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Você faz o tratamento, segue as orientações, cuida da alimentação, toma a medicação, mas a dor continua ali.Isso vai can...
26/03/2026

Você faz o tratamento, segue as orientações, cuida da alimentação, toma a medicação, mas a dor continua ali.

Isso vai cansando de um jeito difícil de explicar. Porque parece que nada resolve completamente.

O que muitas mulheres não sabem é que, com o tempo, o corpo pode entrar em um estado de defesa constante. O assoalho pélvico f**a tenso, contraído, como se estivesse sempre tentando se proteger da dor e isso, por si só, já mantém o ciclo ativo.

Ou seja: mesmo tratando a endometriose, o corpo ainda pode estar “preso” nesse padrão. Por isso, olhar só para a doença muitas vezes não é suficiente.

A fisio pélvica entra aqui como uma grande aliada do fortalecimento e alívio das dores.

Talvez você faça parte do time das pessoas que acham que constipação é só “não ir ao banheiro todos os dias”. Mas quem v...
25/03/2026

Talvez você faça parte do time das pessoas que acham que constipação é só “não ir ao banheiro todos os dias”. Mas quem vive isso sabe que vai muito além.

É a sensação de que o corpo não responde, o desconforto que acompanha o dia inteiro, a barriga sempre pesada e estufada, muitas vezes, até doendo. Nessa hora as pessoas mudam a alimentação, tomam algo pra soltar o intestino, tentam resolver de forma pontual.

Só que, na maioria das vezes, o problema não está só no intestino. O seu assoalho pélvico também participa desse processo e quando ele não funciona bem, evacuar deixa de ser natural e passa a ser um esforço. Não, isso não é algo que você precisa aceitar como “normal do seu corpo”. Seu corpo não foi feito pra funcionar com dificuldade.

Quando a gente entende a causa certa e procura o tratamento adequado, o alívio deixa de ser momentâneo e passa a ser real.

A perda urinária é muito mais comum do que muitas pessoas imaginam. Muitas mulheres relatam pequenos escapes de urina ao...
20/03/2026

A perda urinária é muito mais comum do que muitas pessoas imaginam. Muitas mulheres relatam pequenos escapes de urina ao tossir, rir, espirrar ou realizar algum esforço físico, e acabam acreditando que isso é apenas uma consequência natural da idade, da gestação ou do pós-parto.

Mas existe uma diferença importante entre algo ser comum e algo ser normal.

Na maioria das vezes, a perda urinária está relacionada ao enfraquecimento ou à alteração no funcionamento da musculatura do assoalho pélvico. Quando essa musculatura não consegue cumprir seu papel adequadamente, o controle urinário pode ser comprometido.

A fisioterapia pélvica trabalha justamente no fortalecimento e na reeducação dessa musculatura, ajudando a recuperar o controle e devolvendo mais segurança e qualidade de vida no dia a dia.

Quando uma mulher sente dor na relação, é muito comum que ela escute que precisa “relaxar”, que é ansiedade, falta de de...
05/03/2026

Quando uma mulher sente dor na relação, é muito comum que ela escute que precisa “relaxar”, que é ansiedade, falta de desejo ou tensão emocional.

A verdade é que dor é uma experiência complexa e envolve sistema nervoso, musculatura, histórico de experiências e contexto hormonal.

O assoalho pélvico é uma musculatura que precisa ter força, mas também precisa ter capacidade de relaxar e alongar. Quando há tensão persistente, hipersensibilidade ou cicatrizes (de parto, episiotomia ou cirurgias), o músculo pode reagir com contração involuntária diante da penetração.

O que começa como um episódio pontual pode se transformar em um ciclo: dor → contração de proteção → mais dor → medo → mais contração.

Com o tempo, o corpo passa a antecipar a dor, mesmo antes do contato. Isso não é “frescura” nem falta de vontade. É um mecanismo de defesa do sistema nervoso.

