28/01/2026
Você toma banho. A água cai.
E mesmo assim parece que tem coisa em você que não se solta.
Uma preocupação que você carrega faz tempo.
Uma culpa que você não sabe explicar.
Um peso que você aprendeu a chamar de “normal”.
Tem gente que tenta resolver isso com mais controle, mais força, mais razão.
Mas 02 de fevereiro não é sobre cabeça. É sobre pedir licença.
Odoyá, Iemanjá!
É o gesto simples de reconhecer: “eu já segurei demais”.
E entregar nas águas — não como fuga — como transformação.
A Vivência de Iemanjá com Elaine Martins no Potala é gentil e amorosa para receber, celebrar e agradecer as bênçãos da Rainha do Mar. Um círculo pequeno. Olho no olho. Sem espetáculo. Com presença.
De roupa toda branca (ou branca com azul bem claro), você vai acender uma vela.
Vai trazer uma co**ha (ou um pequeno objeto que represente o mar) para consagrar.
E vai sair com uma sensação que não dá para fingir: alma mais limpa, fé renovada, serenidade no lugar onde antes era aperto.
Iemanjá é mãe.
E mãe não distrai. Mãe nos devolve ao eixo.
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