Thiago Vilela

Thiago Vilela Fisioterapeuta apaixonado pela profissão e pela atuação em fisioterapia no esporte.

30/12/2025

Finalizando o ano fazendo o que eu amo…pedalar e contemplar…

25/12/2025

⚠️ Overtraining não derruba só a performance. Ele aumenta o risco de lesão.

Treinar forte faz parte do processo.
Não recuperar, não.

A ciência mostra que o overtraining acontece quando o corpo e o cérebro perdem a capacidade de se adaptar ao estresse.
Antes do colapso, surgem sinais claros:

• 📉 Queda sustentada da VFC
• ❤️ FC de repouso elevada
• 😴 Sono ruim persistente
• 💪 Redução >10% da potência
• 🧠 Perda de motivação, foco e drive

Quando esses sinais são ignorados, o que acontece?

👉 queda da capacidade de absorver carga
👉 atraso na regeneração tecidual
👉 piora do controle motor
👉 aumento da fadiga neuromuscular

O resultado é um cenário perfeito para lesões por sobrecarga, como:
• tendinopatias
• fraturas por estresse
• dores musculoesqueléticas recorrentes

📌 Overtraining não é falta de força mental.
📌 É falha na gestão de carga e recuperação.

Monitorar sinais fisiológicos e cognitivos não é só estratégia de performance —
é prevenção de lesão e longevidade esportiva.

Treinamento é estímulo.
A adaptação acontece na recuperação.



21/12/2025

🧠 Dor ≠ Dano. E a ciência já deixou isso muito claro.

Sentir dor não signif**a, necessariamente, que existe uma lesão nos tecidos.
Da mesma forma, ter um exame “alterado” não quer dizer que ele seja a causa da sua dor.

📚 A ciência moderna da dor mostra que:
• Alterações na coluna, como degeneração e protrusões, são extremamente comuns em pessoas SEM dor
• Lesões meniscais, labrais e até rupturas do manguito rotador aparecem com frequência em indivíduos assintomáticos
• A dor é uma experiência complexa, influenciada por carga, sistema nervoso, sono, estresse, crenças e contexto social

Um editorial recente do Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy (2024) reforça:
👉 nem toda dor é causada por dano tecidual, especialmente no esporte.

Exames de imagem mostram estrutura.
Dor envolve função, contexto e interpretação do sistema nervoso.

Por isso, o cuidado baseado em evidências prioriza:
✔️ avaliação clínica
✔️ função e movimento
✔️ educação em dor
✔️ progressão segura de carga

Na prática, tratamos pessoas — não exames.

📖 Referências:
Høegh et al., JOSPT 2024




FisioterapiaBaseadaEmEvidências
MovimentoÉTratamento
MovingLifestyleMedicine

18/12/2025

🧠 Imagem não é diagnóstico. E a ciência é clara sobre isso.

Ressonância, ultrassom e tomografia mostram a estrutura do corpo —
mas dor não nasce apenas da estrutura.

📚 Estudos clássicos e recentes mostram que:
• Mais de 80% dos adultos acima dos 50 anos têm degeneração discal sem dor
• Lesões meniscais aparecem em mais da metade dos adultos assintomáticos
• Rupturas do manguito rotador são comuns com o envelhecimento, mesmo sem sintomas
• Alterações tendíneas são frequentes em atletas sem qualquer queixa

👉 Isso não é doença.
👉 Na maioria das vezes, é adaptação e envelhecimento normal.

Grandes revistas científ**as (NEJM, AJNR, JOSPT) e diretrizes internacionais reforçam:
❌ Exames de imagem isolados não explicam a dor
❌ Laudos sem correlação clínica geram medo, excesso de tratamentos e até cirurgias desnecessárias

✅ O diagnóstico correto nasce de:
✔️ história clínica
✔️ exame físico
✔️ avaliação funcional
✔️ e só depois, se necessário, da imagem como complemento

Na saúde musculoesquelética, tratamos pessoas, não exames.

Movimento, função e educação continuam sendo as ferramentas mais poderosas que temos.

📖 Referências:
Brinjikji et al., AJNR
Englund et al., NEJM
Frank et al., Arthroscopy
Cook & Docking, JOSPT


14/12/2025

🎯 O que a Ciência Mostra Sobre Dor na Banda Iliotibial em Corredores

A síndrome da banda iliotibial é uma das causas mais comuns de dor lateral no joelho em corredores. Dois estudos importantes — uma revisão sobre tratamentos e outra sobre fatores biomecânicos — trazem respostas sólidas sobre por que essa dor aparece e como tratá-la de forma ef**az.

