31/12/2025
No começo do ano, eu engordei cerca de 4 kg depois de um período emocionalmente desestruturante.
Eu já vinha com alguns quilos me incomodando e aquele ganho foi o sinal de que algo precisava mudar.
Como muitas mulheres fazem, comecei pelo caminho da disciplina extrema.
Foram quase dois meses de 40 minutos de cardio todos os dias, sem falhar.
O peso baixou.
O resultado veio.
Mas veio com custo.
Cansaço constante, dificuldade de recuperação, fome desorganizada e um corpo claramente operando no limite do estresse.
Eu estava emagrecendo, mas sustentando o processo à base de esforço.
Foi no último mês que tudo mudou.
Não porque eu fiz mais, mas porque mudei a estratégia.
Reduzi estímulos que mantinham o cortisol elevado, reorganizei a distribuição alimentar e passei a trabalhar o emagrecimento como um processo fisiológico, não como punição.
O resultado destravou.
O peso caiu com mais fluidez, a energia voltou e o corpo respondeu sem resistência.
Esse é um aprendizado que levo diariamente para a prática clínica:
depois dos 40, insistir em estratégias que o corpo interpreta como ameaça só gera resultados limitados e difíceis de manter.
Quando a abordagem respeita o momento hormonal, o histórico de estresse e o contexto metabólico da mulher, o emagrecimento acontece sem briga.
É exatamente assim que conduzo meus acompanhamentos.
Se você sente que se esforça muito, faz “tudo certo” e mesmo assim o corpo não responde como antes, talvez não precise tentar mais.
Talvez precise mudar a estratégia.
👉 Me chama no direct para entender se esse acompanhamento faz sentido para você agora.