Juréia Park Hotel Villa Terapêutica

Juréia Park Hotel Villa Terapêutica Somos uma Villa Terapêutica especializada na recuperação de dependentes químicos do álcool e das dr**as. Visite nosso site www.jureiaparkvillaterapeutica.com.br

Somos uma Comunidade Terapêutica especializada na recuperação de dependentes químicos do álcool e das dr**as. Visite nosso site www.ctjureia.com

UM NOVO CONCEITO EM TRATAMENTO  HUMANIZADO ACABA DE NASCER, VENHA CONHECER A VILLA TERAPÊUTICA JURÉIA.
23/04/2018

UM NOVO CONCEITO EM TRATAMENTO HUMANIZADO ACABA DE NASCER, VENHA CONHECER A VILLA TERAPÊUTICA JURÉIA.

UM NOVO CONCEITO EM TRATAMENTO HUMANIZADO ACABA DE NASCER, VENHA CONHECER A VILLA TERAPÊUTICA JURÉIA.

 ...• Ampla área verde de 240.000 metros quadrados;• 13 Chalés com Quarto/Suíte, Cama de Casal, Sala com sofá (opcional ...
22/04/2018

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• Ampla área verde de 240.000 metros quadrados;
• 13 Chalés com Quarto/Suíte, Cama de Casal, Sala com sofá (opcional TV), Cozinha Americana, Frigobar, Fogão, ventilador de teto, varanda com churrasqueira;
• 26 Apartamentos (acomodações tripla) com varanda com vista para o lago,3 camas de solteiro, banheiro, Frigobar e ventilador de teto (opcional TV);
• Refeitório com cozinha profissional;
• Serviço Barbearia;
• Serviço de Lavanderia;
• Sala de TV Comunitária;
• Auditório;
• Biblioteca;
• Quadra de Futebol de areia;
• Pista de Skate (mini ramp)
• Academia;
• 6 Piscinas;
• 2 Tobogãs;
• 2 Lagos;
• Pesca Esportiva;
• Recreação: Hidroginástica, Natação, Vôlei, Caiaque e Barco, Tirolesa e Ponte do rio que cai;
• Salão de Jogos: Sinuca, Pebolim e Pingue-Pongue;
• Salas de Atendimento Terapêutico e Psicológico;
• Enfermaria;
• Bomboniere (serviço terceirizado)
• Passeios Turísticos - Ecológicos (serviço terceirizado)

01/04/2018
Abuso de álcool e dr**as aumenta o risco de esquizofrenia!!!Uso exagerado de bebida alcoólica, por exemplo, pode aumenta...
13/03/2018

Abuso de álcool e dr**as aumenta o risco de esquizofrenia!!!
Uso exagerado de bebida alcoólica, por exemplo, pode aumentar em até 3,4 vezes a probabilidade de enfrentar o transtorno.

Não é de hoje que os cientistas debatem sobre a relação entre o abuso de dr**as e transtornos psiquiátricos. E um grande estudo da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, trouxe mais luz a essa questão. Os pesquisadores usaram dados de mais de 3 milhões de pessoas nascidas entre 1955 e 1999. Nessa turma, foram encontrados cerca de 200 mil casos de abuso de substâncias entorpecentes e 21 mil diagnósticos de esquizofrenia. Ao cruzarem essas informações, os cientistas chegaram até a estabelecer em qual proporção o exagero de cada item contribui para o maior risco de desenvolver a doença. Ficou assim:

Maconha – 5,2 vezes
Álcool – 3,4 vezes
Dr**as alucinógenas – 1,9 vezes
Sedativos – 1,7 vezes
Anfetaminas – 1,24 vezes
Outras substâncias – 2,8 vezes

Apesar da descoberta, os autores são cautelosos. Segundo eles, ainda é impossível dizer se o abuso causou o transtorno psiquiátrico ou vice-versa. É plausível também que uma pessoa com predisposição à esquizofrenia seja mais suscetível às dr**as. Além disso, alguns indivíduos podem ser mais propensos a desenvolver os dois problemas – a esquizofrenia e o abuso de entorpecentes.

