Márcio Castro - Infectologia e Clínica Médica

Márcio Castro - Infectologia e Clínica Médica Márcio Castro
Médico - UFMG
Mestrado Medicina (Ensino em Saúde)
Especialista - Clínica Médica e

Graduado Medicina UFMG;
Mestrado Medicina UNIFENAS;
Especialista em Clínica Médica - Residência Médica FHEMIG;
Especialista em Infectologia - Residência Médica FHEMIG;
MBA de Gestão em Saúde FELUMA.

03/12/2025

Dia Mundial de Luta contra a AIDS
1º de Dezembro






Participamos do Congresso Brasileiro de Infectologia apresentando trabalhos científicos desenvolvidos em parceria com no...
19/09/2025

Participamos do Congresso Brasileiro de Infectologia apresentando trabalhos científicos desenvolvidos em parceria com nossas médicas residentes .bc e

Participamos hoje da XXI JORNADA ACADÊMICA DA UNIVAÇO .ipatinga Com o tema Ética e Profissionalismo na Medicina: a const...
28/08/2025

Participamos hoje da XXI JORNADA ACADÊMICA DA UNIVAÇO .ipatinga
Com o tema Ética e Profissionalismo na Medicina: a construção de relações de confiança
Com apresentação sobre "O DECLÍNIO MORAL AO LONGO DA FORMAÇÃO MÉDICA: VERDADE OU MITO"
Agradecemos a oportunidade e o convite do professor e do diretor

🔁repost  Dia da Imunização reforça a importância das vacinas para a saúde individual e coletiva Comemorado em 9 de junho...
10/06/2025

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Dia da Imunização reforça a importância das vacinas para a saúde individual e coletiva

Comemorado em 9 de junho, o Dia Nacional da Imunização tem como principal objetivo chamar a atenção da população para a importância de manter a vacinação em dia, em todas as fases da vida. Segundo o médico infectologista da Fundação São Francisco Xavier (FSFX), Dr. Márcio de Castro, as vacinas são uma das principais ferramentas de proteção contra doenças infecciosas e, além do benefício individual, oferecem também uma barreira de proteção coletiva.

“O papel das vacinas é fundamental. A imunização garante proteção para o indivíduo e, principalmente, para toda a sociedade. O calendário vacinal é construído com base em vacinas que comprovadamente são eficazes e seguras. Estudos científicos robustos respaldam a utilização de cada uma delas. Vacinas não só previnem doenças graves e evitam mortes, como são instrumentos de saúde pública para impedir a circulação de agentes infecciosos e evitar surtos e epidemias”, destaca o especialista.

Dr. Márcio lembra que doenças como varíola, poliomielite, sarampo, caxumba e rubéola foram controladas ou até erradicadas no Brasil graças à vacinação em massa. “Infelizmente, a queda nas taxas de imunização nos últimos anos tem trazido de volta doenças que estavam controladas. O sarampo é um exemplo. O Brasil havia recebido o título de país livre do sarampo, mas a doença voltou a circular por causa da onda antivacina, que se espalhou baseada em desinformação e teorias sem qualquer respaldo científico”, alerta.

O médico da FSFX reforça que movimentos antivacina são irresponsáveis e perigosos, pois colocam em risco tanto a saúde do indivíduo que opta por não se vacinar quanto a de toda a coletividade. “Essas teorias negacionistas, que ganharam força sobretudo nos últimos anos por motivações políticas e propagação de boatos em redes sociais, não têm nenhuma base científica. O Brasil sempre foi referência em vacinação, com um calendário robusto e acesso gratuito às principais vacinas. Precisamos retomar os altos índices de cobertura vacinal para evitar o retorno de doenças já controladas”, ressalta.
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04/02/2025

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"Qual doença infecciosa será provavelmente o maior problema emergente em 2025?
Publicado: 30 dezembro 2024 22:59 -03
Conor Meehan, Nottingham Trent University

A COVID-19 surgiu de repente, espalhou-se rapidamente e matou milhões de pessoas em todo o mundo. Desde então, acho que é justo dizer que a maioria das pessoas tem ficado nervosa com o surgimento da próxima grande doença infecciosa, seja ela um vírus, uma bactéria, um fungo ou um parasita.

Com o recuo da COVID-19 (graças às vacinas altamente eficazes), as três doenças infecciosas que mais preocupam as autoridades de saúde pública são a malária (um parasita), o HIV (um vírus) e a tuberculose (uma bactéria). Elas matam cerca de 2 milhões de pessoas por ano.

Além disso, há as listas de vigilância de patógenos prioritários, especialmente aqueles que se tornaram resistentes aos medicamentos normalmente usados para tratá-los, como antibióticos e antivirais.

Os cientistas também precisam estar constantemente atentos em busca do próximo problema em potencial. Embora isso possa ocorrer em qualquer forma de patógeno, certos grupos têm mais probabilidade do que outros de causar surtos rápidos, e isso inclui os vírus influenza.

Um vírus da gripe está causando grande preocupação no momento e está à beira de se tornar um problema sério em 2025. Trata-se do subtipo H5N1 da influenza A, às vezes chamado de “gripe aviária”. Esse vírus é amplamente disseminado em aves selvagens e domésticas, como as aves domésticas. Recentemente, ele também infectou o gado leiteiro em vários estados dos EUA e foi encontrado em cavalos na Mongólia.

