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Quando falamos em janela imunológica, estamos falando de um período em que o sistema imunológico do bebê está especialme...
29/04/2026

Quando falamos em janela imunológica, estamos falando de um período em que o sistema imunológico do bebê está especialmente preparado para aprender.

Aprender a reconhecer alimentos.
Aprender a tolerar.
Aprender a não reagir de forma exagerada.

Funciona assim:

Entre 4 e 6 meses, o bebê ainda recebe proteção da mãe, mas começa a construir suas próprias defesas.

É um equilíbrio delicado:
ele está protegido, mas também está “treinando”.
E é justamente esse treino que reduz o risco de alergias no futuro.

Mas aqui está o ponto que mais gera confusão:
A janela imunológica não é um sinal verde para antecipar a introdução alimentar.

Ela não muda o tempo.
Ela muda a forma.

A introdução continua acontecendo por volta dos 6 meses, quando o bebê demonstra sinais de prontidão:
sentar com apoio mínimo, interesse pela comida, coordenação mão-boca, perda do reflexo de protrusão da língua.

O papel da janela é outro:

Orientar como oferecer variedade, com qualidade e no tempo certo.

E é isso que faz diferença lá na frente. Porque o que constrói saúde não é pressa.
É condução.

Se você quer fazer essa fase com mais segurança, sem culpa e sem excesso de informação desencontrada, vale buscar orientação.

Nem tudo que parece prevenção… é.

E me conta: você já tinha ouvido falar de janela imunológica ou isso ainda gera dúvida pra você?

“Dra, meu filho vive doente… isso é normal?”Se você já pensou isso, saiba: você não está sozinha.Essa é uma das dúvidas ...
27/04/2026

“Dra, meu filho vive doente… isso é normal?”

Se você já pensou isso, saiba: você não está sozinha.
Essa é uma das dúvidas mais comuns no consultório.
E a resposta não é simplesmente “sim” ou “não”.

Durante a infância, principalmente quando a criança começa a ir para a escola, é esperado que ela fique doente com mais frequência.
O sistema imunológico ainda está em construção.
E o contato com outras crianças aumenta a exposição a vírus e bactérias.
Mas o ponto mais importante não é quantas vezes ela adoece. É o que acontece depois.

Ela melhora completamente?
Volta a brincar, a comer, a ser ela mesma?
Continua crescendo e se desenvolvendo bem?
Quando isso acontece, muitas vezes estamos diante de algo esperado:
o corpo aprendendo a se defender.

Mas existem sinais que pedem atenção.

Infecções muito frequentes, que demoram a passar, necessidade repetida de antibióticos ou dificuldade no crescimento não devem ser ignoradas.
Porque nem tudo deve ser normalizado.

Cada criança tem seu ritmo.
Mas é a avaliação cuidadosa que diferencia o que faz parte da infância do que precisa ser investigado.
E isso muda completamente a forma de conduzir o cuidado.

Avaliar com critério é o que diferencia cuidado de verdade de simples repetição de condutas.

A meningite ainda é uma doença que preocupa e com razão.Algumas formas podem evoluir rapidamente, especialmente em crian...
24/04/2026

A meningite ainda é uma doença que preocupa e com razão.
Algumas formas podem evoluir rapidamente, especialmente em crianças pequenas.
Mas hoje, contamos com um recurso extremamente eficaz: a vacinação.

O que muitas famílias não sabem é que existem diferentes vacinas, com coberturas diferentes.
O calendário do SUS cumpre um papel essencial na proteção da população.
Mas, em alguns casos, a rede privada amplia essa proteção, incluindo outros sorotipos importantes.

Isso não significa excesso e sim estratégia de proteção.
No consultório, a orientação não é padrão.
Ela leva em conta idade, histórico, exposição e contexto da criança.

Informação clara ajuda a tomar decisões mais seguras.

