19/01/2026
A avaliação neuropsicológica deve ser procurada quando existem sinais persistentes de dificuldades cognitivas, emocionais ou comportamentais que impactam o desempenho escolar, profissional, social ou a autonomia da pessoa.
De forma prática, você deve considerar encaminhar ou buscar uma avaliação quando houver:
🧠 Dificuldades cognitivas:
Problemas de atenção e concentração (desatenção, distração excessiva);
Dificuldades de memória (esquecimentos frequentes, dificuldade de aprendizagem);
Prejuízos em planejamento, organização, controle de impulsos e flexibilidade cognitiva;
Dificuldade para resolver problemas, seguir instruções ou concluir tarefas;
📚 Dificuldades escolares ou acadêmicas:
Queda no rendimento escolar sem causa aparente;
Dificuldades persistentes em leitura, escrita ou matemática;
Necessidade de investigar transtornos de aprendizagem;
Suspeita de TDAH, TEA ou altas habilidades associadas a dificuldades funcionais;
👶 Desenvolvimento infantil:
Atrasos no desenvolvimento cognitivo ou comportamental;
Dificuldade na autorregulação emocional;
Problemas de interação social, rigidez comportamental ou dificuldades de adaptação;
Dúvidas sobre o perfil cognitivo da criança para orientar intervenções e escola;
🧑⚕️ Questões clínicas e neurológicas:
Após lesão cerebral, AVC, TCE ou epilepsia;
Em casos de doenças neurológicas (ex.: demências, Parkinson);
Queixas cognitivas associadas a ansiedade, depressão ou estresse crônico;
Uso de medicação com impacto cognitivo;
💼 Contexto adulto e profissional:
Dificuldades no desempenho profissional sem explicação clara;
Problemas de tomada de decisão, organização ou controle emocional;
Avaliação para reabilitação cognitiva ou readaptação funcional.
Importante: não é necessário esperar a dificuldade “ficar grave”. Quanto mais cedo a avaliação é feita, mais eficazes tendem a ser as intervenções.