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psi_tatianarosa Atendimento psicológico de crianças, adolescentes e adultos. Avaliação e Psicodiagnóstico, Avaliação Neurológica e Avaliação Psicossocial.

Autonomia não é egoísmo, nem falta de empatia.É o resultado de um processo interno em que você aprende a se escutar, a r...
06/01/2026

Autonomia não é egoísmo, nem falta de empatia.
É o resultado de um processo interno em que você aprende a se escutar, a reconhecer seus limites e a respeitar aquilo que faz sentido para a sua vida. Muitas vezes, isso vai frustrar o outro — e tudo bem.

Não é possível viver de forma autêntica tentando atender expectativas que não são suas. Dizer “não”, mudar de rota, escolher diferente do que esperavam… tudo isso exige coragem emocional. A coragem de suportar a culpa, o desconforto e o medo de decepcionar.

Quando você se autoriza a frustrar o outro, deixa de se violentar internamente. E é nesse ponto que a autonomia começa: quando você entende que agradar a todos tem um custo alto demais — o de se perder de si mesmo.

04/01/2026

Trinta anos.

Esse foi o tempo que Maria Angélica, de 57 anos, viveu sob o domínio do medo, do silêncio e de agressões que deixaram marcas físicas e profundas cicatrizes na alma. O caso ocorrido em Jundiaí-SP é um lembrete doloroso de que a violência doméstica não é apenas um “desentendimento familiar”, mas uma violação sistemática dos direitos humanos.

Sair de um ciclo de abuso de décadas não é apenas uma questão de “querer”. O cárcere psicológico, muitas vezes, é tão rígido quanto as grades físicas. A manipulação, o isolamento e a destruição da autoestima fazem com que a vítima se sinta sem saída.

Casos como o de Maria Angélica reforçam a urgência da denúncia, mas também do acolhimento especializado. Nenhuma mulher deve carregar o peso do mundo e da dor sozinha. Se você ou alguém que você conhece está vivendo em silêncio, saiba: existe ajuda, existe escuta e existe um caminho de volta para si mesma.

A violência prospera no silêncio. A vida recomeça no falar. 💜

✨ Gratidão por cada pessoa que faz parte dessa caminhada!Chegamos aos 2K seguidores — e esse número representa troca, ac...
31/12/2025

✨ Gratidão por cada pessoa que faz parte dessa caminhada!

Chegamos aos 2K seguidores — e esse número representa troca, acolhimento e crescimento contínuo. ❤️

Obrigada por confiarem no meu trabalho e por estarem aqui, construindo comigo um espaço de cuidado e reflexão. Que venham muitas conexões positivas!

29/12/2025

Não é “só um hábito”. O que o corpo tenta dizer quando arrancamos o cabelo? 🤔

Você já se pegou arrancando um fio de cabelo em um momento de estresse ou tédio e, quando viu, já tinha passado minutos fazendo isso?

O que parece ser apenas um “tique” pode ser, na verdade, a Tricotilomania. Muito além da estética, esse comportamento é uma forma que o sistema nervoso encontra para lidar com sentimentos que as palavras ainda não deram conta.

O que está por trás desse ato? 👇

✨ Alívio da Tensão: O ato de arrancar gera um alívio imediato para uma ansiedade interna ou uma sobrecarga emocional. É como uma “válvula de escape”.

✨ Regulação Sensorial: Às vezes, o foco está na textura do fio ou na sensação da raiz, servindo como uma forma de o cérebro se “organizar” em momentos de tédio ou hiperfoco.

✨ O Ciclo da Culpa: O alívio é rápido, mas logo vem a frustração e a vergonha pelas falhas visíveis, o que gera mais estresse e alimenta novamente o ciclo.
Se você ou alguém que você conhece passa por isso, saiba: não é falta de força de vontade. É um transtorno que envolve neurobiologia e emoções, e tem tratamento.

A psicoterapia é fundamental para identificar os gatilhos e aprender novas formas de lidar com a ansiedade, sem que o corpo precise se ferir para encontrar calma. 🌿

Você já tinha ouvido falar sobre a Tricotilomania? Vamos conversar nos comentários. 👇

Não é “só um hábito”. O que o corpo tenta dizer quando arrancamos o cabelo? 🤔Você já se pegou arrancando um fio de cabel...
23/12/2025

Não é “só um hábito”. O que o corpo tenta dizer quando arrancamos o cabelo? 🤔

Você já se pegou arrancando um fio de cabelo em um momento de estresse ou tédio e, quando viu, já tinha passado minutos fazendo isso?

