Bárbara Berwanger- Psicóloga

Bárbara Berwanger- Psicóloga Clínica de psicologia, atendimento para crianças, adolescentes e adultos. Assessoria e Consultoria para empresas, escolas e instituições .

Focando na qualidade de vida e saúde mental integral.

Muitas pessoas vivem empurrando a si mesmas para além do que conseguem sustentar, acreditando que isso é crescimento. Ma...
12/02/2026

Muitas pessoas vivem empurrando a si mesmas para além do que conseguem sustentar, acreditando que isso é crescimento. Mas, quando a exigência nasce do medo, ela afasta o indivíduo de sua própria experiência interna.

Na medida em que a pessoa aprende a escutar seus sentimentos com aceitação, algo se reorganiza. O limite deixa de ser um obstáculo e passa a ser uma informação valiosa sobre quem ela é naquele momento. E, quando essa escuta acontece sem julgamento, a energia antes gasta em se provar pode ser usada para viver com mais inteireza.

O organismo humano tende naturalmente ao desenvolvimento quando encontra um ambiente interno seguro. Alta performance, então, não é ultrapassar a si mesmo, mas permitir-se funcionar de forma mais congruente, honesta e inteira.

✨ Quando você se aceita, algo em você sabe exatamente até onde ir!





Não é sobre horas livres na agenda, mas sobre permissão interna. Tempo para pensar sem culpa, para ler sem produtividade...
11/02/2026

Não é sobre horas livres na agenda, mas sobre permissão interna. Tempo para pensar sem culpa, para ler sem produtividade embutida, para movimentar o corpo sem meta, para silenciar sem precisar explicar.

Quando não reservamos esse espaço, a vida vira reação. Respondemos demandas, apagamos incêndios, seguimos funcionando — mas desconectadas de nós. A psicologia nos mostra que a inteligência emocional nasce exatamente nesses intervalos: quando paramos de correr e começamos a escutar.

Cuidar de si não é um luxo nem um prêmio por ter dado conta de tudo. É suporte. É base. É o lugar onde a clareza se reorganiza e o emocional encontra chão para sustentar escolhas mais conscientes.

Talvez o que esteja faltando não seja mais tempo… mas mais presença dentro dele!

Você tem tempo pra falar sobre você? 🕗 Link da agendamento na BIO!





Todos nós caminhamos pelo mundo usando lentes invisíveis. Elas foram formadas na infância, nas relações que tivemos, nas...
10/02/2026

Todos nós caminhamos pelo mundo usando lentes invisíveis. Elas foram formadas na infância, nas relações que tivemos, nas histórias que ouvimos, nos silêncios que ficaram. E, sem perceber, passamos a chamar esse recorte de realidade de “verdade”.

Na psicologia humanista, não se trata de corrigir essas lentes, mas de reconhecê-las com gentileza. Porque quando tomamos consciência do nosso próprio olhar, deixamos de lutar contra o mundo e começamos a nos responsabilizar pela forma como nos relacionamos com ele — com as pessoas, com o tempo, com as escolhas.

A mudança profunda não acontece quando alguém nos diz como deveríamos ver a vida. Ela nasce quando nos sentimos seguros o suficiente para olhar para dentro e perguntar: de onde vem o jeito que eu vejo tudo isso?

✨ Que tipo de óculos você tem usado para interpretar a sua própria história?





A ansiedade tem se tornado uma experiência constante para grande parte da população. Sentir ansiedade, por si só, não é ...
05/02/2026

A ansiedade tem se tornado uma experiência constante para grande parte da população. Sentir ansiedade, por si só, não é um problema — trata-se de uma resposta humana diante de pressões, mudanças e desafios do cotidiano. O que costuma gerar sofrimento é a falta de espaço para compreender e elaborar esse sentir.

Quando a ansiedade não é falada ou elaborada, ela tende a se manifestar no corpo e no comportamento, como tensão constante, cansaço mental e sensação de sobrecarga. Ter um espaço de escuta e reflexão ajuda a organizar a experiência emocional e a reduzir seus impactos no dia a dia.

Vamos falar sobre isso?

Referência:
Pesquisa do Instituto Cactus em parceria com a AtlasIntel aponta que cerca de 70% dos brasileiros relatam sentir ansiedade ou tensão com frequência.

autoconhecimento

Isso porque a defesa não nasce do sentir, mas da ameaça percebida. Sempre que há julgamento, expectativa ou tentativa de...
04/02/2026

Isso porque a defesa não nasce do sentir, mas da ameaça percebida. Sempre que há julgamento, expectativa ou tentativa de correção, o indivíduo se afasta da própria experiência interna e passa a responder ao ambiente, não a si mesmo.