A fisioterapia pélvica trabalha tanto a parte muscular quanto a modulação da dor. Avaliamos tensão, mobilidade tecidual, cicatrizes, coordenação e resposta ao toque. Em muitos casos, é necessário ensinar o corpo a diferenciar ameaça de segurança novamente.

S**o não deveria ser suportado. Deveria ser vivido com conforto e autonomia. Dor é sinal de que algo precisa ser cuidado, não ignorado.

Existe uma crença de que procurar fisioterapia pélvica só faz sentido quando há sintoma evidente.Mas o pós-parto é um pe...
04/03/2026

Existe uma crença de que procurar fisioterapia pélvica só faz sentido quando há sintoma evidente.

Mas o pós-parto é um período de reorganização profunda do corpo, mesmo quando não há dor ou perda urinária. Durante a gestação, há alterações hormonais que aumentam a frouxidão ligamentar. A parede abdominal se adapta ao crescimento uterino. O diafragma modif**a seu padrão respiratório. O assoalho pélvico sustenta carga aumentada por meses.

Após o parto, o corpo precisa reaprender a distribuir pressão, estabilizar o tronco e sustentar os órgãos pélvicos. Sem orientação, muitas mulheres retomam atividades físicas intensas, passam longos períodos em postura inadequada amamentando e mantêm padrões respiratórios que aumentam a pressão intra-abdominal direcionada para baixo.

Isso pode não gerar sintoma imediato, mas aumenta o risco de incontinência, prolapsos e dor no futuro. Reabilitar no pós-parto é avaliar cicatrizes, diástase, padrão respiratório, coordenação muscular e resistência do assoalho pélvico. É ajustar antes que o problema apareça.

Cuidar cedo é sempre mais simples do que tratar tardiamente.

Homens também possuem assoalho pélvico, e ele participa do controle urinário, da função sexual e da estabilidade da pelv...
02/03/2026

Homens também possuem assoalho pélvico, e ele participa do controle urinário, da função sexual e da estabilidade da pelve.

Só que culturalmente quase não se fala sobre isso. Longos períodos sentado, treinos com carga excessiva sem coordenação respiratória, constipação crônica, estresse e cirurgias prostáticas podem alterar o funcionamento dessa musculatura.

Alguns homens desenvolvem dor pélvica persistente, desconforto ao urinar, dor na ejaculação ou disfunção erétil relacionada à alteração muscular e não apenas vascular ou hormonal.

Em outros casos, há urgência urinária ou dificuldade de esvaziamento completo da bexiga. Assim como nas mulheres, o problema pode estar tanto na fraqueza quanto na tensão excessiva.

A avaliação fisioterapêutica identif**a alterações de coordenação, resistência e controle motor. O tratamento envolve reeducação muscular, ajuste respiratório e orientação de hábitos que impactam diretamente a região pélvica. Saúde pélvica não é uma pauta feminina, mas uma questão funcional.

Existe uma frase que escuto com muita frequência no consultório:“Ah, doutora, isso é da idade mesmo.”Só que no quase sem...
27/02/2026

Existe uma frase que escuto com muita frequência no consultório:
“Ah, doutora, isso é da idade mesmo.”

Só que no quase sempre esse “isso” signif**a pequenos escapes ao tossir, ao rir, ao correr para atravessar a rua ou aquela urgência repentina de ir ao banheiro e não conseguir segurar.

Com o passar dos anos, o corpo realmente muda. Há redução hormonal, perda natural de massa muscular, alterações na qualidade do colágeno e, muitas vezes, um histórico acumulado de partos, cirurgias, constipação crônica ou atividades de alto impacto.

Mas mudança não é sinônimo de perda inevitável de função. O assoalho pélvico é musculatura. Assim, como qualquer músculo do corpo, ele responde a sobrecarga, desuso, tensão excessiva ou falta de coordenação. Se nunca foi avaliado ou treinado adequadamente, pode começar a falhar.