O que parece ser apenas um “tique” pode ser, na verdade, a Tricotilomania. Muito além da estética, esse comportamento é uma forma que o sistema nervoso encontra para lidar com sentimentos que as palavras ainda não deram conta.

O que está por trás desse ato? 👇

✨ Alívio da Tensão: O ato de arrancar gera um alívio imediato para uma ansiedade interna ou uma sobrecarga emocional. É como uma “válvula de escape”.

✨ Regulação Sensorial: Às vezes, o foco está na textura do fio ou na sensação da raiz, servindo como uma forma de o cérebro se “organizar” em momentos de tédio ou hiperfoco.

✨ O Ciclo da Culpa: O alívio é rápido, mas logo vem a frustração e a vergonha pelas falhas visíveis, o que gera mais estresse e alimenta novamente o ciclo.
Se você ou alguém que você conhece passa por isso, saiba: não é falta de força de vontade. É um transtorno que envolve neurobiologia e emoções, e tem tratamento.

A psicoterapia é fundamental para identificar os gatilhos e aprender novas formas de lidar com a ansiedade, sem que o corpo precise se ferir para encontrar calma. 🌿

Você já tinha ouvido falar sobre a Tricotilomania? Vamos conversar nos comentários. 👇

controledeimpulsos bemestar

20/12/2025

O Natal se aproximando, mas a emoção não chegando com ele. 🎄💔

Para muitos, a chegada de dezembro não aciona um “interruptor” de alegria, mas sim um estado de introspecção e, por vezes, de melancolia.

Esse fenômeno, conhecido como Holiday Blues, está longe de ser uma falha individual; é, na verdade, uma resposta psíquica complexa ao peso dos marcadores temporais.

Por que a euforia dá lugar à tristeza?

📍 O Balanço das Frustrações: O fim do ano funciona como um tribunal subjetivo.

Confrontamos as metas não alcançadas e os projetos que ficaram pelo caminho, o que pode gerar uma sensação de insuficiência e autocrítica severa.

📍 O Luto das Ausências: As luzes de Natal muitas vezes funcionam como holofotes para as cadeiras vazias. A perda de entes queridos ou a dissolução de configurações familiares antigas transformam a nostalgia em uma dor latente, evidenciando que o cenário mudou, embora a tradição tente permanecer a mesma.

📍 A Ansiedade pelo Devir: Existe um medo sutil do futuro e da pressão por “recomeços”. Essa ansiedade antecipatória sobre o novo ciclo que se inicia drena a energia necessária para viver o presente.

Como manejar esse sentimento?

O primeiro passo é a despatologização: você não está doente por não sentir o “espírito natalino”. É fundamental validar sua ambivalência emocional. Se o brilho das festas parece excessivo para o seu momento interno, permita-se o recolhimento.

Respeite o seu ritmo, ajuste suas expectativas e entenda que o afeto não deve ser performativo.

Às vezes, o maior presente que você pode se dar é o direito de não ter que parecer feliz o tempo todo. 🛋️✨

Você também tem sentido esse descompasso emocional com a chegada das festas? Vamos conversar nos comentários. 👇

Autocuidado PsicologiaClinica BemEstarEmocional

Pausa para o autocuidado e para recarregar as energias! 🌱✨Encerro hoje meus atendimentos de 2025. O período de recesso s...
18/12/2025

Pausa para o autocuidado e para recarregar as energias! 🌱✨

Encerro hoje meus atendimentos de 2025. O período de recesso será do dia 19/12 ao dia 04/01. Estarei de volta com a agenda aberta e renovada no dia 05 de janeiro.

A jornada deste ano foi intensa e gratificante. Agradeço a cada paciente pela confiança e pela coragem de compartilhar sua história comigo. Desejo a todos um final de ano de muita paz, presença e serenidade.