Mas não para por aí. O mesmo time de pesquisadores analisou o consumo de maconha entre os pais. A ideia era checar se isso influenciaria na saúde dos filhos. Resultado: tanto na gravidez como depois do parto, o uso excessivo da cannabis pelas mães aumentou em seis vezes o perigo de o bebê desenvolver esquizofrenia. Se os homens eram usuários, o risco subia 5,5 vezes. Agora, caso as mulheres excedessem nos drinques antes do nascimento do filho, a possibilidade da criança ter o transtorno crescia 5,6 vezes. Porém, esse número caía pela metade se os goles ocorressem após o parto. Situação similar foi encontrada ao avaliar os homens chegados no álcool: o risco de a criança ser esquizofrênica aumentava 4,4 vezes se o consumo acontecia antes do nascimento e 1,8 se fosse depois.

Precisa de Ajuda? Ligue (13)99771-9538 Watzapp ou Acesse:
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O MOMENTO DE AJUDAR O DEPENDENTE QUÍMICOMuito embora haja exceção, o dependente não procura ajuda espontaneamente.  Mesm...
12/03/2018

O MOMENTO DE AJUDAR O DEPENDENTE QUÍMICO

Muito embora haja exceção, o dependente não procura ajuda espontaneamente. Mesmo nas exceções pode ser uma conduta manipulatória, ele “aceita” se tratar, mas somente para agradar a empresa ou a família.

Há sinais, embora bastante imperceptíveis, pelo dependente em pedir ajuda, que podem ser reais, contudo, somente uma equipe bem treinada, na empresa, perceberá se estes sinais são verdadeiros ou manipulatórios, pois existe uma negação maciça do indivíduo em aceitar a sua dependência, quer seja do álcool ou de outras dr**as, pela própria natureza da doença: o paciente não se sente doente.

Deve-se saber que a negação é um dos sintomas da dependência química e geralmente está muito crônica na pessoa, porém o pedido de socorro vem de algumas formas tais como: “só vou para um tratamento, morto”, “levem-me se forem capazes”, “quando eu sair eu sumo de casa”, entre outras. É óbvio que ele não está falando bem isto, mas por experiência do terapeuta que trabalha com prevenção e tratamento, o dependente está pedindo auxílio, indiretamente, e aí é a hora de ajudá-lo, realmente, quer seja na empresa ou na família.

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Farmacodependência: Fissura por remédio.Analgésicos para dor, ansiolíticos para relaxar, comprimidos de anfetamina para ...
11/03/2018

Farmacodependência: Fissura por remédio.

Analgésicos para dor, ansiolíticos para relaxar, comprimidos de anfetamina para conter o apetite e o prenúncio de um vício que pode ser tão perigoso quanto o das dr**as ilícitas: a farmacodependência. ?São dependências semelhantes e danosas à saúde, já que co***na e anfetamina são estimulantes do sistema nervoso?, diz o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, coordenador do Programa de Orientação e Assistência a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo.

Silveira explica, no entanto, que apenas os medicamentos que demandam receita controlada podem causar dependência, mas muitas pessoas também acabam criando este risco com outras substâncias, quando tentam resolver seus problemas pessoais com elas, utilizando-as diariamente, em doses progressivamente maiores.

Para a pesquisadora Rosany Bochner, coordenadora do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox), a vida moderna tem se mostrado cada vez mais estressante e muitos acreditam que, além de resolver seus problemas, também podem comprar saúde em balcão de farmácia. O uso irracional de medicamentos ainda é favorecido, em sua opinião, pelo hábito que as pessoas têm de estocar medicamentos e reutilizar receitas médicas para novos tratamentos.

Para completar, as pessoas compram sob influência da mídia e de amigos. Em razão dessa congruência de fatores, são registrados, anualmente, de acordo com a pesquisadora, cerca de 26 mil casos de intoxicação por medicamento no Brasil.

O leque atual de opções farmacoterapêuticas é enorme, se comparado com o conjunto de medicamentos disponíveis até meados do século passado. Esse incremento no portfólio, contudo, segundo a farmacêutica Guacira Corrêa de Matos, que é doutora em Saúde Pública e professora da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem aspectos positivos: tornou possível ampliar o sucesso no tratamento de várias doenças e impactou positivamente na redução da mortalidade infantil e no aumento da expectativa de vida.

E se há benesses, as pessoas também devem colaborar com o lado do desventurado amplo leque de medicamentos, não os utilizando de forma abusiva e inadequada, o que aumenta o risco de efeitos adversos,inclusive os letais. ?Temos a cultura da automedicação, historicamente construída, pois o brasileiro sempre foi estimulado a consumir medicamentos como solução para todos os males do corpo e da alma. A propaganda indiscriminada de medicamentos, aliada à dificuldade de acesso ao sistema de saúde, pode explicar tal cultura?, diz Guacira Corrêa.

