Clínica de Psicologia e Neuropsicologia Giorgia Frohlich

Clínica de Psicologia e Neuropsicologia Giorgia Frohlich Avaliação e acompanhamento neuropsicológico, neurofeedback, biofeedback, brainspotting (reprocessamento cerebral de traumas).

Nenhuma mãe deveria sair de uma reunião de escola se sentindo o problema.E existe uma diferença enorme entre uma criança...
27/03/2026

Nenhuma mãe deveria sair de uma reunião de escola se sentindo o problema.

E existe uma diferença enorme entre uma criança difícil e uma criança que ainda não foi compreendida.

Quando o diagnóstico chega, não é um rótulo e sim um mapa. É o começo de um caminho que você finalmente pode percorrer com segurança.

Você se reconheceu nessa história?

08/03/2026

O Dia da Mulher não é apenas uma data de celebração.
É também um dia de lembrança.

Lembrança de que ainda vivemos em um país onde muitas mulheres têm medo de voltar para casa.
Onde a violência doméstica ainda é uma realidade silenciosa dentro de muitas famílias.
Onde o feminicídio continua tirando vidas que tinham histórias, sonhos e pessoas que as amavam.

Por trás das estatísticas existem mulheres reais.
Mães, filhas, amigas, profissionais.

E mesmo diante de tantas dificuldades, as mulheres continuam sustentando muito do que mantém a vida acontecendo todos os dias.

São elas que cuidam, trabalham, organizam, acolhem, lutam e seguem em frente — muitas vezes em silêncio, muitas vezes cansadas, muitas vezes sem reconhecimento.

Hoje é um dia para lembrar que toda mulher merece respeito, segurança e dignidade.

E também para reconhecer a força de quem continua caminhando, criando filhos, construindo caminhos e cuidando de si e dos outros, mesmo quando a vida pesa.

Que este dia seja, acima de tudo, um lembrete:
a vida de toda mulher importa.

Feliz Dia da Mulher.


O TDAH feminino ainda é pouco reconhecido porque ele raramente aparece como “hiperatividade visível”.Na maioria das veze...
03/03/2026

O TDAH feminino ainda é pouco reconhecido porque ele raramente aparece como “hiperatividade visível”.

Na maioria das vezes, ele se manifesta como:

– sobrecarga constante
– esforço excessivo para manter organização
– instabilidade emocional associada ao ciclo hormonal
– queda de desempenho em fases específ**as da vida

O problema é que, quando não há investigação adequada, o raciocínio clínico f**a incompleto.

Trata-se a ansiedade.
Trata-se a depressão.
Trata-se o estresse.

Mas não se avalia o funcionamento executivo, a modulação dopaminérgica e o impacto hormonal sobre esse cérebro.

E isso muda completamente a direção do tratamento.

Se você percebe que seus sintomas pioram em momentos hormonais específicos,
ou que sempre precisou fazer um esforço desproporcional para manter estabilidade,

vale considerar essa hipótese clínica.

Identif**ação não é autodiagnóstico.
É critério para investigação adequada.

Você já percebeu esse padrão ao longo da sua vida?


REFERÊNCIAS CIENTÍFICAS

Rucklidge, J. J., et al. (2015). ADHD and premenstrual dysphoric disorder. Archives of Women’s Mental Health.

Skoglund, C., et al. (2019). Attention-deficit/hyperactivity disorder and postpartum depression. JAMA Network Open.

Quinn, P. O., & Madhoo, M. (2014). A review of attention-deficit/hyperactivity disorder in women and girls. Primary Care Companion for CNS Disorders.

Shanmugan, S., et al. (2020). Estrogen and dopamine interactions: implications for ADHD across the female lifespan. Journal of Psychiatric Research.

Kessler, R. C., et al. (2006). The prevalence and correlates of adult ADHD. American Journal of Psychiatry.

de Graaf, R., et al. (2008). Adult ADHD and occupational functioning. The Lancet Psychiatry.

