reequilíbrio da articulação do joelho e usualmente consiste em gelo, especialmente após a atividade, uso de medicamento (sempre com a recomendação médica), fisioterapia para corrigir as possíveis causas biomecânicas e assim diminuir o possível desequilíbrio e, por fim, o ajuste do treinamento com exercícios específicos para fortalecimento e alongamento, além da organização da planilha de treino.

Em situações mais avançadas, é possível a utilização de outros métodos, como mudança do tênis, utilização de palmilhas e até bandagens no joelho. Cirurgias são mais raras e somente em casos extremos, com lesões bem definidas e estabelecidas. Vale reforçar que, como a SFP tem um caráter progressivo, se a causa não for removida ou ajustada de maneira precoce, o tratamento poderá não ter o sucesso desejado. Quanto mais cedo for iniciado, melhores serão os resultados.

Para isso, o esportista deve estar atendo aos sintomas da SFP. Dor no joelho persistente durante ou após o treino ou durante o sono, “sinal do cinema””, desconforto para subir ou descer (principalmente descer) escadas ou em qualquer outra situação diferente do cotidiano merecem atenção e orientação médica. Notem que a dor pode ser uma grande aliada para evitar o problema futuro. A prevenção é a melhor e a mais eficiente maneira de se tratar qualquer problema no joelho, especialmente a SFP. Com uma boa dose de paciência, o resultado sempre será satisfatório.

Muitos ainda levam em consideração o peso visto na balança durante um processo de emagrecimento, mas é preciso cautela n...
27/06/2021

Muitos ainda levam em consideração o peso visto na balança durante um processo de emagrecimento, mas é preciso cautela na interpretação desse dado.

Sabemos que o peso (e também o IMC) não pode ser avaliado isoladamente durante o emagrecimento, sobretudo para aquelas pessoas que praticam atividade física. O peso reflete a massa total do corpo, sem diferenciar gordura, massa muscular e água corporal. Por isso, é importante deixar claro que perder peso é diferente de emagrecer. Quando uma pessoa perde peso, ela pode perder gordura, massa muscular ou água, o resultado final é a diminuição dos valores na balança. Já o emagrecimento verdadeiro é o que realmente nos interessa, pois é quando há redução de gordura corporal, acompanhada da manutenção ou até ganho de massa muscular, por isso, muitas vezes, a pessoa pode até aumentar o peso na balança.

Se o peso não muda ou aumenta, mas ainda assim você percebe que está mais “magro”, com dieta, treino e suplementação adequadas, pode ser aumento de massa muscular. É necessária uma avaliação da composição corporal para analisar esse peso.

Essa avaliação pode ser feita através da antropometria, que é a determinação da quantidade aproximada de gordura e músculo da pessoa através das medidas das pregas cutâneas e circunferências do corpo. Outra forma existente para se diferenciar compartimentos corporais é a bioimpedância. Através dela é possível se estimar as quantidades de gordura, massa muscular, água, minerais, taxa metabólica basal e consumo calorico recomendado a cada indivíduo.

A diferença entre 1kg de gordura e 1kg de músculo, é o volume de cada um. A massa magra é mais compacta, ocupando menos espaço que a gordura.
Portanto, não é estranho ver duas pessoas com o mesmo peso, porém com composições corporais bem diferentes. E, sem dúvidas, um corpo com mais músculo e menos gordura será o mais saudável.

Evite pesar-se excessivamente, isso pode gerar uma ansiedade que muitas vezes não se justifica.
Alimentação, treino e suplementação, individualizados de acordo com a necessidade, auxiliam durante este processo. Para isso sempre procure auxílio de um profissional capacitado.

- O que é Medicina esportiva?Medicina do Esporte ou Medicina Esportiva é a especialidade que cuida do individuo como um ...
21/06/2021

- O que é Medicina esportiva?

Medicina do Esporte ou Medicina Esportiva é a especialidade que cuida do individuo como um todo, sendo o exercício físico e o esporte as ferramentas analisadas e utilizadas para a melhora da saúde, qualidade de vida e desempenho esportivo.

