18/03/2026
Todo início de ano eu noto um padrão muito claro aqui na Clínica Suganuma, em Guarulhos (Jardim Maia): pacientes super dedicadas ao skincare… mas que voltam do verão com manchas mais evidentes.
E não é falta de cuidado.
É que existe um limite real do que o skincare consegue segurar sozinho.
Eu sempre digo: o sol não é inimigo. Ele faz parte da vida.
Mas a pele interpreta tudo de forma literal: recebeu mais radiação, ela reage — e uma das respostas mais comuns é a hiperpigmentação.
O ponto que pouca gente sabe é: nem toda mancha é igual.
Melasma, mancha pós-inflamatória, escurecimento pós-sol… cada uma tem profundidade e comportamento diferentes. Por isso, é tão comum ouvir:
“as manchas voltaram”,
“a pele ficou opaca”,
“estou fazendo tudo certo, mas não clareia.”
Ácidos, antioxidantes e clareadores são fundamentais, sim.
Mas eles atuam mais na superfície — e algumas manchas pós-verão são mais profundas e resistentes.
Quando eu falo em tratar manchas com responsabilidade (e sem “rebote”), eu penso em tecnologia precisa e inteligente. E uma das que mais se destacou nas minhas pacientes foi o Laser Helios III: ele trabalha diferentes profundidades da mancha com controle, sem agredir a pele e com menor risco de piora.
Importante: o Helios III não substitui o skincare — ele complementa. É como preparar o terreno para que os cuidados diários funcionem melhor depois.
Se você percebeu manchas novas ou o retorno daquelas que estavam controladas, vale observar com atenção e buscar uma avaliação com dermatologista que saiba identif**ar o tipo de mancha e a estratégia correta para a sua pele — especialmente aqui em Guarulhos, onde o sol e o calor costumam “aparecer” na pele rapidinho.
Procure um profissional da sua confiança.