Psicóloga Juliana Borges

Psicóloga Juliana Borges Psicóloga Clínica
Psicanálise
Especialista em Neuropsicologia

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31/08/2016

As frustrações também são parte fundamental na formação de nosso caráter e nos auxiliam a criar mecanismos para lidarmos com dificuldades e conseguir superá-las de forma saudável e inteligente. Agende sua sessão, preço especial para estudantes de Psicologia! 98116-2332. Consultório na Rede Goiana de Psicologia, rua C-185, Setor Nova Suíça.

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04/08/2016

Seja qual for o motivo, cuide de sua saúde mental e de você! Ligue e agende sua sessão! Preço especial para estudantes de Psicologia! 98116-2332.

Boa noite!
30/06/2016

Boa noite!

O que são neuroses?

Neuroses são transtornos da afetividade que levam as pessoas a experimentar sentimentos e reações motoras incomuns e/ou incontroláveis, com perfeita conservação do juízo de realidade. Assim, um neurótico fóbico pode sentir intenso medo ante uma situação ou um objeto que ele saiba não representar nenhum perigo. Isto quer dizer que os neuróticos percebem e julgam a realidade como todo mundo, mas reagem a ela de forma diferente. Essa característica os distinguem dos psicóticos, que exibem uma alteração do juízo de realidade. Em termos clínicos isso significa que os psicóticos em geral apresentam delírios e os neuróticos não.

O termo neurose foi cunhado pelo médico escocês William Cullen (1712-1790) para descrever uma série de afecções nervosas inespecíficas, que ele julgava serem orgânicas, mas se popularizou com as teorias de Sigmund Freud e C. G. Jung, para descrever quadros psicológicos. O reconhecimento dessas síndromes, no entanto, é muito mais antigo.

O que até a década de 80 do século passado se tratava como neurose acha-se hoje diluído em várias outras denominações. O DSM III (Diagnostic and Statistic Manual) da Associação Psiquiátrica Americana, de 1980, e o CID-10 (Classificação Internacional de Doenças) da Organização Mundial de Saúde (OMS), de 1993, aboliram, embora parcialmente, o termo “neuroses” e o substituíram por “transtornos”: transtorno fóbico-ansioso, transtorno obsessivo-compulsivo (que passou a ser conhecido como TOC), transtorno dissociativo (de conversão), transtorno somatoforme, distimia e determinados tipos de depressão, e neurastenia. O DSM IV aboliu o termo "neurose" completamente. Com isso, o que aconteceu não foi apenas uma mudança terminológica, mas a passagem de um enfoque realmente nosológico para outro meramente descritivo. O termo neurose, no entanto, ainda está firmemente arraigado na consciência das pessoas e só com o tempo poderá ser desprezado no uso comum.

Em todas as neuroses devem-se distinguir os sintomas, que são formações psíquicas esdrúxulas, irrazoáveis e incontroláveis, do caráter neurótico, que é o feitio assumido pela personalidade e ao qual costuma-se nomear de maneira concordante com os sintomas: caráter fóbico, histérico, obsessivo etc.

Quais são as causas das neuroses?

Não há um fator único que possa ser apontado como causa das neuroses. O que se tem por estabelecido é que elas são distúrbios do desenvolvimento da personalidade que se iniciam ainda na infância muito precoce, embora só possam ser detectados mais tarde. Possivelmente haja também a participação de fatores hereditários, embora seja difícil determiná-los. Parecem ser de grande importância os modelos de identificação a que a criança tenha sido exposta durante a vida e os conflitos psicológicos, conscientes e inconscientes, que tenha enfrentado.

Quais os sintomas das neuroses?

Os sintomas das neuroses são extremamente variados e vão desde alterações ligeiras do estado de ânimo até sintomas orgânicos severos, como paralisias e contraturas, passando por fobias e obsessões.

Quais os tipos de neuroses que existem?