Um espaço terapêutico verdadeiro se constrói pela presença genuína e pela aceitação sem condições. Quando alguém é acolhido sem a urgência de ser ajustado ou consertado, a fala deixa de ser um mecanismo de proteção e se transforma em caminho de compreensão. Nesse clima de segurança psicológica, sentimentos antes silenciados encontram lugar para existir e se organizar.

Escutar a si mesmo é um processo relacional. Só nos tornamos inteiros quando não precisamos esconder partes de quem somos. A mudança acontece não pela direção externa, mas pela confiança de que, em um ambiente seguro, a pessoa acessa naturalmente seu próprio movimento de crescimento e integração.

É na ausência de defesa que a verdade interna encontra espaço para emergir. Vamos conversar?





Muitas pessoas aprenderam que aceitar é sinal de maturidade, flexibilidade ou equilíbrio emocional. Assim, dizem “tudo b...
03/02/2026

Muitas pessoas aprenderam que aceitar é sinal de maturidade, flexibilidade ou equilíbrio emocional. Assim, dizem “tudo bem” diante de situações que internamente causam desconforto, incômodo ou discordância. O problema é que essa aceitação constante nem sempre nasce da compreensão — muitas vezes, vem do medo de conflito ou rejeição.

Aceitar algo sem concordar não é, por si só, um problema. A dificuldade surge quando essa postura se repete e impede a expressão de limites. Ao longo do tempo, o que não é dito tende a se manifestar de outras formas: cansaço emocional, irritabilidade, distanciamento nas relações e sensação de não ser visto.

Diferenciar aceitação de concordância é um passo importante para a saúde emocional. É possível respeitar uma situação e, ainda assim, reconhecer que ela não faz sentido para si. Aprender a nomear esse limite não é confrontar o outro, mas deixar de se confrontar internamente o tempo todo.

É hora de você falar sobre isso. 🧠🔍

Muitas pessoas chegam ao consultório acreditando que precisam ser mais fortes, mais produtivas ou mais resilientes. O qu...
29/01/2026

Muitas pessoas chegam ao consultório acreditando que precisam ser mais fortes, mais produtivas ou mais resilientes. O que quase nunca percebem é que essa cobrança constante nasce de uma relação interna pouco compassiva consigo mesmas.

Na Psicologia Humanista, compreendemos que o crescimento acontece quando a pessoa se sente aceita como é — não quando vive tentando corresponder a expectativas irreais. A incongruência entre quem você é e quem acredita que deveria ser gera ansiedade, esgotamento e sensação de fracasso.

✨ Vamos conversar. Você não precisa sustentar tudo sozinho(a). Link na BIO.

Nem todo avanço acontece de forma contínua ou previsível. Na experiência psicológica, o desenvolvimento se dá em curvas,...
28/01/2026

Nem todo avanço acontece de forma contínua ou previsível. Na experiência psicológica, o desenvolvimento se dá em curvas, pausas e mudanças de direção.

Há momentos em que desacelerar, sentir desconforto ou questionar o próprio caminho não interrompe a evolução, faz parte dela. O que muitas vezes é interpretado como fracasso pode ser, na verdade, um processo interno de reorganização, no qual emoções, pensamentos e expectativas precisam se realinhar.

A psicologia humanista compreende que crescer não é eliminar obstáculos, mas aprender a escutá-los. Cada etapa cumpre uma função no processo de amadurecimento. Aquilo que hoje parece um limite pode estar preparando um modo mais coerente, íntegro e verdadeiro de estar no mundo — passo a passo, curva a curva, no ritmo possível para cada pessoa.

Quando o caminho faz sentido por dentro, mesmo as curvas deixam de ser desvios e passam a ser parte da jornada! 🛣





Às vezes, tudo parece funcionar. A vida segue, o corpo responde, as rotinas estão em ordem. Ainda assim, por dentro, alg...
27/01/2026

Às vezes, tudo parece funcionar. A vida segue, o corpo responde, as rotinas estão em ordem. Ainda assim, por dentro, algo não acompanha esse movimento: surge um estranhamento silencioso, um vazio difuso ou um cansaço que não encontra explicação lógica.

