Psicóloga Dayane Sena

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Você pensa que foi só um detalhe. Mas, no cérebro bipolar, aquele detalhe foi interpretado como uma ameaça.➡️ Mudança re...
03/01/2026

Você pensa que foi só um detalhe. Mas, no cérebro bipolar, aquele detalhe foi interpretado como uma ameaça.

➡️ Mudança repentina de rotina
Uma alteração de última hora, uma consulta adiada, um plano desmarcado, um imprevisto no trânsito. Isso desregula o ritmo e desestabiliza o humor.

⏩️ Sentir que está sendo ignorado
Não é sobre carência. É sobre um histórico de invalidação emocional que faz o cérebro bipolar entrar em modo de alarme e acionar reações desproporcionais.

⏩️ Dormir bem demais
Sim, não é só a insônia que descompensa. O excesso de sono pode ser um sinal de oscilação para fase depressiva e o gatilho é ignorado porque parece “descanso”.

⏩️ Cobranças veladas de produtividade. Um comentário sutil do tipo “nossa, você estava tão bem semana passada”
“. Pronto, a culpa
ativa, a mente começa a sabotar e o ciclo recomeça.

⏩️ Mudança hormonal
Principalmente em mulheres, variações no ciclo menstrual podem desencadear alterações importantes de humor e raramente são associadas à crise psiquiátrica.

⏩️ Silêncio prolongado nas relações
A falta de resposta no WhatsApp, um sumiço inesperado. Isso ativa pensamentos intrusivos, sentimento de abandono e sensação de rejeição profunda.

⏩️ Perfecionismo interno não resolvido
Não precisa ter alguém cobrando. A própria pessoa bipolar pode se autodestruir por não atingir um padrão que ela mesma criou mesmo quando está exausta.

Esses são gatilhos invisíveis pra quem vê de fora, mas devastadores pra quem sente por dentro. Porque o cérebro bipolar não responde ao mundo de forma linear, ele amplia, projeta,distorce tudo em segundos.

E é por isso que tratamento psiquiátrico não é luxo, nem última opção. É ferramenta de contenção, prevenção e autonomia emocional.

Entender seus gatilhos é tão importante quanto entender seus sintomas. Porque é neles que mora a raiz de muita crise que parece do nada.

A análise não busca eliminar o sintoma porque ele é parte fundamental da estrutura do sujeito. O sintoma carrega uma ver...
02/01/2026

A análise não busca eliminar o sintoma porque ele é parte fundamental da estrutura do sujeito. O sintoma carrega uma verdade inconsciente, um modo singular de lidar com o desejo, o gozo e a falta.
Quando o sujeito tenta apenas “se livrar” do sintoma, continua preso à lógica do controle, a mesma que o faz sofrer.

Escutar o sintoma é permitir que ele fale, que revele o sentido que sustenta o sofrimento. É nesse espaço de escuta que algo pode se deslocar: o sujeito passa a reconhecer o que repete, o que teme e o que deseja.

A psicanálise não promete cura no sentido de apagar o mal-estar, mas propõe um trabalho de transformação, onde o sintoma deixa de ser um obstáculo e se torna um caminho para o sujeito se aproximar de si mesmo.

Respeite quando o outro demonstra desinteresse. Nem todo afastamento precisa de explicação, às vezes, o silêncio já é a ...
02/01/2026

Respeite quando o outro demonstra desinteresse. Nem todo afastamento precisa de explicação, às vezes, o silêncio já é a resposta.
Quando alguém diz “não sei”, muitas vezes está dizendo um “não” que não teve coragem de verbalizar.
E tudo bem.
O mais importante é você se retirar com dignidade, se respeitar e escolher o amor-próprio.
Não insista onde não há entrega, não se diminua para caber onde não existe espaço.
Você merece algo inteiro, recíproco e verdadeiro.
Você merece o melhor, sempre. ✨

❤️
15/12/2025

❤️

10/12/2025

A parte mais injusta do transtorno bipolar é que o arrependimento chega sempre atrasado.

Não porque a pessoa “não pensou antes”, mas porque no meio da crise o cérebro realmente não está acessando a mesma lógica, o mesmo juízo, nem a mesma percepção de risco que teria em estabilidade.

Durante um episódio seja a impulsividade acelerada da hipomania/mania ou a apatia paralisante da fase depressiva o cérebro funciona em modo emergencial, guiado por circuitos emocionais alterados, dopamina desregulada, recompensa distorcida e uma falsa sensação de certeza sobre ideias que, em estabilidade, a pessoa jamais validaria.

É por isso que o arrependimento bipolar tem esse formato tão cruel, voce entende perfeitamente depois... mas nunca durante.