Classicamente, fala-se de quatro tipos de neuroses:

Neurose de angústia, em que o sintoma predominante é a angústia.
Neurose fóbica, na qual preponderam as fobias. Atualmente grande parte do que era a neurose fóbica acha-se incluída nos transtornos fóbico-ansiosos.
Neurose histérica, caracterizada pela conversão de conflitos psicológicos em sintomas orgânicos e dissociações da consciência, atualmente chamada de transtornos dissociativos (de conversão).
Neurose obsessiva, em que dominam as compulsões e obsessões, atualmente compreendida, em grande parte, como transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Qual o tratamento das neuroses?

A psicoterapia é o tratamento mais eficaz para casos de neurose, pois auxilia o paciente a enfrentar seus fantasmas interiores, despertados por esse distúrbio. Há muito tempo atrás havia a crença de que a neurose não tinha cura e se transformava ao longo do tempo em uma enfermidade crônica. Mas hoje se sabe que ela pode ser tratada e o paciente tem muitas chances de se recuperar completamente. Para manter uma boa qualidade de vida, o paciente deve persistir na terapia, tomar os remédios adequados e auxiliar no próprio tratamento.

Permita-se descobrir a si mesmo! Agende sua sessão: 98116-2332
20/06/2016

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Como você está conduzindo sua vida e o tempo que você tem? Bom dia!Agende sua sessão: 98116-2332.
20/06/2016

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14/06/2016

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07/06/2016

1. O trabalho de um psicoterapeuta não é te dar conselhos.
Acredite, eles não estão ali para dizer se você deveria desistir de seu namoro ou trocar seu emprego. O verdadeiro trabalho da psicoterapia é fazer você se conhecer melhor e flexibilizar a maneira como você pensa, se comporta ou como está entendendo o ambiente em que vive.
Pode-se falar sobre estratégias para lidar com um transtorno mental, como a depressão, a ansiedade ou o transtorno bipolar, mas quando se trata de suas decisões pessoais de vida, os psicoterapeutas agem mais como instrumentos para uma tomada de decisão. Reflita: “Você quer vir para a análise para dar seu poder a outra pessoa, ou quer aprender a ter esse poder de escolha em suas mãos?”

2. Psicoterapeutas não prescrevem medicamentos.
Esse é o trabalho de um psiquiatra ou clínico geral — não de um psicólogo ou psicanalista. No entanto, o psicoterapeuta pode trabalhar junto de um psiquiatra, indicando seu paciente para tratamento ou recebendo-o através da sua indicação.

3. Seu psicoterapeuta não lhe cumprimentará publicamente, somente se você for ao encontro dele.
Não fique preocupado ao encontrar o seu psicoterapeuta em um restaurante ou na escola de seus filhos. Há um bom senso de que o psicoterapeuta deve permanecer anônimo, a não ser que o paciente lhe apresente, lhe cumprimente ou fale diretamente com ele. Mas, fique tranquilo, o terapeuta saberá manter a discrição

4. Eles também devem fazer terapia.
Eu, particularmente, não confio em um terapeuta que não faça terapia. Os psicoterapeutas devem ter os seus próprios analistas — claro que muitas vezes não há necessidade de recorrerem a ele o tempo todo, mas no tempo que for preciso, isso varia mas é recorrente. Bons programas de formação em psicanálise exigem que os candidatos façam terapia e supervisão.

5. Seu psicoterapeuta não fala sobre a sua vida com os amigos.
Existe uma ética e leis que fazem com que tudo o que se diga ao psicoterapeuta seja em tom de confidencialidade. Claro que algumas vezes um analista, se for dos bons, se reúne com outros colegas de profissão para discutir casos mais complicados, trocar informações ou aprimorar a resolução de um conflito. Entretanto essa troca de aconselhamento preserva totalmente a identidade do paciente.

