Hannah Armbrust, PhD

Hannah Armbrust, PhD Hannah Armbrust, PhD – Depth psychotherapist, writer, and decolonial thinker. Author of Decolonizing C. G. Jung. Faculty Fellow at The Jung Center.

Reclaiming psyche, myth, and memory as pathways to healing. Based in Bloomington, IN.

It’s a deeply special moment for me to hold the author copies of my book in my hands — the tangible result of a lifetime...
22/10/2025

It’s a deeply special moment for me to hold the author copies of my book in my hands — the tangible result of a lifetime of thought, study, and imagination. I’ve been speaking about postcolonial and decolonial academia since my college years (I’ll spare you the exact date so you don’t guess my age).

This book, however, represents the flowering of my most recent research and a renewed burst of creativity. Within its pages, you’ll find more than theory — you’ll encounter bold psychological insights, my original concept of Archetypal Intersubjectivity, and the interpretive method of diatopic hermeneutics.

It is written for scholars, students, and all who are passionate about the question of what it means to be human. I feel profoundly proud of this work, and what matters most to me is knowing that it will live on — contributing to the next generations of decolonial thinkers.

💤 A Análise dos Sonhos Segundo C. G. JungPara Jung, os sonhos são mensagens do inconsciente — uma ponte entre a mente co...
21/10/2025

💤 A Análise dos Sonhos Segundo C. G. Jung

Para Jung, os sonhos são mensagens do inconsciente — uma ponte entre a mente consciente e os aspectos mais profundos e ocultos da psique.
Diferente de Freud, que via os sonhos principalmente como realização de desejos, Jung os entendia como símbolos que nos guiam em direção à totalidade — o que ele chamava de individuação.

Os sonhos revelam o que ignoramos na vida desperta: medos, desejos, padrões ancestrais e sabedorias culturais que esperam ser integradas.

📖 Descubra como o mito amazônico ressignifica o trabalho com os sonhos na obra Decolonizing C. G. Jung: An Amazonian Myth as a Decolonial Option to Jungian Studies, de Hannah Armbrust, PhD.

Individuação & Libertação ColetivaA verdadeira individuação não é isolamento — é despertar.Ao curarmos a nós mesmos, des...
16/10/2025

Individuação & Libertação Coletiva

A verdadeira individuação não é isolamento — é despertar.
Ao curarmos a nós mesmos, desafiamos os sistemas que nos separam.
Nossa jornada pessoal rumo à inteireza torna-se um caminho de liberdade coletiva.

Decolonizing C. G. Jung nos convida a enxergar a individuação não como separação do coletivo, mas como reconexão — com nossas raízes, nossos ancestrais e com a Terra.

Decolonizing C. G. Jung: An Amazonian Myth as a Decolonial Option to Jungian Studies De Hannah Armbrust, PhD

Disponível: 👇👇👇

https://www.routledge.com/Decolonizing-C-G-Jung-An-Amazonian-Myth-as-a-Decolonial-Option-to-Jungian-Studies/Armbrust/p/book/9781032648088

Depth Work is out now!Most therapy programs teach techniques — but not symbolic listening. Depth Work was born from a si...
16/10/2025

Depth Work is out now!

Most therapy programs teach techniques — but not symbolic listening. Depth Work was born from a simple question: How do we teach Jungian ideas without turning them into mythology or mysticism?

If you’re a student, therapist, a therapist-in-training who craves psychological depth — without dogma — this book is for you.

Shadow. Symbols. Dreams. Cultural consciousness. Real tools.

Depth Work — now available for practitioners and students who want more than surface-level treatment models.








Inside This Manual:

15/10/2025

I had the joy of working with an incredible group of practitioners in my Jungian-Oriented Psychotherapy Training this evening — deeply engaged, curious, and ready to put theory into practice. A truly hands-on session!

🌎 Curar o Planeta é Curar a PsiqueNosso mundo interno e externo se refletem mutuamente.Quando exploramos a Terra, espelh...
14/10/2025

🌎 Curar o Planeta é Curar a Psique

Nosso mundo interno e externo se refletem mutuamente.
Quando exploramos a Terra, espelhamos nossas próprias feridas — desconexão, fragmentação e perda da alma.
A cura começa quando lembramos que cuidar do planeta também é cuidar de nós mesmos. 🌱

Inspirado em Decolonizing C. G. Jung: An Amazonian Myth as a Decolonial Option to Jungian Studies,
da Dra. Hannah Armbrust,
uma poderosa reflexão sobre como reconectar-se com a natureza e com a sabedoria indígena pode restaurar o equilíbrio da psique e da Terra. 💚

Check:

https://www.routledge.com/Decolonizing-C-G-Jung-An-Amazonian-Myth-as-a-Decolonial-Option-to-Jungian-Studies/Armbrust/p/book/9781032648088

A Grande Mãe Através das CulturasO arquétipo da Grande Mãe vive em todas as culturas — uma imagem universal de criação, ...
09/10/2025

A Grande Mãe Através das Culturas

O arquétipo da Grande Mãe vive em todas as culturas — uma imagem universal de criação, nutrição, destruição e renovação.
Ela representa a fonte da vida, o ritmo da natureza e o poder da transformação dentro da psique humana.