01/03/2026

O TDAH não aprende só conversando.
Ele precisa de repetição estruturada.
Precisa de organização externa.
Precisa de recurso visual.
Precisa de estratégia prática para o dia seguinte.

Se o paciente sai da sessão só com reflexão…
na semana seguinte ele não lembra.
E se não lembra, não aplica.
E se não aplica, não muda.

Aqui na clínica, o tratamento não é só fala.
É estrutura.

– Organização funcional da rotina
– Estratégias para memória e execução
– Direcionamento claro entre uma sessão e outra
– Integração com tecnologias quando necessário (QEEG, neurofeedback, biofeedback)
– E acompanhamento real do que foi aplicado

TDAH não evolui só com insight.
Ele evolui com método.

E quando o método é ajustado ao funcionamento cerebral, o resultado aparece.

Você já sentiu que faz terapia, entende tudo… mas na prática nada muda?

Mãe de criança com TDAH não vive tranquila.Ela vive tentando acertar.Tenta ser firme.Tenta não gritar.Tenta não perder a...
28/02/2026

Mãe de criança com TDAH não vive tranquila.

Ela vive tentando acertar.

Tenta ser firme.
Tenta não gritar.
Tenta não perder a paciência.
Tenta fazer o filho “agir como os outros”.

E no final do dia, a sensação é de fracasso.

Mas deixa eu te falar uma coisa importante:

Criança com TDAH não melhora com mais bronca.
Ela melhora com mais estrutura.

Quando a casa se adapta ao funcionamento do cérebro dela, tudo muda:

✔ menos conflito
✔ menos culpa
✔ mais cooperação
✔ mais calma

Não é passar a mão na cabeça.
É entender como o cérebro funciona e organizar o ambiente para ele dar conta.

Muitas vezes não é falta de esforço.

É falta de direção.

Se você sente que está cansada de tentar sozinha, talvez esteja na hora de organizar isso da forma certa!

Muitas mulheres que eu atendo dizem a mesma coisa:“Eu me perdi no meio do caminho.”E quase sempre, quando a gente começa...
27/02/2026

Muitas mulheres que eu atendo dizem a mesma coisa:

“Eu me perdi no meio do caminho.”

E quase sempre, quando a gente começa a organizar a vida,
a gente volta para coisas muito simples:

Um desenho antigo.
Uma música.
Um cheiro.
Uma memória de quando era menina.

Ali tem pistas de quem você é.

Antes das cobranças.
Antes da culpa.
Antes do cansaço.

Às vezes você não precisa se reinventar.
Você precisa se reencontrar.

Me conta:
qual desenho você assistia e que ainda aquece seu coração?

25/02/2026

Quando eu falo em cérebro “duro”, eu estou falando de rigidez cognitiva.

Algumas crianças com atraso no desenvolvimento já nascem com mais dificuldade para flexibilizar.

Elas têm mais dificuldade para:
– mudar de estratégia
– lidar com frustração
– se adaptar ao novo
– sair do próprio pensamento

Isso não é falta de limite.
É funcionamento cerebral.

E aqui está o ponto central:

Esse cérebro não amadurece sozinho.

Ele precisa de estímulo direcionado, repetido e estruturado.

Se não recebe esse estímulo, ele começa a descompensar.

E essa descompensação aparece como:
mais crises,
mais ansiedade,
mais resistência,
mais dificuldade social e escolar.

Não é que a criança piorou.
É que o cérebro dela não está sendo treinado para flexibilizar.

E antes de sair tentando estratégias soltas, é preciso entender:
qual área está mais imatura,
qual função executiva está comprometida,
e como organizar um plano de estimulação coerente com esse perfil.

Intervenção sem direção cansa a família.
Intervenção estruturada muda o curso do desenvolvimento.

Se você sente que está fazendo muito e vendo pouco resultado, talvez não seja falta de esforço — seja falta de direcionamento adequado.

Muitas mães chegam até mim exaustas.Já tentaram psicoterapia isolada.Já passaram por diferentes profissionais.Já ouviram...
23/02/2026

Muitas mães chegam até mim exaustas.

