Dra. Melissa Heringer - Medicare Clínica Médica

Dra. Melissa Heringer - Medicare Clínica Médica Bem-vindos! Sou PSIQUIATRA e atuo nesta área por afinidade e gratidão.

08/03/2026
02/03/2026

Não estarei atendendo até dia 19/03/2026. FÉRIAS!! ✈️✈️
Se desejar agendar confirma favor enviar msg de WhatsApp para o contato:
📲(31)999938803.
Responderemos assim que retornarmos.
Grata pela compreensão.
Abraços,
Dra. Melissa

01/03/2026

“Nós sofremos mais na imaginação do que na realidade.”
(Sêneca)

O futuro é medo.
O passado é apego.
Os dois roubam o presente.

Ansiedade é tentar controlar o que não depende de você.
Arrependimento é tentar reviver o que já acabou.
Os dois são perda de ENERGIA.

Os estóicos ensinavam:
O que importa não é o que acontece; é como você responde. Controle emocional é liberdade.

Esteja bem com você. Acredite em você. Tudo o mais virá dentro do seu merecimento e de suas atitudes, mas após desapegar-se de crenças e de medos.

Viva o presente!

28/02/2026

🌿 Saúde mental é autorregulação neurobiológica

Saúde mental não é ausência de sofrimento.
É capacidade de autorregulação emocional sustentada por bases neurobiológicas.

Sob estresse crônico, o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHA) permanece hiperativado, elevando níveis de cortisol. Estudos demonstram que essa ativação prolongada está associada a:

• Redução de volume hipocampal (afetando memória e processamento emocional)
• Hiperatividade da amígdala (aumento de resposta ao medo e ameaça)
• Prejuízo da modulação pré-frontal (menor controle inibitório e tomada de decisão)

Por outro lado, intervenções estruturadas promovem neuroplasticidade mensurável:

🔹 Exercício físico regular
Meta-análises mostram redução significativa de sintomas depressivos e ansiosos, além de aumento de BDNF (Brain-Derived Neurotrophic Factor), proteína essencial para plasticidade sináptica.

🔹 Psicoterapia baseada em evidências (como TCC)
Estudos de neuroimagem demonstram maior ativação do córtex pré-frontal dorsolateral e redução da hiperatividade da amígdala após tratamento.

🔹 Sono adequado
Privação de sono aumenta reatividade emocional em até 60% na amígdala, segundo estudos com fMRI.

🔹 Farmacoterapia quando indicada
Antidepressivos ISRS, por exemplo, promovem reorganização de circuitos cortico-límbicos ao longo das semanas de uso.

Regulação emocional não é supressão.
É integração entre sistemas neurais responsáveis por emoção e controle executivo.

Saúde mental é processo dinâmico, sustentado por hábitos, vínculos e intervenções baseadas em evidência.

Buscar ajuda não é fragilidade.
É decisão fundamentada em ciência.

Estabilidade emocional não significa ausência de emoção.
Significa capacidade de retornar ao equilíbrio.


Dra. Melissa Quintão
Médica Psiquiatra

28/02/2026

“Tudo passa.”

Essa afirmação, muitas vezes tratada como um co***lo filosófico, é sustentada por um dado neurobiológico objetivo: o cérebro humano é um sistema dinâmico.

Estados emocionais não são traços fixos. São padrões temporários de ativação neuroquímica e circuitos funcionais.

Ansiedade, por exemplo, envolve hiperativação da amígdala e do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal.
Depressão associa-se a alterações em redes como o córtex pré-frontal medial, hipocampo e sistema de recompensa. Nada disso é estático.

Falamos hoje em neuroplasticidade — a capacidade do sistema nervoso de reorganizar conexões sinápticas a partir de experiências, intervenções terapêuticas, mudanças comportamentais e significado atribuído aos eventos. Isso significa que sofrimento psíquico não é identidade.
É estado. E estados podem ser modulados.

O problema surge quando o indivíduo transforma uma ativação transitória em narrativa permanente:
“Eu sou ansioso.”
“Eu sou depressivo.”
“Eu sou incapaz.”

Na prática clínica, nosso trabalho não é apenas reduzir sintomas.
É interromper a cristalização da narrativa.

Podemos compreender o sofrimento como fenômeno neurobiológico dinâmico e integrar regulação emocional, hábitos de vida e construção de sentido para promover mudança estrutural e funcional no cérebro.

Porque a mudança não é apenas filosófica. Ela é fisiológica. E é exatamente aí que começa a possibilidade real de renovação.

25/02/2026

O desânimo não significa fracasso.
Significa que o sistema emocional está sobrecarregado.

Há momentos em que o cérebro reduz ritmo, diminui expectativa, economiza energia. Não porque você seja fraco (a). Mas porque há circuitos que estão desregulados — especialmente aqueles responsáveis por motivação, recompensa e esperança futura.

A dopamina diminui.
O córtex pré-frontal perde eficiência.
O corpo sente mais peso do que possibilidade.

E então surge a pergunta silenciosa:
“Por que não consigo reagir?”
A resposta é técnica — mas também é humana: —— “Porque motivação não nasce do nada. Ela é construída.”

O cérebro responde à constância.
Pequenos comportamentos repetidos, mesmo sem entusiasmo inicial, começam a reorganizar circuitos.

Ação precede ânimo com mais frequência do que o contrário.

Esperar sentir vontade pode manter a inércia. Agir com estrutura, mesmo em baixa energia, inicia a transformação.
O desânimo é um estado.
Não é identidade.

E o cérebro, quando exposto a previsibilidade, cuidado e repetição, volta a investir em vida. Não se trata de pensamento positivo ingênuo.
Trata-se de neuroplasticidade aplicada.

Confie no processo.
Sustente pequenas ações.
O sistema emocional aprende — e responde.

Dra. Melissa Chamonn
Psiquiatra

Dependência emocional não é excesso de amor. É desregulação do sistema de apego.Romantizamos sofrimento. Chamamos de “in...
24/02/2026

Dependência emocional não é excesso de amor. É desregulação do sistema de apego.

Romantizamos sofrimento. Chamamos de “intensidade” o que muitas vezes é medo de abandono. Chamamos de “paixão” o que pode ser ativação crônica de ameaça.

Vínculos inseguros geram hipervigilância relacional. Neurobiologicamente, relações imprevisíveis ativam o sistema dopaminérgico por reforço intermitente .
O resultado?
Oscilações emocionais intensas, aumento de cortisol, maior vulnerabilidade a ansiedade e depressão.

Não é “drama”. É um sistema nervoso condicionado à instabilidade.

A questão não é por que alguém “ama demais”.
A pergunta clínica é: por que essa pessoa só se sente viva quando está em alerta?

Autonomia emocional não é frieza.
É maturidade neurobiológica.

Intensidade não é vínculo saudável.

Dra. Melissa Heringer Chamon
Psiquiatra

Endereço

Rua Dos Caetés, 320/Loja 05
Ipatinga, MG
35162038

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Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 13:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 18:00
Sábado 08:00 - 12:00

Telefone

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