Segundo ela, entre os medicamentos mais consumidos, estão os analgésicos e os anti-inflamatórios, que podem causar efeitos adversos importantes como sangramentos intestinais, hepatites medicamentosas, distúrbios cardíacos, além de mascarar sintomas de doenças importantes, quando consumidos por automedicação, sem orientação de um profissional de saúde. Acusa também um elevado consumo de ansiolíticos ou tranquilizantes, muitas vezes adquiridos irregularmente, sem o receituário específico. E ressalta que todos os medicamentos, em graus de risco diferentes, podem provocar danos à saúde. Como estratégias para reduzir o consumo e melhorar o perfil de segurança no uso de produtos farmacêuticos, a profissional aposta em campanhas educativas dirigidas à população, desde a infância, que enfatizem o uso correto e os cuidados com os medicamentos.

Também defende a importância da adoção de estratégias educacionais voltadas aos profissionais de saúde sobre farmacoterapêutica racional. ?Muitos médicos e odontólogos são estimulados, por estratégias promocionais e com base em fontes de informação não isentas, à sobreprescrição das últimas novidades do mercado, que são exatamente aquelas cujo perfil de segurança é menos conhecido. Então, o estímulo à prescrição racional, fundamentada em informações fidedignas e em evidências científicas, certamente ajudaria a reduzir o consumo elevado de medicamentos?, aposta.

De acordo com Wilson Gonzaga, psiquiatra e psicoterapeuta, especializado em farmacodependência, o Brasil precisa de uma transformação na cultura médica e na cultura da população. ?As pessoas têm muita dificuldade de suportar as dores, sejam elas físicas, psíquicas ou espirituais?, opina, ao relatar que qualquer pessoa corre o risco de se tornar dependente física de medicamentos.

Já a dependência psíquica é revelada em pessoas com personalidades Farmacodependência predisponentes, ou seja, com maior suscetibilidade à dependência, pois apresentam personalidade frágil, ou ego mal formado, ou dificuldade de tolerar frustrações, ou atração por pensamentos mágicos e irreais, procurando situações de ilusão em detrimento de situações reais ou, ainda, forte tendência hedonista, colocando o prazer acima de tudo.

Mas ressalta: ?O fato de a pessoa ter personalidade predisponente não significa que se tornará dependente, quando perde o controle da vontade e necessita da droga para ter prazer ou para evitar um desprazer?, diz o especialista.

Precisa de Ajuda!!!c Ligue (13)99771-9538 ou acesse:
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Consumo de dr**as na Adolescência. O consumo de dr**as na adolescência desde há muito tempo preocupa a população, pois m...
10/03/2018

Consumo de dr**as na Adolescência.

O consumo de dr**as na adolescência desde há muito tempo preocupa a população, pois mais tarde os jovens podem sentir os seus efeitos da pior maneira no futuro.
dr**as na adolescencia
Desde há muito tempo que se utilizam dr**as como medicamentos, devido às suas propriedades analgésicas, mas consumidas em baixas doses. No entanto, o consumo de dr**as em doses elevadas distorce a realidade de tal forma que produz falsas situações de bem-estar e provoca danos quase sempre irrecuperáveis.

De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), o termo droga aplica-se a todas as substâncias que se caracterizam por:

– Produzir alterações no equilíbrio do organismo ao serem introduzidas por diversas vias, como inalação, ingestão, injecção, etc. ;
– Provocar no indivíduo dependência física, psíquica ou ambas;
– Conduzir o organismo à tolerância aos efeitos que produz;
– Levar à síndroma de abstinência, quando deixam de ser consumidas.

Quando um jovem experimenta uma droga, geralmente fá-lo por pressão do grupo de amigos ou por curiosidade.
O abuso das dr**as depende dos mais variados factores, como o estado psicológico, as condições sócio-económicas (desemprego),solidão e o aliciamento exercido pelos traficantes.

Porque os jovens usam dr**as?
Porque do consumo na adolescência?

Os medicamentos, álcool, tabaco e outras dr**as são amplamente utilizados no seio da comunidade para uma variedade de finalidades.

A principal razão dos jovens ao uso de álcool em primeiro lugar, tabaco ou outras dr**as é porque eles são curiosos e querem descobrir o que seus amigos e familiares estão experimentando e por isso no momento não se apercebem dos perigos das dr**as.

