Suelen Santoro

Suelen Santoro Sou Suelen, Psicológa atuante nas áreas de Rh com foco em recrutamento e seleção e na Clínica

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Avaliação Psicológica
Recrutamento e Seleção

Cabelo curto ou longo? Por muito tempo, essa pergunta foi respondida por expectativas sociais, e não pelo nosso espelho....
17/04/2026

Cabelo curto ou longo? Por muito tempo, essa pergunta foi respondida por expectativas sociais, e não pelo nosso espelho.

Dizem que o cabelo curto "tira a feminilidade".
Eu sinto o contrário: ele a expõe.
Sem a "cortina" dos fios longos, o rosto aparece, o olhar se torna mais direto e a autoconfiança precisa vir de dentro, sem adereços.
É entender que a estética deve servir à nossa rotina e ao nosso propósito — e não o contrário.
Para mim, essa mudança foi um exercício de liberdade e clareza.

Dizem que cabelos longos guardam histórias; eu prefiro que os meus, agora curtos, abram caminhos facilitados e práticos para o futuro, assim como é tão fácil cuidá-los agora.
A feminilidade não é um padrão a ser seguido, mas uma energia a ser canalizada.
O corte é a minha escolha pela praticidade e pela força de quem não tem medo de mudar.
(Se você não tem coragem de cortar seu cabelo que cresce, imagina do que você tem medo...)

Quem me vê assim hoje, vê uma Suelen muito mais decidida e segura.
Uma mulher cada vez mais apaixonada pelas possibilidades que a vida oferece.

E você? O que tem mantido apenas por costume ou por medo?
O que realmente faz sentido para sua identidade hoje?

Mas é aí, o que acharam do visual novo?

Chego aos 37 anos com a alma leve e a certeza de que estou exatamente onde deveria estar. Minha história é feita de bata...
27/01/2026

Chego aos 37 anos com a alma leve e a certeza de que estou exatamente onde deveria estar. Minha história é feita de batalhas reais, de vitórias que comemorei alto e de perdas que compartilhei com o silêncio....
O que eu celebro hoje é essa força bonita que me fez levantar e seguir cada vez mais inteira.

Nesse percurso, meus três pimpolhos são o combustível que não me deixa parar e a razão de cada um dos meus sorrisos. E quer saber? Respeita o meu "bigode chinês"! Essas marcas expressam as gargalhadas que dei, dos desafios que venci e da intensidade com que escolhi viver cada segundo dessa vida maravilhosa!

Mas o brilho que carrego hoje não é só meu. Meu coração transborda gratidão por cada pessoa que cruzou meu caminho e ajudou a tecer essa história. Aos que seguraram minha mão, aos que me ensinaram no silêncio e aos que vibram com cada pequena conquista minha: vocês são parte dessa mulher que me tornei.

37 anos de pura vida e gratidão por todos que caminham comigo!
Novo ano, nova fase novas possibilidades! 🥂🔥💖

Ps: marido, mamis, Bia e colegas de trabalho, muito obrigada pelo carinho no preparo de cada detalhe 🍾💕

A Medicalização do Sofrimento e a Ilusão do ‘Tudo Perfeito’Você já se sentiu triste após perder alguém querido? Insegura...
04/06/2025

A Medicalização do Sofrimento e a Ilusão do ‘Tudo Perfeito’

Você já se sentiu triste após perder alguém querido? Insegura depois do fim de um ciclo familiar? Frustrada por não alcançar aquele sonho que parecia tão perto? Ou simplesmente ansiosa antes de uma grande mudança? Eu sei, essas dores pesam. Mas, como psicóloga, quero te perguntar: e se essas dores forem parte de ser humano? E mais: por que nos cobram que estejamos sempre felizes, como se tudo precisasse ser lindo e perfeito?

Vivemos numa era em que o sofrimento é tratado como algo a ser “consertado” rápido, como se sentir fosse errado. A medicalização do sofrimento – a ideia de que toda dor emocional precisa de uma pílula ou solução imediata – muitas vezes nos impede de acolher o que essas emoções têm a nos ensinar. E, pra piorar, a cultura da felicidade obrigatória nos pressiona a postar sorrisos no Instagram, a fingir que “tá tudo bem”, enquanto escondemos o que realmente sentimos.

Dores que são humanas

Tristeza após uma perda: Perder um ente querido ou até um pet dói fundo. O luto é um jeito de honrar o que foi vivido enquanto seguimos em frente.