Quando os casos de influenza começam a aumentar em animais, como aves, há sempre a preocupação de que ela possa se espalhar para os seres humanos. De fato, a gripe aviária pode infectar os seres humanos, com 61 casos nos EUA já este ano, a maioria resultante do contato de trabalhadores rurais com gado infectado e pessoas bebendo leite cru."

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Publicado hoje na revista Viruses (Viruses 2025, 17(1), 22; https://doi.org/10.3390/v17010022 (registering DOI)) artigo ...
27/12/2024

Publicado hoje na revista Viruses (Viruses 2025, 17(1), 22; https://doi.org/10.3390/v17010022 (registering DOI)) artigo sobre os casos de "Vaccinia bovina" no estado de Minas Gerais nas última década, que participei em parceria com a equipe do Laboratório de Vírus do ICB/UFMG, sob coordenação da professora Giliane Trindade.
Título "Geographic Distribution of Vaccinia Virus, diagnosis and Demographic Aspects of Affected Populations, Minas Gerais, Brazil, 2000–2023"

://www.mdpi.com/1999-4915/17/1/22









A Oropouchue, arbovirose que já circulava na região amazônica, vem avançando na região sudeste, em especial no Vale Do A...
08/08/2024

A Oropouchue, arbovirose que já circulava na região amazônica, vem avançando na região sudeste, em especial no Vale Do Aço em MG.

Recentemente, tem sido observado aumento da transmissão, formas graves (incluindo óbitos em pessoas jovens previamente saudáveis) e transmissão materno-infantil com acometimento fetal e microcefalia em recém-nascidos.

Essa condição merece atenção!

Para o CFM, apoio a Chapa 2  .Uma proposta de um Conselho compromissado com CIÊNCIA, ENSINO e TRABALHO MÉDICO DE QUALIDA...
13/07/2024

Para o CFM, apoio a Chapa 2 .

Uma proposta de um Conselho compromissado com CIÊNCIA, ENSINO e TRABALHO MÉDICO DE QUALIDADE.

e são professores de duas das mais conceituadas faculdades de medicina de MG.

Afinal, Ética e Ciência devem andar de mãos dadas.



Para o CFM, apoio a Chapa 2  .Uma proposta de um Conselho compromissado com CIÊNCIA, ENSINO e TRABALHO MÉDICO DE QUALIDA...
11/07/2024

Para o CFM, apoio a Chapa 2 .
Uma proposta de um Conselho compromissado com CIÊNCIA, ENSINO e TRABALHO MÉDICO DE QUALIDADE, com dois professores de duas faculdades de medicina extremamente reconhecidas.

Afinal, Ética e Ciência devem andar de mãos dadas.


Febre de OROPOUCHE parece estar chegando a MG e, especialmente, no Vale do Aço, onde tivemos relatados dois te**es posit...
27/05/2024

Febre de OROPOUCHE parece estar chegando a MG e, especialmente, no Vale do Aço, onde tivemos relatados dois te**es positivos.

Há algum tempo já estavam sendo descritos casos de Oropouche na região amazônica. No início deste mês de maio, a OPAS (Organização Panamericana de Saúde) alertou a detecção de novos casos autocones em estados do SE e NE.

Na última semana, o CIEVS (Centro de informações estratégicas em Vigilância de saúde) de MG alertou:

"No dia 23/05/2024, a FUNED/MG informou ao CIEVS Minas a identificação de quatro amostras detectáveis para Oropouche, através de ensaios RT-qPCR, a partir da análise de 93 amostras aleatórias, que apresentavam resultados não detectáveis para Dengue e Chikungunya.
Dentre os quatro casos identificados, dois casos estão localizados na cidade de Ipatinga (URS Coronel Fabriciano), um caso na cidade de Gonzaga (URS Governador Valadares) e um caso na cidade de Congonhas (URS Barbacena)."

A Febre Oropouche (FO) é causada pelo arbovírus Orthobunyavirus oropoucheense (OROV) que tem como vetores os mosquitos do gênero Culicoides, conhecido como “maruim ou mosquito pólvora”

As larvas do mosquito se desenvolvem em vários habitats com probabilidade de permanecerem úmidos, o que favorece a alimentação das larvas em períodos secos, como florestas tropicais,
margens de rios, solos úmidos e buracos de árvores. Os caules de banana favorecem a proliferação de um grande número de C. paraensis.

QUADRO CLÍNICO
A FO apresenta semelhança clínica com casos febris inespecíficos de outras arboviroses, como dengue, chikungunya e febre amarela.

Os sintomas incluem febre súbita, dor de cabeça, dor muscular, dor articular, tontura, náuseas, vômitos, diarreia, sensibilidade à luz. Em casos mais graves, especialmente em pacientes imunossuprimidos, ocorrem complicações acometendo o sistema nervoso central, tais como meningite e encefalite, além das manifestações hemorrágicas (petéquias, epistaxe e sangramento gengival).

O período de incubação é geralmente de 3 a 8 dias. Pode ocorrer recidiva 1 a 2 semanas após os primeiros sintomas (relatos de até 60% dos casos).

Endereço

Avenida Japão 309 Cariru/Clínica São Vicente
Ipatinga, MG
35160118

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