O problema é que muitas mulheres passam anos adaptando a rotina:
– mapeiam todos os banheiros do shopping
– evitam viagens longas
– deixam de praticar exercício
– usam absorvente diariamente
– acordam várias vezes à noite

Tudo isso vai sendo naturalizado como parte do envelhecimento.

Mas não é.

Incontinência urinária é um sintoma e sintoma é informação de que algo não está funcionando como deveria. Em muitos casos, o tratamento não envolve cirurgia nem medicação. Envolve reeducação muscular, ajuste de padrão respiratório, melhora da coordenação e fortalecimento específico.

Envelhecer faz parte da vida. Perder qualidade de vida não deveria fazer. Se isso já impacta sua rotina, talvez não seja “coisa boba”. Talvez seja apenas algo que ainda não foi cuidado.

Dor pélvica crônica é caracterizada por dor persistente na região pélvica por um período prolongado, geralmente superior...
24/02/2026

Dor pélvica crônica é caracterizada por dor persistente na região pélvica por um período prolongado, geralmente superior a seis meses. Diferente de uma dor pontual, ela tende a se manter ao longo do tempo, podendo variar de intensidade, mas impactando signif**ativamente a qualidade de vida, o sono, a disposição para atividades físicas, a vida sexual e o bem-estar emocional.

Em muitos casos, essa dor não está relacionada apenas a uma lesão estrutural ativa, mas a um processo de sensibilização do sistema nervoso. O corpo passa a interpretar estímulos comuns como ameaça, mantendo padrões de tensão muscular, proteção excessiva e aumento da percepção dolorosa. Isso cria um ciclo em que a dor se perpetua mesmo após a resolução do fator inicial que a desencadeou.

A abordagem fisioterapêutica na dor pélvica crônica envolve avaliação detalhada da musculatura do assoalho pélvico, do padrão respiratório, da postura e da forma como o corpo responde ao movimento. O tratamento busca reduzir a hipersensibilidade, normalizar o tônus muscular, restaurar padrões de movimento mais seguros e reeducar o sistema nervoso para que ele volte a interpretar estímulos de forma adequada.

Dor pélvica crônica não deve ser normalizada como parte inevitável da vida. Ela é um sinal de que o corpo precisa de cuidado especializado e de uma abordagem que considere tanto os aspectos físicos quanto os neurofisiológicos da dor.

O período pós-parto é marcado por alterações signif**ativas na musculatura abdominal, no assoalho pélvico e na organizaç...
22/02/2026

O período pós-parto é marcado por alterações signif**ativas na musculatura abdominal, no assoalho pélvico e na organização postural do corpo. Mesmo quando não há dor evidente, o parto impõe sobrecargas importantes às estruturas pélvicas, que precisam de tempo e estímulos adequados para se reorganizar funcionalmente.

Esperar o surgimento de dor, perda urinária ou sensação de peso para iniciar o cuidado com o assoalho pélvico costuma atrasar a recuperação e pode favorecer o desenvolvimento de disfunções ao longo do tempo. O acompanhamento precoce permite avaliar como essas estruturas estão respondendo ao puerpério e orientar exercícios e adaptações específ**as para cada mulher, respeitando seu tipo de parto, histórico corporal e demandas da rotina com o bebê.

A fisioterapia pélvica no pós-parto não tem como objetivo apenas tratar sintomas, mas principalmente prevenir disfunções futuras, melhorar a funcionalidade do corpo e facilitar o retorno seguro às atividades físicas e à vida cotidiana. O cuidado precoce contribui para uma recuperação mais eficiente e para a preservação da saúde pélvica a longo prazo.

