Dra. Andressa Borges de Faria

Dra. Andressa Borges de Faria Dedico a fornecer o melhor tratamento e cuidado para a saúde mental com compaixão e paciência.

Você já reparou como tem dias em que o corpo até está bem, mas a mente… parece cansada demais?Humor instável, irritação,...
16/10/2025

Você já reparou como tem dias em que o corpo até está bem, mas a mente… parece cansada demais?
Humor instável, irritação, insônia, desânimo — e nenhuma explicação lógica.

O que poucos imaginam é que, muitas vezes, o que está desequilibrado não é só o emocional, mas o hormonal.
Hormônios como cortisol, estrogênio, testosterona e tireoidianos têm um papel enorme sobre o humor, a energia e até a clareza mental.

Quando algo foge do eixo, o corpo tenta compensar. Só que, nesse esforço, quem sente é a mente.
E aí vem aquela sensação de “não ser mais você mesmo”.

O problema é que, na correria do dia a dia, a gente separa corpo e mente como se fossem coisas diferentes.
Mas eles são parte da mesma engrenagem.

Cuidar da saúde mental também é cuidar do que sustenta ela — sono, alimentação, exames em dia, e acompanhamento regular.
Porque o equilíbrio que você busca na mente, às vezes, começa no corpo.

Sabe aquele velho ditado “quem procura acha”?Ele fez muita gente acreditar que só deve ir ao médico quando algo está err...
14/10/2025

Sabe aquele velho ditado “quem procura acha”?
Ele fez muita gente acreditar que só deve ir ao médico quando algo está errado. Mas o cuidado de verdade não começa na dor — ele começa no silêncio.

Quantas vezes você já ouviu alguém dizer: “ah, tô bem, pra que exame?”, “nunca precisei de médico”? E aí, quando os sinais aparecem, já não dá pra voltar no tempo.
O corpo sempre fala. Só que, às vezes, ele fala baixo — e é justamente nesse momento que a gente precisa escutar.

Cuidar da saúde é como cuidar de uma planta: se você só lembrar dela quando as folhas murcharem, talvez seja tarde.
As consultas preventivas, os exames de rotina e os ajustes simples no dia a dia são como regar o que você quer que cresça: sua energia, sua disposição, sua qualidade de vida.

Não espere um sintoma gritar o que o seu corpo já vinha sussurrando há tempos.
Ir ao médico antes de sentir algo não é paranoia, é autocuidado.
É sobre entender que saúde não é ausência de doença — é presença de equilíbrio.

E quando você entende isso, começa a enxergar que se cuidar não é gastar tempo, é ganhar vida.

Alguns impactos da perda muscular:Dificuldade em realizar tarefas simples – subir escadas, carregar compras, até levanta...
08/10/2025

Alguns impactos da perda muscular:

Dificuldade em realizar tarefas simples – subir escadas, carregar compras, até levantar da cadeira.

Aumento do risco de quedas e fraturas – ossos f**am mais vulneráveis.

Redução do metabolismo – facilitando o ganho de peso e doenças associadas.

Prejuízo na imunidade – músculos ajudam a regular inflamações.

Menor longevidade com qualidade – viver mais, mas com limitações.

Perder massa muscular não é apenas uma questão estética — é perder autonomia.
Cada músculo que se vai representa um pouco menos de força, equilíbrio e independência.
E quando o corpo enfraquece, a vida desacelera.

E se um dia você acordasse e percebesse que o que mais deseja já não pode ser comprado?Será que você daria o mesmo valor...
06/10/2025

E se um dia você acordasse e percebesse que o que mais deseja já não pode ser comprado?
Será que você daria o mesmo valor à sua saúde se ela pudesse ser devolvida depois de perdida?
Quantas vezes você já agradeceu por não sentir dor alguma?
Será que estamos vivendo ou apenas adiando o cuidado com o que realmente importa?
Por que é tão fácil cuidar de tudo, menos de nós mesmos?
Será que o corpo avisa antes de desistir — e a gente finge que não ouve?
Até quando você vai tratar o essencial como se fosse detalhe?
E se o amanhã não der tempo para cuidar do que você negligenciou hoje?
O que mais você precisa perder para entender o valor de estar bem?
Será que o verdadeiro luxo da vida é simplesmente acordar com saúde?

Muita gente só lembra do cortisol como “hormônio do estresse”, mas ele é muito mais do que isso. É como o maestro de uma...
03/10/2025

Muita gente só lembra do cortisol como “hormônio do estresse”, mas ele é muito mais do que isso. É como o maestro de uma orquestra: quando está em equilíbrio, todos os sistemas funcionam em harmonia; quando perde o compasso, o corpo inteiro desafina.

