Dra Ana Carolina Veiga Neiva

Dra Ana Carolina Veiga Neiva Consultas personalizadas para avaliação, diagnóstico e tratamento de alergias e problemas imunológicos em crianças e também adultos.

30/04/2026

Você já deixou de sair, viajar ou até visitar alguém… por medo da alergia do seu filho atacar?

E, com o tempo, a vida vai ficando limitada.
Evita parque, evita poeira, evita comida diferente…
evita viver tranquilo.

Mas o ponto é: alergia não foi feita pra ser só “controlada pra sempre”.

Existe tratamento.

A imunoterapia trabalha na causa da alergia, não só nos sintomas.
É como ensinar o organismo da criança a reagir melhor ao que hoje faz mal.

Resultado?
Menos crises, menos remédio, mais liberdade no dia a dia.

Seu filho não precisa crescer preso à própria alergia.

E você também não precisa viver com esse medo constante.

saudeinfantil

29/04/2026

Fique atenta, mamãe! ☺️

28/04/2026

Por isso a alergia do seu filho não melhora

Você até trata… mas só quando piora

Aí melhora por alguns dias
e tudo começa de novo

Na maioria das vezes, o problema não é falta de remédio
é o que continua causando a alergia dentro da rotina

Poeira, ácaro, m**o, roupa de cama, até o ambiente da casa

Enquanto isso não muda, a crise sempre volta

E usar medicação só na piora vira um ciclo sem fim

Quando a gente descobre o que está por trás e controla da forma certa, a criança realmente melhora

Se seu filho vive indo e voltando com os mesmos sintomas, tem algo aí que ainda não foi ajustado

saudeinfantil maedeprimeiraviagem

24/04/2026

“Ah, é só um macarrãozinho…”
Mas o problema é o que vem junto com ele.

O macarrão instantâneo é rico em sódio, conservantes e aditivos que irritam a mucosa do estômago — principalmente em crianças, que ainda estão com o sistema digestivo em desenvolvimento.

Isso pode causar desconforto, dor abdominal, azia e até piorar quadros como gastrite e refluxo.

Não é sobre nunca comer.
Mas também não pode ser rotina.

O intestino e o estômago do seu filho estão sendo “educados” todos os dias… e isso começa pelo que ele come.

Se você quer entender melhor como a alimentação impacta diretamente na saúde do seu filho, me acompanha por aqui.

23/04/2026

Sempre tem um momento que a gente pisca… e o bebê já aprontou.

Com 1 ano, a criança entra numa fase de descoberta intensa. Tudo vira curiosidade, tudo vai pra boca, tudo parece uma “aventura”. E é justamente aí que mora o perigo.

Quedas, engasgos, pequenos acidentes dentro de casa… não é exagero, é a realidade dessa fase.

Isso não significa viver com medo, mas sim com atenção.

Alguns cuidados simples fazem toda a diferença no dia a dia:
• evitar objetos pequenos ao alcance
• atenção com alimentos que podem engasgar
• proteção em móveis e tomadas
• supervisão constante (mesmo que por poucos segundos)

Porque nessa idade, segundos contam.

E quanto mais a gente entende o comportamento da criança, mais consegue prevenir situações que poderiam virar um susto grande.

Se você tem um bebê nessa fase, me conta aqui: qual foi o maior susto que você já passou? 👇

21/04/2026

Goiás acendeu um alerta importante para pais e mães de bebês e crianças pequenas.

O estado decretou emergência em saúde pública por causa do avanço da Síndrome Respiratória Aguda Grave, e o dado que mais preocupa é esse: dos 2.671 casos registrados, 42% são em crianças de até 2 anos.

O problema é que, muitas vezes, tudo começa com sintomas que parecem simples no início: coriza, tosse, chiado ou um cansaço maior que o normal.

Em bebê pequeno, esperar demais pode ser um erro.

Se a criança estiver respirando com esforço, mamando menos, mais molinha ou com piora do estado geral, isso precisa de atenção.

Informação e observação fazem diferença, principalmente nessa fase em que o quadro pode evoluir mais rápido. A vacinação contra influenza segue com prioridade para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, e a vacina contra covid-19 é indicada a partir dos 6 meses.

