Dr. Nivaldo Teles

Dr. Nivaldo Teles Clínica do Tratamento da Dor e Coluna
(213)

06/03/2026

🧠 A fibromialgia envolve sensibilização central — um estado em que o cérebro amplifica estímulos dolorosos.

📉 A queda hormonal pode reduzir a atividade das vias inibitórias descendentes da dor, facilitando essa amplificação.

🔥 Alterações no cortisol e na tireoide também impactam energia celular e resposta inflamatória, perpetuando fadiga e dor muscular.

🌙 Distúrbios do sono reduzem ainda mais a liberação de hormônios reguladores, criando um ciclo vicioso neuroendócrino.

🔄 Quando avaliamos apenas o sintoma isolado, perdemos a visão do sistema integrado.

Olhar para hormônios, inflamação, sono e eixo do estresse pode mudar completamente a estratégia terapêutica.

05/03/2026

🧠 O eixo hipotálamo-hipófise-ovariano se comunica diretamente com o sistema nervoso central, modulando dor, memória e humor.

🔥 O eixo hipotálamo-hipófise-adrenal regula o cortisol, que influencia inflamação, sensibilidade dolorosa e fadiga.

🦋 A tireoide impacta metabolismo celular e função mitocondrial — alterações leves já podem gerar cansaço e dor muscular.

🔄 Esses sistemas não funcionam isoladamente. Eles conversam o tempo todo.

📉 Quando há desequilíbrio hormonal, surgem sintomas fragmentados que parecem doenças diferentes — mas muitas vezes fazem parte do mesmo mecanismo fisiológico.

Medicina integrada não é alternativa. É fisiologia aplicada.

04/03/2026

🔬 O estudo demonstrou que o estradiol aumenta a atividade dos receptores opioides μ no sistema nervoso central, potencializando a analgesia natural.

🧬 A progesterona também participa da modulação da resposta inflamatória e da excitabilidade neuronal, reduzindo a amplificação da dor.

📉 Durante quedas hormonais abruptas — como no pós-parto — ocorre redução dessa modulação, favorecendo hipersensibilidade dolorosa.

🧠 Esse mecanismo está relacionado à sensibilização central, condição presente em quadros como fibromialgia e enxaqueca.

⚖️ A dor feminina não é “mais emocional”. Ela é biologicamente modulada por flutuações hormonais.

Compreender isso muda a abordagem clínica e evita diagnósticos simplistas.

03/03/2026

🧠 O estradiol atua no sistema nervoso central reduzindo citocinas inflamatórias e melhorando a plasticidade neural. Quando ele cai, aumenta a sensibilização central — mecanismo presente na fibromialgia.

🔥 A progesterona tem efeito ansiolítico e modulador do GABA. Sua deficiência favorece hiperexcitabilidade neuronal e piora da percepção dolorosa.

⚖️ A queda hormonal também impacta o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, alterando cortisol e resposta ao estresse — o que amplifica ainda mais a dor.

💡 Por isso, muitas pacientes relatam piora importante das dores no climatério, mesmo com exames “normais”.

Dor crônica precisa ser analisada de forma global: inflamação, hormônios, sono, intestino e estado emocional caminham juntos.

27/02/2026

🧬 O papel do PRP
O Plasma Rico em Plaquetas libera fatores como PDGF, TGF-β e IGF, que estimulam proliferação celular, síntese de colágeno e angiogênese. Ele inicia a resposta regenerativa.

🏋️ O papel da reabilitação estruturada
Exercícios progressivos — principalmente excêntricos e de carga controlada — promovem alinhamento adequado das fibras de colágeno e aumentam a capacidade de suportar carga.

🔄 Biologia + Mecânica
O tecido precisa de estímulo químico (fatores de crescimento) e estímulo mecânico (carga progressiva). Um sem o outro reduz eficiência do tratamento.

⏳ Tempo biológico importa
Existe janela ideal para iniciar carga após PRP. Antecipar demais ou atrasar excessivamente pode comprometer resultado.

📌 Dor controlada não significa tecido forte. Estrutura forte vem de estratégia combinada.

26/02/2026

🔥 Inflamação sistêmica aumenta a sensibilidade à dor
Hiperglicemia e resistência à insulina elevam citocinas inflamatórias como IL-6 e TNF-alfa, que amplificam a percepção dolorosa no sistema nervoso central.

🧪 Deficiências nutricionais impactam diretamente a dor
Baixos níveis de vitamina D, magnésio, complexo B e ômega 3 alteram função neuromuscular, pioram fadiga e aumentam sensibilização central.

⚖️ Hormônios desregulados = dor persistente
Hipotireoidismo subclínico, baixa testosterona ou cortisol desregulado podem reduzir capacidade de reparo tecidual e aumentar inflamação.

🧠 Metabolismo e sistema nervoso estão conectados
Disbiose intestinal, excesso de açúcar e inflamação crônica alteram neurotransmissores como serotonina e dopamina, influenciando dor e humor.

