03/04/2023
Desde o nascimento, o indivíduo em sua formação, desenvolve e alimenta diversas crenças que são nomeadas na TCC como crenças centrais, onde com o passar dos anos são influenciadas por fatores genéticos, temperamentais e ambientais.
Dentro das crenças centrais podemos encontrar três tipos de crenças, sendo elas: desamor, desvalor e desamparo.
Na festa do fim de semana, ocorreu um momento emocionante entre o Cezar Black e Fred Nicácio que se me permitem expressar, foi de partir o coração. Fred, tido pela grande maioria como um bom ouvinte e rei dos bordões, se encontrou sem palavras ao ouvir o desabafo de Cezar contado aos prantos.
Pudemos ver falas frequentes de Cezar como: “eu não consigo aqui dentro, é como se eu não me encaixasse (fosse aceito como é), eu penso que o problema sou eu” “não tem jeito, eu nunca consigo, passa um tempo, dois ou três dias, e depois eu volto a me sentir só”, “eu me culpo, e ninguém consegue gostar de mim”.
Mas o que tem haver esse momento do black com essas crenças, Eunivania?
Bom, a crença do desamparo se explica no encontro de fragilidades emocionais no sujeito, sendo uma constante na vida da pessoa que convive com o desamparo. Geralmente existe uma percepção de que ela está sozinha e vulnerável. E como resultado acaba tendo uma grande dificuldade em conviver em plena harmonia e felicidade consigo e com o ambiente ao seu redor. Sempre sentindo a desconfiança e o medo.
Consegue perceber a correlação? Mas será que essas crenças, podem ser desconstruídas?
A resposta é: SIM! Entretanto, é importante compreendermos que pode não ser tão fácil nos livrarmos dessas crenças centrais, é necessário um trabalho com um profissional especializado, dedicação e respeito com o tempo do seu processo.
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🧠. Eunivania Ingrid Lira e Silva - CRP 11/17330
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