17/04/2026

Seu filho ama p**ar no p**a-p**a… mas você já parou pra pensar no risco?

Não é o brinquedo em si que é o problema.
O perigo está em como ele é usado.

No consultório, é comum ver lesões que poderiam ser evitadas com cuidados simples. E muitas delas acontecem exatamente nesses momentos de diversão.

Alguns pontos que fazem toda diferença:
• mais de uma criança p**ando ao mesmo tempo aumenta MUITO o risco de colisão
• falta de rede de proteção ou molas expostas
• criança p**ando nas bordas
• ausência de um adulto olhando de perto

E tem um detalhe que quase ninguém percebe:
quando uma criança maior p**a, ela “impulsiona” a menor sem controle… é aí que acontecem as fraturas.

Aqui no meu perfil eu sempre trago esse tipo de orientação pra te ajudar no dia a dia com seu filho.

16/04/2026

Você faz de tudo… e seu filho sempre tá com alguma coisinha? 🤧

Um dia é o nariz escorrendo, no outro é a tosse, depois aparece uma alergia… e nunca parece que ele tá 100% bem.

Isso cansa. E preocupa.

Nem sempre é “normal da idade”. Às vezes, pode ser algo que ainda não foi investigado direito, principalmente quando esses episódios ficam se repetindo.

Não é sobre culpa. Mas também não é algo pra ignorar.

Quando começa a virar rotina, vale olhar com mais atenção.

asmainfantil

15/04/2026

Esse movimento da cabecinha indo pra frente e pra trás a cada respiração não é “jeitinho do bebê”.

É esforço pra respirar.

Na pediatria, a gente chama isso de “bobbing da cabeça”.
E ele aparece quando o corpo começa a usar até os músculos do pescoço pra puxar o ar.

Ou seja: respirar já não tá fácil.

Isso pode acontecer em quadros como bronquiolite, infecções respiratórias e outras situações que precisam de atenção rápida.

Bebê não sabe pedir ajuda.
Mas o corpo mostra.

Se você percebe esse sinal, principalmente junto com respiração rápida, afundamento das costelas ou cansaço, não espere.

Procure atendimento.

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14/04/2026

“Já levei em vários médicos… e ninguém descobre o que meu filho tem.”

Se você já falou isso, eu sei o quanto isso angustia.

Na maioria das vezes, não é que “ninguém sabe”.
É porque a causa ainda não foi investigada do jeito certo.

Tosse que não passa, nariz escorrendo direto, pele que vive irritada, infecções repetidas…
isso não é normal de acontecer o tempo todo.

Muitas dessas crianças têm alergias ou alguma alteração da imunidade que acabam passando despercebidas.

E aí o tempo vai passando… e a resposta não vem.

Se seu filho vive assim, talvez esteja na hora de olhar com mais atenção pra esses sinais.

13/04/2026

POV: você descobre que a bronquiolite começa com um “resfriadinho” que alguém trouxe pra perto do seu bebê 👀

🚪 Porta fechada
🚪 Visita adiada
🚪 Beijo só de longe
🚪 Mãozinha higienizada
🚪 Ambiente ventilado

Brincadeiras à parte… não dá pra isolar seu filho do mundo, mas dá pra evitar exposição desnecessária, principalmente nos primeiros meses de vida.

Porque quando o vírus entra… quem sofre é o bebê 😔

10/04/2026

⚠️ Uso frequente e por muito tempo pode causar:
• Alterações na arcada dentária
• Dificuldades na fala
• Maior risco de infecções de ouvido
• Dependência para dormir ou se acalmar

Ou seja: o problema não é a chupeta em si, é como e até quando ela é usada.

Aqui no meu consultório, eu sempre oriento:
👉 usar com consciência, evitar após os 2 anos e nunca substituir o contato, colo e atenção dos pais.

Cada criança é única e o acompanhamento faz toda a diferença.

Se isso é uma dúvida aí na sua casa, me acompanha por aqui que eu te explico tudo de forma simples 💛

desenvolvimentoinfantil

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