👩🏻‍⚕️ Dra. Josilene Massucatti – Pediatra
📍 Hospital São Sebastião – Itaberaí-GO
CRM-GO 9885 | RQE 8640

“Cuidar da infância é cuidar do futuro — com ciência, sensibilidade e fé.”

DiaMundialDeCombateÀMeningite

A leitura infantil não começa quando a criança aprende a falar.Ela começa muito antes.Ainda na gestação, o bebê já escut...
23/04/2026

A leitura infantil não começa quando a criança aprende a falar.
Ela começa muito antes.

Ainda na gestação, o bebê já escuta, reconhece a voz da mãe e começa a construir memória auditiva.

Depois que nasce, a leitura deixa de ser só estímulo e passa a ser algo ainda mais importante: vínculo.
É no colo, na repetição da mesma história, na voz que muda o tom, no olhar que acompanha a página… que o cérebro da criança se desenvolve.

E não é opinião.
É evidência.

Crianças expostas à leitura desde cedo têm:
• maior vocabulário
• melhor desenvolvimento cognitivo
• mais capacidade de atenção
• e impacto direto no desempenho escolar no futuro

Mas existe um ponto que pouca gente fala:
Não é sobre ler “perfeito”.
É sobre ler com presença.

Poucos minutos por dia já fazem diferença real.
A consistência importa mais do que a quantidade.

E, principalmente:
a sua voz é o maior estímulo que seu filho pode ter.

Se você pudesse escolher um hábito com impacto para o futuro do seu filho, a leitura deveria estar entre os primeiro.
E ela começa hoje.
Com você.

👩🏻‍⚕️ Dra. Josilene Massucatti – Pediatra
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# PediatriaComAlma DiaMundialDoLivro

21/04/2026

Você sabia que a forma como alimentamos o bebê é tão importante quanto o que colocamos no prato?

Porque não é só sobre comida.
É sobre relação.
Entre “brincadeiras inocentes” e tentativas de fazer o bebê comer a qualquer custo, muitas vezes, sem perceber, criamos um ambiente de tensão.

A colher vira insistência.
A refeição vira pressão.
E o momento que deveria ser natural… vira desconforto.

O bebê não aprende só o sabor dos alimentos.
Ele aprende o que sente enquanto come.
E quando esse processo acontece com cobrança, distração ou insistência, ele pode começar a associar a comida com medo, obrigação ou desconexão.

Pode parecer pequeno.
Mas, ao longo do tempo, isso ensina a criança a comer pelo outro e não a escutar o próprio corpo.

E é aí que mora o ponto mais importante:
Alimentação infantil não começa no prato.
Começa no vínculo.

👩🏻‍⚕️ Dra. Josilene Massucatti – Pediatra
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“Cuidar da infância é cuidar do futuro — com ciência, sensibilidade e fé.”

NutricaoInfantil

As doenças hematológicas ainda são pouco faladas, mas fazem parte da prática pediátrica.Nem sempre aparecem de forma evi...
17/04/2026

As doenças hematológicas ainda são pouco faladas, mas fazem parte da prática pediátrica.

Nem sempre aparecem de forma evidente.
Muitas vezes, começam com sinais sutis: um hematoma que chama atenção, um cansaço diferente, um sangramento que não é habitual.

Isso não significa diagnóstico, mas é um convite à observação.

Na pediatria, o olhar não é apenas para o sintoma isolado,
mas para o padrão, a frequência e o contexto.

Informação não é para gerar medo.
É para orientar.
E, quando necessário, investigar no momento certo.

👩🏻‍⚕️ Dra. Josilene Massucatti – Pediatra
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DiaMundialDaHemofilia

15/04/2026

Mãe, pai, cuidador:
o que você aprendeu anos atrás… pode não ser mais o certo hoje.

E em uma emergência, isso faz diferença.

As diretrizes de 2025 da American Heart Association mudaram pontos importantes na forma de agir em casos de engasgo, especialmente na técnica e na força aplicada.

Não é detalhe.
É segurança.
Muita gente ainda repete o que viu há anos, sem saber que houve atualização.

