Drª Kátia Macedo - Psicanalista

Drª Kátia Macedo - Psicanalista Doutora em Psicologia, psicanalista formada pela IPA, com mais de 30 livros publicados, há 40 anos

Essa página foi criada para divulgar os serviços e publicações da Drª Kátia Macedo, premiada Psicanalista e Autora Goianiense. A Drª Kátia já lançou e participou de mais de 30 livros em sua carreira e atualmente atua em pesquisas com foco nos fatores humanos dentro do ambiente de trabalho, organizações e cultura. Ela formou na área de Psicologia e Psicanálise em instituições de renome internacional como a Pontífica Universidade Católica, Universidade Federal de Goiás, Instituto de Psicanálise Virginia Leone Bicudo e Escuela de Administración de Empresas de Barcelona. Já foi orientadora de mais de 100 graduandos, incluindo alunos de Mestrado e Doutorado. Já orientou também mais de 20 alunos em Iniciação Científica, além de ter mais de 35 artigos publicados em periódicos e mais de 200 em anais de congressos. Participou de mais de 30 bancas examinadoras em concursos públicos e 150 bancas examinadoras de trabalhos de conclusão de Mestrado, Doutorado, Especialização e Graduação. Foi consultora e assessorista de várias palestras, artigos de revista e livros. Hoje a Drª Kátia atende seus clientes em seu consultório em Goiânia e é professora nos curso de Graduação e Pós-Graduação em Psicologia na PUC Goiás.

31/01/2026

Algumas dores só começam a cicatrizar quando encontram palavras. O que não é dito se aloja no corpo, aparece em sintomas, silêncios e repetições. Falar não é apenas desabafar. É organizar o caos interno, dar sentido ao que machuca e abrir espaço para a transformação. A psicanálise é esse lugar de escuta, onde a dor pode ser nomeada com segurança, sem julgamento. Talvez esteja na hora de permitir que o que te pesa encontre voz.
Eu posso ajudar você. Agende sua consulta pelo link da bio.

Existe uma crença silenciosa de que, ao não fazer nada, estamos apenas esperando. Que a inércia nos protege do erro. Que...
27/01/2026

Existe uma crença silenciosa de que, ao não fazer nada, estamos apenas esperando. Que a inércia nos protege do erro. Que adiar decisões nos preserva da dor. Mas o tempo não se suspende quando evitamos. E a mente não congela só porque decidimos não nos mover.
Não fazer nada também é um gesto.
É a escolha de permanecer onde já não se habita mais.
É a escolha de silenciar o que precisa ser dito.
É a escolha de adiar o cuidado, mesmo quando o corpo já pede por ele.
É a escolha de tolerar o que esgota, porque lidar com o novo exige atravessar o desconhecido.
Muitas pessoas vivem paralisadas entre o incômodo e o medo. Sabem que algo precisa mudar, mas ainda não conseguiram sustentar a escolha que esse movimento exige. Não por fraqueza, mas porque toda transformação verdadeira cobra presença, dor, responsabilidade. E isso assusta. Mas a omissão também molda a realidade. A repetição também constrói caminhos. E o não-gesto também produz consequência.
Não é preciso estar em crise para buscar mudança. Às vezes, é justamente quando tudo está “funcionando” que a alma começa a adoecer em silêncio. Ficar onde está pode parecer mais seguro, mas viver paralisada é uma forma sutil de desaparecer de si. Fazer nada, diante do que clama por presença, é também decidir. E toda decisão tem um custo.
Eu sou Kátia Macêdo e posso ajudar você.

26/01/2026
25/01/2026

Alegria comemorar a formatura do João Pedro Maciel em Medicina, parabéns e sucesso em sua carreira.

Mais um artigo publicadoO estudo objetivou realizar uma revisão bibliográfica dos artigos publicados em português no Por...
25/01/2026

Mais um artigo publicado
O estudo objetivou realizar uma revisão bibliográfica dos artigos publicados em português no Portal de periódicos CAPES no período de 2017 a 2024. O levantamento de dados utilizou os descritores teletrabalho e precarização; teletrabalho e reforma trabalhista. A análise foi por metassumarização/ metassíntese qualitativa. Os resultados abordam a falta de abrangência das regulamentações a respeito do teletrabalho deixando de regulamentar aspectos importantes para a proteção do trabalhador em relação a saúde e segurança no desenvolvimento de suas atividades laborais. Temas como a proteção do ambiente de trabalho, jornada de trabalho, direito a desconexão e saúde mental são considerados como lacunas que podem contribuir para a precarização e a redução de direitos que afetam a dignidade humana.
Palavras-chave: Teletrabalho; organização do trabalho; saúde mental.