No Egito Antigo, ela é Ísis, que restaura a vida e protege seus entes queridos com uma compaixão feroz.
Na mitologia grega, ela se torna Deméter, cuja dor e alegria marcam as mudanças das estações — um lembrete de que perda e renovação coexistem.
No hinduísmo, ela é Devi, ou Shakti — a energia feminina divina que cria, sustenta e dissolve todas as coisas.
Entre os povos indígenas dos Andes, ela é Pachamama, a Mãe Terra, que ensina o equilíbrio e a reciprocidade com a natureza.
E no cristianismo, ela aparece como Maria, a mãe amorosa que conecta o humano e o divino através da graça e do cuidado.

Embora seus rostos sejam diferentes, sua essência é uma só: o ciclo da vida, morte e renascimento — o mesmo ciclo que se manifesta dentro de nós à medida que crescemos, curamos e criamos.

🌿 Honrar a Grande Mãe significa reconectar-se com nossa natureza intuitiva, acolhedora e criativa — a parte de nós que sabe restaurar, proteger e trazer nova vida a partir da escuridão.

08/10/2025

A maior parte do que te estressa não é a situação em si — é o seu cérebro ensaiando todos os possíveis ‘e se isso acontecer’. 🧠

Você não pode controlar seus pensamentos, mas pode observá-los.

Arquétipos Bíblicos e a Descolonização da PsiqueAs narrativas bíblicas não são apenas textos teológicos — são expressões...
07/10/2025

Arquétipos Bíblicos e a Descolonização da Psique

As narrativas bíblicas não são apenas textos teológicos — são expressões profundas da psique humana. Sob uma perspectiva junguiana, figuras como Adão e Eva, Moisés e Maria emergem como arquétipos: padrões psicológicos atemporais que continuam a influenciar nossa compreensão de si, da moralidade e da transformação.

No entanto, esses arquétipos têm sido tradicionalmente interpretados por meio de um olhar ocidental e colonial, o que limita sua riqueza simbólica. Quando revisitados a partir de uma perspectiva descolonial, revelam caminhos alternativos para compreender o inconsciente — caminhos que valorizam formas plurais de conhecimento, incluindo cosmologias e tradições espirituais indígenas.

Descolonizar a psicologia arquetípica é questionar quem define o “universal” e reconhecer que mito e psique são moldados pela cultura, pela geografia e pelo poder.

📖 Em Decolonizing C. G. Jung: An Amazonian Myth as a Decolonial Option to Jungian Studies, Hannah Armbrust, PhD, convida o leitor a explorar como o mito indígena amazônico pode dialogar com o pensamento junguiano — ampliando nossa compreensão coletiva da psique para além dos limites eurocêntricos.

https://www.routledge.com/.../Armbrust/p/book/9781032648088?fbclid=IwY2xjawNR-kNleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFTRUlqNHhHQUd5c0JFamtiAR7da4xX19RQ14GHiAz-iiyrNQS-5vQtpiWRsAnG5vBWQ8FKjXiC27hyjXutgw_aem_YOv6QEVB7kuvm1Er4RtW9A

Simbolismo Asiático & PsicologiaO simbolismo asiático — como o lótus, o yin-yang ou o dragão — reflete ideias de equilíb...
02/10/2025

Simbolismo Asiático & Psicologia

O simbolismo asiático — como o lótus, o yin-yang ou o dragão — reflete ideias de equilíbrio, transformação e interconexão. Esses símbolos moldam não apenas a cultura, mas também a forma como as pessoas compreendem a si mesmas e o mundo.

Na psicologia, abraçar simbolismos asiáticos (e de outras tradições não ocidentais) nos permite ir além de uma lente eurocêntrica e construir uma compreensão mais rica e inclusiva da psique humana.

📖 No meu livro Descolonizando C. G. Jung: Um mito amazônico como opção decolonial aos estudos junguianos, exploro como simbolismos culturais diversos abrem novos caminhos para a cura e o autoconhecimento.

🌱 A psicologia cresce quando escutamos muitas vozes, mitos e símbolos.

Psicologia Africana: Uma Perspectiva DecolonialA Psicologia Africana estuda a mente e o comportamento a partir de uma co...
30/09/2025

Psicologia Africana: Uma Perspectiva Decolonial

A Psicologia Africana estuda a mente e o comportamento a partir de uma cosmovisão africana. Diferente da psicologia ocidental, que muitas vezes foca no indivíduo, a Psicologia Africana enfatiza a comunidade, a espiritualidade e a interconexão com a natureza.

✨ Princípios centrais incluem:

Ubuntu: “Eu sou porque nós somos” – a ideia de que identidade e cura vêm através da comunidade.

Cura holística: mente, corpo, espírito e ambiente são inseparáveis.

Sabedoria ancestral e rituais: tradições orais, símbolos e narrativas como formas de compreensão e cura.

Por que isso importa?
👉 A Psicologia Africana desafia modelos eurocêntricos ao decolonizar a psicologia, reconhecendo saberes culturais diversos e ampliando nossa visão sobre saúde mental e o psiquismo humano.

📖 Para um mergulho mais profundo sobre como cosmovisões indígenas podem transformar a psicologia, leia:
Decolonizing C. G. Jung: An Amazonian Myth as a Decolonial Option to Jungian Studies de Hannah Armbrust, PhD.

https://www.routledge.com/.../Armbrust/p/book/9781032648088?fbclid=IwY2xjawNIu9tleHRuA2FlbQIxMQABHshC-EQtncJUrqEryyO9uRiSOJnYKfjejowe8cwbXNGfaT8X_cGSGLm0ipSY_aem_7XdUwIWVyGFH5DmOltIrfQ

✨ A cura, nessa visão, não é apenas pessoal, mas também coletiva, cultural e espiritual.

Endereço

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