Refúgio Momiji

Refúgio Momiji O Refúgio Momiji é totalmente voltado ao bem estar, na tentativa de ajudar a diminuir os ruídos d

   with .repost・・・O começo do ano costuma vir carregado de projeções.Planos, metas, expectativas , quase sempre adiantad...
13/01/2026

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O começo do ano costuma vir carregado de projeções.
Planos, metas, expectativas , quase sempre adiantadas demais em relação ao corpo que as sustenta.

No yoga, aprendemos algo essencial: não se avança sem base.

Antes de buscar expansão, o corpo precisa ser organizado.
Antes de intensidade, clareza.
Antes de fazer mais, perceber melhor.

O início do ano não pede pressa.
Pede alinhamento.
Pede escuta.
Pede honestidade com o ponto real onde estamos, físico, mental e emocionalmente.

Quando ajustamos os pés no chão, a coluna responde.
Quando a respiração encontra espaço, a mente desacelera.
E quando o corpo se organiza, o movimento deixa de ser fuga e passa a ser escolha.

Que este começo de ano não seja sobre ir mais longe,
mas sobre estar inteiro onde se pisa.

A partir daí, qualquer caminho faz sentido.

O começo do ano costuma vir carregado de projeções.Planos, metas, expectativas , quase sempre adiantadas demais em relaç...
13/01/2026

O começo do ano costuma vir carregado de projeções.
Planos, metas, expectativas , quase sempre adiantadas demais em relação ao corpo que as sustenta.

No yoga, aprendemos algo essencial: não se avança sem base.

Antes de buscar expansão, o corpo precisa ser organizado.
Antes de intensidade, clareza.
Antes de fazer mais, perceber melhor.

O início do ano não pede pressa.
Pede alinhamento.
Pede escuta.
Pede honestidade com o ponto real onde estamos, físico, mental e emocionalmente.

Quando ajustamos os pés no chão, a coluna responde.
Quando a respiração encontra espaço, a mente desacelera.
E quando o corpo se organiza, o movimento deixa de ser fuga e passa a ser escolha.

Que este começo de ano não seja sobre ir mais longe,
mas sobre estar inteiro onde se pisa.

A partir daí, qualquer caminho faz sentido.

À luz do yoga, a frase de Wagner Moura ecoa como um ensinamento profundo sobre DHARMA, a coerência entre aquilo que pens...
12/01/2026

À luz do yoga, a frase de Wagner Moura ecoa como um ensinamento profundo sobre DHARMA, a coerência entre aquilo que pensamos, sentimos e praticamos no mundo.

“Seguir os seus valores em momentos difíceis” não é um gesto heroico pontual, mas uma prática contínua. No yoga, aprendemos que valores não se sustentam apenas na intenção; eles exigem estrutura interna. Essa estrutura se constrói no silêncio da observação, na disciplina cotidiana, na capacidade de permanecer firme mesmo quando o chão parece instável. É o que os Yoga Sutras chamam de sthira: estabilidade que não endurece, mas sustenta.

Escolher os próprios valores em tempos adversos é, muitas vezes, escolher o caminho mais solitário. Exige tapas, o fogo da constância e svadhyaya, o estudo honesto de si, para não se perder em aplausos fáceis ou consensos frágeis. É permanecer em pé sem trair a própria consciência.

Quando falamos em valorizar a cultura do nosso país, falamos também de raiz. No yoga, nenhuma árvore cresce sem raízes profundas. Honrar a cultura é honrar a memória, o corpo coletivo, as histórias que nos formam. É reconhecer que a prática espiritual não nos afasta do mundo, mas nos compromete ainda mais com ele. Por isso, esse compromisso se torna inegociável: não como bandeira ideológica, mas como ética de presença.

O yoga nos lembra que alinhar valores é alinhar corpo, respiração e ação. E quando essa integração acontece, mesmo em tempos difíceis, o gesto mais simples se transforma em ato de resistência consciente. Seguir valores, afinal, é permanecer inteiro, e isso, por si só, já é uma forma de vitória.

A prática on-line não é sobre distância.É sobre atenção e escuta.Mesmo à distância, o corpo responde quando é visto. A m...
06/01/2026

A prática on-line não é sobre distância.
É sobre atenção e escuta.

Mesmo à distância, o corpo responde quando é visto. A mente se organiza quando é escutada. A prática acontece quando há presença.

