Dr. Frederico Pediatra

Dr. Frederico Pediatra Médico formado pela Universidade Gama Filho em Rio de Janeiro-RJ. Em sua formação concluiu resid?

Doença na infância nem sempre é descuido, muitas vezes, é apenas viver.
28/01/2026

Doença na infância nem sempre é descuido, muitas vezes, é apenas viver.

26/01/2026

Concordam? Estou equivocado?

26/01/2026

Hoje vi um posicionamento que me chamou atenção na internet. Um influenciador com grande número de seguidores posicionou-se de uma forma que respeito mas discordo completamente. Tenho razão? Estou equivocado? O que vcs acham?

26/01/2026

Recado para os pais. Hoje vi uma postagem de um influenciador no Instagram que me chamou atenção de forma negativa. Respeito a posição dele mas discordo completamente. Assistam a esse feed meu que vcs entenderam. Concordam comigo? Estou equivocado?

Quero te fazer uma pergunta sincera:Você já sentiu que seu filho “não está como antes”, mas não soube explicar exatament...
26/01/2026

Quero te fazer uma pergunta sincera:
Você já sentiu que seu filho “não está como antes”, mas não soube explicar exatamente o porquê?

Isso é mais comum do que parece. Nem todo problema infantil chega com febre alta, dor forte ou algo escancarado. Muitas vezes, o que aparece são mudanças sutis: irritabilidade fora do padrão, sono fragmentado, dificuldade de concentração, queda no rendimento escolar ou um cansaço que não combina com a rotina.

Esses sinais discretos costumam ser minimizados. A gente pensa que é fase, crescimento, adaptação. Mas o corpo da criança fala — só que fala baixo. E quando a gente não escuta, ele repete.

Na prática pediátrica, esses sintomas podem estar ligados a causas comuns: parasitoses intestinais, distúrbios do sono, carências nutricionais, excesso de estímulos ao longo do dia ou pequenos desconfortos físicos persistentes. A criança pequena, principalmente, não consegue organizar isso em palavras. Ela reage.

Esperar que o problema fique “mais claro” nem sempre é a melhor estratégia. Muitas vezes, quando o quadro se torna evidente, já existe impacto no bem-estar, no aprendizado e na rotina familiar.

Observar mudanças, comparar com o padrão habitual da criança e buscar orientação quando algo não encaixa é parte do cuidado. Não é exagero, não é ansiedade. É atenção.

Quando os sinais são discretos, a escuta precisa ser ainda mais cuidadosa.

Deixa eu conversar com você com calma.Seu filho passa o dia inteiro aparentemente bem, mas quando chega a noite tudo mud...
22/01/2026

Deixa eu conversar com você com calma.
Seu filho passa o dia inteiro aparentemente bem, mas quando chega a noite tudo muda? Ele demora para pegar no sono, se mexe demais na cama, acorda irritado ou chorando, e você começa a perceber uma queixa recorrente de coceira no bu**um?

Muita gente associa isso a fase, ansiedade ou comportamento. Mas quando esse padrão se repete, noite após noite, vale prestar atenção. O corpo da criança costuma ser bem direto quando algo não está em equilíbrio — o problema é que nem sempre a gente reconhece o sinal.

Na pediatria, coceira a**l com piora noturna levanta uma suspeita muito comum: a oxiuríase. É uma parasitose frequente na infância e tem um comportamento bem específico. À noite, o parasita deposita ovos na região a**l, provocando coceira intensa. A criança se coça, dorme mal, acorda cansada e f**a mais irritada no dia seguinte. Durante o dia, tudo parece normal, o que confunde ainda mais os pais.

É importante dizer com clareza: isso não tem relação com falta de higiene e não é culpa de ninguém. Crianças estão mais expostas simplesmente pela forma como brincam, exploram o ambiente e convivem com outras crianças.

A boa notícia é que o diagnóstico é simples e o tratamento é ef**az. Quando tratado corretamente, o impacto é rápido: melhora do sono, do humor e da qualidade de vida da família inteira.

Se a coceira noturna é frequente, investigar não é exagero. É cuidado. Dormir bem faz parte da saúde infantil, e ignorar esse sinal pode prolongar um desconforto que tem solução.

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A criança não precisa de discursos.Precisa de ambiente ajustado.Quando o adulto organiza o contexto, o corpo infantil re...
19/01/2026

A criança não precisa de discursos.
Precisa de ambiente ajustado.

