24/12/2025
Eu sempre fui fascinada pelo Natal. Desde pequena, me deslumbrava com as luzes que enchiam as casas de cor, me divertia com as músicas que se repetiam nessa época e ansiava pelo dia de reunir as pessoas para a ceia.
Confesso que tenho pouco autocontrole quando se trata do universo natalino. Participo de mais eventos do que meu cansaço permitiria, não me contento com uma ceia razoável e preciso quase sair correndo do corredor de decoração.
Também sempre gostei de montar a árvore de Natal. A família já me esperava para esse fim e, aqui em casa, a tradição permaneceu comigo.
Acontece que, junto a mim, uma pequena criança foi se encantando também.
E, conforme minha filha crescia, ela também participava da montagem da árvore, começou a escrever suas cartinhas para o Papai Noel e hoje entende que, apesar dos presentes, o aniversariante do dia é o principal motivo de toda essa comemoração - ainda que ela continue ansiando mesmo é pelos presentes 😄.
Até essa semana, a árvore de Natal de casa era uma caixa, alguns tubos e sacolas de enfeites no canto da sala, no aguardo de uma psicóloga prestes a entrar em recesso.
Eis que Isabela me pede pra "só abrir os galhos" ao fim do dia. E assim, fizemos. Ao acordar, no dia seguinte, me deparei com a filha já despertada e a árvore, linda, pronta. E ela, feliz da vida com o feito.
Filhos nos observam e aprendem conosco o que menos esperamos. Que a gente ensine o básico, mas também possa ensinar a alegria, o encantamento, a esperança.
Um Feliz Natal para todos!