Muitos jovens vêem o álcool como parte integrante de sua maturação e interacção social com os outros.

Os jovens estão constantemente construindo e reconstruindo o significado social do mundo que os rodeia, por isso tentam descobrir onde se encaixam. Os jovens estão expostos a situações de uso de dr**as ao longo da vida.

A sua decisão de começar a usar ou continuar a usar uma droga irá reflectir:

O que está acontecendo nas suas vidas
Quem são e onde com eles, no momento
Suas crenças e valores
Experimentação e comportamento de risco
Álcool e outras dr**as práticas dos outros ao seu redor, incluindo membros da família e colegas
A exposição a influências da mídia e da internet
Acesso e disponibilidade de dr**as, ao álcool e outras
Os períodos mais vulneráveis para entrar em contacto com dr**as, ou para começar a usar dr**as, são períodos de transição ou os desafios profissionais ou sociais. Estes podem ser a transição da escola primária para a escola secundária, o trabalho, ou um início de relacionamento ou envolvimento com novos grupos sociais.

Quais os jovens são mais propensos a ter problemas com dr**as?
Embora seja impossível prever com precisão quem irá desenvolver um problema com as dr**as, e quem não vai, é possível delinear factores de risco e protecção, saber os cuidados a ter com as dr**as também ajuda. Isso é útil porque ajuda a pensar sobre como reduzir os riscos dos jovens, e como evitar o uso de dr**as na adolescência.

Os riscos podem ser identificados nas relações familiares, as relações entre colegas da escola, ambientes de trabalho, e na comunidade.

Como um adolescente pode começar a usar as dr**as?

Os ambientes que proporcionam estabilidade, acompanhamento e carinho são menos arriscados para o uso de dr**as na adolescência do que aqueles que são imprevisíveis ou caóticos.
Obviamente, grupos de amigos, onde o uso de dr**as é considerado normal, aceitável e desejável, onde os comportamentos ilegais ou anti-sociais são perdoados, e onde as actividades dos jovens não são monitorizadas por adultos, são mais arriscadas e mais susceptível de conduzir ao uso de dr**as.
Como saber se uma pessoa está usando dr**as?
A resposta curta é que é muito difícil ter a certeza de que uma pessoa está usando dr**as. É importante que os pais reconheçam os perigos do consumo de dr**as e que existem estratégias eficazes que os pais podem adoptar para reduzir a probabilidade de os jovens consumirem álcool e outras dr**as.

Estratégias eficazes incluem ter um modelo, estabelecendo limites claros e estar aberto às oportunidades quando elas surgem, para falar com seu filho sobre dr**as.

O álcool é a droga de escolha para a maioria dos jovens. Se você está preocupado que o seu filho possa estar a utilizar uma substância, evite tirar conclusões precipitadas. Procure oportunidades para conversar com seu filho sobre as suas preocupações e ouvir o que eles estão a dizer.

Há alguns sinais e sintomas que podem indicar que um adolescente poderia estar a consumir dr**as, ou que pode significar que algo está errado, ou simplesmente ser parte do crescimento.

Coisas que podem indicar o uso de dr**as:

Intoxicação. Isto pode incluir: fala arrastada, andar cambaleante, lento, olhos vermelhos, suores, excepcionalmente falador, muito feliz ou triste, mal-estar, comer muito.
Você pode encontrar coisas óbvias como garrafas vazias de álcool ou seringas. Além disso, pedaços de papel alumínio, sacos individuais pequenos, pedaços de mangueira, e colheres dobradas podem indicar o uso de diferentes dr**as.
A utilização repentina de objectos que tem objectivo de “disfarçar” ou ocultar, por exemplo coisas como desodorizantes pessoais, incenso, produtos para refrescar o hálito ou óculos escuros, podem estar tentando mascarar o uso de alguma substancia ou dr**as.
O uso de dr**as envolve tanto a compra e venda. O aumento dos gastos, a demanda por dinheiro, ou o desaparecimento de itens valiosos podem apontar para a compra de dr**as. Ter mais dinheiro do que o habitual, ou objectos novos e caros, pode significar que a pessoa que está vendendo dr**as.
Mudanças de personalidade.
As alterações físicas. Ganhar ou perder peso, alterações do sono mais ou menos normais, na rotina de higiene pessoal, o aparecimento de erupções na pele ou feridas.
Acidentes frequentes. Cair, batendo em coisas, derrubar as coisas, ou ter acidentes.
Problemas na escola ou no trabalho.
Alterações nas amizades.
Às vezes os pais ficam preocupados e perguntam o que está a acontecer. A resposta habitual é que os jovens negam uso de dr**as, inicialmente, pois são usadas em segredo, mas finalmente eles decidem contar aos seus pais.

