22/05/2021
VOCÊ SABIA QUE ATÉ 10% DE TODAS GESTANTES PODEM DESENVOLVER PRÉ ECLAMPSIA? MAS VOCÊ SABE O QUE É?
Leia até o final e entenda sobre a doença que pode trazer riscos maternos e fetais!
A gravidez pressupõe o crescimento de um ser geneticamente diferente dentro do útero da mulher, uma vez que herdou metade dos genes do pai. Ela não rejeita esse corpo estranho porque desenvolve mecanismos imunológicos para proteger o feto. Em alguns casos, porém, ele libera proteínas na circulação materna que provocam uma resposta imunológica da gestante. Essa resposta agride as paredes dos vasos sanguíneos, causando vasoconstrição e aumento da pressão arterial.
A hipertensão arterial específica da gravidez recebe o nome de pré-eclâmpsia e, em geral, instala-se a partir da 20ª semana, especialmente no 3° trimestre.
A pré-eclâmpsia pode evoluir para a eclâmpsia, uma forma grave da doença, que põe em risco a vida da mãe e do feto.
As causas dessas enfermidades ainda não foram bem estabelecidas. O que se sabe é que estão associadas à hipertensão arterial, que pode ser crônica ou especifica da gravidez.
Sintomas:
Sintomas da pré-eclâmpsia (que também pode ser assintomática):
- Hipertensão arterial, edema (inchaço), principalmente nos membros inferiores, que pode surgir antes da elevação da pressão arterial;
- Aumento exagerado do peso corpóreo;
- Proteinúria, isto é, perda de proteína pela urina.
Diagnóstico e fatores de risco
O diagnóstico de eclâmpsia é estabelecido com base nos níveis elevados da pressão arterial, na história clínica, nos sintomas da paciente e nos resultados de exames laboratoriais de sangue e de urina.
A ultrassonografia morfológica de 1 trimestre com Doppler colorido com o histórico da paciente.pode predizer a chance da gestante vir evoluir com pré eclampsia, por isso é muito importante a realização deste exame na primeira fase da gestação, mesmo sabendo que o risco maior ocorre no segundo-terceiro trimestre.
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