Neste formato, o on-line não simplifica o processo.
Ele exige ainda mais escuta, clareza e precisão.

O espaço muda.
A consciência, não.

Em breve, vou abrir esse formato personal, para quem deseja praticar com autonomia e profundidade.
Fique por aqui.

Encerrar um ano não é apertar um botão de “reset”. É mais parecido com uma exalação longa: consciente, honesta, às vezes...
31/12/2025

Encerrar um ano não é apertar um botão de “reset”. É mais parecido com uma exalação longa: consciente, honesta, às vezes silenciosa.

Ao longo de 2025, nos encontramos no tapete para sentir o corpo como ele é, não como gostaríamos que fosse. Aprendemos, na prática, que presença não elimina desconfortos, mas muda a forma como nos relacionamos com eles. Que estabilidade não vem do controle, e sim da escuta. Que força sem sensibilidade endurece, e sensibilidade sem estrutura dispersa.

O yoga nos lembra algo simples e profundo:
tudo o que não é respirado, estagna. Tudo o que não é visto, pesa, tudo o que não é falado adoece.

Que possamos deixar neste ano o excesso de pressa, de exigência, de comparação. Não como quem foge, mas como quem solta o que já cumpriu sua função.

2026 não precisa ser um ano de promessas grandiosas. Pode ser um ano de refinamento.
De escolhas um pouco mais conscientes.
De pausas verdadeiras.
De ações alinhadas com aquilo que o corpo já sabe antes da mente explicar.

Seguimos juntos, praticando não para performar melhor, mas para habitar melhor a vida, respiração após respiração. Com presença, boas exalações e um novo ciclo que comece de dentro para fora.

Que em 2026 a gente saiba soltar, que tenhamos coragem de abrir espaços e que nossos próximos passos nasçam do centro, firmes, conscientes e verdadeiros. 🙏🏻❤️🌹⭐️

A prática não começa no movimento.Ela começa na escuta.Cada aula se inicia a partir de onde você está, no corpo, na ment...
19/12/2025

A prática não começa no movimento.
Ela começa na escuta.

Cada aula se inicia a partir de onde você está, no corpo, na mente, no momento.

Às vezes, o corpo pede prática.
Às vezes, a mente pede pausa e clareza.

Não há roteiro fixo.
Não há sequência imposta.

Há presença, observação e escolha consciente.

É assim que a prática se constrói: de dentro para fora.

Em breve, vou mostrar como esse formato funciona no on-line.
Acompanhe.

No final do ano, é comum sentirmos a urgência de “fechar pendências”, como se fosse possível dar conta, em poucas semana...
16/12/2025

No final do ano, é comum sentirmos a urgência de “fechar pendências”, como se fosse possível dar conta, em poucas semanas, de tudo o que acumulamos ao longo de meses. Mas, à luz do yoga, essa corrida revela um equívoco sutil: o problema nunca foi o acúmulo em si, e sim a nossa dificuldade em soltar.

Assim como na respiração, onde inspirar só é possível porque antes houve uma exalação, a vida também exige esse movimento de liberar, entregar e abrir espaço. Nenhuma inspiração acontece sem espaço interno. Nenhum novo ciclo entra se ainda estamos retendo o passado.

No tapete, aprendemos que a continuidade da prática depende da suavidade com que deixamos o ar sair. Exalar não é perda, é inteligência do corpo. É confiança. É entrega. E, curiosamente, tudo aquilo que seguramos demais endurece: o corpo, a mente, as expectativas, as histórias que contamos para nós mesmos.

No final do ano, quando o mundo parece exigir produtividade acelerada, o yoga nos convida a outro caminho: antes de tentar “resolver tudo”, respire. Exale. Solte o que já cumpriu seu papel. Permita que o espaço volte a existir.

Porque o novo não entra pela força, entra pela disponibilidade.
E a disponibilidade nasce quando aprendemos a liberar, com presença e coragem, aquilo que já não precisa mais ser carregado.
( fotos 1 e 5 📸 )

No final do ano, é comum sentirmos a urgência de “fechar pendências”, como se fosse possível dar conta, em poucas semana...
16/12/2025

No final do ano, é comum sentirmos a urgência de “fechar pendências”, como se fosse possível dar conta, em poucas semanas, de tudo o que acumulamos ao longo de meses. Mas, à luz do yoga, essa corrida revela um equívoco sutil: o problema nunca foi o acúmulo em si, e sim a nossa dificuldade em soltar.