Factos rápidos …
Dr**as e adolescentes são uma má combinação, pois os adolescentes podem se tornar dependentes de substâncias mais rapidamente do que adultos.
Trinta e três por cento dos adolescentes experimentam substancias em casa, escola ou no trabalho.
A maioria dos jovens não tem a noção dos perigos do uso de dr**as nas noites que podem a vir enfrentar quando estão sob o efeito de dr**as.
O álcool e outras dr**as são as doenças que afectam mais e são mantidos pelo sistema familiar.
Sinais de alerta
Se você está preocupado que o seu adolescente faça utilização de dr**as ou álcool, olhe para estes sinais de alerta:

Outros membros da família sabem do abuso de substâncias;
Faltar às aulas com muita frequência;
Mudança para um grupo de pessoas diferentes;
Parar as actividades extracurriculares que foram importantes para o adolescente;
Dificuldades de ordem jurídica;
Porte de apetrechos para consumo de droga;
Posse de identificação falsa;
Fonte desconhecida de renda;
Modificações físicas, tais como os lapsos de memória, fala arrastada, perda de coordenação motora, olhos vermelhos, pupilas dilatadas ou perda rápida de peso;
Se sabe de algum jovem com problemas ajude-o antes que seja tarde de mais. A ajuda para filhos com consumo de droga é essencial, para escolher entre a adolescencia e droga.

Ajude a evitar o consumo de dr**as na Adolescência.

Ligue agora (13)99771-9538 Vivo/Watzapp ou acesse:
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UM NOVO CONCEITO EM TRATAMENTO HUMANIZADO ACABA DE NASCER, VENHA CONHECER A VILLA TERAPÊUTICA JURÉIA.

Juréia Park Hotel  Villa TerapêuticaO tratamento dentro da Villa Terapêutica Juréia segue uma programação terapêutica el...
09/03/2018

Juréia Park Hotel Villa Terapêutica
O tratamento dentro da Villa Terapêutica Juréia segue uma programação terapêutica elaborada em concordância com diversos órgãos nacionais e internacionais especializados na pesquisa e no tratamento da dependência do álcool, crack, co***na, maconha, dr**as sintéticas, inalantes e outros distúrbios de comportamento psicológicos.

Este método se baseia no Programa dos 12 Passos, assim como em princípios extraídos da Psicologia e da Espiritualidade, já que para recuperar um dependente químico apenas a abstinência não basta.

Se não houver uma profunda reformulação da personalidade, assim como da sua forma de se vincular socialmente, e também a maneira de enfrentar a realidade, com as suas frustrações e decepções inevitáveis, a verdadeira recuperação não poderá acontecer.

Este novo conceito de tratamento que empregamos aqui no Juréia Hotel Villa Terapêutica, consiste em exatamente nisso uma completa recuperação física, mental e espiritual, proporcionando um novo sentido a vida.

Precisa de Ajuda? Ligue (13) 99771-9538 ou acesse:
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O que é Dependência Emocional ou Codependência?Codependência, Dependência Emocional ou Dependência Afetiva, é a inabilid...
08/03/2018

O que é Dependência Emocional ou Codependência?

Codependência, Dependência Emocional ou Dependência Afetiva, é a inabilidade de manter e nutrir relacionamentos saudáveis com os outros e consigo mesmo, resultando em Relacionamentos Difíceis, Desgastados ou Destrutivos. Aqui você saberá quais são os principais sintomas, se você vive este problema e como tratar este transtorno que pode ser grave e gerar sérios prejuízos à saúde e a todas as áreas da vida.