Em quadros de dor pélvica, é comum que a pessoa passe a evitar movimentos por medo de piorar os sintomas. No entanto, a ...
20/02/2026

Em quadros de dor pélvica, é comum que a pessoa passe a evitar movimentos por medo de piorar os sintomas. No entanto, a evitação prolongada do movimento nem sempre protege o corpo. Pelo contrário, pode contribuir para o aumento da rigidez muscular, da perda de mobilidade e da sensibilização do sistema nervoso, mantendo o ciclo da dor.

O movimento, quando bem orientado, atua como um estímulo terapêutico. Ele ajuda a reintroduzir padrões de movimento seguros, melhora a circulação local, promove organização do sistema neuromuscular e contribui para a dessensibilização da região dolorosa. Isso signif**a que o corpo aprende, gradualmente, que é possível se mover sem que isso represente ameaça.

Na fisioterapia pélvica, o movimento é utilizado de forma progressiva e individualizada, respeitando limites e fases do processo de recuperação. O objetivo não é forçar o corpo, mas reconstruir a confiança no movimento e reduzir a resposta de proteção exagerada que mantém a dor ativa.

Mover-se, nesse contexto, não é apenas exercício físico. É parte fundamental do processo terapêutico para recuperar funcionalidade e reduzir a persistência da dor.

Durante a menopausa, o corpo passa por alterações hormonais que modif**am a resposta dos tecidos e da musculatura aos es...
18/02/2026

Durante a menopausa, o corpo passa por alterações hormonais que modif**am a resposta dos tecidos e da musculatura aos esforços diários. Atividades que antes eram realizadas sem impacto signif**ativo podem passar a gerar desconfortos, sensação de peso pélvico ou perda de controle urinário, especialmente quando associadas a padrões inadequados de movimento.

Pequenas mudanças de rotina têm impacto relevante nesse contexto. Ajustes na forma de sentar, levantar, carregar peso, realizar exercícios físicos e até na maneira de evacuar contribuem para reduzir a pressão excessiva sobre o assoalho pélvico. Além disso, a forma como você contrai o abdômen durante esforços e como organiza sua respiração interfere diretamente na distribuição de carga sobre a região pélvica.

Essas adaptações não exigem mudanças radicais na vida, mas sim consciência corporal e orientação adequada. A fisioterapia pélvica ensina como utilizar o corpo de forma mais eficiente, protegendo estruturas que, nessa fase, estão mais suscetíveis a sobrecargas.

Cuidar do assoalho pélvico na menopausa é, sobretudo, aprender a adaptar o movimento ao novo funcionamento do corpo, prevenindo sintomas e mantendo qualidade de vida.

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A menopausa provoca uma queda importante nos níveis de estrogênio, e esse hormônio não atua apenas na pele, nos cabelos ...
17/02/2026

A menopausa provoca uma queda importante nos níveis de estrogênio, e esse hormônio não atua apenas na pele, nos cabelos ou no ciclo menstrual. Ele tem papel direto na manutenção da qualidade dos tecidos, da elasticidade muscular e da saúde das mucosas, incluindo as estruturas que compõem o assoalho pélvico.

Com essa alteração hormonal, é comum que os músculos do assoalho pélvico percam parte da força e da capacidade de resposta aos esforços do dia a dia. Além disso, os tecidos f**am mais sensíveis e menos hidratados, o que pode gerar desconforto, sensação de peso na região pélvica, maior propensão à perda urinária e impacto na função sexual.

Essas mudanças não signif**am que o corpo “entrou em declínio irreversível”, mas indicam que o corpo passou a funcionar de forma diferente e, por isso, precisa de estratégias de cuidado específ**as. A fisioterapia pélvica atua justamente na avaliação dessas alterações, na reeducação muscular, na melhora da consciência corporal e na adaptação do corpo às novas demandas dessa fase da vida.

O acompanhamento adequado permite reduzir sintomas, melhorar a funcionalidade da musculatura pélvica e preservar autonomia e qualidade de vida durante a menopausa. Não se trata de aceitar desconfortos como algo inevitável, mas de compreender o que mudou no corpo e intervir de forma direcionada e segura.

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