A atuação do médico do esporte é muito ampla e envolve o conhecimento de todas as áreas da medicina, desde avaliações cardiológicas, ortopedia, metabólicas até sistema imunológico e qualidade do sono. Ainda atua com enfoque na fisiologia do exercício, avaliação pré-participação esportiva e combate aos principais fatores de risco (hipertensão arterial, dislipidemia, sobrepeso/obesidade, sedentarismo, etc).

Uma forma prática de entender o papel da medicina esportiva é dividi-la didaticamente, em duas formas: Medicina do Exercício e Medicina do Esporte. No primeiro, o cuidado é direcionado para pessoas que já praticam ou desejam iniciar a prática de exercícios como quesito para qualidade de vida. Exemplos: fortalecimento muscular como tratamento coadjuvante de dores e inflamações ortopédicas; na prevenção de perda de massa magra em idosos, diminuindo o risco de quedas; controle de doenças como a obesidade, hipertensão arterial, diabetes e dislipidemia. Já a Medicina do Esporte está relacionada à atletas e paratletas, amadores e profissionais, que desejam melhorar a performance esportiva e ter um especialista cuidando de sua saúde.

O médico do esporte atua ainda como gestor de saúde do indivíduo, especialmente em atletas. O cuidado com o paciente e a comunicação com todos os profissionais envolvidos é fundamental para sua saúde e desempenho esportivo. Além disso, há o papel do “team physician” ou médico de campo, profissional que pode observar diretamente os mecanismos de lesões, acompanhar as condições músculo esqueléticas e metabólicas na temporada do atleta.

- Qual a importância da avaliação com um Médico do esporte?

Todo indivíduo que queira se submeter à atividade física e, principalmente, a esportes em nível competitivo, deve realizar uma avaliação com um médico do esporte, passando por um rigoroso exame clínico e exames complementares para obter amplo diagnóstico de seu estado de saúde.

Passando por esta avaliação geral inicial podem ser feitos alguns te**es. Os te**es da fisiologia do esporte são importantes ferramentas para tomada de decisões e determinantes para definir alterações no programa de treinamento durante uma temporada. Estes possibilitam medir o desempenho de uma característica física específica ou formar um perfil fisiológico para um grupo ou um indivíduo.

Te**es e avaliações periódicas permitem a atualização da evolução física do atleta e devem ser realizados em uma periodização pré-estabelecida.
Os te**es devem ser selecionados considerando o sistema energético da modalidade, movimento específico, estágio de treinamento, idade e s**o. Ex.: Em um maratonista, predomina a resistência aeróbia; em um velocista ou saltador, a potência muscular; já no futebol, os três metabolismos energéticos estão envolvidos na prática. As especificidades acima descritas devem ser avaliadas na primeira consulta com o médico do esporte.

No Brasil, menos de 10% da população realiza atividades físicas de forma adequada. Uma avaliação médica esportiva apropriada e exames complementares são importantes para que o técnico saiba adaptar a rotina de exercícios às limitações do corpo do atleta. Dependendo do resultado clínico, o individuo pode até mesmo ser considerado inapto de realizar a atividade pretendida. Por exemplo, se for diagnosticado algum problema cardíaco ou hipertensão, este individuo deverá fazer um tratamento específico para o seu problema para depois ser liberado.

Caso você pretenda iniciar uma atividade física, dê o primeiro passo correto, procurando um médico do esporte. Assim será proporcionada a você a melhor forma de avaliar seus limites, identificar possíveis riscos de doenças silenciosas e suprir seu técnico de parâmetros para construir a melhor de forma de treinamento e alcançar melhores resultados.

- Quem deve procurar e quando procurar o Médico do esporte?

A Medicina Esportiva é para TODOS! Ela abrange todas as faixas etárias (crianças, adolescentes, adultos e idosos) e níveis de atividade física (sedentários, iniciantes, praticantes e atletas).