Alguns Sintomas:
Cuidados excessivos com o outro - preocupação constante, necessidade compulsiva de ajudar o outro, antecipando as necessidades dele, assumindo responsabilidades por ele e deixando o próprio cuidado de lado;
Baixa autoestima – culpa-se por tudo, autoexigência e autocrítica exagerada, sente-se envergonhado e inferior aos outros, contenta-se com muito pouco, com “migalhas de amor”;
Repressão das emoções – reprime seus sentimentos e vontades, de tal modo que, com o tempo, perde o contato;
Controle compulsivo – necessidade de ter sempre o controle de si mesmo, das situações, do relacionamento, do outro, tentando mudá-lo;
Ciúme doentio – enorme insegurança, pensamentos constantes de ruminação pelo medo de ser traído ou de ser abandonado, comportamentos e discussões na tentativa de controlar os comportamentos do outro;
Negação – mente para si mesmo, finge que os problemas não existem ou não são graves, não enxerga e enfrenta os problemas que estão acontecendo na relação, pensa que um dia tudo vai melhorar “do nada”;
Vive oscilando entre o céu e o inferno - oscila entre gostar e sentir-se magoado e com raiva do outro, ou seja, ora se sente bem na relação e ora se torna vítima e age como o algoz, cobrando posturas de forma pesada e agredindo o outro;
Acredita que depende do outro – procura desesperadamente amor e proteção fora de si mesmo, não consegue ficar só, sente-se ameaçado pela perda do outro, sente que necessita do outro pra ser feliz;
Comunicação disfuncional – não expressa abertamente seus sentimentos e pensamentos, a comunicação não é honesta e franca; não consegue ter bons diálogos e discutir objetivamente os problemas; iniciativas de diálogo se tornam discussões áridas.
Dificuldades se***is - usa o s**o para conquistar, segurar e ganhar a aprovação do outro; tenta manipular e controlar o outro através do s**o; fazem s**o quando não querem; com pouco ou nenhum prazer, etc.
Envolvimento com pessoas complicadas - escolhe parceiros indisponíveis, indecisos, de classe socioeconômica inferior, agressivos, distantes, que sugam e pouco doam, irresponsáveis, mal-caráter, que também apresentam transtornos psicológicos como dependências (de álcool, de outras dr**as, de jogos, etc.). Por isto, tem decepção amorosa, sofre muito por amor, experimentando uma vida amorosa insatisfatória.
Estes sintomas e outros contribuem para Padrões de Relacionamentos Destrutivos.

Origem
O termo Codependência teve origem nos estudos com a Dependência química e foi atribuído aos familiares, partindo do princípio de que os familiares de dependentes químicos também apresentariam uma dependência, não das dr**as, mas Dependência Emocional ou uma preocupação constante e fixa no dependente. Posteriormente, tornou-se claro que não é necessário conviver com um dependente químico para sofrer de Dependência emocional.

Causas da Codependência
A maior parte dos codependentes vem de famílias disfuncionais, conflitivas, que demonstraram significativa fragilidade emocional e, por isto, contribuíram para o desenvolvimento e instalação da dependência emocional entre seus membros. Em geral, o codependente viveu pouco amor, amparo, aceitação, segurança, coerência e harmonia familiar. Em muitos casos, houve rigidez de regras e críticas excessivas, abusos, violência psicológica e até física. Portanto, de modo geral, a pessoa desenvolve a Codependência a partir da infância.

Pesquisas
Os resultados de uma pesquisa recente realizada no Brasil, pela Unifesp mostram que, em média, 9 pessoas são afetadas pelo impacto de um dependente químico e estima-se que pelo menos 28 milhões de pessoas vivam hoje no Brasil com um dependente químico. A pesquisa aponta também que, além da resistência do dependente químico em aceitar o tratamento (52% dos casos), o comportamento/atitude da família (11%) é a segunda maior dificuldade encontrada no tratamento. Convivendo com sentimentos opressores como tristeza (28%), impotência (26%), dor, angústia, raiva, desespero, culpa, pena, decepção, solidão e medo. Este impacto corresponde aos vividos por familiares de doentes terminais.

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O Que é o Deficit de AtençãoA única coisa errada/desvantagem com o Deficit de Atenção (também poderá ser referido como P...
06/03/2018

O Que é o Deficit de Atenção
A única coisa errada/desvantagem com o Deficit de Atenção (também poderá ser referido como PHDA ou TDAH) é não saber que o tem e não saber como aproveitar os pontos positivos

Vou começar por lhe dizer que o Deficit de Atenção não é falta de concentração por falta de empenho ou um comportamento indisciplinado resultante da educação dada pelos pais.

Se os pais de crianças sem Deficit de Atenção se empenhassem da mesma forma que os pais de crianças Hiperativas na educação dos seus filhos, todos eles seriam uns génios, super bem educados e extremamente organizados.

