Dra. Karina Leão

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23/03/2026

Ver quem sempre nos protegeu tornar-se vulnerável dói. É um papel que ninguém nos ensina a desempenhar. A paciência esgota porque, no fundo, queríamos que eles continuassem sendo nosso porto seguro. Como tem sido essa transição para você?

18/03/2026

O diagnóstico de Demência Fronto-Temporal (DFT) muitas vezes chega como um choque, mas ele também traz uma resposta para comportamentos que a família não entendia.
* No caso do querido Maurício Kubrusly, a vida precisou ganhar um novo ritmo: o pé na areia, o silêncio e o cuidado constante. A DFT afeta a personalidade e o comportamento, exigindo de quem cuida uma adaptação profunda.

* Muitas vezes, o melhor cuidado não é tentar trazer o paciente de volta para o “nosso mundo” agitado, mas sim aprender a habitar o mundo calmo onde eles agora vivem.

* Cuidar é, acima de tudo, respeitar o novo tempo do outro. Sem pressa. Sem cobranças.

12/03/2026

A demência não adoece apenas o paciente; ela redesenha toda a dinâmica de quem está ao redor.

Neste relato, Emma Heming, esposa de Bruce Willis, toca em um ponto que recebo todos os dias no consultório: a solidão de perder alguém que ainda está presente fisicamente.

O diagnóstico de Demência Frontotemporal (DFT) traz mudanças de comportamento que, muitas vezes, a família interpreta como falta de amor ou crise no relacionamento, antes de entender que é o cérebro falhando.

Cuidar exige técnica, mas também exige o perdão diário por não ser perfeito e pelo cansaço que surge. Você não precisa carregar o mundo nas costas para provar que ama.

O amor, na demência, é aceitar a nova pessoa que nasce desse processo.

09/03/2026

A demência frontotemporal não costuma começar com esquecimento.
Ela começa com mudança de personalidade.
Impulsividade.
Perda de filtro social.
Dificuldade de empatia.
Comportamentos que parecem intencionais, mas não são.
Para a família, é muito difícil.
Porque dói perceber que a pessoa está ali… mas já não reage da mesma forma.
Informação diminui julgamento.
E julgamento só aumenta o sofrimento.

02/03/2026

A aposentadoria muda a rotina, os horários e, muitas vezes, a sensação de utilidade.

Alguns idosos se sentem perdidos, sem saber como ocupar o tempo ou onde pertencer.

Ajudar passa por escutar sem julgamento, oferecer companhia, incentivar novos interesses e, quando preciso, buscar apoio profissional.

Envelhecer com mais leveza também inclui reconstruir o projeto de vida depois do trabalho.

Entre uma escuta e outra, eu sigo aprendendo todos os dias com as histórias que chegam até mim.Envelhecer é cheio de nua...
20/02/2026

Entre uma escuta e outra, eu sigo aprendendo todos os dias com as histórias que chegam até mim.

Envelhecer é cheio de nuances, desafios e descobertas, e é um privilégio caminhar ao lado de quem confia em mim para esse cuidado.

Sexualidade na velhice ainda é um tema cercado de silêncio, mas continua sendo parte da saúde física e emocional.O corpo...
18/02/2026

Sexualidade na velhice ainda é um tema cercado de silêncio, mas continua sendo parte da saúde física e emocional.

O corpo muda, os relacionamentos mudam, as formas de viver o prazer também mudam.

Falar sobre isso com seriedade e acolhimento ajuda a reduzir tabus, diminuir sofrimentos escondidos e abrir espaço para vínculos mais verdadeiros nessa fase da vida.

16/02/2026

As mudanças do corpo, dos hormônios e da própria história de vida podem influenciar o desejo sexual na velhice.

Perder completamente o interesse nem sempre é “coisa da idade” e pode ser sinal de algo que merece cuidado.

Quando esse tema vira sofrimento, vergonha ou distância no relacionamento, conversar com um profissional ajuda a entender o que está acontecendo e o que pode ser ajustado com respeito.

11/02/2026

Gritos, humilhações, ameaças silenciosas, decisões tomadas sem ouvir o idoso.
Tudo isso também é violência.
Maus-tratos não são só agressões físicas. Estão no abandono, no desprezo, no controle da rotina e do dinheiro sem diálogo.
Essas situações adoecem profundamente a saúde mental e aumentam o risco de ansiedade e depressão.
Se você presencia ou suspeita de violência contra um idoso, não minimize.
Buscar orientação, conhecer os direitos previstos no Estatuto da Pessoa Idosa e acionar os canais de denúncia é uma forma concreta de cuidado.
Dignidade não é um favor. É um direito.

06/02/2026

Muitos idosos cresceram em uma época em que se “confiava na palavra” e quase não se falava abertamente sobre dinheiro.
Hoje, eles convivem com boletos digitais, links, mensagens suspeitas e decisões rápidas, que nem sempre conseguem acompanhar.
Organizar finanças, prevenir golpes e conversar com transparência sobre limites faz parte da proteção emocional nessa fase da vida.
A psicologia pode ajudar a família a abrir esse diálogo com menos culpa e mais clareza, e o idoso a se sentir respeitado, mesmo quando precisa de apoio para administrar o próprio dinheiro.

Quando o dinheiro começa a “escapar pelos dedos”, muitas famílias só percebem depois de prejuízos importantes.Mas, na pr...
03/02/2026

Quando o dinheiro começa a “escapar pelos dedos”, muitas famílias só percebem depois de prejuízos importantes.
Mas, na prática, mudanças na forma de lidar com contas, compras e decisões financeiras podem ser sinais precoces de demência.
O desafio está em proteger sem expor, orientar sem infantilizar, ajustar a autonomia sem tirar toda a dignidade.
A avaliação neuropsicológica ajuda a entender o quanto o idoso ainda consegue decidir sozinho e em quais áreas precisa de suporte.
Se você está vivendo esse dilema em casa, talvez seja o momento de conversar sobre isso com um profissional.

28/01/2026

Tirar o celular da mão do idoso de forma brusca costuma piorar a relação.
Ele sente que perdeu mais uma autonomia, que já é tão difícil preservar com o passar do tempo.
Em vez de proibir de uma vez, vale observar o que está por trás desse uso exagerado.
Às vezes é tédio, solidão, medo de ficar por fora da vida da família.
Algumas estratégias ajudam muito:
* Combinar horários em vez de impor regras rígidas
* Oferecer outras atividades que façam sentido para ele
* Explicar com calma os riscos de golpes e notícias falsas
* Incluir a família nesse combinado, para que todos falem a mesma língua

Se você sente que o celular virou motivo de conflito em casa, a psicoterapia pode ajudar a mediar esses limites de forma mais respeitosa para todos.

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