Essa especialidade trabalha em busca da melhora da qualidade de vida do indivíduo, seja pela promoção de saúde ou performance esportiva.

O médico do esporte deve ser procurado e poderá auxiliar em várias situações como:

• Sedentários que desejem iniciar uma atividade física, exercício físico ou esporte;
• Orientações diversas a praticantes de exercício físico, esporte amador e profissional;
• Pessoas que desejam controlar ou diminuir o seu peso e ter uma melhora na sua composição corporal (massa magra x gordura);
• Procura por aumento da disposição e qualidade do sono;
• Orientação no uso de suplementos esportivos que possam causar impacto na saúde e performance;
• Idosos que necessitem de abordagem na perda de massa magra e prevenção de quedas;
• Indivíduos que queiram melhora do desempenho esportivo.
• Praticantes de atividade física que necessitem Atestado Médico para a prática esportiva (aptidão à prática esportiva ou para competições);
• Realização de check-up da saúde (avaliação da condição de saúde atual do indivíduo);
• Uso do exercício físico como tratamento coadjuvante de doenças (exemplos: dores nas articulações, obesidade, ansiedade, depressão, diabetes, hipertensão arterial, dislipidemia, etc.);
• Pessoas que desejam ter a prática esportiva como estilo de vida;
• Orientação sobre o equilíbrio entre a alimentação e a prática do exercício físico/esporte;
• Melhora do desempenho esportivo.
• Prevenção e tratamento de lesões ortopédicas agudas e de repetição;
• Auxílio no controle da carga de treinamento e o impacto na saúde;
• Melhora da qualidade de vida.

Início do inverno amanhã… 21/06.O frio chega e a vontade de fazer exercícios some. A disposição dificilmente vence a bri...
20/06/2021

Início do inverno amanhã… 21/06.

O frio chega e a vontade de fazer exercícios some. A disposição dificilmente vence a briga com o termômetro quando as temperaturas caem. O resultado é uma correria danada nos próximos meses para compensar o tempo perdido. E o que você nem desconfiava: você está desperdiçando o melhor período do ano para ganhar saúde e dar um gás no emagrecimento.

Porque treinar no frio?

No frio comemos mais porque temperaturas baixas fazem com que nosso corpo gaste mais calorias do que as utilizadas em dias quentes. Para manter a temperatura do corpo, nosso organismo consome mais energia, ou seja, para quem busca emagrecer ou ganhar melhor definição muscular, esse é o momento ideal.

Apesar de o frio nos ajudar a queimar calorias, não devemos deixar de nos proteger dele. Seguem algumas dicas para que você renda e deixe seu treino no frio mais produtivo.

– Roupas: hoje em dia temos várias opções de roupas para treinar em dias frios, cheias de tecnologia e capazes de deixar com que seu corpo transpire e o mantenha aquecido. Para treinos externos utilize luvas, meias e toucas. Se você transpira muito depois do treino troque de camiseta tão logo termine a atividade, isso evitará gripes, resfriados e até hipotermia.

– Qualidade do ar: nessa época do ano é comum que o ar seja mais seco. Quem pratica atividades externas sofre muito com isso. Hidratar-se é essencial e evitará dores de garganta e desidratação.

Uma dica importante: passe protetor labial – praticar esportes ao ar livre ressecará e poderá causar feridas no seu lábio.

– Aquecimento: muita atenção a esse ponto! É importantíssimo fazer um bom aquecimento corporal porque, devido ao frio, a resposta neural é mais lenta, os músculos e as articulações ficam mais enrijecidos. Para evitar lesões um bom aquecimento, de no mínimo 10 minutos, é fundamental.

– Alongamentos: alongar também é importante, porém só vamos realizá-lo depois do treino! Alongar antes do treino não é recomendado e é um hábito que deve ser alterado porque provoca afastamento das fibras e consequente demora na resposta muscular.