Educar ou viver com alguém com Deficit de Atenção é um desafio enorme e os familiares, amigos e colegas de pessoas com Deficit de Atenção deveriam de receber o devido mérito.

O Deficit de Atenção também não é uma condição psicológica que se uma pessoa realmente quisesse era pontual e organizada ou que passa com a ajuda dum psicólogo.

Pedir a uma pessoa com Deficit de Atenção para se concentrar e organizar é a mesma coisa que pedir a uma pessoa com miopia para se esforçar mais e tentar ler sem óculos ou pedir a um coxo para correr mais depressa.

É impossível e está fora do controlo da pessoa com Deficit de Atenção.

O Deficit de Atenção é uma condição física que se caracteriza pelo sub-desenvolvimento e mau funcionamento de certas partes do cérebro, nomeadamente:
Lobos Frontais
Corpo Caloso
Gânglios da Base ou Núcleos da Base
Cerebelo
Sistema Dopaminérgico - Falta de e/ou Recaptação Precoce da Dopamina
Sistema Noradrenérgico - Falta de e/ou Recaptação Precoce da Noradrenalina
Mas também pela menor e menos eficaz atividade elétrica, menor circulação sanguínea no cérebro e má gestão da glucose que é o principal combustível do cérebro.

Tudo isto leva a que haja uma má comunicação entre neurónios, má comunicação e falta de sincronização entre as várias partes do cérebro.

O Deficit de Atenção é uma condição que apresenta 3 sintomas:
Desatenção ou Distração
Deficit de Atenção
Impulsividade
E tem 3 sub-tipos:
Predominantemente Desatento
Predominantemente Hiperativo
Combinado Desatento + Hiperativo – O mais comum
O Deficit de Atenção é atualmente a “desordem mental” mais diagnosticada em crianças, estimando-se que 5 a 10% de todas as crianças sejam Hiperativas.

As estatísticas indicam que cerca de 40% das crianças diagnosticadas deixam de ter sintomas durante a adolescência ou seja o cérebro, com a ajuda de fatores ambientais, “encontra o caminho” para o normal desenvolvimento.

O que significa que os outros 60% vai continuar a ter os sintomas de Deficit de Atenção durante a vida adulta.

A maior parte dos adultos Hiperativos não sabem que a têm porque sempre se pensou que o Deficit de Atenção desaparecia durante a adolescência.

Em muitos casos não é muito evidente porque a pessoa desenvolveu estratégias para lidar com e minimizar as consequências dos sintomas.

Percentagem do Deficit de Atenção Entre os Sexos
Em relação à percentagem entre os s**os, parece não existir um consenso.

Alguns estudos apontam para 80% do s**o masculino e 20%, outros apontam para que seja uma percentagem igual.

Eu pessoalmente, acredito num valor a rondar os 60% s**o masculino e 40% s**o feminino por 2 razões:

A vertente da impulsividade, que representa um comportamento com maior expressão exterior à pessoa, está mais presente/é mais visível nos rapazes dai a percepção de haver mais Hiperativos do s**o masculino
As crianças, adolescentes e adultos do s**o feminino são condicionadas pela família e sociedade para terem comportamentos mais discreto e serem mais recatadas, logo disfarçando os sintomas do Deficit de Atenção
Mas a maioria das crianças, adolescentes e adultos com Deficit de Atenção têm outro tipo de desordem em simultâneo a que se dá o nome de co-existências.

As desordem que normalmente co-existem com o Deficit de Atenção são:

Comportamento perturbador, destabilizador e/ou desafiante
Doença Bipolar
Depressão
Ansiedade
Dependência de Álcool ou Dr**as
Dificuldades de Aprendizagem
Síndroma de Tourette

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Como identificar uma pessoa com transtorno bipolarO transtorno bipolar é uma doença muito comentada hoje em dia: toda pe...
05/03/2018

Como identificar uma pessoa com transtorno bipolar

O transtorno bipolar é uma doença muito comentada hoje em dia: toda pessoa que vivencia muitas variações de humor é chamada de “bipolar”. No entanto, saber identificar quando uma pessoa está com transtorno bipolar pode ajudar muito quem busca tratamento.

Nem toda oscilação de humor é um transtorno bipolar
É importante salientar que humor linear, totalmente equilibrado (eutímico) é algo basicamente ninguém tem. Todos apresentamos oscilações em nosso estado de humor devido a fatores externos e até a fatores de ordem interna (como a TPM nas mulheres). Entretanto estas oscilações não configuram necessariamente em um quadro de bipolaridade. Não raro podemos acordar bem, e ao final da tarde estarmos de mau humor. Essa oscilação ao longo de um dia não é transtorno bipolar.

