Dr. Alexandre Bafutto

Dr. Alexandre Bafutto Sou Cirurgião do Aparelho Digestivo, gastro cirurgião. Atendo gastroenterologia e faço Endoscopia Digestiva Alta.

24/04/2026

Quando pacientes jovens começam a aparecer com diagnóstico de câncer no aparelho digestivo, a primeira reação costuma ser surpresa.
Mas esse cenário pede menos espanto e mais atenção ao que mudou no estilo de vida das últimas décadas.
Sedentarismo, excesso de peso, alimentação ultraprocessada, álcool em excesso, tabagismo, noites mal dormidas e rotina inflamada têm impacto real na saúde digestiva.
Nem todo caso acontece pelos mesmos motivos. Mas fingir que idade jovem é proteção automática também é um erro.
O corpo costuma dar sinais antes. Alteração do intestino, refluxo persistente, dor, perda de peso sem explicação, sangramento. Quando esses sintomas são ignorados, o diagnóstico pode chegar mais tarde do que deveria.

20/04/2026

Muita gente adia a endoscopia por medo do exame, quando na prática o que mais pesa costuma ser a ansiedade antes dele.
A endoscopia é um exame importante para investigar queixas como azia persistente, dor, dificuldade para engolir, sensação de alimento parado, refluxo e sangramentos. Ela ajuda a enxergar o que nem sempre aparece nos sintomas com clareza.
Quando bem indicada, não é excesso de exame. É cuidado no tempo certo.

17/04/2026

Eu entendo o motivo de tanta gente evitar a colonoscopia.
Medo, vergonha, experiências ruins que alguém contou.
Só que eu também vejo o outro lado.
Vejo pólipos pequenos, silenciosos, que a gente remove antes de virarem um problema grande.
Vejo diagnósticos que chegam cedo, quando ainda dá para tratar com mais segurança.
O exame é feito com sedação.
E, na prática, a maioria das pessoas sai dizendo que o mais difícil foi ter adiado por tanto tempo.

13/04/2026

Tem coisa séria que começa em silêncio. Quando dói… às vezes já passou do tempo.

10/04/2026

Cicatrização não depende só do ponto cirúrgico. Depende do corpo que está tentando se reparar.

Proteína adequada, hidratação e correção de deficiências fazem diferença real.

Quando o paciente perde muita massa magra ou entra na cirurgia já desnutrido, o pós costuma ser mais difícil.

Por isso nutrição entra como parte do plano. Antes e depois da cirurgia. Com estratégia e acompanhamento.

01/04/2026

Um caso de alta complexidade envolvendo um tumor raro do estômago, conhecido como GIST (Tumor Estromal Gastrointestinal).
O procedimento será uma gastrectomia realizada com cirurgia robótica, oferecendo mais precisão, segurança e melhor recuperação ao paciente.

25/03/2026

Genética não serve só para explicar o passado da família. Em alguns tumores, ela muda o presente do tratamento.

Ela pode antecipar rastreamento, mudar o momento da cirurgia e até alterar o tipo de procedimento que faz mais sentido para aquele paciente.

Isso não é decisão de um exame isolado. É um plano que envolve genética, estadiamento, oncologia clínica quando indicada e a avaliação cirúrgica.

16/03/2026

Essa é uma das perguntas mais honestas que eu escuto no consultório.

A resposta é que dá, mas a vida muda de ritmo.

Depois de uma gastrectomia total ou parcial, o corpo aprende um novo jeito de digerir. O paciente precisa de um plano para alimentação, suplementação quando indicada e acompanhamento de perto, principalmente nos primeiros meses.

O que faz diferença não é só a cirurgia em si.

É a forma como a adaptação é conduzida, com orientação prática e expectativas reais.

13/03/2026

Atividade física no tratamento oncológico não é um detalhe.
Quando bem orientada e adaptada ao momento do paciente, ela pode ajudar no condicionamento, na disposição, no controle da fadiga, no humor e até na recuperação após procedimentos.
Não estou falando de performance.
Estou falando de cuidado clínico.
Em muitos casos, caminhar, fortalecer aos poucos e manter o corpo em movimento com segurança faz parte da preparação e da recuperação.
Cada fase pede um ritmo.
Cada paciente pede um plano.
Se quiser, eu também posso te ensinar

04/03/2026

Uma parte do meu trabalho é dizer sim.
Outra parte é saber quando não faz sentido insistir.
HIPEC e cirurgias extensas podem ajudar em casos selecionados.
Mas quando a doença está muito disseminada, quando não dá para remover os focos com segurança ou quando o corpo não tem reserva para recuperar bem, o risco passa a ser maior do que o benefício.
Decisão responsável é isso. Escolher o que protege a pessoa, não o que impressiona no papel.

25/02/2026

Nem toda cirurgia oncológica tem o mesmo objetivo.
Eu avalio extensão da doença, reserva física, nutrição e o comportamento do tumor.
A decisão certa é a que soma benefício real e qualidade de vida. E não a que só parece agressiva no papel.

20/02/2026

Colostomia não é castigo e nem atalho.
Em alguns casos, dá para preservar o esfíncter com segurança. Em outros, insistir nisso piora o resultado do tratamento.
O foco é um só: segurança oncológica e uma vida funcional.
Com orientação, a maioria das pessoas trabalha, viaja e segue a rotina.

Endereço

Clínica Gastro, R. 246, 25/Street Coimbra, Goiânia/
Goiânia, GO
74535-170

Horário de Funcionamento

Quarta-feira 10:00 - 13:00
Quinta-feira 10:00 - 13:00
Sexta-feira 10:00 - 13:00
13:00 - 15:00

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