16/12/2025
Não é só você.
A ambivalência afetiva atravessa diferentes tipos de vínculo —
familiares, amorosos, profissionais, intelectuais e criativos.
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Ela esteve presente, por exemplo, na vida de:
• Viola Davis, na relação com os pais
• Steve Jobs, com Wozniak (sócio) e com Lisa (filha)
• Freud, com Fliess (parceiro intelectual) e com Carl Jung
• Carl Jung, em sua vida conjugal e extraconjugal
• Sartre e Simone de Beauvoir
• Beyoncé e Jay-Z
• Elizabeth Taylor e Richard Burton
• Selena Gomez e Justin Bieber
• Marie Curie e sua irmã Bronisława — apoio profundo e ressentimentos silenciosos
• Toni Morrison e seu filho Slade — amor materno intenso e conflitos difíceis
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Todos já amaram e se feriram ao mesmo tempo.
A diferença não está em sentir —
mas em como cada um elabora o que sente.
• Esses exemplos não romantizam o sofrimento.
Eles mostram que a ambivalência é humana —
e que o alívio vem da elaboração, não da negação.
Psicoterapia faz bem!