Assim como na respiração, onde inspirar só é possível porque antes houve uma exalação, a vida também exige esse movimento de liberar, entregar e abrir espaço. Nenhuma inspiração acontece sem espaço interno. Nenhum novo ciclo entra se ainda estamos retendo o passado.

No tapete, aprendemos que a continuidade da prática depende da suavidade com que deixamos o ar sair. Exalar não é perda, é inteligência do corpo. É confiança. É entrega. E, curiosamente, tudo aquilo que seguramos demais endurece: o corpo, a mente, as expectativas, as histórias que contamos para nós mesmos.

No final do ano, quando o mundo parece exigir produtividade acelerada, o yoga nos convida a outro caminho: antes de tentar “resolver tudo”, respire. Exale. Solte o que já cumpriu seu papel. Permita que o espaço volte a existir.

Porque o novo não entra pela força, entra pela disponibilidade.
E a disponibilidade nasce quando aprendemos a liberar, com presença e coragem, aquilo que já não precisa mais ser carregado.
(Foto 1 e 5 📸

A transformação começa quando você enxerga.Este projeto nasce para criar clareza sobre o corpo, sobre os padrões, sobre ...
15/12/2025

A transformação começa quando você enxerga.

Este projeto nasce para criar clareza sobre o corpo, sobre os padrões, sobre o que você repete sem perceber.

Eu não conduzo decisões.
Eu não ofereço respostas prontas.

Eu ilumino pontos que antes passavam despercebidos, para que você possa escolher com mais consciência.

O yoga, aqui, não é promessa.
É lucidez.

Em breve.

Se ver com mais clareza é importante. Nos acompanhe.

Um novo modo de guiar a sua própria transformação.Este não é um convite para alguém cuidar de você.É um convite para voc...
12/12/2025

Um novo modo de guiar a sua própria transformação.

Este não é um convite para alguém cuidar de você.
É um convite para você se ver com mais clareza.

Neste novo formato, eu te conduzo pelo caminho. Ilumino. Aponto. Crio presença.

O passo, o ritmo e a profundidade continuam sendo seus.

Yoga como prática de autoconhecimento.
De autonomia.
De responsabilidade sobre si.

Em breve.

Acompanhe. O caminho começa na consciência.

10/11/2025

Assim como os props no yoga (blocos, cintos, mantas…) sustentam o corpo para que ele encontre o alinhamento e o conforto necessários à experiência profunda da prática, o corpo em si é o grande prop da mente.

É por meio dele que percebemos o instante, que sentimos a respiração se modificar. O corpo é o apoio que a consciência usa para se estabilizar, para não se perder no turbilhão dos pensamentos.

Quando o corpo encontra suporte, a mente pode relaxar.
Quando a mente se ancora na presença do corpo, ela se pacifica.

Assim, cada postura, cada ajuste, cada toque do pé no chão é uma lembrança silenciosa, de que não é a mente que habita o corpo, mas o corpo que guia a mente de volta ao agora.
O corpo, nosso primeiro e último prop, aquele que nos sustenta na busca por equilíbrio entre fazer e ser.

07/11/2025

A Arte de Reagir
O vídeo do pianista é uma perfeita metáfora da vida. O desrespeito soa como um toque de celular grosseiro, interrompendo nossa harmonia. Nossa primeira reação é, muitas vezes, um “improviso” de raiva ou irritação, um grito musical, uma resposta impulsiva.
Isso não é uma falha de caráter, mas um processo humano universal. A criança chora, o adolescente discute, o adulto debate. Cada um com seu instrumento emocional. Após a reação inicial, vem a fase de recuperação: acalmar os ânimos, respirar fundo. Só então, retomamos nossa
“sinfonia”, o estado de serenidade.
É crucial compreender que esse descompasso acontece com todos. Frequentemente, a provocação é uma armadilha para nos tirar do eixo e nos culpar pela reação. A questão não é evitar o sentimento, mas reconhecê-lo, vivê-lo e conduzi-lo de volta ao equilíbrio.
Conhecer seu próprio ritmo é a chave. Permita-se viver cada etapa do processo: a reação, a recuperação e a retomada. Não se julgue por sentir. A verdadeira maestria emocional não é nunca ser interrompido, mas saber, com gentileza, encontrar o caminho de volta à própria música.(Repost de

Endereço

Rua Paraíba, 124
Ilhabela, SP
11630000

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