02/01/2026
2026 já começou.
E antes de pensar no que ainda dá tempo de acrescentar, talvez seja importante olhar para o que já está demais.
Demais estímulo.
Demais exigência.
Demais ruído.
Quando falamos de um novo ano, a pergunta talvez não seja o que você quer conquistar,
mas o que você não quer mais carregar.
Nem tudo o que pesa foi escolha sua.
Há excessos que se acumulam em silêncio
e começam a cobrar no corpo e na mente.
Se o vazio também é potência,
o que hoje ocupa espaço demais em você?
E o silêncio…
quando foi a última vez que seus pensamentos descansaram?
Não apenas a ausência de sons,
mas a pausa da tagarelice interna mesmo.
Talvez 2026 não peça mais esforço,
mas mais critério.
Com o que entra.
Com o que f**a.
Porque há um ponto em que
seguir somando não expande —
apenas sobrecarrega.
E viver melhor, às vezes,
começa quando a gente escolhe descarregar,
soltar, deixar ir.