22/04/2019
Trata-se de uma abordagem terapêutica, criada pelo alemão, Bert Hellinger, que revela as dinâmicas ocultas e inconscientes por trás dos vínculos familiares.
Nossa maneira de atuar e nossos movimentos em vida, assim como a maneira de nos relacionarmos, são muitas vezes direcionados pela forma que nos vinculamos aos nossos ancestrais. Estamos ligados através de uma rede, na qual o amor é o grande responsável por esse elo inquebrantável. Todavia, esse mesmo amor, não é sempre o mais saudável ou favorável possível, nos sentido de muitas vezes termos prejuízos em vida.
Sabotagem, boicote, doenças são algumas formas de demonstrarmos que estamos ligados por amor. Acreditamos que pertencemos quando nos vinculamos no voto de doença e pobreza, por exemplo. Quando nos afastamos de algo que nos remete a essa identif**ação familiar, somos tomados por uma culpa. Essa por sua vez é um regulador moral que é capaz de nos manter amarrado a este amor e ao grupo.
Inconscientemente, nos pegamos indo para um movimento de "menos vida" onde o chamado amor cego é a mola propulsora. Esse é o tipo de amor das exigências, requisições, o qual cria expectativas e idealiza como seria a forma perfeita de troca nas relações.
A constelação familiar, propõem assim, remover o véu que prejudica nossa visão e permite ver o que há por trás da forma como nos relacionamos com outros e conosco. Nos permite ter uma visão do todo (sistêmica) e experimentar sensorial e conscientemente o que nos aprisiona, nos levando a um próximo passo, rumo a soluções e movimentos mais construtivos. É possível, através das imagens criadas tomar decisões e escolhas mais saudáveis, sem a necessidade de perder o vínculos. Desta feita, é possível amar e manter-se vinculado, mas sem que haja a necessidade de ligação por algo que seja destrutivo.
Para se inscrever e participar entre em contato conosco!
Valores:
Participar: 60,00
Constelar: 270,00