Por que a ITBS acontece? A culpa é da biomecânica.
Estudos mostraram que corredores que desenvolvem ITBS frequentemente apresentam:
• Maior adução do quadril durante a passada
• Maior rotação interna do joelho
• Inclinação lateral do tronco para o lado da perna afetada
• Alterações no padrão de pisada e no controle de quadril/pelve
Isso signif**a que a região lateral do quadril e joelho recebe mais tensão repetitiva, predispondo à irritação da banda iliotibial.

🔍 Resumo prático:
➡️ Não é “apenas a banda”; é o controle neuromuscular do tronco, quadril e joelho.
➡️ Por isso os exercícios funcionam melhor do que apenas alongamento.
➡️ Reeducar a técnica de corrida pode complementar o tratamento.

O que o corredor precisa fazer na prática?
✔️ Fortalecer glúteo médio e glúteo máximo
✔️ Trabalhar controle de pelve e joelho
✔️ Ajustar gradualmente a carga de treino
✔️ Considerar técnicas complementares (ondas de choque, terapia manual, reeducação da corrida)
✔️ Procurar avaliação profissional quando a dor persiste

📌 Mensagem Final
A ciência é clara: ITBS não melhora sozinha apenas com repouso ou alongamento.
O tratamento mais ef**az envolve fortalecimento progressivo, controle biomecânico e, em muitos casos, ajustes na técnica de corrida.

12/12/2025

O grande problema atual é a falta de padronização: usamos muitos critérios diferentes — dor, esforço, repetições, carga, amplitude — e isso dificulta a evolução clara do paciente.
Mas os estudos mostram que protocolos com progressão estruturada têm resultados muito melhores.

O algoritmo proposto resolve isso em três passos:

Passo 1: Definir o perfil do paciente, entendendo se a dor é nociceptiva, nociplástica ou mista, e qual o nível de irritabilidade.

Passo 2: Escolher o modelo de progressão:
– Progressão pelo tempo para irritabilidade baixa;
– Progressão por desempenho (carga, repetições) para irritabilidade moderada ou alta;
– Ou um modelo híbrido com monitoramento de 24–48h.

Passo 3: Aplicar as regras de “Siga ou Pare”:
– Siga, se os sintomas estiverem estáveis e o movimento de boa qualidade.
– Pare ou regreda, se houver piora persistente ou queda na qualidade.

Com isso, o processo f**a claro, seguro e eficiente, permitindo ao paciente progredir com confiança e consistência.

11/12/2025

Progressão de Exercícios na Lombalgia: o que a ciência mostra de forma clara

Novas evidências mostram que a forma como o exercício progride importa mais do que o tipo de exercício escolhido. Pacientes que seguem programas estruturados têm:

🔹 Maior redução da dor
🔹 Melhora funcional mais rápida
🔹 Mais adesão ao tratamento

Em outras palavras: não adianta repetir o mesmo estímulo toda semana — o corpo precisa de progressão planejada.

Como a progressão deve acontecer? (O que os melhores estudos mostraram)

✔ Dor controlada (≤ 3/10) durante e após o exercício
✔ Técnica perfeita por 2 sessões consecutivas antes de avançar
✔ Esforço adequado (RPE abaixo de 5–6) para subir carga
✔ Evolução mensurável de força ou controle motor
✔ Nenhuma piora dos sintomas nas últimas sessões

A ciência é clara: critérios objetivos + percepção do paciente são o caminho mais seguro e ef**az.

Quais exercícios funcionam melhor?

Os estudos mostram que não existe exercício mágico, mas sim combinações eficientes:

🔹 Fortalecimento de cadeia posterior (glúteo, isquiossurais, eretores)
🔹 Controle motor lombo-pélvico (bird-dog, dead bug, anti-rotação)
🔹 Treino funcional (agachar, hinge, levantar objetos)
🔹 Aeróbicos moderados (caminhada, bike)

📌 Programas multicomponentes tiveram desempenho superior aos protocolos isolados.



O que gera os melhores resultados?

✔ Progressão individualizada
✔ Critérios claros (dor, técnica e esforço)
✔ Exposição gradual ao movimento
✔ Frequência mínima: 2–3 sessões/semana
✔ Duração ideal: 6–12 semanas

Modelo Moving de Progressão (baseado na revisão científ**a)

🚦 1. Dor: progredir se ≤ 3/10
🚦 2. Técnica: avançar após 2 sessões perfeitas
🚦 3. RPE: subir carga se

Endereço

Goiânia
74000000

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