O conceito de bipolaridade consiste na permanência no estado de euforia ou sintomas depressivos por um período superior a três semanas e de forma constante e progressiva, o que não raro pode levar à uma internação para tratamento.

Entenda melhor o que é o transtorno bipolar
No transtorno bipolar, as pessoas alternam entre períodos de muito bom humor (mania) e períodos de irritação ou depressão. As chamadas “oscilações de humor” podem ser muito rápidas e ocorrer com muita ou pouca frequência.

No transtorno bipolar clássico e sem tratamento, cada fase de depressão dura em geral de três a seis meses. Depois existe uma fase de normalidade que é variável, e posteriormente uma fase de euforia que também pode durar entre três e seis meses. Com tratamento adequado este período pode ser abreviado.

Os transtornos bipolares podem ainda se apresentar em alguns tipos específicos de quadros clínicos:

Transtorno bipolar tipo 1: pacientes apresentam pelo menos um episódio maníaco e períodos de depressão profunda. Antigamente, o transtorno bipolar do tipo 1 era chamado de depressão maníaca
Transtorno bipolar tipo 2: pacientes nunca apresentaram episódios maníacos completos. Em vez disso, elas apresentam períodos de níveis elevados de energia e impulsividade que não são tão intensos como os da mania (chamado de hipomania). Estes episódios se alternam com episódios de depressão
Uma forma leve de transtorno bipolar chamada ciclotimia envolve oscilações de humor menos graves. Pessoas com essa forma alternam entre hipomania e depressão leve. As pessoas com transtorno bipolar do tipo II ou ciclotimia podem ser diagnosticadas incorretamente como tendo apenas depressão.
Sintomas de transtorno bipolar
Os sintomas mais comuns de cada fase são:

Fase maníaca Fase depressiva
Facilidade em distrair-se Dificuldade em se concentrar
Autoestima muito alta (ilusão sobre si mesmo ou habilidades) Baixa autoestima, normalmente sentindo-se inútil, sem esperança ou culpado
Aumento de energia Fadiga ou falta de energia
Grande agitação ou irritação Desânimo diário ou tristeza
Redução da necessidade de sono Problemas para dormir ou excesso de sono
Capacidade de discernimento diminuída Dificuldade de lembrar de fatos ou de tomar decisões
Pensamentos acelerados que se atropelam Pensamentos sobre morte e suicídio
Compulsão alimentar, abuso de bebidas alcoólicas e/ou dr**as Perda de apetite e peso ou compulsão alimentar e ganho de peso
Hiperatividade e grande envolvimento em atividades Afastamento dos amigos
Comportamento sexual com muitos parceiros Perda de interesse nas atividades que antes eram prazerosas
Gastos excessivos
Pouco controle do temperamento
Os sintomas acima são mais comuns em pessoas que tem o tipo 1 da doença. No tipo 2, os sinais são similares, mas menos intensos.

Doenças que podem ser confundidas com o transtorno bipolar
Os sintomas do transtorno bipolar podem ser confundidos com sinais de outros quadros e isto ocorre com uma certa frequência – não somente por parte dos pacientes, mas até por parte de outros colegas médicos.

Existem outros quadros com sintomas semelhantes ao transtorno bipolar como:

Distimia: em que a pessoa tem alternância do estado de humor tendendo à depressão: reclama de tudo, nada é aproveitável, vive de “mau humor” e tudo é um esforço
entretanto consegue cumprir suas atividades profissionais, estudantis, familiares à custa de má qualidade de vida, mau humor e irritabilidade em graus variáveis
Disforia: quadro no qual a pessoa tende à irritabilidade, ansiedade, aceleração do pensamento, intolerância
mas também não é um transtorno bipolar.
Quando procurar ajuda de um psiquiatra?
Independente dos sintomas apresentados, toda a vez que uma pessoa estiver apresentando algum tipo de sofrimento, ou perda da qualidade de vida, independente do ?rótulo? diagnostico, ela deve procurar ajuda, e dentre eles um psiquiatra capacitado para lidar com transtornos do humor.

Precisa de ajuda ligue (13)99771-9538 Watzapp/Vivo ou acesse www.jureiaparkvillaterapeutica.com.br

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