Nos vemos em 2026! 👋🤍

15/12/2025

Lidar com a Síndrome de Tourette vai além dos tiques visíveis! 🧠✨

Existem estratégias super eficazes que ajudam a gerenciar os sintomas e a melhorar, e muito, a qualidade de vida. O manejo adequado depende de alguns pilares:

1️⃣ Terapia Comportamental: Técnicas como a Terapia de Reversão de Hábitos (TRH) ensinam a gerenciar a urgência (sensação premonitória) do tique, promovendo mais controle.

2️⃣ Acolhimento Social: O estresse e o julgamento pioram tudo. Um ambiente que acolhe e informa reduz a ansiedade e a frequência dos tiques.

3️⃣ Manejo do Estresse: Atividades físicas, meditação e hobbies são aliados poderosos para o bem-estar geral e a regulação emocional.

4️⃣ Tratamento de Comorbidades: Tratar ansiedade, TDAH ou TOC (frequentemente associados) é fundamental para o sucesso do tratamento integral.

O tratamento é individualizado e o suporte profissional, essencial. A informação é a maior ferramenta de inclusão! ❤️

Compartilhe para conscientizar mais pessoas! 🚀

A Síndrome de Tourette é um transtorno do neurodesenvolvimento que se manifesta por tiques motores e vocais involuntário...
13/12/2025

A Síndrome de Tourette é um transtorno do neurodesenvolvimento que se manifesta por tiques motores e vocais involuntários. Eles podem variar ao longo do tempo e tendem a se intensificar em momentos de estresse, ansiedade ou cansaço.

A Tourette não define a pessoa, não afeta a inteligência e não limita sonhos, capacidades ou trajetórias profissionais. O maior desafio, muitas vezes, está no preconceito e na falta de informação.

O apresentador Dilera, ao falar abertamente sobre sua vivência com a síndrome, contribui para dar visibilidade ao tema e quebrar estigmas. Sua presença em espaços públicos mostra que a Tourette faz parte da diversidade humana e que é possível ocupar, comunicar e se expressar, mesmo convivendo com os tiques.

É importante destacar que a Tourette tem tratamento. Em alguns casos, o uso de medicação pode ajudar no controle dos sintomas, sempre com acompanhamento médico. As terapias também são fundamentais, auxiliando no manejo dos tiques, no controle do estresse e no cuidado com o impacto emocional da condição, além do tratamento de possíveis comorbidades.

Informação gera compreensão.
Compreensão gera respeito.

Falar sobre Tourette é um passo importante para uma sociedade mais empática e inclusiva.❤️

11/12/2025

A Síndrome de Tourette é frequentemente lembrada apenas pelos tiques — aqueles movimentos ou sons que aparecem de forma involuntária. Mas reduzir a Tourette a isso é perder de vista tudo o que existe além do sintoma.

Por trás de cada tique, há alguém tentando viver sua rotina, trabalhar, estudar, se relacionar e simplesmente existir em um mundo que nem sempre está preparado para o diferente. Muitas vezes, o que pesa não é o tique em si, mas o olhar curioso demais, o comentário desnecessário, o julgamento apressado.

A Tourette não é uma escolha, não é falta de controle, não é ‘mania’. É um funcionamento neurológico distinto, que pode se manifestar de formas leves ou mais intensas, variar ao longo do dia e até se intensificar em situações de estresse. E ainda assim, cada pessoa encontra seus próprios caminhos, estratégias e ritmos para lidar com essas manifestações.

Falar sobre isso é importante porque promove compreensão. Quanto mais conhecimento, menos estigma. E quando o estigma diminui, o espaço para acolhimento e respeito aumenta.❤️

A Tourette não define ninguém — é apenas uma parte da trajetória. E toda trajetória merece ser vista com humanidade, sem rótulos e sem pressa em julgar.🙏🏻

✨ Gratidão por cada pessoa que faz parte dessa caminhada!Chegamos aos 1K seguidores — e esse número representa troca, ac...
09/12/2025

✨ Gratidão por cada pessoa que faz parte dessa caminhada!

Chegamos aos 1K seguidores — e esse número representa troca, acolhimento e crescimento contínuo. ❤️

Obrigada por confiarem no meu trabalho e por estarem aqui, construindo comigo um espaço de cuidado e reflexão. Que venham muitas conexões positivas!



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