E o problema é que, em situações assim, não existe “mais ou menos certo”.
Existe o que funciona e o que pode colocar a criança em risco.

Por isso, não espere um susto para perceber que precisava ter revisado isso antes.
Conhecimento, aqui, não é excesso.
É preparo e preparo salva.

Se você convive com crianças, esse é o tipo de informação que precisa estar atualizada e não só guardada na memória.

Agora me conta:
você já sabia dessa atualização ou ainda estava usando a técnica antiga?

E se esse conteúdo pode ajudar outra pessoa, compartilhe.

Crédito do vídeo: .oficial

Eu sei que, na prática, muitas vezes a tela entra.E não é sobre fingir que ela não existe.Mas se vai ter tela… que seja ...
13/04/2026

Eu sei que, na prática, muitas vezes a tela entra.
E não é sobre fingir que ela não existe.

Mas se vai ter tela… que seja com consciência.
Porque o problema não é só o tempo.
É o tipo de estímulo que a criança recebe.

Conteúdos muito rápidos, barulhentos e cheios de estímulo não acalmam, eles aceleram.

E um cérebro em desenvolvimento não precisa de excesso e sim de qualidade, previsibilidade e segurança.

Se for usar, escolha melhor:

• Ritmo mais lento
• Menos estímulos
• Narração mais suave

E, sempre que possível:

Assista junto.
Coloque limites.
E não substitua o que nenhuma tela consegue oferecer:
a experiência real.

Brincar, explorar, se frustrar, interagir…
é isso que constrói desenvolvimento de verdade.

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10/04/2026

Dp consultório pro feed!

Tenham um lindo e feliz final de semana!❤️

08/04/2026

Eu me emocionei com esse video e você?

Com ele entendi ainda mais que nem sempre cuidar é facilitar.

Às vezes, cuidar é encarar junto o desconforto…
com presença, com paciência e com amor.

Seria mais fácil dar a comida na boca.
Mais rápido.
Menos choro.
Mas ensinar também exige coragem.

Coragem de esperar.
Coragem de não fazer pelo outro aquilo que ele já pode começar a aprender.

Desenvolvimento não acontece na ausência de dificuldade.
Ele acontece justamente quando a criança é incentivada, com segurança, a tentar.

Mesmo com limitações.
Mesmo com frustração.
E isso não é dureza.
É amor com direção.

Porque mais importante do que fazer por um filho, é prepará-lo para o mundo.

Compartilhe esse video que é uma verdadeira aula sobre isso!

07/04/2026

Não é só uma receita.
É um cuidado pensado para o seu filho.

Passou a Páscoa…e junto com ela, muitas dúvidas.“Exagerei no chocolate?”“Agora estraguei a alimentação?”Calma.O problema...
06/04/2026

Passou a Páscoa…
e junto com ela, muitas dúvidas.

“Exagerei no chocolate?”
“Agora estraguei a alimentação?”

Calma.
O problema não é o chocolate pontual.
É o que acontece quando isso é regular.

Na infância, o paladar está em formação.
E o excesso frequente de açúcar pode influenciar preferências, comportamento alimentar e até a saúde no longo prazo.

Mas lidar com isso não é sobre culpa.
Nem sobre compensação.
É sobre estratégia.

Voltar à rotina.
Oferecer comida de verdade.
Evitar transformar o doce em recompensa.
Organizar frequência e não proibir de forma rígida.

A criança não aprende só o que comer.
Ela aprende como se relacionar com a comida.
E isso é construído todos os dias.

No consultório, esse olhar também faz parte do acompanhamento.
Porque nutrir na infância vai além do prato, envolve comportamento, rotina e relação com a comida.

Se isso é uma dúvida na sua casa, vale olhar com mais atenção e orientação adequada.

👩🏻‍⚕️ Dra. Josilene Massucatti – Pediatra
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Hospital São Sebastião, Avenida Pio XII, N 100, Centro
Itaberaí, GO
76630000

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