16/12/2024
.
Em muitos casos – cerca de 10% das fraturas – pode ocorrer um atraso na consolidação óssea ou até mesmo uma pseudoartrose, quadro no qual a fratura, simplesmente, não chega a se consolidar. Tal disfunção pode ser desencadeada por uma série de fatores individuais, e os tratamentos cirúrgicos são diversos.
Mas nem sempre eles são suficientes, o que leva muitos especialistas a recomendarem a terapia de ondas de choque, técnica que vem sendo amplamente difundida no Brasil e no mundo. Moderna e eficaz, a terapia de ondas de choque é indicada quando os métodos convencionais não alcançam a cicatrização ou quando o processo de recuperação é lento.
O procedimento é realizado no consultório, com profissional habilitado para tal, utilizando um aparelho emissor de ondas acústicas, com energia muito maior que as de Ultrassom, por exemplo.
Cada sessão dura, em média, 10 a 20 minutos, recomendada semanalmente, no intervalo entre as aplicações ou de acordo com orientação do profissional, sendo necessário repouso parcial do paciente, sem a prática de atividades físicas intensas, perfazendo 4 a 6 sessões.
A terapia por ondas de choque tem como objetivos liberar radicais livres, óxido nítrico e fatores de crescimento e diferenciação celular (células da medula em células ósseas), aumento da produção de colágeno e o aumento da neovascularização e a angiogênese (formação de novos vasos sanguíneos), estimulando, assim, a regeneração tecidual.
Atuando desta forma, a técnica auxilia na cicatrização integral da fratura em mais de 70% dos casos!