09/03/2026
A relação entre o que comemos e o que sentimos pode ser mais próxima do que muitas vezes imaginamos.
Nosso corpo e nossa mente não funcionam separados. Aquilo que ingerimos também participa da forma como nos sentimos ao longo do dia, da nossa energia, da disposição e até das oscilações de humor.
Quando a alimentação é mais equilibrada, oferecemos ao organismo nutrientes importantes para o funcionamento do cérebro. Alguns alimentos, como peixes ricos em ômega-3 ou frutas com alto teor de antioxidantes, costumam ser associados a benefícios para o bem-estar geral. Não se trata de uma solução mágica para as emoções, mas pode contribuir para um funcionamento mais estável do organismo.
Por outro lado, quando a alimentação se baseia muito em açúcares e alimentos ultraprocessados, é comum observar variações rápidas de energia. Esses picos e quedas podem influenciar também como nos sentimos ao longo do dia, trazendo mais irritabilidade, cansaço ou sensação de desânimo.
Cuidar da alimentação não significa controlar tudo de forma rígida, mas talvez ampliar a escuta sobre o próprio corpo. Às vezes, pequenas mudanças na rotina alimentar já permitem perceber diferenças na disposição, no sono e até na forma como lidamos com as emoções.
Olhar para si de forma integral envolve muitos aspectos: sono, vínculos, rotina, saúde física, alimentação e também o espaço de fala que a terapia oferece.
F**a um convite de observação:
você já percebeu se existe alguma relação entre o que você come e como se sente ao longo do dia?
Compartilhar essas percepções pode ser um caminho interessante para ampliar o autoconhecimento.