Depois que o episódio passa, a consciência volta a encaixar as peças. A lucidez aparece, a memória emocional retorna, a coerência reorganiza o que antes parecia um plano possível ou uma reação justificável. E aí surge a culpa, o estranhamento, o “como eu pensei nisso?” e o “não parece que fui eu”.

Mas isso não é falha de caráter.
É neurobiologia. É impacto direto da doença nos circuitos de decisão, no controle inibitório, na previsibilidade das consequências. E o cérebro reagindo como se estivesse em outro estado porque está.

-episódio

Conviver com alguém que temTranstorno de Personalidade Borderline não é simples.E quase ninguém fala sobre o quanto os f...
10/12/2025

Conviver com alguém que tem
Transtorno de Personalidade Borderline não é simples.
E quase ninguém fala sobre o quanto os familiares sofrem também.

Sofrem tentando entender mudanças bruscas de humor.
Sofrem com medo de ferir.
Sofrem pisando em ovos.
Sofrem tentando ajudar, mesmo quando se sentem completamente perdidos.
Sofrem amando alguém que vive tudo no volume máximo.

E nada disso é “falta de amor”.
É excesso de carga emocional.

Família também adoece quando carrega tudo sozinha.
E família também precisa de limites, descanso e apoio.

Se você acompanha alguém com TPB, lembre-se disso:

- Você não é responsável pelas emoções dele(a).
- Você não tem a obrigação de consertar ninguém.
- Você também merece cuidado.
- E pedir ajuda não é fraqueza, é necessidade.

A recuperação nunca acontece isolada.
Mas ela começa quando cada um, paciente e família, aprende a se cuidar sem se perder.

Se esse conteúdo fez sentido, compartilhe com alguém que vive essa realidade.

Ninguém deveria passar por isso sem orientação.

Muita gente ainda repete:👉🏻 “Na minha época não tinha esse tanto de doençaspsiquiátricas...”Mas a verdade é que sempre e...
10/12/2025

Muita gente ainda repete:
👉🏻 “Na minha época não tinha esse tanto de doenças
psiquiátricas...”

Mas a verdade é que sempre existiu.
O que não existia era nome, coragem e acolhimento.
O que havia eram rótulos, exclusão e sofrimento em silêncio.

💔Pessoas com depressão eram chamadas de fracas.
💔Crianças com TDAH cresciam acreditando que eram
inúteis.
💔Autistas eram condenados a viver à margem.
💔Quem tinha bipolaridade era tratado como instável e
indesejável.
💔Pessoas com esquizofrenia eram trancadas e esquecidas.
💔Famílias escondiam o suicídio, como se fosse pecado existir dor.

Hoje temos critérios diagnósticos claros, avanços em psicofarmacologia e psicoterapia, e principalmente: a consciência de que ninguém merece sofrer sozinho.

✨A saúde mental não é exagero, não é “modinha”. É
dignidade, é ciência, é vida.

👉🏻Quantas histórias poderiam ter sido diferentes se antes houvesse mais informação e menos preconceito?

O que faz você se sentir amado (a)?Ganhar presentes? Ouvir um “eu te amo”? Receber abraços sem pedir?O conceito das Ling...
10/12/2025

O que faz você se sentir amado (a)?

Ganhar presentes? Ouvir um “eu te amo”? Receber abraços sem pedir?

O conceito das Linguagens do Amor, criado por Gary Chapman, explica que cada pessoa oferece e recebe afeto de um jeito diferente.

Essas formas de interpretar (dar e receber) afeto são:

• Tempo de qualidade
É se sentir amado(a) quando o outro realmente te dedica presença, atenção e interesse de verdade.

• Palavras de afirmação
É quando o outro reconhece você, quem você é, o que faz e o que significa, através das palavras.

• Toque físico
É quando o contato traz conforto, segurança e proximidade física/emocional.

• Atos de serviço
É quando o outro cuida de você nas pequenas atividades do dia a dia e te faz sentir apoiado(a).

• Presentes
É quando o outro demonstra que lembrou de você através de um presente, mesmo que simples, o que conta muito é o gesto.

E geralmente, você expressa amor da mesma forma como se sente amado. Se a sua linguagem é “presentes”, além de se sentir amado(a) ao recebê-los, você também tende a demonstrar carinho oferecendo presentes. E por aí vai...

Todos nós temos uma ou duas linguagens predominantes que nos fazem sentir vistos, valorizados e emocionalmente conectados.

Compreender a sua linguagem e a do outro muda completamente um relacionamento.

Às vezes você está sendo amado(a) sim... só não na linguagem que faz sentido pra você.

E isso não significa falta de amor. E apenas diferente.
Cada pessoa expressa afeto a partir da própria história, do próprio repertório emocional, do que aprendeu ser
“amor”

É por isso que entender as linguagens do amor importa...