📌 Tratar só o sintoma sem ajustar o terreno metabólico mantém o ciclo da dor.

25/02/2026

🧬 O que é o PRP?
O Plasma Rico em Plaquetas é obtido do próprio sangue do paciente. Após centrifugação, concentramos plaquetas que liberam fatores de crescimento como PDGF, TGF-β e VEGF, estimulando reparo tecidual.

🖥️ Por que usar ultrassom?
O ultrassom permite visualizar em tempo real estruturas como tendões, bursas, articulações e nervos. Isso garante aplicação exatamente na área degenerada, não “às cegas”.

🎯 Mais precisão = melhor estímulo regenerativo
A regeneração depende do contato direto dos fatores de crescimento com o tecido lesionado. Milímetros fazem diferença.

⚠️ Indicação correta é fundamental
Lesões degenerativas crônicas respondem melhor do que processos puramente inflamatórios agudos.

📌 PRP não mascara dor. Ele estimula reparo estrutural.

24/02/2026

🔥 Tendinite crônica geralmente é tendinose
Após semanas ou meses, o processo deixa de ser inflamatório e passa a ser degenerativo. Ocorre desorganização das fibras de colágeno tipo I, aumento de colágeno tipo III e redução da resistência mecânica.

💊 O que o anti-inflamatório faz?
Ele inibe enzimas como COX-1 e COX-2, reduzindo prostaglandinas. Isso diminui dor e edema, mas não estimula síntese de colágeno nem melhora a qualidade do tecido.

⚠️ Uso repetido pode atrasar recuperação
Bloquear constantemente a inflamação pode prejudicar a fase inicial necessária para cicatrização.

🏋️ O que realmente ajuda?
Exercícios excêntricos, correção biomecânica, melhora da vascularização local e, em alguns casos, terapias regenerativas que estimulam fatores de crescimento.

📌 Dor controlada não significa tendão curado.

23/02/2026

💉 Corticoide: ação anti-inflamatória potente
O corticoide age inibindo mediadores inflamatórios como prostaglandinas e citocinas. É útil em crises agudas, principalmente quando há inflamação intensa. O problema é que ele não estimula regeneração tecidual.

⚠️ Riscos do uso repetido
Aplicações frequentes podem enfraquecer colágeno, aumentar risco de ruptura tendínea, acelerar desgaste articular e causar alterações locais na pele.

🧬 Medicina regenerativa: foco na causa
Técnicas como PRP (plasma rico em plaquetas) utilizam fatores de crescimento que ativam fibroblastos, estimulam produção de colágeno e favorecem reorganização do tecido lesionado.

🔄 Inflamação não é inimiga sempre
Uma inflamação controlada faz parte do processo de cicatrização. Bloquear totalmente esse processo pode atrasar a recuperação estrutural.

📌 Cada caso precisa ser individualizado: dor inflamatória aguda é diferente de degeneração crônica.

20/02/2026

⚠️ Nem toda dor é inflamatória ou metabólica.

🦴 Dores de origem mecânica, estrutural ou degenerativa não desaparecem só com ajuste metabólico.

🧠 Mounjaro pode modular a percepção da dor, mas não “desliga” um nervo comprimido nem reconstrói articulação.

🔥 Pacientes com inflamação sistêmica, resistência insulínica e dor difusa tendem a responder melhor.

💪 Já quem perde músculo, não se movimenta ou tem fragilidade biomecânica pode até piorar.

20/02/2026

⚠️ Perda de peso rápida sem estratégia custa caro para o corpo.

💪 A massa muscular é fundamental para estabilizar coluna, joelhos, quadris e ombros.

🦴 Quando o músculo cai, a carga vai direto para articulações, tendões e ligamentos — aumentando dor e risco de lesão.

🔥 Além disso, menos músculo reduz o metabolismo basal e piora a resistência à fadiga, algo comum em quem já tem dor crônica.

🥩 Déficit proteico e sedentarismo aceleram a sarcopenia, mesmo em pessoas jovens.

📌 Em dor crônica, emagrecer sem preservar músculo não é evolução — é troca de problema.

17/02/2026

🧬 Mounjaro age em receptores GIP e GLP-1, que regulam muito mais do que só o apetite.

🔥 A redução da inflamação sistêmica acontece de forma precoce, antes mesmo da perda de peso.

💡 Essa diminuição da inflamação melhora a sensibilidade dos nervos, o que reduz a dor neuropática e a percepção de dor crônica generalizada.

🧠 Além disso, esses receptores também estão presentes no cérebro e participam da modulação da dor — o que ajuda, principalmente, pacientes com fibromialgia, dor muscular crônica e fadiga.

🩸 Ao melhorar resistência insulínica, glicemia e função mitocondrial, o Mounjaro quebra um ciclo metabólico que perpetuava a dor.

📌 Ou seja: não é um analgésico, mas em quem tem dor associada a distúrbios metabólicos, pode ser um divisor de águas.

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