Insegurança após um término familiar: O fim de um casamento ou relação próxima traz mágoa, dúvida, até alívio. Esses sentimentos nos mostram o que valorizamos.

Frustração por um plano que não deu certo: Não passar numa prova, perder uma oportunidade no trabalho ou ver um projeto falhar machuca. Mas é aí que aprendemos a nos reinventar.

Ansiedade antes de um passo novo: O frio na barriga antes de mudar de cidade, começar um emprego ou falar em público é seu corpo se preparando. É natural!

Vazio de “quem sou eu?”: Sentir-se desconectada, como se faltasse algo, é um convite para olhar pra dentro e redescobrir sua essência.

Continua no primeiro comentário.

Ensinando um a andar e outro a voarHoje carrego dois mundos no mesmo abraço:  🍼 No colo, meu bebê de 10 meses — aconcheg...
28/05/2025

Ensinando um a andar e outro a voar

Hoje carrego dois mundos no mesmo abraço:
🍼 No colo, meu bebê de 10 meses — aconchego, primeiros passos, risos que cabem na palma da minha mão.
✈️ No horizonte, meu primogênito — primeiro emprego, asas se abrindo, coragem que me enche de orgulho.

Um ainda precisa do meu chão.
O outro já busca seu céu.
E eu? Aprendo a ser porto e vento ao mesmo tempo.

Entre fraldas e uniformes, entre colo e despedidas, descubro que a maternidade é isso:
dar raízes profundas...
e confiar no voo.

Porque o amor não divide — expande.

💌 E hoje, enquanto te ensino a andar, filho caçula, e celebro você voando, meu primogênito, entendo:
ser mãe é a arte de amar em dois - três ritmos diferentes.
E cada um deles é perfeito.

Foi depois do vazio, do me deparar com o "nada", com o "perdi tudo", que me encontrei. Sim, um paradoxo, mas o momento m...
20/05/2025

Foi depois do vazio, do me deparar com o "nada", com o "perdi tudo", que me encontrei. Sim, um paradoxo, mas o momento mais verdadeiro que vive até hoje. Foi no vazio que compreendi que eu poderia fazer da minha vida qualquer coisa que eu quisesse, e eu decidi: me alimentar de tudo o que me nutri! E a cura continua e a vontade de colorir a vida mais ainda! É depois da dor que há um lugar bonito!

Sendo mãe, o que mais desejo para meus pequenos é que façam o melhor com suas vidas. Sendo sua filha, busco fazer o melh...
12/05/2025

Sendo mãe, o que mais desejo para meus pequenos é que façam o melhor com suas vidas. Sendo sua filha, busco fazer o melhor com a minha vida para te honrar e te agradecer por esse presente incrível que é viver essa experiência nessa dimensão.

Te carrego no mate, no jeito de sorrir e no cuidado com o mundo.

Te amo! 💛

O amor que cura é aquele que começa dentro de você.Há anos, eu não sabia o que era um relacionamento saudável. Achava qu...
11/05/2025

O amor que cura é aquele que começa dentro de você.

Há anos, eu não sabia o que era um relacionamento saudável. Achava que amor era sinônimo de luta, de "sobreviver" ao outro. Até o dia em que entendi: ninguém pode te dar o que não tem por si mesma.

Meu casamento hoje é leve, é parceria, é amor que soma – porque antes do "nós", veio o "eu". O eu que se reconstruiu, que aprendeu a se colocar em primeiro lugar, que descobriu que autoamor não é egoísmo: é a única base possível para qualquer relação verdadeira.

O DSM nasceu dessa jornada. Porque sei que ciclos tóxicos não se quebram por acidente – eles se quebram com clareza, coragem e ação. E quando você se cura, atrai o amor que reflete o que você é, não o que falta.

Esse homem aqui é minha prova viva de que o amor certo não dói, não aprisiona, não exige que você se diminua. E se você está em um relacionamento que te faz duvidar do seu valor, escuta aqui: você merece mais.

O primeiro passo é decidir acreditar nisso. O resto, a gente aprende no caminho. 💛

Quer aprender a reconstruir seu amor-próprio?

O DSM te guia. Link na bio ou me chama no DM.

Ciclos TÓXICOS se quebram com DECISÃO.
11/05/2025

Ciclos TÓXICOS se quebram com DECISÃO.

A validação alheia não vai te levar a lugar algum!
15/04/2025

A validação alheia não vai te levar a lugar algum!

Se sentir valorizada não tem a ver com o outro. Tem a ver com você!
14/04/2025

Se sentir valorizada não tem a ver com o outro.
Tem a ver com você!

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