6. Você não precisa ter algum transtorno mental para ir à terapia.
É frequente ouvir: “Não sou louco para precisar de terapia”. Acredite, há diversas razões pelas quais as pessoas vão para terapia, que nada têm a ver com distúrbios mentais. Claro que também existem casos em que a pessoa recorre a terapia pois está com algum distúrbio mental, mas isso não é motivo para sentir vergonha. Na realidade alguém que busca tratamento para se equilibrar de um conflito, é uma pessoa que tem discernimento para buscar uma melhor qualidade de vida, que busca obter ajuda e conversar com um especialista, assim como buscaria ajuda para qualquer outra questão médica, como um dentista se o problema for nos dentes”.
Frequentemente é nessa situação que a pessoa hesita em procurar ajuda de uma psicoterapia, ouve que não precisa pagar para obter esse tipo de tratamento, que somente loucos procuram terapia e assim, constrangidos, leva sua vida até ficar no limite.

7. Ele provavelmente não pesquisa sobre você no Google ou no Facebook
Invasão de privacidade é algo sério e terapeutas não devem fazer isso, mesmo que seja em mídias onde a publicação do paciente é pública. Acontece que a mídia social não transparece a realidade do conflito do paciente e o analista não quer se deixar influenciar pelo que está exposto e não foi dito em consultório. O fato de pesquisar a vida do paciente toma tempo e as respostas que ali aparecem são superficiais, influenciando de forma negativa o tratamento terapêutico.

8. A psicoterapia não oferece milagres
Não espere chegar ao consultório de seu analista e sair de lá com o conflito resolvido em um passe de mágica. Perceba, o analista é um instrumento que lhe auxiliará na resolução do conflito, mas esse é um trabalho seu e para isso torne-se participativo e resolutivo.

9. O psicoterapeuta não têm resposta pronta para tudo.
É uma pena, mas o psicoterapeuta não tem capacidade para saber sobre tudo e resolver conflitos com palavras mágicas. Existe um estudo especial pelo qual o psicoterapeuta teve de passar para conseguir compreender melhor as atitudes humanas, as emoções e uma qualificação para trabalhar com conflitos. Entretanto o psicoterapeuta está também em permanente evolução, apendendo sempre e superando as dúvidas na medida em que elas aparecem.

10. O psicoterapeuta se sente grato em auxiliar as pessoas
É muito comum o analista ouvir que deve ser muito pesado ouvir o problema das pessoas durante todo dia. Mas veja, os psicoterapeutas não veem a sua profissão como um fardo pesado. A oportunidade de ser um instrumento para melhoria de vida, para transformação, de alívio para pessoas que sofriam, é, na realidade, a grande motivação do analista. Mais do que ouvir problemas, o analista está ali para ressignificar experiências e isso, pode crer, faz a felicidade do analista, faz tudo mais valer a pena.

Bom dia! Agende sua sessão, ligue 98116-2332!
07/06/2016

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02/06/2016

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01/06/2016

Existem muitas pessoas que ainda acreditam que o psicólogo dá conselhos, que tem fórmulas mágicas e, principalmente, que vai dizer o que você deve fazer.

O papel do psicólogo é entender o que a pessoa traz sobre si e ajudá-la a encontrar a melhor forma de lidar com a sua vida. Trata-se de um processo que é construído em conjunto entre o psicólogo e o cliente.

Uma mesma situação pode ser apresentada por pessoas diferentes e, para cada uma delas, o trabalho será exclusivo, porque é voltado para as características e necessidades daquela pessoa.

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01/06/2016

Avaliação Neuropsicológica para investigar dificuldades escolares, palestras sobre temas variados e psicoterapia. Avaliação também de adultos e idosos. Ligue e marque sua sessão! 98116-2332!

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Se você se deparar com qualquer dessas situações, fuja! Desconfie e denuncie psicólogos que oferecem curas para homossex...
31/05/2016

Se você se deparar com qualquer dessas situações, fuja! Desconfie e denuncie psicólogos que oferecem curas para homossexualidade ou que tentam impor pontos de vista tendenciosos.

Marque sua sessão! 98116-2332. Bom dia!

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