Janeiro Branco nos convida a olhar para algo tão importante quanto frequentemente negligenciado: a saúde mental.Vivemos ...
23/01/2026

Janeiro Branco nos convida a olhar para algo tão importante quanto frequentemente negligenciado: a saúde mental.

Vivemos em uma sociedade que, muitas vezes, prioriza o corpo, as conquistas materiais e a produtividade, deixando as questões emocionais em segundo plano.
No entanto, a psicanálise nos lembra que nossas emoções, desejos e conflitos internos são peças fundamentais na construção de quem somos e na forma como nos relacionamos com o mundo.
Assim como o corpo, a mente também precisa de cuidados e atenção constantes. Este é o momento de se perguntar: Como eu realmente estou?
O início de um novo ciclo é uma oportunidade para investir em si mesmo, e iniciar a psicanálise ou a terapia pode ser o ponto de partida para uma mudança profunda. A psicanálise nos oferece um espaço único para compreender as raízes dos nossos sofrimentos e desejos. Ao longo do processo analítico, aprendemos a reconhecer nossas angústias, elaborar nossas vivências e criar caminhos mais saudáveis para lidar com os desafios do cotidiano.
Janeiro Branco é, portanto, um convite para iniciar (ou retomar) esse olhar profundo sobre si mesmo. Cuidar da saúde mental não é um luxo, é uma necessidade que impacta todas as áreas da nossa vida.
Cuidar da saúde mental é a maior demonstração de amor-próprio que podemos ter. Que tal começar este ano priorizando o que há de mais importante? Sua mente é o ponto de partida para construir um 2026 mais equilibrado, consciente e pleno. A psicanálise está aqui para ser sua aliada nesse processo.

E eu posso te ajudar ness processo, clique no link da bio e agende sua consulta

Aquilo que chamamos de futuro, muitas vezes, é apenas o acúmulo das escolhas que fizemos e também daquelas que deixamos ...
21/01/2026

Aquilo que chamamos de futuro, muitas vezes, é apenas o acúmulo das escolhas que fizemos e também daquelas que deixamos de fazer. Nem sempre as grandes viradas são responsáveis pelas mudanças mais profundas. O que realmente constrói a direção de uma vida são as decisões silenciosas, repetidas todos os dias, muitas vezes sem perceber.
As escolhas mais determinantes não são as que ganham aplauso. São as que você faz quando ninguém está olhando. A escolha de permanecer onde há exaustão. De se calar para manter vínculos. De ignorar sinais que o corpo já começou a emitir. De adiar o cuidado mais uma vez.
Escolher não mudar também é uma forma de escolha. E embora ela possa parecer confortável no curto prazo, ela tem um custo. Custa verdade. Custa energia psíquica. Custa tempo de vida.
É assim que o futuro vai sendo moldado: não apenas pelos sonhos que você tem, mas principalmente pelas repetições que você sustenta. Há uma ética do cuidado que exige responsabilidade. Não com perfeição, mas com coerência. A coerência entre o que se deseja viver e o que se permite continuar vivendo. O futuro que você deseja precisa ser sustentado pelas escolhas que você faz agora.
Eu sou Kátia Macêdo e posso ajudar você, entre em contato através do link da bio

Embora essa frase de Freud pareça simples, amar e ser amado são condições fundamentais para a existência do sujeito, uma...
19/01/2026

Embora essa frase de Freud pareça simples, amar e ser amado são condições fundamentais para a existência do sujeito, uma vez que a circulação libidinal que o amor objetal promove produz homeostase, equilíbrio físico e psíquico para que aconteça o desenvolvimento e a manutenção da vida. As relações primordiais, com os pais, são fundamentais para o ser humano, e mais em função das trocas amorosas que ensinam, pois elas fortalecem a pessoa para a estruturação de sua vida.
O que domina a clínica é a surpresa. O sintoma somático é endereçado a um outro: eu adoeço por alguém. A crise somática acontece no âmbito de uma relação com o outro, quando esta relação me coloca num impasse psíquico que, evidentemente, é devido a mim, mas que também é um pouco devido ao outro.

