26/02/2026
Por que algumas medicações chegam ao SUS e outras não? A resposta passa por um tripé: método, avaliação de benefício e sustentabilidade do sistema.
Como presidente da ABHH, o acesso à tecnologia e a redução das desigualdades são prioridades absolutas. Nós entendemos que o SUS precisa ser preservado financeiramente, mas ele não pode deixar de ser inclusivo.
Nossa contribuição é técnica: mobilizamos painéis de especialistas para avaliar o que realmente traz benefício clínico. Auxiliamos o Ministério da Saúde a separar o que é essencial do que é dispensável.
E um ponto fundamental: muitas vezes, a ABHH pleiteia a entrada de medicações que a própria indústria não tem mais interesse comercial em submeter. Fazemos isso para diminuir o abismo que ainda existe entre o tratamento no Brasil e nos países desenvolvidos.
Nosso compromisso é com a equidade e com a melhor ciência.
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