Importa para reconhecer o que te faz se sentir amado (a), para comunicar suas necessidades com clareza e ao mesmo tempo, para oferecer ao outro formas de afeto que façam sentido pra ele também.

Relacionamentos se fortalecem quando existe consciência, diálogo e disposição para sair do próprio modo automático de amar.

Conversas mudam vínculos.Silêncios destroem.
03/12/2025

Conversas mudam vínculos.
Silêncios destroem.





Negar, gritar, implorar, cair, aceitar...Um término é um pequeno luto.Primeiro você nega, porque é absurdo demais acredi...
13/11/2025

Negar, gritar, implorar, cair, aceitar...

Um término é um pequeno luto.
Primeiro você nega, porque é absurdo demais acreditar que acabou.
Depois vem a raiva, que explode contra quem ficou e até contra você mesma.
Você tenta negociar com o destino: “e se eu mudar, ele volta?”
Quando nada funciona, a dor te derruba em depressão.
Até que, um dia, sem perceber, você se rende à única saída possível: aceitar.

Mas aceitar não é esquecer.
É só parar de lutar contra o que já não existe.
E seguir.


Reage mulher, viva ! ✨LEIA A LEGENDA E REFLITA 🧠👇🏻Do ponto de vista da psicologia, esse conselho toca em algo essencial:...
11/11/2025

Reage mulher, viva ! ✨

LEIA A LEGENDA E REFLITA 🧠👇🏻

Do ponto de vista da psicologia, esse conselho toca em algo essencial: o movimento como antídoto emocional.
Quando estamos tristes, ansiosos ou desanimados, o cérebro tende a buscar proteção e uma das formas de proteção é o isolamento. Só que o isolamento prolongado reforça o ciclo da dor.

Sair, mesmo sem vontade, é uma forma de quebrar esse padrão mental. A ação envia novos estímulos ao cérebro, ativa áreas ligadas ao prazer e à curiosidade, e aos poucos, começa a reorganizar nossa percepção da realidade.

Viver é, portanto, uma terapia em movimento.
A vida externa estimula a vida interna porque cada experiência nova reativa a esperança, cada encontro amplia o olhar, e cada passo fora do roteiro mostra que ainda existe caminho, mesmo quando a alma está cansada.

A cura não vem da espera, mas da escolha de continuar. E se você quer aprender a fazer isso com mais clareza, equilíbrio e propósito, clique no link da bio e venha viver essa transformação comigo na Mentoria Simplifique.

🖤 1. Negação“Isso não pode estar acontecendo.”É a primeira reação diante da perda. A pessoa tem dificuldade em aceitar a...
11/11/2025

🖤 1. Negação

“Isso não pode estar acontecendo.”
É a primeira reação diante da perda. A pessoa tem dificuldade em aceitar a realidade do que aconteceu, como uma forma de autoproteção.
A negação ajuda a amortecer o impacto inicial e dá tempo para a mente começar a se ajustar à nova realidade.

💢 2. Raiva

“Por que isso aconteceu comigo?”
Quando a realidade começa a ser reconhecida, surgem sentimentos de raiva, revolta e injustiça.
Essa raiva pode ser direcionada a si mesmo, a outras pessoas, a Deus, ao destino ou até à própria pessoa que se foi. É uma etapa necessária para liberar a dor e o sentimento de impotência.

🤝 3. Barganha

“E se eu tivesse feito algo diferente?”
Nesta fase, a pessoa tenta negociar com a realidade, buscando maneiras de reverter ou aliviar a perda.
Podem surgir pensamentos como: “Se eu fizer isso, talvez eu me sinta melhor” ou “Se eu tivesse agido de outro jeito, nada disso teria acontecido”.
É um modo de tentar recuperar o controle e evitar o sofrimento.

😔 4. Depressão

“Nada mais faz sentido.”
Aqui, a perda é compreendida em sua totalidade. O sentimento predominante é de tristeza profunda, vazio e desânimo.
É um momento de recolhimento e reflexão, e não deve ser confundido com depressão clínica — embora possa se tornar uma, se a pessoa ficar presa nessa fase por muito tempo.

🌱 5. Aceitação

“Aconteceu, e agora preciso seguir em frente.”
Na última etapa, a pessoa começa a se reconciliar com a perda.
Não significa que não haja mais dor, mas sim que há paz e compreensão. A vida segue, com um novo significado e um novo modo de se relacionar com o que foi perdido.

⚖️ Importante:
• As etapas não são lineares: nem todo mundo passa por todas, nem na mesma ordem.
• Cada pessoa vive o luto de forma única, dependendo da personalidade, das crenças, do tipo de perda e do apoio emocional disponível.

Endereço

Rua Benjamim Constant, 357/Sala 03
Ibiúna, SP
18150000

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