O quadro de inflamação dos tendões, que aparece com frequência em praticantes de atividades físicas, certamente represen...
19/06/2021

O quadro de inflamação dos tendões, que aparece com frequência em praticantes de atividades físicas, certamente representa um problema que ninguém gosta de ter e que quando ocorre precisa ser tratado.

A tendinite associada à pratica de atividades físicas é sempre um sinal que indica uma certa imprudência cometida. É o quadro típico do que podemos chamar de lesão por esforços repetitivos.

Quando um movimento é repetido exageradamente, ultrapassando um limite de tolerância das estruturas do aparelho locomotor, geralmente os tendões sofrem e acabam se inflamando, gerando o quadro doloroso das tendinites. Isto pode acontecer em inúmeras situações, muitas delas inclusive associadas a atividades laborais não relacionadas com a prática de nenhuma atividade esportiva.

No esporte pode-se dizer que as tendinites mais comuns aparecem nos joelhos dos corredores, no cotovelo dos tenistas, no ombro dos jogadores de voleibol e na sínfise púbica dos jogadores de futebol.

As tendinites devem ser entendidas como um mecanismo de proteção. Se o tendão não doesse, o exagero iria continuar.

Muitas vezes a dor da tendinite não é valorizada e ocorrem lesões mais sérias do aparelho locomotor como ruptura de tendões, fraturas por estresse, lesões de cartilagem das articulações, e outras.

Portanto, quando aparece aquela dorzinha que se repete durante ou logo após uma atividade física, que requer uma aplicação de gelo ou até mesmo um anti-inflamatório, absolutamente não se deve relevar.

A primeira constatação é que existe alguma coisa errada ou um exagero sendo cometido. A conduta correta é primeiro tratar a dor, mas logo em seguida procurar um profissional para fazer o diagnóstico da causa, que na maioria das vezes é o exagero na intensidade ou na duração de uma atividade.

Esta tendinite está na verdade protegendo o aparecimento de um problema mais grave. É um sinal que além de ser tratado, deve ser respeitado e valorizado.

A suplementação esportiva se baseia em uma ingestão nutritiva adicional paralela à alimentação normal, de modo que se de...
07/06/2021

A suplementação esportiva se baseia em uma ingestão nutritiva adicional paralela à alimentação normal, de modo que se define o que se ingere com um objetivo pré-determinado, buscando resultados no corpo como a melhora da composição corporal (hipertrofia muscular ou emagrecimento), aumento da força muscular ou da capacidade aeróbica, ou até mesmo procurando auxiliar em uma melhora da saúde do indivíduo como um todo.

Os suplementos esportivos, em razão de uma fiscalização cada vez mais rigorosa por parte dos órgãos responsáveis, estão sendo produzidos cada vez com mais cuidado, utilizando-se componentes de alta qualidade e com as dosagens corretas. Porém, a quantidade e a frequência de uso são muito diferentes para aqueles que fazem atividade esportiva de forma irregular ou amadora, daqueles que são atletas profissionais e praticam atividades com alta intensidade e frequência. E é neste sentido que devemos nos preocupar, pois a ingestão incorreta de um determinado suplemento pode incorrer em uma situação bem diversa da desejada.

Os suplementos esportivos, cada vez mais específicos, atendem às mais diversas finalidades e são grandes aliados não apenas de esportistas e atletas, mas de todos aqueles que buscam qualidade de vida e manutenção da saúde, podendo-se lançar mão dos suplementos também como forma de prevenir e, em alguns casos até tratar certas patologias.

Por essa razão entre outras, desde que, de forma orientada e acompanhada, indica-se o uso de suplementos para as mais variadas necessidades e objetivos, desde um atleta que precisa de rápida recuperação muscular e não consegue isso apenas com a alimentação, até um idoso com problemas de hipertensão, carência nutricional ou algum quadro inflamatório.

O que devemos cuidar é sempre avaliar as reais necessidades nutricionais do indivíduo, nunca se deixando incorrer no risco de sobrecarregar o organismo, lembrando sempre que a quantidade deve estar de acordo com a demanda da pessoa.

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