👉Alguns sinais de que o cortisol está fora de ritmo:

Ligado à noite – corpo desperto às 3h da manhã.

Cansaço intenso durante o dia – mesmo dormindo.

Desejos por açúcar ou sal – como se o corpo buscasse energia imediata.

Neblina mental ou falhas de memória.

Baixa libido – reflexo do impacto hormonal.

👉O cortisol não atua sozinho. Ele se equilibra com outros hormônios como:

Melatonina: regula o sono, em oposição ao cortisol noturno.

Insulina: controla energia e glicose, afetada pelo excesso de cortisol.

Hormônios se***is (testosterona, estrogênio, progesterona): podem cair quando o estresse é crônico.

👍Como melhorar esse equilíbrio?

Estabelecer rotina de sono com horários regulares.

Praticar atividade física moderada.

Controlar cafeína e álcool.

Reduzir estímulos à noite (telas, luz forte).

Buscar estratégias de relaxamento: respiração, leitura, meditação.

😉O estresse não precisa ditar o ritmo da sua vida. Pequenas mudanças devolvem o compasso natural do corpo. Já parou para pensar se o seu maestro está conduzindo ou se a orquestra anda desafinada?

A idade chega para todos, mas a velocidade com que ela marca o corpo e a mente tem muito a ver com os hábitos que cultiv...
01/10/2025

A idade chega para todos, mas a velocidade com que ela marca o corpo e a mente tem muito a ver com os hábitos que cultivamos diariamente. Envelhecer não é apenas acumular anos no calendário, é também carregar o impacto de escolhas repetidas ao longo do tempo. O problema é que muitos só percebem isso quando os sinais já estão estampados no espelho ou na saúde.

Alguns hábitos que aceleram o envelhecimento:

Exposição solar excessiva – O sol é essencial, mas sem proteção ele acelera o envelhecimento da pele, causa manchas e aumenta o risco de câncer.

Dormir mal ou poucas horas – O corpo precisa do sono para reparar tecidos, regular hormônios e consolidar memórias. Sem descanso, envelhece mais rápido.

Pouca ingestão de água – A desidratação crônica afeta desde a pele até o funcionamento dos órgãos, reduzindo vitalidade e energia.

Fumar ou conviver com fumaça – O tabaco prejudica a circulação, acelera a degradação do colágeno e multiplica o risco de doenças graves.

Excesso de álcool – Afeta fígado, coração, sistema nervoso e envelhece por dentro e por fora.

O tempo, sozinho, não é o vilão. O que mais nos envelhece são os descuidos que acumulamos no dia a dia. A boa notícia é que mudar nunca é tarde. O corpo responde quando recebe novos cuidados. E você, já refletiu quais hábitos pode deixar para trás para que sua idade seja apenas um número?

Sabe aquele cansaço que não passa, a pele mais pálida, a queda de cabelo insistente? Pode não ser apenas estresse ou “fr...
25/09/2025

Sabe aquele cansaço que não passa, a pele mais pálida, a queda de cabelo insistente?
Pode não ser apenas estresse ou “fraqueza”. Pode ser anemia por deficiência de ferro, uma das condições mais comuns no mundo.

O ferro é essencial para transportar oxigênio no sangue. Sem ele, o corpo inteiro f**a sem energia. É como tentar acender uma lâmpada sem eletricidade: nada funciona direito.

As causas vão desde dietas pobres em ferro até perdas crônicas de sangue (como menstruações intensas ou sangramentos digestivos). Em crianças, pode estar ligada à alimentação inadequada; em idosos, a doenças do trato gastrointestinal.

O diagnóstico é feito com exames de sangue, e o tratamento vai além da reposição de ferro. É preciso investigar a causa. Afinal, ferro baixo não é diagnóstico final, é pista de algo maior.

Ignorar pode trazer consequências sérias: prejuízo no desenvolvimento infantil, redução da capacidade de trabalho, complicações na gestação, além de piora da qualidade de vida.

Ou seja: sentir fraqueza constante não é “normal”. É sinal. E sinais pedem atenção.

Setembro Amarelo: falar é salvarVocê já reparou como o silêncio pode ser barulhento? Há dores que não gritam, apenas pes...
23/09/2025

Setembro Amarelo: falar é salvar

Você já reparou como o silêncio pode ser barulhento? Há dores que não gritam, apenas pesam.

Setembro Amarelo não é sobre estatísticas frias, é sobre gente — pessoas que poderiam estar aqui, mas desistiram porque não encontraram apoio, porque acreditaram que não havia saída.

