26/12/2025
O que mais me marcou em Nova York não foi estar em um dos maiores simpósios do mundo.
Foi o tipo de pergunta que veio depois.
Após a minha aula, os colegas não queriam saber apenas da técnica.
Queriam entender a rotina.
O raciocínio clínico.
A dinâmica do cuidado no dia a dia.
Perguntavam como conseguimos aplicar a medicina regenerativa de forma tão consistente na prática, quando, para muitos, ela ainda é exceção, e não método.
Houve também grande interesse em uma técnica cirúrgica específica que temos desenvolvido, capaz de promover revascularização indireta e, em muitos casos, evitar amputações.
Uma abordagem relativamente nova, especialmente para a cirurgia vascular, que abriu conversas profundas sobre futuro, integração e tomada de decisão clínica.
O que ficou claro ali não foi apenas o valor da técnica.
Foi o valor de uma filosofia de tratamento.
Quando a ciência deixa de ser pontual e passa a fazer parte da rotina, os resultados chamam atenção. Dentro e fora do Brasil.
Volto desse encontro com a confirmação de algo que já vivemos aqui todos os dias:
o mundo está cada vez mais interessado em modelos de cuidado que unem método, tecnologia e humanidade.
Seguimos.
Com responsabilidade.
Com profundidade.
E com muito trabalho pela frente.
Se esse tema te interessa, acompanhe os próximos conteúdos.
Ainda há muito para compartilhar.