13/01/2026
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O começo do ano costuma vir carregado de projeções.
Planos, metas, expectativas , quase sempre adiantadas demais em relação ao corpo que as sustenta.
No yoga, aprendemos algo essencial: não se avança sem base.
Antes de buscar expansão, o corpo precisa ser organizado.
Antes de intensidade, clareza.
Antes de fazer mais, perceber melhor.
O início do ano não pede pressa.
Pede alinhamento.
Pede escuta.
Pede honestidade com o ponto real onde estamos, físico, mental e emocionalmente.
Quando ajustamos os pés no chão, a coluna responde.
Quando a respiração encontra espaço, a mente desacelera.
E quando o corpo se organiza, o movimento deixa de ser fuga e passa a ser escolha.
Que este começo de ano não seja sobre ir mais longe,
mas sobre estar inteiro onde se pisa.
A partir daí, qualquer caminho faz sentido.