O suicídio é uma realidade dura: no Brasil, uma pessoa tira a própria vida a cada 46 minutos. É um dado assustador, mas que precisa ser dito, porque esconder só aumenta o estigma.

O mais importante é lembrar: ninguém decide morrer porque “quer chamar atenção”. É sempre sinal de sofrimento intenso, de um peso emocional que parece insuportável. E se o sofrimento é real, a ajuda também precisa ser.

Conversar, ouvir sem julgamento, oferecer acolhimento… pequenas atitudes podem ser gigantes. Às vezes, o que salva uma vida é a sensação de não estar sozinho.

Prevenção não é só uma campanha de setembro. É todo dia. É olhar para o lado e perguntar: “Você está bem de verdade?”. É estar disposto a ouvir a resposta, mesmo que seja dura.

Se você está sofrendo, procure ajuda. Se conhece alguém, estenda a mão. O silêncio pode custar vidas, mas a palavra pode salvá-las.

A orelha tem tem um mecanismo natural de “autolimpeza”. O cerume — aquela cera que muita gente acha nojenta — é, na verd...
17/09/2025

A orelha tem tem um mecanismo natural de “autolimpeza”. O cerume — aquela cera que muita gente acha nojenta — é, na verdade, um protetor. Ele hidrata, lubrif**a e impede que poeira, bactérias e até insetos façam moradia dentro do ouvido. Parece que a natureza já pensou em tudo, certo?

Mas aí entra o cotonete, com sua carinha de “anjinho da limpeza”. Macio, prático, parece inofensivo. O problema é que, em vez de tirar a sujeira, ele empurra a cera para dentro, cada vez mais perto do tímpano. É como varrer a sala e esconder a sujeira debaixo do tapete.

E o risco não para aí: o uso repetitivo pode machucar o canal auditivo, causar inflamação (a famosa otite externa) e, em casos mais graves, até perfurar o tímpano. Isso mesmo: um palitinho de algodão pode causar uma lesão que compromete a audição.

A verdade é que cotonete foi feito para limpar as dobras externas da orelha, não o canal interno. Mas a ansiedade de “deixar limpinho” faz muita gente insistir onde não deveria.

Quer cuidar bem? Use toalha ao sair do banho, lave apenas a parte externa com água e sabão, e se sentir acúmulo de cera ou ouvido tampado, procure um especialista. Orelha não precisa de faxina diária. Precisa de respeito.

Já reparou como o calor extremo te testa de um jeito silencioso? Ele não avisa, só vai drenando suas forças, acelerando ...
15/09/2025

Já reparou como o calor extremo te testa de um jeito silencioso? Ele não avisa, só vai drenando suas forças, acelerando a perda de água, roubando energia e até confundindo a mente. O corpo, que parece tão resistente, mostra que precisa de cuidado — e não é fraqueza, é sabedoria reconhecer isso.

Quando você escolhe se hidratar mais, vestir roupas leves, respeitar os horários de sol e buscar lugares ventilados, não está apenas evitando um mal-estar: está escolhendo viver com mais consciência do seu próprio limite.

O calor é inevitável, mas o impacto dele na sua saúde não precisa ser. A pergunta é: você vai esperar que ele te derrube ou vai se preparar para atravessá-lo com mais força e leveza?

A poluição não para nos pulmões: ela inflama seu corpo, eleva sua pressão e aumenta o risco de infarto e AVC.A questão é...
10/09/2025

A poluição não para nos pulmões: ela inflama seu corpo, eleva sua pressão e aumenta o risco de infarto e AVC.
A questão é: você tem se protegido ou está deixando seu coração respirar fumaça todos os dias?

A asma é uma das doenças respiratórias mais faladas nas redes nos últimos meses, justamente porque o tempo seco e as que...
08/09/2025

A asma é uma das doenças respiratórias mais faladas nas redes nos últimos meses, justamente porque o tempo seco e as queimadas funcionam como gatilhos. Pessoas com asma têm vias aéreas mais sensíveis, que se fecham diante de irritantes como fumaça, poeira e poluição. Resultado? Crises de falta de ar, chiado no peito e tosse persistente.

Estima-se que 20 milhões de brasileiros convivam com a asma, e muitos ainda acreditam que “é coisa de criança” ou “vai passar com o tempo”. Mas a realidade é que a asma pode acompanhar por toda a vida, exigindo controle contínuo.

O que mudou recentemente foi o acesso a novos protocolos de tratamento, que incluem medicamentos mais modernos e ef**azes para reduzir crises e hospitalizações. Além disso, hoje se fala mais sobre a importância de reconhecer sinais precoces e nunca abandonar o uso da medicação de controle.

Com informação, a asma deixa de ser sinônimo de limitação e se transforma em condição controlável.

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