Quando o adulto organiza o contexto, o corpo infantil responde melhor. Sempre responde.

Quando a rotina muda, o corpo infantil precisa de referências internas para não se perder.E isso vale para qualquer fase...
15/01/2026

Quando a rotina muda, o corpo infantil precisa de referências internas para não se perder.
E isso vale para qualquer fase da vida, não só em períodos de lazer.

A criança funciona melhor quando:
ela dorme o suficiente, mesmo que em horários um pouco diferentes;
se alimenta com alguma previsibilidade, mesmo que não seja perfeita;
tem espaço para brincar, mas também para desacelerar;
recebe limites claros, sem excesso de negociação.

O que costuma acontecer é o oposto.
Sono fragmentado vira irritação.
Excesso de tela vira agitação e dificuldade de concentração.
Alimentação caótica vira queda de energia e alteração do humor.
E tudo isso aparece como “comportamento difícil”.

Não é.
É um corpo desorganizado tentando se autorregular.

Criança não sabe dosar estímulo sozinha. Ela precisa de adulto como regulador externo. Alguém que observe, que interrompa quando necessário, que ofereça pausa, água, descanso, silêncio.

Não é sobre controlar cada passo.
É sobre perceber quando o corpo está passando do ponto.

Crianças que aprendem, desde cedo, a respeitar sinais de fome, sono, cansaço e limite emocional tendem a adoecer menos, se frustrar melhor e se adaptar com mais facilidade a qualquer mudança de contexto.

Toda vez que chega esse período do ano, o cenário se repete.Não porque as famílias erram, mas porque o ambiente muda — e...
12/01/2026

Toda vez que chega esse período do ano, o cenário se repete.
Não porque as famílias erram, mas porque o ambiente muda — e o corpo infantil responde rápido a qualquer mudança.

Mais calor signif**a mais suor, mais perda de líquido, mais cansaço escondido.
Mais piscina, praia e contato físico signif**am mais chances de otite, infecção de pele e viroses.
Mais lanches fora de hora, alimentos diferentes e horários bagunçados impactam diretamente o intestino.

É por isso que surgem quadros que confundem os pais:
febre sem outro sintoma, diarreia que aparece “do nada”, criança mais quieta que o habitual, queda de energia no fim do dia, dores vagas, falta de apetite.

Nada disso é sinal de que a criança não aguenta férias.
É sinal de que o corpo está tentando se adaptar a um contexto mais intenso.

A maior armadilha desse período é achar que só existe problema quando a criança reclama muito. Muitas vezes, ela só muda o comportamento. F**a mais irritada, dorme mal, perde o ritmo. E isso já é o corpo pedindo ajuste.

Água oferecida várias vezes ao dia, higiene simples, atenção à pele, pausas no sol e observação real do comportamento fazem muito mais diferença do que qualquer intervenção tardia.

O cuidado aqui não é impedir a diversão.

Que 2026 comece com crianças vivendo a infância com intensidade — e com adultos cuidando desse processo de forma conscie...
09/01/2026

Que 2026 comece com crianças vivendo a infância com intensidade — e com adultos cuidando desse processo de forma consciente, sem exagero, mas sem descuido.

Antes de entrar em 2026, esvazie a bagagem e deixe tudo de ruim em 2025. Só leve as reflexões e as boas lembranças. Afin...
31/12/2025

Antes de entrar em 2026, esvazie a bagagem e deixe tudo de ruim em 2025. Só leve as reflexões e as boas lembranças. Afinal, a mala precisa ter espaço para tudo de bom que encontrará no ano-novo.

1️⃣ Não é “frescura”. É sobrecarga.Crianças estão adoecendo mais cedo porque vivem em alerta constante: estímulos demais...
29/12/2025

1️⃣ Não é “frescura”. É sobrecarga.
Crianças estão adoecendo mais cedo porque vivem em alerta constante: estímulos demais, descanso de menos e cobrança como se fossem adultos em miniatura.

2️⃣ Mente e corpo não se separam — nunca.
Ansiedade mal cuidada vira insônia. Insônia vira doença. Doença vira atraso, culpa e isolamento. O problema não começa no corpo, mas sempre termina nele.

3️⃣ O ambiente adoece antes do diagnóstico.
Doenças crônicas na infância raramente surgem do nada. São o resultado de um ritmo de vida que não respeita o tempo de ser criança.

Vamos cuidar das nossas crianças!

Endereço

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75530-450

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