Esse paradoxo tão comum é o ponto de partida de uma reflexão que atravessa o discurso da saúde mental com clareza, sensibilidade clínica e profundo respeito pela experiência humana. Em vez de oferecer respostas rápidas ou rótulos fáceis, a proposta é olhar para o que não aparece, para aquilo que é vivido internamente, mas raramente nomeado.

A abordagem dialoga com a psicologia humanista ao colocar a escuta no centro: aproximar-se do outro sem julgamentos, validar o relato e dar sentido a experiências que costumam ser minimizadas ou mal compreendidas. É uma leitura que ecoa os princípios defendidos por Carl Rogers — empatia, autenticidade e a confiança de que reconhecer a experiência subjetiva já é, em si, um movimento de cuidado e transformação.

A força desse convite está justamente no fato de não ser apenas teórico. Ele nasce do contato real com pessoas, histórias e processos humanos.

É hora de conversar sobre isso. Entre em contato através do link da Bio! ✨️

Título: Se Estou Bem, Por Que Não Me Sinto Bem? – Nos bastidores da saúde mental
Autores: Maria Moreno e Carolina F. Nunes





Muitas decisões que tomamos ao longo da vida parecem racionais, mas são organizadas por experiências emocionais que não ...
22/01/2026

Muitas decisões que tomamos ao longo da vida parecem racionais, mas são organizadas por experiências emocionais que não chegaram a ser reconhecidas. A consciência costuma operar como uma janela: por ela vemos apenas uma parte da casa. O que está fora do campo de visão — sentimentos evitados, dores não elaboradas, necessidades não acolhidas — continua existindo e influenciando a forma como nos movemos dentro desse espaço.

Quando certas experiências não encontram lugar para serem sentidas, elas não desaparecem; passam a orientar escolhas de maneira indireta. Assim como uma casa mal iluminada pode gerar tropeços, uma experiência interna pouco reconhecida pode conduzir repetições, bloqueios e decisões automáticas. Ampliar a consciência não significa controlar tudo, mas permitir que mais cômodos internos sejam vistos, compreendidos e integrados com respeito!

Conhecer a si mesmo não é mudar quem você é, é iluminar o que sempre esteve aí, esperando ser percebido. Vamos conversar 💭☕️





Pesquisas em psicologia e neurociência mostram que o organismo responde ao ambiente de forma imediata, avaliando seguran...
21/01/2026

Pesquisas em psicologia e neurociência mostram que o organismo responde ao ambiente de forma imediata, avaliando segurança, ameaça ou desconforto antes que a mente organize isso em palavras. Sensações como aperto, aceleração, cansaço ou inquietação costumam surgir como sinais iniciais de algo que está sendo vivido emocionalmente.

Do ponto de vista humanista, essas respostas não são sintomas a serem corrigidos, mas mensagens legítimas da experiência da pessoa. O corpo participa do processo de percepção, sinalizando necessidades, limites e estados internos que ainda não encontraram forma consciente. Quando essas sensações são ignoradas, a experiência permanece incompleta.

Aprender a notar o que se sente — sem julgamento, sem pressa de explicar — permite que a compreensão se construa de dentro para fora. É nesse contato respeitoso com a própria vivência que a pessoa começa a se reconhecer com mais clareza, integrando sensação, emoção e sentido.





Quem nunca comeu além do necessário em um momento de ansiedade intensa? Ou deixou de comer quando a tristeza parecia ocu...
20/01/2026

Quem nunca comeu além do necessário em um momento de ansiedade intensa? Ou deixou de comer quando a tristeza parecia ocupar todo o espaço, a ponto de o paladar desaparecer?

Algumas pessoas recorrem ao alimento como uma forma de amenizar sentimentos difíceis de sustentar sozinhas. Outras, diante de uma dor mais profunda, perdem o interesse pela comida. Em ambos os casos, não se trata de falta de controle, mas de tentativas humanas de lidar com o que está sendo vivido internamente.

Para algumas, comer oferece uma sensação temporária de conforto ou alívio. Para outras, o sofrimento é tão intenso que até gestos básicos, como se alimentar, parecem perder o sentido. A relação com a comida passa a refletir o modo singular como cada pessoa busca proteção diante da ansiedade, da tristeza ou de um cansaço emocional prolongado.

Vamos conversar sobre isso. Você merece um espaço de escuta respeitosa para compreender sua própria experiência. Quando há atenção genuína ao que se sente, a relação consigo mesma, e com o alimento, pode se transformar com mais gentileza e clareza!

Link de agendamento da BIO ☕️





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