Já tentaram psicoterapia isolada.
Já passaram por diferentes profissionais.
Já ouviram que é “fase”, que é “falta de limite”, que é “falta de maturidade”.

O que quase nunca foi feito antes?

Entender, com dados, como aquele cérebro está funcionando.

TDAH não é só comportamento.
É padrão de funcionamento cerebral.
É autorregulação.
É controle inibitório.
É processamento atencional.

Quando eu integro avaliação neuropsicológica, mapeamento cerebral e intervenção direcionada, eu não estou tentando mais uma estratégia.

Eu estou organizando o tratamento com base no funcionamento real daquela criança.

É por isso que o resultado não depende de tentativa e erro.
Depende de direção.

E direção reduz culpa.
Reduz desgaste.
E traz segurança para a mãe.

Quando a base é compreendida, o caminho deixa de ser aleatório.

E é isso que muda tudo.

Se você está mais irritada essa semana…se está começando mil coisas e terminando nada…se seu filho parece “mais difícil”...
17/02/2026

Se você está mais irritada essa semana…
se está começando mil coisas e terminando nada…
se seu filho parece “mais difícil” do que antes…

Respira.

Quando a rotina quebra, o cérebro com TDAH perde referência.

Ele funciona muito melhor com previsibilidade.
Horário parecido.
Comida parecida.
Ritmo parecido.

Não é sobre rigidez.
É sobre segurança neurológica.

E tem outra coisa que quase ninguém fala:

Quando a mãe também tem TDAH,
ela desregula primeiro.
E tenta organizar a casa já desorganizada por dentro.

Essa sensação de fracasso não é incapacidade.
É sobrecarga.

Essa semana não é para fazer tudo voltar ao normal.
É para reconstruir base.

Me conta:
na sua casa, quem desregulou mais depois do Carnaval? Você ou seu filho?

O TDAH cria um cenário silencioso de caos interno: atrasos, esquecimentos, impulsos, procrastinação, dificuldade de orga...
13/02/2026

O TDAH cria um cenário silencioso de caos interno: atrasos, esquecimentos, impulsos, procrastinação, dificuldade de organizar a própria vida. E, com o tempo, viver repetindo esses padrões faz nascer uma ansiedade que não é medo… é exaustão. É tentar acompanhar um cérebro que não para, uma rotina que atropela e responsabilidades que se acumulam.

A ansiedade do TDAH não vem de pensamentos catastróficos.
Vem do peso de sempre achar que está falhando.
Vem da sensação de correr atrás do próprio rabo.
Vem da culpa por não conseguir entregar tudo no tempo, jeito ou ritmo que o mundo espera.

Por isso tantas pessoas tratam ansiedade por anos sem melhorar: porque a raiz nunca foi só ansiedade.
E quando o diagnóstico correto chega, algo dentro finalmente faz sentido.
A culpa diminui. A autocobrança amolece. O tratamento começa a funcionar.

Você não é desorganizada.
Você não é “caótica”.
Você não é preguiçosa.
Seu cérebro apenas funciona de um jeito diferente — e ele merece ser compreendido, não punido.

Se nada nunca parece suficiente, talvez o problema não seja você. Talvez seja o diagnóstico que nunca aconteceu.

Entrei na trend, não resisti!🤭
10/02/2026

Entrei na trend, não resisti!🤭

Se você é mãe com TDAH, provavelmente já sentiu aquela culpa silenciosa de “não estar fazendo o suficiente”.Mesmo quando...
01/02/2026

Se você é mãe com TDAH, provavelmente já sentiu aquela culpa silenciosa de “não estar fazendo o suficiente”.
Mesmo quando está exausta. Mesmo quando já deu tudo o que tinha.

O problema não é falta de esforço.
É excesso de peso emocional assumido sem perceber.

Quando você tenta dar conta de tudo, o corpo trava, a mente cansa e a paciência some.
E aí vem a autocrítica.

Aprender a soltar o que não é seu não te faz menos mãe.
Te faz uma mãe mais inteira.

Se isso tocou você, salve.
E compartilhe com outra mãe que vive se cobrando demais.

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