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Deixar ir é um verbo que soa bonito, mas dói no corpo. Porque o que nos prende não é o que faz sentido é o que nos é fam...
18/01/2026

Deixar ir é um verbo que soa bonito, mas dói no corpo. Porque o que nos prende não é o que faz sentido é o que nos é familiar. E há um tipo de dor que se acomoda tão fundo que confunde permanência com lealdade, repetição com merecimento.
Na escuta clínica, é comum ouvir: “Eu sei que não faz bem, mas não consigo sair.” Essa frase, tão simples, carrega algo muito maior do que indecisão. Ela revela o ponto exato onde o afeto se mistura com o trauma. Onde aquilo que deveria acolher também aprisiona. Onde a mulher tenta ser fiel a um vínculo, mesmo que precise se trair para isso. Deixar o que não serve mais exige trabalho psíquico. Exige elaborar a culpa, o medo da solidão, o luto pelo que não aconteceu, o apego ao que poderia ter sido. Exige sair de dinâmicas onde o afeto era condicionado. Onde o amor dependia de esforço, silêncio ou obediência emocional. Exige, sobretudo, abrir mão da fantasia de que, com mais esforço, aquilo ainda poderia dar certo.
Coragem, aqui, não é ausência de dor. É disposição para sentir a dor certa. Aquela que nasce do movimento de separação. A dor da despedida, e não da insistência. A dor que machuca, mas liberta. Na psicanálise, não se trata de ensinar a “deixar ir”. Trata-se de escutar o que ainda prende. Porque só se solta aquilo que já foi suficientemente elaborado. Antes disso, todo fim é apenas suspensão.

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Nem todo recomeço começa com entusiasmo. Muitas vezes, ele começa com exaustão. Com a sensação de que não dá mais para p...
16/01/2026

Nem todo recomeço começa com entusiasmo. Muitas vezes, ele começa com exaustão. Com a sensação de que não dá mais para permanecer no mesmo lugar. E não se trata apenas de um lugar externo, mas de um lugar psíquico: um modo antigo de funcionar, de reagir, de se calar, de suportar o que já não deveria ser sustentado. O início de algo novo frequentemente é precedido por um tempo de ruído interno. Há dúvidas, medo, culpa. Há uma parte que deseja ir, e outra que insiste em ficar. Não porque o lugar seja bom, mas porque é conhecido. O familiar, mesmo quando doloroso, pode parecer mais seguro do que o vazio de não saber o que vem.
Recomeçar exige uma força diferente da que nos ensinaram. Não é a força de quem aguenta tudo. É a força de quem, enfim, decide não seguir se traindo.
De quem reconhece que continuar pode ser mais perigoso do que mudar. De quem aceita que não há transformação sem perdas, sem rasuras, sem luto. E ainda assim, escolhe seguir.
Começar algo novo não é só uma decisão racional. É um gesto psíquico. É quando você se reconhece suficiente para sustentar a travessia, mesmo sem garantias. Quando você compreende que o medo não precisa sair para que você caminhe. Ele só precisa deixar de ser quem decide. Eu sou Kátia Macêdo e posso ajudar você, entre em contato através do link da bio

É comum escutarmos frases como “o amor cura tudo” , vejo com frequência o quanto o amor também adoece quando é procurado...
14/01/2026

É comum escutarmos frases como “o amor cura tudo” , vejo com frequência o quanto o amor também adoece quando é procurado como anestesia. Nenhum relacionamento pode sustentar sozinho o peso de feridas psíquicas não elaboradas. O outro pode acolher, pode estar, mas não pode remendar o que a própria pessoa ainda não reconhece.
Buscar no amor a reparação do que foi perdido na infância, a confirmação do próprio valor ou a salvação do próprio vazio é, na prática, uma repetição inconsciente. E repetições não curam. Elas paralisam.
Relacionar-se de forma madura exige a coragem de não fazer do outro um analgésico. De sustentar a própria história sem projetá-la sobre o outro. É por isso que alguns vínculos afundam: porque carregam dentro de si a expectativa de cura, e não o compromisso da construção. Feridas que não são escutadas viram exigência emocional.
E a exigência disfarçada de afeto tende a sufocar primeiro a si mesma, depois o outro. Talvez o verdadeiro gesto de amor começa quando a mulher se responsabiliza pelas próprias dores, sem fazer do outro um curativo.

12/01/2026

Alegria passar esses dias visitando meus queridos em Floripa. Dias plenos de arte, cores, música e diversão. Grata pela recepção carinhosa.

Endereço

Avenida C-255, 400, Eldorado Business Tower, Sala 418, Nova Suíça
Goiânia, GO
74280-010

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